Perfil Exportador Paulista

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O Perfil Exportador Paulista (PEP) é um relatório anual que oferece uma perspectiva mais detalhada das exportações do Estado, por meio de uma abertura setorial e também regional.  O estudo classifica os produtos conforme seu nível de intensidade tecnológica e tem por objetivo contribuir para a elaboração de políticas públicas, que aumentem a competitividade do comércio exterior paulista. As informações foram cedidas pelo Departamento de Estatística e Apoio à Exportação (Deaex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic). A elaboração da análise é do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Mogi Mirim recebe Sistema Sesi-SP de ensino

Alice Assunção e Rosângela Gallardo, Agência Indusnet Fiesp

Durante visita nesta sexta-feira (6/3) a um centro de formação profissional em Mogi Mirim, interior de São Paulo, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, assinou um convênio com a prefeitura para implantação do Sistema Sesi-SP de Ensino no município.

O sistema abrangerá 18 escolas municipais de Mogi Mirim, totalizando 5.852 alunos. Com o convênio, a cidade receberá a metodologia pedagógica e educacional do Sesi-SP.

Antes, em entrevista à rádio Transamérica de Mogi Mirim, Paulo Skaf ressaltou que, além do material didático, a entidade treina os professores e acompanha a qualidade de ensino. “Nós passamos parte daquele conhecimento para as escolas. Já fizemos isso com 25 municípios do estado de São Paulo. São mais de 500 escolas e 128 mil alunos que estudam com a metodologia, com o Sistema Sesi-SP de Ensino, sem serem alunos do Sesi-SP. Então, isso é uma forma de nós ajudarmos a qualidade da educação”.

Durante a assinatura do convênio, o presidente da instituição ressaltou a necessidade de se investir em educação. “Não tem patrimônio mais importante do que o conhecimento. A verdadeira riqueza do ser humano é conhecer, porque isso pode ser usado em qualquer parte do mundo. É lamentável que em um país cujo o PIB é de quase R$ 3 trilhões a escola pública não tenha qualidade”.

Para o jovem prefeito de Mogi Miri, Luiz Gustavo Antunes Stupp, a ação é um marco para as futuras gerações. “Estamos plantando uma semente que vai dar retorno daqui 20, 30 anos. Nós, prefeitos, temos a missão de deixar legados para as futuras gerações. Por isso, investimos na educação”.

Paulo Skaf aproveitou a visita à Mogi Mirim para conhecer o Centro de Educação e Integração Social Benjamin Quintino da Silva, que possui um convênio com o Senai-SP de Mogi Guaçu, e oferece cursos na área de Gestão. Só em 2015, a previsão é de 158 matrículas na unidade. Cerca de 300 alunos participaram do encontro.

“A indústria acredita que a sociedade e o país só se modificam com educação de qualidade. Por isso, aqui em São Paulo valorizamos muito isso. Temos mais de 500 mil alunos matriculados no Sesi-SP e mais de 1 milhão de matrículas no Senai-SP. E agora, como presidente do Sebrae-SP, realizamos mais de 500 mil atendimentos”, concluiu Skaf.

Ainda no município, foram renovados convênios do Programa Atleta do Futuro (PAF), do Sesi-SP, que promove a formação esportiva de crianças e jovens, com cinco cidades da região de Campinas. Mogi Mirim assinou um protocolo de intenção e o município de Águas da Prata aderiu ao PAF.

“Valorizamos muito o esporte. Nossa expectativa é inserir 50 atletas do Sesi-SP defendendo a bandeira do Brasil na próxima Olimpíada, em 2016, no Rio de Janeiro”, disse Skaf.

Criado para estimular a prática esportiva e a cidadania, o Programa Atleta do Futuro está presente em 283 municípios de São Paulo e contempla 107.867 participantes entre 6 e 17 anos.

Nos cinco municípios que ratificaram a parceria – Aguaí, Casa Branca, Itobi, Itapira e Mogi Guaçu – os convênios atenderão 2.725 alunos que praticarão as modalidades de badminton, basquete, dama, xadrez, futebol, futsal, futebol society, ginástica artística, handebol, judô, karatê, natação, tênis de mesa e vôlei.

Limeira

Mais tarde, Paulo Skaf participou de uma reunião técnica com empresários no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Limeira.

No encontro, o presidente da instituição falou sobre as preocupações enfrentadas pelo empresariado paulista. “Os empresários estão muito preocupados em função da escassez da água, da queda de energia, da corrupção da Petrobrás, agravada pela queda do preço do petróleo, e todos esses fatores causam um clima extremamente preocupante”.

Ele ainda disse que, como representante da indústria, não vai aceitar em hipótese alguma o aumento de impostos. “Se o governo quer fazer ajuste fiscal, que faça cortando gastos e não aumentando impostos”, completou.

