No PAC 3 é fundamental parceria com o setor privado, diz secretário do programa

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) colocou o investimento público como motor do crescimento do País, afirmou o secretário do programa federal de desenvolvimento, Maurício Muniz. Segundo ele, no período de 2011 a 2014, o governo federal investiu R$ 110 bilhões em logística, R$ 459 bilhões no setor energético e R$ 458 bilhões no setor de desenvolvimento urbano, superando um montante de R$ 1 trilhão.

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Mauricio Muniz: “É fundamental a parceria com o setor privado”. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Muniz foi um dos convidados da reunião do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic) realizada na manhã desta terça-feira (11/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo o secretário, o PAC 2 já superou em 41% a execução total do PAC 1, cujo investimento total foi de R$ 657 bilhões.

Para o próximo período, com o lançamento do PAC 3, Muniz afirma que é preciso manter um conjunto de investimentos públicos e privados. “Em áreas onde é possível passar para o setor público, nós vamos transferir. É fundamental a parceria com o setor privado”, disse.

Além disso, Muniz informou que, no futuro, haverá reforço de concessões em logística e na área energética, com amplo programa de desonerações tributárias e aprimoramento de mecanismos de seguros e financiamento de longo prazo. “O PAC melhora o ambiente de negócios e investimentos”, concluiu.

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Presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima: maior fonte de geração de crescimento e emprego é a indústria da infraestrutura e da habitação. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Na visão do presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima, o Brasil tem um déficit “muito grande” nas áreas habitacionais. “Necessitamos de uma atenção especial, o governo sabe disso. A maior fonte de geração de crescimento e emprego é a indústria da infraestrutura e da habitação”, afirmou.


11º ConstruBusiness

Em seguida, o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, apresentou a evolução dos investimentos em construção.

Segundo Auricchio, as discussões da 11ª edição do evento, programado para início de 2015, estarão baseadas em dois eixos: desenvolvimento urbano e desenvolvimento da infraestrutura economia. “São setores que precisamos atacar, para enfrentar gargalos que têm inibido os investimentos”, afirmou o dirigente.

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio: ConstruBusiness terá como eixos os desenvolvimentos urbano e da infraestrutura. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Na visão de Auricchio, a ampliação de investimentos federais no setor é fundamental, “para não acarretar retração do setor, algo que prejudicaria a economia nacional”.

Para o consultor Fernando Garcia, os patamares de investimentos em infraestrutura ainda estão abaixo do recomendável. “Nos últimos quatro anos, saltamos para 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em investimentos, ainda aquém dos países desenvolvidos. Precisamos crescer, expandir o setor de petróleo e gás, com avanços na área de telecomunicação”, analisou.

Na visão de Manoel Carlos de Lima Rossitto, diretor titular adjunto do Deconcic, o setor da construção precisa de planejamento com previsibilidade. “Obra acabando no prazo é o grande objetivo”, disse.

Diretor da Fiesp defende projetos integrados para incrementar setor da construção

Agência Indusnet Fiesp

Em junho, o jornal Valor Econômico publicou uma edição da revista Valor Setorial voltada para o tema da infraestrutura. Uma das reportagens traz propostas para melhorar a produtividade, com enfoque em soluções tecnológicas e em planejamento.

É nesse contexto que a revista entrevista o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio.

Ele defende melhorias na contratação pública por meio de um banco de projetos integrados. Como exemplo, cita o Rodoanel, que deveria ter sido concebido num contexto de intermodalidade.

“Não tem cabimento na construção do Rodoanel perder a oportunidade de se construir o Ferroanel”, observou.

Leia a íntegra da reportagem no site da revista Valor Setorial, entre as páginas 80 e 82.

Expansão do setor de construção deve ser retomada somente em 2015

Agência Indusnet Fiesp

Na última sexta-feira (28/03), o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio foi um dos ouvidos em reportagem realizada pelo Jornal Valor Econômico sobre o programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal.

Segundo Auricchio, o mercado da construção passa por um reajuste e a expansão do setor deve ser retomada só em 2015.

Ele comenta ainda que o programa federal de construção de moradias à população de baixa renda deve ser mantido por um longo período, independente das mudanças no rumo político do País. “O déficit habitacional está ainda muito distante de ser superado”, afirmou.

Para ler a notícia acesse o site do Jornal Valor Econômico (conteúdo exclusivo a assinantes).

Conselho da Fiesp debate desafios para o setor da construção em 2014

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Membros do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic) se reuniram na manhã desta terça-feira (11/03), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), para discutir melhorias e possibilidades de crescimento para o setor.

Abrindo o encontro, José Carlos de Oliveira Lima, presidente do conselho, afirmou ser necessária a superação dos obstáculos que impedem o crescimento da indústria brasileira. “Continuamos a ter mão de obra pouco qualificada, nosso país prossegue sendo um dos piores em competitividade, além disso, nossa infraestrutura segue deficitária”, analisou Lima.

