ConstruBusiness é o início do trabalho, destaca presidente do Consic

Agência Indusnet Fiesp

Reunião conjunta do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) e do Conselho Superior da Indústria da Construção da Fiesp (Consic) nesta segunda-feira (12/12) fez balanço do 12º ConstruBusiness.

José Carlos de Oliveira Lima, presidente do Consic, abriu a reunião destacando o momento agudo de crise, mas lembrando que o que ConstruBusiness faz é discutir como sair dela. Lima parabenizou o Deconcic pela qualidade do evento. Destacou o cuidado e o equilíbrio na elaboração do material. “Acredito que vamos tirar muitos proveitos” do CostruBusiness, disse. O dia do congresso, afirmou, foi o começo do trabalho, não foi a conclusão.

Carlos Eduardo Auricchio, diretor titular do Deconcic, ressaltou o trabalho conjunto de Consic, Deconcic e outros departamentos da Fiesp. “Não lembro de um momento tão complicado” para realizar um ConstruBusiness, disse Auricchio. “Mas me parece que ele teve o tom adequado.”

O diretor do Deconcic explicou a fase de crescimento até 2014 e o mergulho em 2015 e 2016.

Além do público – 700 pessoas no teatro e 3.900 online – Auricchio destacou a extensa divulgação do ConstruBusiness em meios de comunicação, com mais de 400 reportagens publicadas.

Os protocolos assinados durante o congresso também foram citados por Auricchio. E o trabalho, destacou, já avança, com a escolha de nomes para integrar grupos de trabalho com o governo.

Também foi importante, disse Auricchio, a decisão do Ministério das Cidades, tomada no dia do ConstruBusiness graças a pedido de Fiesp, de alterar já em dezembro o cronograma de pagamentos de obras do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). “Graças a isso milhares de pessoas vão poder receber o 13º.”

Auricchio disse que há um desafio na comunicação, porque há grande variedade de temas em discussão.

Lima anunciou a recondução de conselheiros ao Consic e a volta, como vice-presidente, de Carlos Orlando. Também informou que Mario William Esper, diretor titular adjunto do Deconcic, foi eleito vice-presidente da ABNT. A instituição precisa ser repensada, com novos paradigmas e melhor dinâmica, disse Esper.

O deputado estadual Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar da Indústria da Construção (FPIC), destacou que na Fiesp há ação em relação ao setor e que pode vir da entidade o impulso para sua recuperação.

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Reunião conjunta do Consic e do Deconcic teve como tema o 12º ConstruBusiness

Novo ciclo de obras da construção requer R$ 4,5 tri de investimento até 2022

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O setor brasileiro de construção precisa iniciar um novo ciclo de obras, e esse novo modelo deve demandar investimentos anuais de R$ 558, 8 bilhões até 2022, o equivalente a R$ 4,5 trilhões pelos próximos sete anos. As considerações são do estudo 11º Construbusiness – Antecipando o Futuro.

A publicação, elaborada pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), foi apresentada pelo diretor do departamento, Carlos Eduardo Auricchio, nesta segunda-feira (9/3), durante o Congresso Brasileiro da Construção, na sede da entidade.

“Temos que nos vestir do espírito de otimismo característico dos empresários e temos que iniciar imediatamente um novo ciclo de obras, aprimorando o novo modelo para a nossa atual realidade”, afirmou Auricchio.

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Carlos Eduardo Auricchio, diretor do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ele acrescentou que também faz parte das intenções da Fiesp, com essa publicação, encontrar o caminho para um novo ciclo de investimento no país.

“Temos que melhorar o nosso ambiente de negócios. Manter e ampliar o investimento sistemático no país”, disse Auricchio.

De acordo com o estudo 11º Construbusiness, o setor da construção movimenta ao menos 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e responde por 52,2% da formação bruta de capital fixo do país.

Brasil investiu R$ 460 bi em desenvolvimento urbano e infraestrutura em 2014

Anne Fadul, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou o 11º ConstruBusiness – Antecipando o Futuro, durante o Congresso Brasileiro da Construção nesta segunda-feira (9/3), na sede da entidade. Segundo a publicação, o Brasil investiu R$ 460 bilhões em desenvolvimento urbano e infraestrutura econômica em 2014.

Encomendado pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, o estudo traz uma análise da cadeia produtiva, focando em investimentos para infraestrutura econômica (energia, transportes e telecomunicações) e desenvolvimento urbano (habitação, mobilidade urbana e saneamento), no período de 2015 a 2022.

O estudo mostra ainda que o setor movimenta cerca de 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e responde por 52,5% da formação bruta de capital fixo do país. E para que o Brasil atinja um patamar positivo até 2022, são necessários investimentos anuais de R$ 560 bilhões, cerca de 9,8% do PIB nacional.

“É preciso ressaltar o papel fundamental que a indústria da construção civil tem no cenário econômico. Em suas diversas atividades, a cadeia produtiva tem empregado 13% da força de trabalho do país e é responsável por 10% de participação no PIB nacional. Ou seja, é responsável por importantes investimentos na área de infraestrutura, pela geração de empregos e pela movimentação da economia brasileira”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

De acordo com os dados do estudo, a média anual de investimentos em infraestrutura econômica entre 2010 e 2014 foi de R$ 184,5 bilhões, cerca de 3,8% do PIB nacional. Para Carlos Eduardo Auricchio, diretor do Deconcic, o impacto disso sobre a competitividade do país é enorme. “Esses investimentos garantem a oferta de serviços de transportes, energia e telecomunicação a custos competitivos a longo prazo, aumentando a produtividade de toda a economia do Brasil”.