Em seguida, a pedido do 2º vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto, Paulo Skaf visitou a área do engenho, que será doada ao Sesi-SP. Será realizado um estudo para construir um espaço de educação e cultura no terreno de 133.709 m², localizado na Rodovia Dr. João Mendes da Silva Júnior, em Limeira.

Agenda

Skaf participa ainda na noite desta sexta-feira da inauguração do Teatro Prefeito Virgínio Ometto, em Iracemápolis. Na ocasião, a Bachiana Filarmônica Sesi-SP fará uma apresentação especial, com regência do maestro João Carlos Martins.

Sesi-SP volta à Vila Leopoldina para primeira semifinal contra Campinas

Agência Indusnet Fiesp,

O momento é outro. Que o final seja também. Esse é o pensamento do time masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) para a primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista, contra o Brasil Kirin, nesta sexta-feira (10), às 21h30, com transmissão pelo SporTV. O jogo marca também a volta da equipe à Vila Leopoldina, após disputar todo o campeonato fora de casa.

Nas duas vezes que se encontraram nesse ano, o time de Campinas levou a melhor. Na decisão da Copa São Paulo, derrota por 3×2. Pelo Paulista, outro revés, por 3×0, na última rodada da primeira fase. Agora, os times se encontram pela semifinal que será em dois jogos. O primeiro, nesta sexta, e a volta em Campinas, dia 16. Se cada time vencer um jogo será disputado o golden set para definir o finalista.

Os resultados poderiam sugerir um favoritismo do Brasil Kirin, mas o oposto do Sesi-SP, Theo, acredita se tratar de questão de momento e que hoje os times estão mais parelhos, principalmente com as voltas de Lucão e Lucarelli, que estavam a serviço da Seleção Brasileira.

“Eu acho que a questão de favoritismo fica fora da quadra e o jogo será bem equilibrado. No Estadual nós fizemos uma partida muito abaixo do que podemos. Na final da Copa São Paulo foi mais equilibrado. A gente vai chegar um pouco melhor, mais completo, com jogadores de volta. Não tem favorito. Em outros anos teve, nesse ano não”, disse o oposto, lembrando que o entrosamento campineiro pode pesar a favor do outro lado, mas nem tanto.

“Eles estão bem, com volume bom, time inteiro. Nós estamos crescendo também, entrosamento melhor com o Marcelinho. A gente chega melhor e equilibra. Ninguém vai fazer milagre, mas com o time mais completo de volta a gente ganha bastante na quadra”.
Marcos Pacheco concorda com seu jogador. Para o treinador, os resultados anteriores refletem a diferença daquele momento, não o atual. E que o time de Campinas sai na frente no conjunto, mas que a realidade agora é outra.

“Os últimos resultados foram em outro momento, outra realidade. O diferencial do Brasil Kirin é o time, o conjunto. É o time desde o começo da temporada, o time que eles montaram para o ano, que estão treinando desde o início. Essa é a grande vantagem. Hoje é outra realidade, outra situação, outros jogadores e a situação se equilibrou, mas o entrosamento é a grande vantagem deles”, disse Pacheco, que prefere desconsiderar o último jogo.

“O último jogo não serve de parâmetro nenhum. Absolutamente nenhum. O de sexta será aberto. Eles têm jogadores muito experientes, mas nós temos que imprimir nosso ritmo de jogo, com uma virada de bola bem consistente, neutralizando alguns pontos fortes de ataque. Esquecendo os outros jogos e focando nesse”.

Ainda sem Murilo, mas com Lucão e Lucarelli, Pacheco conta com a maior possibilidade ataques para surpreender os rivais. Agora, o levantador Marcelinho ganha novas opções de jogo, desafogando Theo, o que dificulta a marcação do time de Campinas.

“Individualmente [Lucão e Lucarelli] são espetaculares, mas a composição junto com eles é muito mais forte. Eles compondo com o time tiram um pouco a responsabilidade dos outros. Theo ficava sobrecarregado. As bolas decisivas iam pro Theo e os outros times sabiam disso. Com eles, isso muda e o próprio Marcelinho ganha mais opções para o time. É outro jogo”.

Volta para casa
Mais um ingrediente para o jogo é a volta para a Vila Leopoldina. Depois de passar o paulista inteiro jogando pelo Estado, o Time de Guerreiros volta ao seu palco principal. A entrada é gratuita e os portões serão abertos 1 hora antes da partida começar. A lotação máxima é de 800 pessoas.

Serviço
Competição: Campeonato Paulista Masculino 2014
Jogo: Sesi-SP x Vôlei Brasil Kirin
Data-Hora: 10/10/2014 – 21h30 (COM TRANSMISSÃO DO SPORTV)
Local: Ginásio da Vila Leopoldina – Rua Carlos Weber, 835, Vila Leopoldina, São Paulo

Presidente da Fiesp diz que empresários querem investir, mas falta confiança

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Campinas

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, participou na noite de terça-feira (26/08) de um encontro com empresários da região de Campinas, na sede do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) local.