Conforme Lima, o país não soube acompanhar o crescimento do poder aquisitivo da classe C. “Uma grande parcela da população passou a consumir, mas não foram criadas as condições necessárias para suportar o crescimento. O que vemos então são vias apinhadas de automóveis, aeroportos muito atrás da capacidade ideal de atendimento de demanda, entre outros graves problemas”.

Lima, ao centro, na reunião do Consic: mão de obra pouco qualifica e problemas de infraestrutura. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Lima, ao centro, na reunião do Consic: mão de obra pouco qualificada. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Redução das taxas básicas de juros, do IPI para materiais de construção e da tarifa de energia elétrica são algumas possibilidades que Lima acredita serem fundamentais para a melhoria das condições da cadeia.

Construbusiness

Em seguida, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), anunciou a data da realização do 11º Construbusiness. “A edição desse ano será realizada em 24 de novembro”.

O Construbusiness é o mais importante congresso da indústria da construção, tendo como objetivo a apresentação de propostas que contribuam com soluções para os principais gargalos do setor e que venham a ser adotadas como política de Estado.

“Se as nossas solicitações desses dez anos de ConstruBusiness fossem ouvidas anteriormente, a situação do setor seria melhor”, opinou Auricchio.

Auricchio: solicitações do setor feitas em dez anos de Construbusiness. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Auricchio: solicitações do setor feitas em dez anos de Construbusiness. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Outro participante do encontro, Sérgio Henrique Cançado de Andrade, superintendente executivo da SGE Engenharia, apresentou  números referentes ao crédito imobiliário. Para ele, o setor da construção civil está estabilizado. “Em 2013, foram contratados cerca de R$ 135 milhões em crédito imobiliário. A previsão para este ano é de R$ 150 milhões, um crescimento de 15%”, disse.

No fechamento da reunião, o diretor titular adjunto do Deconcic, Manuel Rossito, destacou a importância da criação da chamada Lei de Responsabilidade de Investimento, “para maior segurança empresarial no cumprimento de contratos”.

Comitê de Mineração da Fiesp recebe secretário de Meio Ambiente

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Em sua primeira reunião de trabalho em 2014, o Comitê da Cadeia Produtiva de Mineração (Comin) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebeu, nesta quinta-feira (20/02), o secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente, Rubens Rizek. A reunião foi organizada pelo coordenador do Comin, Eduardo Machado Luz.

Rizek destacou que a mineração é um setor estratégico, mas também complexo, e por isso precisa de dupla atenção do governo, que, em sua visão, deve priorizar o diálogo. “É presunçoso demais um burocrata de gabinete querer dizer para um setor como esse como eles devem trabalhar. É muito mais inteligente para o governo, como princípio de gestão, aprender com o setor e não querer ensiná-lo.”

Para o secretário adjunto, o papel do governo é o de fiscalização. “Em São Paulo, a gente tem a convicção que o setor empresarial, de um modo geral, trabalha direito. Quem trabalha errado é exceção. É papel do Estado não deixar o errado, tirar vantagem sobre o certo. O governo tem que se aliar aos certos, para não deixar que existam os ruins.”

Rizek: mineração é setor estratégico e precisa de dupla atenção do governo. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Rizek: mineração é setor estratégico e precisa de dupla atenção do governo. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Entre os temas que estavam em pauta na reunião, Rizek comentou a revogação das resoluções 51/2006 e 130/2010. “Não sei se vocês têm noção das dificuldades e das pressões que precisam ser enfrentadas para revogar uma norma. É preciso estar muito convicto e ter uma certa coragem”, explicou. “O mérito da revogação é do setor, que conseguiu demonstrar os pontos e criar um diálogo. Mas esse foi o primeiro passo. O importante vem agora, que é substituir as normas revogadas em normas estáveis para a área.”

O secretário respondeu dúvidas dos membros do Comin sobre diversos temas. Entre eles, o Sistema de Informação e Gestão de Unidades de Conservação e Áreas Protegidas (Sigap). “O Sigap ainda é uma minuta de decreto que está em análise para eventual publicação. Ele pega todo o arcabouço normativo do estado e da união que tratam de áreas protegidas e tenta colocar tudo no mesmo lugar, para ter uma espécie de regulamento estadual de áreas protegidas”, explicou Rizek. “Mas afirmo que o Sigap não vai atrapalhar ninguém, até porque esse governo tem um total respeito pelo setor produtivo.”

Rizek concluiu dizendo que a secretaria está à disposição para receber as demandas do setor. “O setor da mineração é muito amplo e importante, que temos que tratar com respeito, compreensão e aprender com ele”, declarou. “Tenho pautas para conversar com o setor da mineração, como a questão logística, o aproveitamento de inertes, as áreas de conservação e áreas protegidas. Estou oficialmente pedindo que vocês nos ajudem.”

Outras pautas

Além do secretário adjunto, o diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, também participou da reunião do Comin, para apresentar o novo espaço do setor no site da Fiesp: o Observatório da Construção.

“O objetivo é que o Observatório seja um ponto de encontro do setor, um site que seja um ambiente de consulta não só para o setor, mas para universidades, órgãos de governo e a sociedade de um modo geral”, disse Auricchio.