Projeções 2015-2002

Na área de transportes, as necessidades de investimentos somam de R$ 45,5 bilhões por ano para rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Além disso, são necessários R$ 47,4 bilhões para a expansão do sistema de geração, transmissão e distribuição de eletricidade e R$96 bilhões para projetos na exploração, produção e distribuição de petróleo e gás.

Já em desenvolvimento urbano, é necessário fomentar e conceder crédito para investimentos. Na área habitacional, o investimento soma R$ 202 bilhões por ano para novas moradias, R$ 104 bilhões para reformas, ampliações e construção de edificações comerciais. No campo da mobilidade urbana, é preciso injetar R$ 12 bilhões anuais para projetos em metrôs e trens. Enquanto R$ 18 bilhões por ano devem ser consumidos para saneamento básico.

“No déficit habitacional, de 2010 a 2013 observou-se uma queda anual de 4,4%, uma redução total de 873,4 mil famílias. Para atender às novas famílias, eliminar a precariedade e reduzir a coabitação será necessária a construção de 11,548 milhões de moradias, cerca de 1,448 milhão por ano, até 2022”, avaliou Auricchio.

Segundo ele, o objetivo do 11º ConstruBusiness é apresentar uma agenda positiva com propostas para aumentar a competividade e desburocratizar o setor, para eliminar os gargalos que a cadeia da construção enfrenta.

Subsídio a moradia deve ser programa de Estado, diz diretor da Fiesp a jornal

Agência Indusnet Fiesp

No estado de São Paulo, as contratações do programa Minha Casa, Minha Vida cresceram abaixo da média nacional em 2013. Os recursos contratados cresceram 26,9% no país, mais de dez pontos percentuais acima da observada na mais populosa unidade da federação.

Os números fazem parte de um estudo de Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na opinião do diretor Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, titular do Deconcic, o subsídio à construção de moradias para a população de baixa renda deveria ser um programa de Estado, não necessariamente vinculado a um governo.

“Dessa forma poderá seguir independentemente da orientação política dos governantes do país.”

Prefeitos do Vale do Paraíba e Litoral Norte aprovam Câmara Temática de Mineração; iniciativa é ‘extremamente positiva’, comenta diretor da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio. Foto: Everton Amaro/Fiesp (arquivo)

O Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, composto por 39 prefeitos e vários representantes de secretarias de Estado, decidiu criar a Câmara Temática de Mineração, para tratar da exploração mineral nesta região.  A Câmara será coordenada pela Subsecretaria de Mineração da Secretaria de Estado de Energia de São Paulo.

A medida mereceu elogios do coordenador-adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Mineração (Comin) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio.

“A Câmara Temática irá desenvolver propostas que harmonizem a exploração mineral, com o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade regional. Para nós, mineradores da região, trata-se de uma iniciativa extremamente positiva, pois nela serão debatidas as questões da extração mineral, sem os preconceitos que muitas vezes nos têm prejudicado”, avaliou nesta quinta-feira (26/09) Pedrosa Auricchio, também diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) .

A proposta foi lançada pelo subsecretário de Mineração, José Fernando Bruno, que representou o secretário de Energia, José Aníbal, durante a 7ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região. No encontro, foi assinada a Resolução Conjunta com a Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano.

O protocolo de intenções que cria a Câmara permitirá que as secretarias atuem juntas para aperfeiçoar processos que visem o desenvolvimento regional, no setor de mineração.

“Nossa expectativa é de podermos participar ativamente dos trabalhos da Câmara Temática, dando a nossa contribuição ao atingimento dos seus objetivos”, disse Auricchio.

Cerca de 80% dos investimentos nos próximos três anos em SP serão em infraestrutura, diz secretário de Habitação

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Silvio Torres, secretário de Habitação do Estado de São Paulo. Foto: Everton Amaro

Cerca de R$ 22 bilhões devem ser injetados no setor de construção civil pelo governo de São Paulo no ano de 2013 e, dos R$20 bilhões anuais de investimentos, em média, para os próximos três anos, 80% serão voltados para obras em infraestrutura. Os números foram divulgados pelo secretário de Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres.

“São Paulo vai fazer investimentos maciços, agora, na área de ferrovias. Acabamos de firmar uma PPP [Parceria Público-Privada] que vai fazer São Paulo dotado de trens expressos novos que vão mudar a agenda, especialmente no direcionamento das pessoas ao interior”, afirmou Torres ao participar da abertura do 10º Construbusiness, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Sobre habitação, Torres confirmou aporte de ao menos R$ 8 bilhões de reais para a construção de mais de 80 mil moradias populares “nesses próximos anos”.

“Nós também lançamos um projeto inédito de PPP em São Paulo. Serão 50 mil moradias e já iniciamos o processo das 10 mil moradias que construiremos no centro de São Paulo. A iniciativa privada deu uma resposta muito forte. Apresentamos proposta para 10 mil e vieram projetos para 26 mil moradias para o centro da cidade”, afirmou o secretário.

O evento

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Carlos Eduardo Auricchio: Compete Brasil sugere medidas para eliminar os gargalos da infraestrutura. Foto: Ayrton Vignola

Para o Construbusiness 2012 – 10º Congresso Brasileiro da Construção, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) elaborou um programa chamado Compete Brasil, que sugere medidas de Planejamento e Gestão; Aspectos Institucionais e Segurança Jurídica; Funding; Mão de Obra; Impactos Tributários e Custos Produtivos, além de Sustentabilidade.

Ainda durante a abertura do evento, Carlos Eduardo Auricchio, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) destacou que o programa Compete Brasil sugere medidas para eliminar os gargalos da infraestrutura, “os vilões reconhecidos que impedem o crescimento e a competitividade sustentável.”

“O Deconcic reuniu a cadeia produtiva da indústria da construção e traz para esse evento propostas eficazes. Estamos aqui, podemos contribuir e contem conosco”, concluiu Auricchio.