Ao lado do presidente do Ciesp, Rafael Cervone, ele defendeu a união dos empresários para que suas demandas sejam ouvidas. “As dificuldades que nós, empresários, passamos no dia a dia estão muito mais ligadas ao entorno da produção do que a realidade da produção”, disse Steinbruch. “O tempo que se perde com coisas que não voltadas ao nosso negócio é completamente absurdo.”

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Steinbruch: muitas das sugestões e demandas dos empresários paulistas são convergentes. Por isso, observou, é fundamental a união. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O presidente da Fiesp fez uma análise do quadro econômico atual. E a perspectiva, segundo ele, é ruim. “O que a gente está vendo e se acostumando não está certo. A gente tem que reagir. Melhoramos nos últimos 20 anos. Mas poderia melhorar muito mais. Vamos nos conformar em voltar para trás?”, questionou.

Na análise de Steinbruch, 2015 será um ano difícil, independentemente do presidente eleito. “Se o governo fizer tudo certo agora, a gente teria uma recuperação de mercado só depois do carnaval. Mas como vamos fazer até o carnaval? A gente não tem prazer nenhum em diminuir a produção, não investir. Pelo contrário. Mas é preciso ter confiança. E ninguém tem confiança hoje. Não faz sentido para ninguém, em sã consciência, investir hoje no Brasil.”

Para o presidente da Fiesp, muitas das sugestões e demandas dos empresários paulistas são convergentes. Por isso é fundamental a união. “Se a gente tiver uma discussão no sentido de pensar o que precisa ser feito para o Brasil melhorar, todos temos sugestões. E provavelmente muitas delas são convergentes. Se cada um se posicionar e convergir para uma bandeira maior, a gente certamente vai ser ouvido”, declarou.

“Precisamos da vontade e da disposição de todos vocês, de se unir à Fiesp no sentido de ter uma bandeira única, de ter convergência dentro dos ideais, e começar a trabalhar.”

Rafael Cervone: crítica à ‘imprevisibilidade’

Em sua participação, o presidente do Ciesp também ressaltou a necessidade de mudanças.

“Ninguém aguenta mais esse ambiente onde, em vez de gastar o nosso tempo empreendendo e melhorando os nossos negócios, a gente tem que lidar com a imprevisibilidade econômica e jurídica, enquanto nossos principais concorrentes [em outros países] não têm que lidar com nada disso”, disse Cervone.

“Este ano o crescimento vai ser pífio e o ano que vem, qualquer seja o candidato [eleito], será um ano de arrocho. Mas o Brasil tem solução. Deixar a indústria livre para crescer sem amarra, sem burocracia, com desoneração, com simplificação dos nossos processos e consciência plena da importância da indústria para a economia nacional.”

Foto: presidentes da Fiesp e do Ciesp têm encontro com empresários

Agência Indusnet Fiesp

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Steinbruch e Cervone: conversa com empresários sobre cenário econômico. Foto:Tâmna Waqued/Fiesp


Os presidentes da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Benjamin Steinbruch e Rafael Cervone, respectivamente, tiveram na noite desta terça-feira (26/08), na regional do Ciesp em Campinas, um encontro com empresários do interior paulista. Em pauta, a desindustrialização no Brasil e o cenário econômico com baixo crescimento.

Benjamin Steinbruch visita escolas do Sesi-SP e do Senai-SP em Americana e Campinas

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Americana e Campinas

Em visita à região de Campinas, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Benjamin Steinbruch, visitou na tarde desta terça-feira (26/08) unidades da instituição.

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Benjamin Steinbruch em visita à unidade do Senai-SP em Americana. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Depois de assinar convênios do Programa Atleta do Futuro na escola do Sesi-SP Mendel Steinbruch, de Americana, o presidente andou pelas salas de aula e conversou com os alunos. Ele solicitou um estudo para ampliar as instalações esportivas da escola, que já tem uma quadra coberta, mas por ter duas turmas por ano em período integral, apresenta uma demanda crescente dos alunos pela prática esportiva.

Em seguida, Steinbruch foi a outra unidade do Sesi-SP no município, o Centro de Atividades Estevam Faraone, onde vistoriou a reforma, participou de um encontro com funcionários e ouviu sugestões e demandas. A programação contou com a presença do presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone.

Na reunião, o coordenador pedagógico Gilmar Francisco Mantovanelli, funcionário do Sesi-SP desde 1980, elogiou a estrutura da instituição. “Tenho muito a agradecer pela formação que o Sesi-SP dá. Quem é professor do Sesi-SP consegue ser coordenador pedagógico em qualquer escola”, declarou.