Auricchio: Observatório da Construção como ponto de encontro do setor. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Auricchio: Observatório da Construção como ponto de encontro do setor. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Na mesma reunião, o coordenador do Comin tratou ainda do marco regulatório da mineração, que está para ser votado no Congresso Nacional. “Estamos acompanhando. Há uma expectativa de uma reunião com o novo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, com possível participação do setor mineral”, disse. “Mas o importante é que haja uma unidade e que o relatório de autoria do deputado Leonardo Quintão atenda o nosso setor.”



Diretores da Fiesp apontam perspectivas para 2014 em coletiva de imprensa da entidade

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Além do balanço de 2013 para a indústria e a economia brasileiras, apresentado pelo presidente da Federação e do Centro das Indústrias de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, a coletiva de imprensa de final de ano das entidades contou com a participação de diretores de várias áreas de atuação da indústria paulista.

Um desses participantes foi o superintendente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Walter Vicioni Gonçalves.

Segundo Vicioni Gonçalves, o Sesi-SP e o Senai-SP se empenham e seguirão empenhados na oferta de educação de qualidade, o que também é uma forma de “estimular o desenvolvimento econômico”. “Em 2015, teremos 90 mil alunos na educação fundamental em regime integral no Sesi-SP”, disse.

Ele lembrou ainda que o Sesi-SP fez intervenções no currículo para estimular as áreas de ciência e tecnologia na rede. “E isso para os alunos desde os seis anos de idade”, explicou. “Temos laboratórios de química e física, por exemplo”.

Vicioni na coletiva de imprensa: educação de qualidade para “estimular o desenvolvimento econômico”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Vicioni: educação de qualidade para “estimular o desenvolvimento econômico”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Projetos como o Teatro Musical, de formação de atores na área, ligado ao setor de Cultura do Sesi-SP, também foram lembrados.

Assim como as unidades móveis do Senai-SP sobre áreas como nanotecnologia, robótica aquática e aviônicos. “Para a Fiesp a educação é uma ferramenta de desenvolvimento econômico”, disse Vicioni Gonçalves.

Meio ambiente

Também presente à coletiva de imprensa, o diretor-titular do Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Fiesp, Nelson Pereira dos Reis, explicou que existe no estado de São Paulo um “arcabouço com mais de 800 normas ambientais”. “Isso gera uma enorme dificuldade de licenciamento e de processos de renovação de licenças”, disse.

Assim, o DMA está fazendo um ordenamento da legislação estadual a partir de um conjunto de 700 normas. “Estamos desenvolvendo uma proposta de código ambiental para facilitar a vida dos empresários”, afirmou. “É mais uma contribuição da Fiesp para ajudar São Paulo e o Brasil a serem mais competitivos”.

Reis: “Estamos desenvolvendo uma proposta de código ambiental para facilitar a vida dos empresários”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Reis: proposta de código ambiental para facilitar a vida dos empresários. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Pequena e média indústria

Diretor-titular do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi), Milton Bogus destacou a atuação da entidade no sentido de ajudar empreendedores de todos os portes. “Fechamos uma parceria com 20 universidades para atendimento, consultoria e palestras para mais de 6 mil empresas”, explicou.

Ele lembrou ainda que as salas de crédito realizadas na federação sempre contam com a participação dos seis principais bancos do país, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De olho na Copa

No Departamento de Segurança (Deseg) da Fiesp, as atenções já estão voltadas para a Copa do Mundo de 2014. “Estamos focados na segurança privada no Brasil até por conta da Copa”, disse o diretor-titular do Deseg, Ricardo Lerner.

Nesse sentido, a federação deve receber, em sua sede na Avenida Paulista, em São Paulo, em 25 de fevereiro de 2014, um evento para discutir a segurança em cada uma das cidades que vão sediar o evento no Brasil no próximo ano.

Construindo oportunidades

Para o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, o “destravamento do setor nos diversos aspectos que têm atrapalhado a construção” é uma prioridade do departamento para 2014.

Nacionais x importados

Coordenador adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (Bio Brasil) na Fiesp, Paulo Fraccaro, é preciso estimular a discussão, em 2014, de temas como a dificuldade de concorrência entre produtos nacionais e importados na área da saúde.

“Hospitais e órgãos públicos importam artigos na área com isenção de tributos”, disse. “Precisamos de isonomia na área, de igualdade de competição”.

O debate também vale para o setor de defesa. “A nossa busca maior é buscar a equiparação da indústria nacional com a estrangeira”, afirmou o diretor-titular do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido.

Reunindo cadeias produtivas

Para o diretor-titular do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, Benedito da Silva Ferreira, uma das principais missões da área em 2014 será continuar “reunindo cadeias produtivas”.

“Vamos sofisticar o nosso estudo Outlook com a inclusão de projeções de análise de cenários”, disse. “Por exemplo, se continuarem a existir restrições ao etanol, o que vai acontecer?”, afirmou.