Steinbruch passou também por uma sala de aula onde estava sendo ministrado um dos cursos do programa Alimente-se Bem, que tratava do tema colesterol. Ele conversou com a professora e com os alunos e aproveitou para pedir dicas de alimentação saudável.

Ensino técnico

A terceira parada do presidente, ainda em Americana, foi em uma escola do Senai-SP, a unidade Professor João Baptista Salles da Silva, que forma, por ano, quase 4 mil alunos em diversas áreas, mas com mais força na área de metal-mecânica e eletroeletrônica. O presidente passou pelas oficinas e laboratórios da escola e conheceu professores e alunos de diferentes cursos.

Steinbruch questionou sobre a presença feminina nos cursos, já que encontrou turmas formada exclusivamente por homens. O professor de metal-mecânica Roberto Schlautmann Filho garantiu que, apesar de estarem em minoria, o número de mulheres está crescendo nesses cursos, em especial na área de elétrica.

Ex-aluno do Senai-SP, o hoje professor de eletroeletrônica, Glauber Rogerio de Oliveira, afirma que se sente realizado na instituição. “Trabalhava na CPFL e dava aulas como terceirizado. Decidi pedir demissão e trabalhar definitivamente no que eu sempre sonhei: ser docente do Senai-SP”, contou ele, que há um mês e meio é funcionário efetivo.

Se o número de mulheres nos cursos de metal-mecânica na unidade não é expressivo, elas são a maioria nos da área têxtil e de vestuário. Com atenção especial, já que foi nessa área que começaram os negócios de sua família, Steinbruch elogiou as instalações e conversou com os alunos.

Durante a visita, ele foi presenteado com uma ecobag comemorativa aos 30 anos da escola. O acessório foi totalmente produzido pelos alunos, desde o desenvolvimento do tecido até os testes de costurabilidade e resistência.

A estudante do curso técnico em vestuário e filha de um professor de mecânica do Senai-SP, Raissa Maria Gasparini Mapeli, de 19 anos, aproveitou a presença do presidente para agradecer pela oportunidade de estudar no Senai-SP. “A escola tem uma ótima estrutura, muito bem organizada. As indústrias precisam de formação de qualidade”, disse ela, afirmando em seguida que pretende buscar um estágio na área de vestuário.

Encerrando as visitas, Steinbruch esteve ainda no Centro de Atividades Joaquim Gabriel Penteado, em Campinas. Na mesma cidade, ele participou de um encontro com empresários na sede do Ciesp da região.

Projeto Shakespeare 450 anos estreia em Campinas com lotação máxima

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Campinas

Para comemorar os 450 anos de nascimento do dramaturgo inglês William Shakespeare (1564-1616), o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) promove o projeto Shakespeare 450 Anos. A instituição vai levar a 15 municípios do estado cinco montagens do autor, em 55 apresentações gratuitas. Entre as estreias que aconteceram neste sábado (02/08), o Teatro do Sesi-SP de Campinas recebeu o espetáculo Ricardo III.

Com a plateia lotada, a Cia. da M.A.T.I.L.D.E. apresentou a trama sobre os bastidores do poder, que tem como figura central Ricardo, o duque de Gloucester, que realmente governou a Inglaterra de 1483 a 1485. Para chegar ao trono, o protagonista trama assassinatos, casa por interesse e trai familiares e aliados.

“A encenação dessa montagem do Ricardo IIItem como foco o desmascaramento do jogo político”, explicou o diretor do espetáculo, Marcelo Lazzaratto. “Temos uma arena, o que rompe com a relação convencional palco-plateia e se debruça sobre o espectador para reforçar a ideia de que tudo que está acontecendo nos meandros do castelo está às claras”, disse. “É bastante significativo para a época que vivemos hoje.”

Lazzaratto: “A encenação dessa montagem do Ricardo III tem como foco o desmascaramento do jogo político”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Lazzaratto: “A encenação dessa montagem do Ricardo III tem como foco o desmascaramento do jogo político”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Ricardo III foi a primeira peça do projeto Shakespeare 39, que tem como intuito montar as 39 peças do autor num prazo de dez anos e estreou em 2013. “Agora fomos convidados pelo Sesi-SP para fazer parte desse projeto maravilhoso, com peças gratuitas. Aproximar o público do Shakespeare é sempre muito importante”, disse Lazzaratto.

Vencedor do Prêmio Shell pela sua interpretação do protagonista de Ricardo III, o ator Chico Carvalho destacou a sua experiência com Shakespeare. “Por uma sorte do destino, tive a chance de emendar uma peça de Shakespeare na outra. Primeiro fiz Hamlet e, na sequência, veio o convite para Ricardo III”, explicou. “Foi maravilhosa a experiência de fazer esse personagem porque ele transita em faces diferentes. Além de levar um texto clássico para os tempos de hoje, que tem a ver com o nosso momento.”

Carvalho (ao centro, ajoelhado): texto clássico que tem tudo a ver com os nossos tempos. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Carvalho (ao centro, ajoelhado): clássico que tem tudo a ver com os nossos tempos. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


Carvalho também elogiou o projeto do Sesi-SP. “Deveria haver mais iniciativas como essa. Participei de outras jornadas teatrais do Sesi-SP pelo interior, é incrível”, afirmou. “Ainda mais uma história como Ricardo III, que traz discussões como qual é o nosso papel como personagem pública e o que significa estar no poder, reconhecendo que a ganância é uma qualidade humana.”

Com a palavra, o público

O público lotou o Teatro do Sesi-SP Campinas e aplaudiu de pé a montagem de Ricardo III. O casal de professores Regis Calvi, de 30 anos, e Ana Rosa, de 29 anos, aprovou o espetáculo e a estrutura do teatro. “Fiquei surpresa com a qualidade de som, iluminação e toda a montagem. É a primeira vez que eu venho ao teatro do Sesi-SP, pretendo voltar”, disse Ana Rosa.

“Foi um excelente trabalho dos atores. A gente não tem a oportunidade de ver peças desse nível, ainda mais com entrada gratuita. É padrão Sesi e Senai de qualidade. Um grande incentivo à cultura”, completou Calvi.

Para o publicitário Felipe Barcelos de Carvalho, de 24 anos, foi um espetáculo muito interessante. “Desde o formato do cenário até a atuação do elenco, foi sensacional”, disse. “O Sesi-SP sempre tem peças muito boas, selecionadas com cuidado”.

O espetáculo também surpreendeu positivamente os atores Ernani Siquinel e Carolina Rocha Santos, ambos de 26 anos. “Já tinha ouvido falar bem da peça e gostei muito. É um trabalho maravilhoso dos atores, com uma interpretação muito precisa” disse Siquinel, que mora em Santos, onde já participou até de cursos de teatro no Sesi-SP e aproveitou a oportunidade de estar em Campinas para ver Ricardo III.

Carolina disse que a peça despertou seu interesse por Shakespeare. “Amei o espetáculo. É uma grande oportunidade que o Sesi-SP proporciona para a gente poder ter teatro de tão boa qualidade, de graça. Até passei a gostar mais de Shakespeare”.

Shakespeare 450 anos

De 2 de agosto a 16 de novembro, o Sesi-SP leva, pela primeira vez, a 15 municípios paulistas, cinco espetáculos do dramaturgo em gêneros como dança, comédia, clown e musical para todas as idades. A entrada é gratuita.

Participam do Projeto Shakespeare 450 anos as cidades de Bauru, Birigui, Campinas (Amoreiras), Cruzeiro, Itapetininga, Jundiaí, Marília, Mauá, Piracicaba, Presidente Prudente, Rio Claro, São José do Rio Preto, Sumaré, Tatuí e Taubaté.

Confira a programação completa no site da iniciativa. Para acessar, só clicar aqui.

Alternativas para preservação de água são apresentadas em seminário da Fiesp

Amanda Viana, Agência Indusnet Fiesp, de Campinas

A escassez de chuvas e a fragilidade do abastecimento na Grande São Paulo  foram o destaque nas palestras apresentadas, nesta quinta-feira (17/07), no seminário Gerenciando a Escassez de Água, realizado no auditório do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Campinas, a 100 quilômetros da capital.

O professor Antônio Carlos Zuffo, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, foi um dos que apresentaram o tema.  Zutto deu uma aula sobre a formação do Sistema Cantareira desde sua construção, na década de 1960, e das Bacias PCJ, que envolvem os rios das cidades de Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

“Quando temos bastante água e o sistema ainda produz mais, outorga-se mais”, afirmou. Em relação ao Sistema Cantareira, Zuffo explicou detalhadamente o funcionamento da estrutura, citando seu volume de espera, volume útil e mínimo operacional, bem como o balanço hídrico nos reservatórios. Segundo ele, a outorga vigente até hoje é de 36m³.

Por conta dessa escassez de água, de acordo com Zuffo, a indústria já reduziu em 50% o  consumo. Com a crise, as indústrias estão tomando providências com o intuito de gerenciar o problema, principalmente porque este afeta a produção. O uso da tecnologia, com processos e equipamentos mais eficientes, tem sido fundamental para esse gerenciamento.

Zuffo: tecnologia para o gerenciamento do uso da água. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Zuffo: tecnologia para o gerenciamento do uso da água. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O palestrante lembrou que outras medidas têm sido frequentemente utilizadas pela indústria, como captação e tratamento de água da chuva, reúso e investimento em redução de perdas no sistema público, entre outros. “A indústria vai ter que fazer reúso do seu próprio esgoto, visando essa diminuição de consumo”, disse.