Em 2014, competitividade segue como prioridade na agenda do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp, diz diretor

Anne Fadul, Agência Indusnet Fiesp 

“O nosso objetivo vai ser continuar levantando a bandeira de tornar o setor da construção mais competitivo como foi feito durante este ano. A competitividade da indústria vai ser a palavra de ordem para 2014”, afirmou diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, na última reunião plenária do ano do Deconcic.

O encontro foi realizado na manhã desta segunda-feira (02/12), na sede da Fiesp, e contou com a presença de diretores do Deconcic, representantes de entidades do setor e do governo, como Milton Dallari, presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e Quênio Cerqueira de França, secretário executivo do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo Auricchio, durante o mês de novembro, o Deconcic fez contato com algumas entidades para conhecer a visão de cada uma sobre os principais gargalos do setor.

Entre os pontos que devem merecer atenção em 2014 estão os seguintes temas: melhorias no modelo de gestão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), controle das contas públicas, respeito a contratos, ações para desburocratização das atividades de construção e ajustes no Regime Diferencial de Contratação (RDC ).

E, ainda, entraves jurídicos como questões tributárias e legais, programa Federal de Concessões em Infraestrutura de Transportes, desburocratização e maior flexibilidade para o financiamento e acesso aos recursos do Governo, Saneamento, e Parceria Público-Privada (PPP). Outra questão importante a ser tratada no ano que vem será a questão da modernização da Lei.8666.

Outro ponto abordado na reunião foi a participação do departamento em eventos das entidades do setor e da Fiesp.

O diretor titular adjunto, Mario William Esper, listou as demandas de 2013 no programa Compete Brasil tratadas como prioridade nas esferas de planejamento e gestão, aspectos institucionais e segurança jurídica, funding, mão de obra, impactos tributários e custos produtivos e sustentabilidade. Segundo Esper, algumas delas permanecem no calendário no próximo ano. “Para o ano que vem, por exemplo, estamos organizando a Missão Empresarial Técnica do Building Information Modeling (BIM), que deverá ser realizado em março de 2014, na França. O objetivo é trocar experiências para a implementação desta tecnologia no Brasil, com o apoio da Embaixada do Brasil em Paris”, completou.

Um dos pontos levantados por alguns representantes na reunião foi a questão da segurança dentro da indústria da construção. Foi sugerido que haja uma inspeção periódica dentro dessa área. Para tanto, Auricchio convocou a formação de um grupo de trabalho. “A partir daí, já iniciaremos uma agenda específica para alimentar essa demanda no âmbito do Compete Brasil”, afirmou o diretor.

Sobre a Batimat 2013, a diretora titular adjunta Maria Luiza Salomé apresentou um resumo das atividades realizadas durante a missão da Fiesp. Para a diretora, a missão empresarial foi muito consistente. “Gostaria de agradecer toda a equipe e os participantes envolvidos, a Batimat 2013 foi um sucesso. Conseguimos cumprir tudo o que foi programado. A visita técnica, organizada pela Fundação Vanzolini aos bairros Tolbiac e Masséna, foi uma das melhores que já fizemos”, acrescentou Salomé. A diretora destacou também sobre o curso de Gestão Empresarial, no âmbito da Cátedra “Globalização e Mundo Emergente Fiesp-Sorbonne”.

O secretário executivo do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Quênio Cerqueira de França, fez uma apresentação institucional sobre o FGTS, que foi amplamente discutida durante a reunião, e disse estar à disposição do Deconcic/Fiesp para mais informações.

Com a relação a economia setorial, os representantes das entidades do setor acreditam que o Produto Interno Bruto (PIB) da Indústria da Construção será maior que a do Brasil, já que historicamente o número sempre fecha em dobro.

Por fim, Aurrichio agradeceu imensamente a colaboração de todas as entidades. “Gostaria de agradecer o empenho de cada um de vocês durante este ano. Que 2014 continue nesse ritmo para contribuirmos nos avanços da competitividade do setor da indústria da construção”.

Fiesp moderniza site destinado à indústria da construção, que reúne informações relevantes sobre a cadeia produtiva

Agência Indusnet Fiesp 

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540212419A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), está reunindo pela primeira vez conteúdos sobre toda a cadeia produtiva da construção em apenas um lugar: o Observatório da Construção, site especializado do setor. O objetivo é que a nova ferramenta on-line seja fonte de referência para pesquisas e planejamentos, auxiliando empresas, governo, profissionais e universidades.

A indústria da construção movimenta diversas áreas e tem forte impacto na economia brasileira. Em 2012 o setor apresentou valor adicionado na ordem de R$ 328,5 bilhões, cerca de 8,8% do Produto Internacional Bruto (PIB) brasileiro no ano, com 13,4 milhões de pessoas ocupadas em suas atividades. “Este setor é de extrema importância para o desenvolvimento e crescimento do País, e está preparado para atender suas necessidades, seja de infraestrutura, habitação ou saneamento”, afirma Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, diretor-titular do Deconcic.