Uma alternativa, não a solução

Leandro Zanini Santos, primeiro vice diretor do Ciesp Americana e coordenador adjunto da Câmara Técnica da Indústria nos Comitês do Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), apresentou números que mostram as taxas de crescimento populacional na área, muito significativas na região do PCJ e acompanhadas, claro, de uma propensão ao crescimento da demanda por água. No entanto, as captações vêm diminuindo desde 2012. “A água na indústria tem custo, tem valor, ainda mais quando está envolvida em seu processo produtivo”, disse.

Santos: comitês organizados pela indústria para debater questão. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Santos: comitês organizados pela indústria para debater escassez de água. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em relação ao gerenciamento do problema, Santos disse que a indústria já está gerando comitês de crise ou grupos temáticos para debater a questão. “Todos estão envolvidos, estão sendo feitas ações internas e externas em busca da resolução do problema”, explicou.

Segundo Santos, a falta de água tem motivos para gerar demissões e interfere em toda a estrutura da indústria, portanto, é preciso analisar os recursos hídricos disponíveis e estudar as reais necessidades de seu uso, visando à redução do indicador litro de água por produto produzido.

Como opção de gerenciamento, é possível acompanhar os níveis de vazão e o volume de cotas disponíveis nos afluentes da planta e na rede de monitoramento, além de criar campanhas com os colaboradores e a comunidade para a conscientização do uso da água. “Quase 15% do consumo é industrial. O reúso da água pode ser uma alternativa, mas não é a solução”, finalizou.

Sesi-SP tem concerto do pianista Marcelo Bratke com a artista Mariannita Luzzati

Agência Indusnet Fiesp

O Sesi Campinas – Amoreiras apresenta o espetáculo musical multimídia A Volta ao Mundo em 80 Minutos, de Marcelo Bratke e Mariannita Luzzati. O recital de piano será realizado neste sábado (24/05), às 20h. A entrada é gratuita.

Inspirado no poema O Convite à Viagem, de Charles Baudelaire (1821-1867), o concerto propõe um encontro entre a música e as artes visuais por meio da obra de grandes compositores do século 20 e de projeções de imagens da artista plástica Mariannita Luzzati, que também assina o cenário.

No repertório, Bratke executa obras que vão desde nomes como Claude Debussy (1862-1918) até Heitor Villa-Lobos (1887-1959), passando por Tom Jobim (1927-1994) – e propõe uma fusão entre a música erudita e os ritmos da cultura popular brasileira.

 Os artistas

Marcelo Bratke 

Pianista brasileiro radicado em Londres, Marcelo Bratke tem se apresentado nas principais salas de concerto do mundo, como o Carnegie Hall, em Nova York, o Queen Elizabeth Hall, em Londres, e o Suntory Hall, em Tóquio. Aclamado pelo jornal The New York Times por sua interpretação de Heitor Villa-Lobos no Carnegie Hall, Bratke está à frente do projeto Villa-Lobos Worldwide, premiado em Londres pelo 14º Brazilian International Press Award 2011.

Mariannita Luzzati

Mariannita Luzzati representou o Brasil na 22ª Bienal Internacional de São Paulo e tem participado de mostras em importantes museus e instituições no Brasil e no exterior. Suas obras constam em coleções nacionais e internacionais que incluem o Museu Britânico de

Londres, o Machida City Museum of Graphic Arts, em Tóquio, e a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Mariannita foi uma das artistas escolhidas para integrar a exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras (2011), realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

Programa

Igor StravinskyTango

Samuel BarberExcursions nº 3

Heitor Villa-LobosAs Três Marias

Cyril ScottLotus Land

Amy Woodforde-Finden Kashmiri Song

Vernon DukeApril in Paris

Tom JobimSamba do Avião

Serviço

Sesi Música Erudita 2014

Espetáculo: A Volta ao Mundo em 80 Minutos, de Marcelo Bratke e Mariannita Luzzati

Local: Teatro do Sesi Campinas (Amoreiras) – av. das Amoreiras, 450, Parque Itália

Alvará: 654/2014 – validade: 28/2/2015

AVCB: 829314 – validade: 5/8/2014

Data e horário: 24 de maio, sábado, às 20h

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: livre

Capacidade: 366 lugares, 8 para cadeirantes

Informações: (19) 3772-4100

Entrada gratuita os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação

Senai-SP inaugura laboratório de bebidas e planta de alimentos para animais

Felipe Agne, Agência Indusnet Fiesp,de Campinas

As novas instalações da escola do Senai-SP Prof. Dr. Euclydes de Jesus Zerbini foram inauguradas na manhã desta quarta-feira (07/05), em Campinas.

A unidade recebeu um laboratório de ensaios em bebidas, uma planta de alimentos para animais e investimentos nas áreas de chocolates e drageados, carnes, leites e derivados, panificação e confeitaria.

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Escola Senai-SP Prof. Dr. Euclydes de Jesus Zerbini, em Campinas: inovação e tecnologia. Foto: Everton Amaro/Fiesp


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Paulo Skaf, reafirmou que este e todo investimento na educação é fundamental para o desenvolvimento do país. “A indústria põe em prática aquilo que ela acredita. Acreditamos que a única forma de dar oportunidades para as pessoas é através da educação. Investimos pesadamente na qualidade da educação. Estamos investindo no melhor patrimônio que um país pode ter: as pessoas.”

Já o diretor técnico do Senai-SP, Ricardo Terra, destacou o papel do Senai-SP para a constante inovação da indústria. “Hoje, o Senai-SP mais uma vez se apresenta como um grande motor de inovação e tecnologia. Estamos constituindo um novo Senai-SP, um Senai-SP moderno que vai apoiar – e já está apoiando – essa indústria complexa e competitiva do Brasil.”

O laboratório de ensaios em bebidas foi projetado para atender às necessidades das empresas de bebidas fermentadas, destiladas, não alcoólicas e vinagre. Os recursos tecnológicos permitem detectar adulterações, falsificações, contaminações e possíveis desvios dos Padrões de Identidade e Qualidade de Bebidas.

Entre os equipamentos instalados estão o espectrofotômetro de absorção atômica, espectrofotômetro de massas, cromatógrafo líquido, cromatógrafo gasoso, espectrômetro ultravioleta / visível, destilador eletrônico por arraste de vapor e balança hidrostática eletrônica.

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A unidade recebeu um laboratório de ensaios em bebidas, uma planta de alimentos para animais e investimentos diversos. Fotos: Everton Amaro/Fiesp

A planta de alimentos para animais é uma verdadeira fábrica de ração projetada e construída como um recurso didático inédito na área de alimentos do Senai-SP dentro da grade do Curso Técnico de Alimentos da Escola. Também se destina à oferta de produtos tecnológicos de interesse do segmento de alimentação animal, pois nela podem ser realizados serviços sob medida para empresas, incluindo projetos de inovação, assessorias e pesquisa e desenvolvimento.

As quatro plantas educacionais existentes foram totalmente remodeladas, recebendo equipamentos e máquinas que possibilitam a realização de uma variada carteira de cursos de formação inicial e continuada, além do incremento das estratégias didáticas empregadas pelos professores para formação de técnicos de alimentos de alto nível, com ampla empregabilidade e aceitação pelas empresas do setor.

O Senai-SP de Campinas atende 560 alunos em Educação Profissional Técnica e 3.940 alunos em Formação Inicial Continuada. Os investimentos na unidade somam mais de 30,1 milhões.

Fiesp e Ciesp apresentam as oportunidades do setor de petróleo e gás para pequenas e médias empresas em Campinas

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Campinas

Apresentar as demandas do setor de petróleo e gás para as micro, pequenas e médias empresas foi o objetivo do evento “As oportunidades do pré-sal: como participar deste mercado?”, realizado nesta terça-feira (26/11), pela Federação das indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). As palestras aconteceram na sede do Ciesp de Campinas, com abertura feita pelo diretor de negócios do Ciesp Campinas, Fabiano Grespi.

Virgílio Calças, especialista no setor, com uma carreira de 40 anos na Petrobrás, apresentou as oportunidades e também as exigências que o setor demanda das pequenas e médias empresas que pretendem se tornar fornecedoras da cadeia.

“A área de petróleo e gás é o maior orçamento que a América do Sul tem hoje em um determinado segmento da indústria”, disse. “Se a gente não fizer nada, quem vai fornecer material para o pré-sal são as indústrias estrangeiras. Mas nós temos capacidade de fazer gestão de inovação dos nossos processos para atender esse setor”.

De acordo com Calças, para desenvolver e estruturar o setor de P&G no Brasil é preciso inovação, busca de novas tecnologias, cooperação de setor público e iniciativa privada, ganho de escala de bens e serviços, promoção de competitividade e qualificação de recursos humanos.

“A quantidade de produtos, serviços e conhecimento envolvidos na exploração no pré-sal é muito grande, por isso há tanto investimento e tantas oportunidades”, explicou. “Precisamos que as indústrias de São Paulo trabalhem também nessa direção. Mesmo atendendo seus segmentos, usem seu expertise para o petróleo e gás, diversificando seus clientes e entrando em um novo setor.”