O Observatório da Construção agrega mais de 110 sindicatos e associações, entre indústrias de mineração e transformação, comércio de materiais, sistemas industrializados, construção civil / edificações, construção pesada / infraestrutura, serviços imobiliários e serviços técnicos especializados. Estas entidades, além de institutos de pesquisa e órgãos governamentais, serão as fontes dos conteúdos que a página irá reunir.

Tudo será dividido em seções temáticas, cujo lançamento será realizado em módulos, abrangendo indicadores setoriais, boletins de análise econômica, informações sobre investimento em obras no Estado de São Paulo, inovação e tecnologia, mão de obra, entre outros.

O site lançou nesta segunda-feira (21/10) um infográfico que mapeia toda a cadeia produtiva da construção, e prevê para o início de novembro novas seções com estudos técnicos, análises econômicas, legislação, normas e certificações.

Para Manuel Carlos de Lima Rossitto, diretor-titular-adjunto do Deconcic e coordenador do projeto de modernização do Observatório da Construção, a ideia é que haja sinergia em torno da iniciativa. “O site almeja a troca de expertises e prospecção de parcerias na criação e divulgação de conteúdos de interesse para a cadeia produtiva da construção”.

As informações podem ser acessadas em pelo site www.observatoriodaconstrucao.com.br.

*Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos 2013. Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Foto: vice-presidente da República, Michel Temer, é recebido por Paulo Skaf

Agência Indusnet Fiesp

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Da esquerda para a direita: Steinbruch, Skaf, Auricchio, Temer e Oliveira Lima. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Antes de participar da cerimônia de premiação do Sinaprocim/Sinprocim, o vice-presidente da República, Michel Temer, foi recebido pelo presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf; no gabinete da Presidência.

Participaram do encontro o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch; o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio; e o presidente do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic), José Carlos de Oliveira Lima.

Entre os assuntos, o lançamento do  “Infográfico da Cadeia Produtiva da Construção” no site da Fiesp, na página do Observatório da Construção, apresentado brevemente por Auricchio em um tablet.

Fiesp organiza missão empresarial ao Salão Internacional da Construção

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por intermédio do seu Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), está com inscrições abertas para a missão empresarial destinada ao Salão Internacional da Construção, a Batimat 2013, que acontecerá entre os dias 4 e 8 de novembro no Parque de Exposições Paris Nord Villepinte Exhibition Centre, em Paris, na França.

>> Saiba mais sobre o pacote preparado pelo Deconcic/Fiesp para a missão empresarial 

Considerada um dos maiores eventos internacionais do setor da construção, a Batimat 2013 tem a finalidade de reunir protagonistas mundiais da construção civil em seis pavilhões interligados, todos com temas relacionados ao setor.

Chefiada pelo diretor titular do Deconcic, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, a viagem da delegação acontece entre os dias 1º e 10 de novembro.

Interessados poderão também inscrever-se em curso de gestão empresarial organizado no âmbito da cátedra “Globalização e Mundo emergente – Fiesp-Sorbonne”.

A iniciativa conta com apoio oficial do Setor de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em Paris, da Universidade de Paris 1 (Panthéon – Sorbonne) pela cátedra “Globalização e Mundo Emergente Fiesp–Sorbonne” e da Fundação Vanzolini.


Em sessão comemorativa do ‘Dia da Mineração’, Fiesp cobra providências para dar mais competitividade ao setor

Agência Indusnet Fiesp

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, coordenador adjunto do Comin da Fiesp. Foto Alesp

Em sessão solene na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), durante as comemorações do Dia Estadual da Mineração (09/09), o diretor da Federação das  Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, coordenador adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Mineração (Comin) da entidade, fez um discurso em que enumerou preocupações do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal.

“No âmbito dos municípios, uma ameaça bastante séria emana de prefeituras que, a pretexto de protegerem o meio ambiente, simplesmente inviabilizam a produção de minerais agregados, através de leis municipais de uso e ocupação do solo, editadas na contramão do desenvolvimento sustentável”, disse Auricchio, titular do Departamento de Construção (Deconcic) da Fiesp.

Lembrando existir casos de prefeituras que proibiram a extração de areia em seu território, o diretor da Fiesp alertou que a disseminação desse tipo de iniciativa poderá provocar, mais adiante, o desabastecimento desse tipo de produto.

“Embora a preservação do meio ambiente deva ser prioridade do poder público e da sociedade, ela haverá de ser compatibilizada com a extração mineral, com o uso de técnicas adequadas de recuperação e fiscalização dos impactos ambientais, e não pelo impedimento, puro e simples, das atividades de extração”, destacou Auricchio, pedindo uma solução legislativa.

Carga tributária

O coordenador adjunto do Comin/Fiesp disse ainda que o setor de areia vem pleiteando ao governo estadual a redução do ICMS – sigla que identifica o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

“A areia é considerada, por resolução do Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente], um bem mineral de interesse social, sendo merecedora de tratamento tributário que venha a barateá-la para os consumidores”, argumentou Auricchio, pedindo a equiparação à pedra britada. “É incompreensível que produtos de utilização quase idêntica sejam tributados de forma desigual. Temos de finalizar essa luta.”

Licenciamento

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, durante discurso. Foto: Alesp

Outra reivindicação, reforçou o diretor da Fiesp, é pela melhoria das condições de funcionamento das agências ambientais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).

A cobrança é por mais agilidade nos processos de licenciamento, a padronização de procedimentos e exigências entre elas, e a presença, em cada uma, de técnicos de mineração – geólogos e engenheiros de minas.

“A ausência desses profissionais, em muitas agências, dificulta sobremaneira o andamento dos processos, tornando-os demorados e onerosos, o que desestimula novos investimentos no setor. É preciso corrigir estas falhas, em benefício da racionalidade e fluidez no licenciamento de minerações”, enfatizou o coordenador adjunto do Comin/Fiesp.

Auricchio aproveitou para fazer um apelo ao secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas, pela assinatura e publicação de nova resolução disciplinadora do licenciamento ambiental das atividades minerárias, elaborada no âmbito da Câmara Ambiental de Mineração da Cetesb. “Esta nova resolução vai racionalizar alguns procedimentos, facilitando um pouco a vida dos mineradores. Esperamos que o secretário Bruno Covas torne ágil, tanto quanto possível a sua edição, pois será dado um passo importante para a melhoria do licenciamento das minerações paulistas.”

Marco regulatório

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Sessão solene na Alesp - Dia da Mineração. Foto: Alesp

O diretor da Fiesp lembrou que os vários questionamentos, dúvidas e críticas ao projeto do novo marco regulatório da mineração, que revogará o atual código de mineração, foram encaminhados ao presidente e ao relator da matéria na Câmara dos Deputados, na chamada “Carta de São Paulo”.

“Nossa preocupação, que se encontra expressa neste documento, é que as novas regras não venham a ferir direitos adquiridos sob a égide da legislação ora em vigor; não venham a aumentar a carga tributária do setor, especialmente a CFEM [Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais], e que o hoje depauperado DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral], carente de recursos financeiros e humanos para o seu importante papel, tenha aproveitado o seu patrimônio técnico e a experiência de seus profissionais, na criação da nova agência”, assinalou Auricchio.

Avanços

No discurso, o diretor da Fiesp mencionou avanços institucionais para o setor: a criação de um comitê dedicado ao assunto na Fiesp, da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração, na Alesp, e, ainda, da  Subsecretaria Estadual de Mineração, junto à Secretaria de Energia, entre outros.

“Hoje já somos reconhecidos como um elo importante da cadeia produtiva industrial, o que nos faz sermos ouvidos nos principais fóruns da economia nacional, e na formulação de políticas públicas”, destacou Auricchio.

Presenças

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Da esquerda para a direita: Tasso de Toledo Pinheiro (coordenador adjunto do Comin/Fiesp e presidente do Sindipedras), Fernando Mendes Valverde (diretor da Anepac e membro do Comin/Fiesp), Carlos Auricchio (coordenador adjunto do Comin e diretor titular do Deconcic da Fiesp), e o deputado estadual João Caramez, coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração. Foto: Alesp


A sessão foi presidida pelo deputado João Caramez, coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração. O evento contou com a presença do secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Anibal.

Compareceram também à solenidade representantes de segmentos ligados à minero-indústria paulista, como o de cerâmicas de revestimento, extração de areia, indústria de águas minerais e indústria de mineração de pedra de brita, além de técnicos e trabalhadores do setor.

O público da sessão recebeu a publicação do segundo relatório da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração (FPAM), que sintetiza as atividades realizadas entre 2009 e 2012.

Construção: projeto piloto do programa Compete Brasil vai começar por três cidades do interior, diz diretor da Fiesp

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio: momento é de persistir. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, apresentou nesta terça-feira (11/06) as adaptações do programa Compete Brasil, um conjunto de propostas de mudanças na área de planejamento e gestão, segurança jurídica, fonte de recursos, mão de obra, tributação e eficiência produtiva do setor.

O programa é resultado do 10º Congresso Brasileiro de Construção (Construbusiness), evento realizado pela Fiesp em dezembro de 2012 com presença de autoridades federais e estaduais.

“A palavra do momento é persistir. Ajustamos com o governo federal de implementar, de fato, essas ações, aproveitando a estrutura do Estado de São Paulo, já que essas propostas não conseguiram avançar no âmbito federal em função da grande diferença e de quão heterogêneos os estados as organizações do Brasil são”, afirmou Auricchio em reunião conjunta de três conselhos superiores da entidade: de Infraestrutura (Coinfra), da Indústria da Construção (Consic) e de Meio Ambiente (Cosema).

Segundo ele, há um projeto piloto do Compete Brasil para entrar em operação nas cidades de Presidente Prudente, Bauru e São José dos Campos. “Que esses três municípios sirvam de exemplo do estado de São Paulo para a União”, completou o diretor do Deconcic.

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Claudia Viegas, da LCA: profissionais chegam com formação 'muito aquém' do que o mercado pede. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Em sua apresentação, a diretora da consultoria LCA, Claudia Viegas, explicou que, apesar de a cadeia da construção civil ser um dos principais vetores de crescimento do país, o setor ainda atingiu seu potencial de crescimento por falta de mão de obra qualificada.

“Para cada R$ 1 produzido, a gente gera R$ 1,88 na produção do país. É um efeito multiplicador significativo”, afirmou a diretora da LCA. “Mas a gente não vai dar conta de crescer a taxas consistentes ao longo do tempo sem que a população consiga ter saltos de produtividade na mão de obra”, ponderou.

Segundo Claudia, o setor tem dificuldades não só de empregar um profissional bem preparado, mas também para qualificá-lo. “Ele chega com uma formação realmente muito aquém do que o mercado pede”, justificou a consultora.

Para reverter essa posição, o embaixador Adhemar Bahadian sugeriu uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para operar uma “aceleração da formação de mão de obra para a construção civil”.

Bahadian disse que ser oportuno estudar, entre outras ações, a possibilidade  apoiar a crescente inclusão de mulheres no mercado de trabalho do setor e acelerar a formação de profissionais mais bem preparados.

Os números da construção no Brasil

Fiesp entrega a Michel Temer e ministro das Cidades propostas para aumentar competitividade da cadeia da construção

Agência Indusnet Fiesp*

O vice-presidente da República, Michel Temer,  e o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, receberam na manhã desta segunda-feira (03/12), das mãos do presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, o caderno técnico com as propostas do 10º Construbusiness – Congresso Brasileiro da Construção 2012.

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José Carlos de Oliveira Lima (Presidente do Consic/Fiesp), Aguinaldo Ribeiro (Ministro das Cidades). Michel Temer (Vice-presidente da República), Paulo Skaf (presidente da Fiesp e Ciesp), Silvio Torres (Secretário de Estado da Habitação de São Paulo) e Carlos Eduardo Auricchio (diretor-titular do Deconcic). Foto: Everton Amaro.

O documento – também entregue ao secretário de Estado da Habitação de São Paulo, Silvio Torres, representando o governador Geraldo Alckmin – é um programa completo, chamado Compete Brasil, que oferece soluções em Planejamento e Gestão; Aspectos Institucionais e Segurança Jurídica; Funding; Mão de Obra; Impactos Tributários e Custos Produtivos, além de Sustentabilidade.

Em seu discurso, Michel Temer disse que o aumento de renda de uma camada da população, nos últimos anos, criou um círculo virtuoso que incentiva a construção. “Essas pessoas passaram a consumir. Quando se consome, se exige produção. Especialmente no caso da construção. Nós estamos num caminho muito adequado”, disse o vice-presidente da República.

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, cumprimentou a presença de todas as autoridades e disse que o evento tem a importância de discutir tudo aquilo que vai destravar o setor. “Não pode faltar funding para financiar a cadeia de construção. Nós estamos nos antecipando aos fatos para que não haja problema. mas só o alerta não basta. Temos que buscar as soluções.”

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Skaf: importância de reduzir a tarifa de energia para aumentar a competitividade. Foto: Everton Amaro.

Skaf lembrou ainda que a Fiesp vem defendendo a redução do custo da conta de luz para todos os brasileiros e mencionou os investimentos da indústria paulista em educação, por meio do Sesi-SP e do Senai-SP.

Também participam o deputado federal Vicente Cândido da Silva (SP); o deputado estadual Itamar Borges (SP); o secretário municipal de Habitação, Ricardo Pereira Leite, entre outras autoridades, parlamentares e um público formado por empresários e presidentes de sindicatos do setor.

O evento prossegue com com participações de Inês Magalhães, secretária Nacional da Habitação do Ministério das Cidades; Heloísa Menezes, secretária do Desenvolvimento de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, representando o Ministro Fernando Pimentel; Silmara Vieira da Silva, da Diretoria de Gestão Ambiental Urbana do Ministério do Meio Ambiente, representando a Ministra Izabella Teixeira; Esther Dweck, chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, representando a Ministra Miriam Belchior; e Elder Vieira, Gerente Projetos do Ministério do Esporte, representando o Ministro Aldo Rebelo.

O evento foi encerrado com uma aprsClaudia Viegas, diretora da consultoria LCA, apresentou mais detalhes do Compete Brasil.


Outros pronunciamentos

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José Carlos de Oliveira Lima: setor da construção é forte indutor de empregos. Foto: Everton Amaro.

De acordo com Carlos Eduardo Auricchio, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, o evento apresentará propostas para melhorar a competitividade do país no setor.

Segundo o presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima, o efeito multiplicador da cadeia é muito forte e o setor é um forte indutor forte de empregos. “Cada um milhão de reais [investidos], geramos mais 70 trabalhadores. Empregamos 12 milhões de pessoas na cadeia produtiva da construção”, afirmou.

O secretário de Estado da Habitação de São Paulo, Silvio Torres, enumerou investimentos do governo do Estado em infraestrutura que demandam produtos e serviços da cadeia de construção.

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse que desenvolver a sociedade em todas as suas camadas, é uma das principais diretrizes do governo federal. Citando o programa “Minha casa, minha vida”, Ribeiro disse que o governo celebra nesta terça-feira (03/12) a marca de dois milhões de contratos assinados. “Nossa presidente Dilma aumentou a meta e haveremos de chegar com 3 milhões e 400 mil unidades contratadas pelo programa”.

José Carlos de Oliveira Lima recebe homenagem pelas ações frente ao Deconcic/Fiesp

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

O presidente do Conselho Superior da Indústria de Construção (Consic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Carlos de Oliveira Lima, foi homenageado durante a reunião do conselho nesta terça-feira (09/10).

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Diretor-titular do Deconcic, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, em abraço durante homenagem ao seu antecessor e atual presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima. Sentados, o vice-presidente do Consic, Carlos Alberto Orlando, e o embaixador Ademar Gabriel Bahadian. Foto: Julia Moraes.

Oliveira Lima, que até setembro ocupou a diretoria do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, recebeu o reconhecimento das mãos do atual diretor-titular do Deconcic, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, pelas realizações e resultados conquistados quando esteve à frente do departamento.

Leia abaixo a íntegra da homenagem, lida pelo diretor do Deconcic:

Eu na qualidade de Diretor Titular do Deconcic, e em nome de toda diretoria, amigos e colaboradores tenho a oportunidade de prestar justa homenagem a um homem amigo e a um grande brasileiro que ajuda a construir o Brasil.

Refiro-me ao Dr. José Carlos de Oliveira Lima.

Por sua determinação e lealdade desde o início como agregador, com a sua proposta de fortalecer a Comissão da Indústria da Construção – CIC, quando assumiu de fato e de direito a coordenação, tendo dado continuidade às ações benéficas ao setor da construção, como exemplo a realização das edições do ConstruBusiness, mais do que isso, tendo ampliado sua composição com a inserção de várias associações e institutos, transformando a Comissão em Comitê da Cadeia Produtiva da Construção (Comcic), que posteriormente transformou-se em Departamento (Deconcic), o que para a história do sistema Fiesp foi uma quebra de paradigma, aliás, o Dr. José Carlos sempre se primou por essa proeza.

Mais do que agregar, ele conseguiu articular com maestria a composição de sua diretoria e dos grupos de trabalhos específicos, sempre tendo ao seu lado os principais protagonistas dos variados segmentos da cadeia, fortalecendo sobremaneira a representatividade do setor e a sua própria liderança, que pela importância e reconhecimento generalizado, transcendeu a jurisdição estadual da própria entidade.

Exemplo disso está registrado no balanço dos significativos resultados alcançados com a UNC – União Nacional da Construção, que sob sua liderança, partilhada com a CBIC. Conseguiu reunir, de maneira inédita, as lideranças empresariais da cadeia e deles obteve o apoio necessário para desenvolver um estudo demonstrando que a construção civil é o melhor negócio para se investir, como uma das prioridades de projeto de um governo.

Com o estudo em mãos, o Dr. José Carlos liderou uma caravana de empresários num encontro histórico em Brasília, com o presidente Lula, na época, recém reeleito para a Presidência da República. Fez a entrega solene do que seria a princípio uma contribuição do setor para ser marco do relacionamento entre Governos e a Cadeia Produtiva da Indústria da Construção e para estimular o crescimento do País. Destacamos o PAC – Programa de Aceleração do Crescimento e o programa Minha Casa Minha Vida.

Sempre determinado e com suas tomadas de posições firmes e coerentes, o Dr. José Carlos conseguiu consolidar a “marca” “ConstruBusiness”, que tantas conquistas trouxe ao setor sendo referência Nacional.

Leal e ético quanto aos posicionamentos assumidos pela Fiesp e pelo atual presidente, Dr. Paulo Skaf, dedicando sua liderança e influência no setor para a obtenção de expressivos apoios. Sua visão empreendedora e institucional somadas a seu inegável patriotismo, se revelaram com efusivo entusiasmo e dedicação na divulgação Nacional e Internacional, numa demonstração inequívoca do seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Amigo José Carlos, novamente o nosso muito obrigado.”

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Presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima (à direita), recebe placa de reconhecimento, observada pelo vice-presidente do Consic, Carlos Alberto Orlando, e pelo embaixador Ademar Gabriel Bahadian. Foto: Julia Moraes.

Após a leitura, Oliveira Lima agradeceu as palavras e recebeu de Auricchio uma placa comemorativa. E retribuiu a homenagem:

“Uma andorinha só não faz verão. Aqui, a maioria me acompanha há mais de vinte anos. São todos companheiros de luta e fizemos tudo juntos. E com essa equipe maravilhosa da Fiesp, tudo isso cresceu muito graças à presidência do Paulo Skaf. Agradeço ao Renato Giusti [diretor-titular adjunto do Deconcic], ao Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, de quem tenho a certeza que fará um trabalho muito maior do que fiz, pela escola que teve aqui. Agradeço a todos os amigos e companheiros de trabalho”.