Bacia de Santos

Representando a Petrobrás, o gerente de fornecimento da Unidade de Operação da Bacia de Santos (UO-BS), Victor Saboya, contou a história da descoberta e  início da exploração na área, a atuação da empresa e a produção atual. “A Bacia de Santos já é uma realidade. Hoje, são 200 mil barris no pré-sal e, em sete anos, vamos produzir mais de 1 milhão de barris por ano, quase metade do total da produção da Petrobrás atualmente”, afirmou. “A produção de petróleo no pré-sal não tem mais nenhum requisito tecnológico que impeça. Só tem melhorias a serem feitas.”

Saboya destacou a questão da manutenção das plataformas e equipamentos. “São muitas as demandas, valores enormes sendo investidos. E o principal: serão muitos e muitos anos de operação de todas as unidades.”

Sucesso na área

Exemplo de sucesso na área, o diretor da AR – Ar condicionado e engenharia, Antonio Luiz Schiliró, contou como sua empresa passou a fornecer para o setor de P&G. Segundo ele, o projeto começou por meio de um evento da Fiesp, de mobilização da indústria paulista na cadeia de óleo e gás. “Na área de offshore, constatamos que vários ambientes necessitavam de nossos equipamentos e serviços.”

Schiliró conta que os primeiros desafios foram a necessidade da capacitação técnica e de certificações, o cadastramento na Petrobrás e o caminho para chegar às informações estratégicas do setor. Foi quando a empresa integrou o Núcleo de Apoio de gestão à Inovação da Cadeia de Petróleo e Gás (Nagi), uma parceria da Fiesp, do Ciesp e da USP. E começou a entender melhor o setor.

“Em julho de 2012, novamente por meio de convite da Fiesp, participamos de uma  missão empresarial à Finlândia e à Noruega, voltada ao setor de óleo e gás”, disse. “A missão teve encontros com indústrias locais, visitamos estaleiros, participamos de workshops e entendemos como funcionam os cluster das unidades navais na Noruega”, contou. “Foi lá que descobrimos a força da pequena e média empresa na cadeia.”

Hoje, a AR já trabalha em diversas áreas no setor de P&G, como fornecimento de sistema de ar-condicionado para sub-estações elétricas na nova refinaria Comperj e trabalhos offshore  em Macaé.

Núcleo de Apoio

A gestão da inovação e sua importância para aproveitar as oportunidades do pré-sal foi o tema apresentado pela consultora da PGT/USP, Claudia Pavani. “Ter uma bela ideia não é inovação. Inovar é implementar um produto novo, um processo, um método de marketing ou organizacional”, explicou. “A empresa consegue inovar quando tem ideias, converte essas ideias em produtos e serviços e as vende. Se não funcionar bem em um desses três aspectos, não há inovação.”

Gestão da inovação é um dos módulos do programa Nagi, que tem de 12 a 14 meses de duração. O programa busca sensibilizar para a inovação, capacitar profissionais e também indústrias da cadeia PG e assessorar planos de gestão da inovação e projetos inovadores.  Além disso, as empresas participantes são orientadas com relação a parceiros e linhas de financiamento, metodologia e normatização, construção de propostas de plano de gestão e projeto de inovação.

Com atuação em seis regiões do Estado, o Nagi pretende iniciar seu trabalho em Campinas em janeiro de 2014. A apresentação do programa foi feita pelo analista de projetos do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) Fiesp, Egídio Zardo Jr.

“A gente tem a força da Fiesp, do Ciesp e da USP para mostrar que a indústria paulista se mobilizou e tem projetos para a área de petróleo e gás. O objetivo do Nagi é dar ajuda para que isso aconteça de forma integrada”, afirmou Zardo.


Crescimento do Brasil está em função do crescimento das pessoas, afirma Paulo Skaf à Rádio Bandeirantes de Campinas

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas, na manhã desta sexta-feira (31/10), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, falou sobre o trabalho realizado nas entidades – inclusive o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

Skaf lembrou que o Sesi-SP e o Senai-SP não atende somente a industriários. “Sessenta por cento dos alunos são filhos dos trabalhadores da indústria, mas 40% são alunos da comunidade. Um milhão de matrículas do Senai-SP são de pessoas da comunidade. Quem vai ser pedreiro, carpinteiro, pintor, armador, mecânico, eletricista, não é filho de rico. Então, nosso trabalho tem como objetivo a valorização e a oportunidade das pessoas”, disse Skaf.

“Por isso [temos] o lema ‘Crescem as pessoas, cresce o Brasil’. Muita gente não entende que o crescimento do Brasil está em função do crescimento das pessoas. Você não pode ter o crescimento de um país, sem investimento em educação de qualidade e oportunidade de formação profissional”, completou o presidente da Fiesp.
Leia trechos da entrevista:

Energia a preço Justo’

“O resultado da campanha ‘Energia a Preço Justo’ foi um desconto no preço médio de todos os brasileiros, não só de São Paulo, não só da Fiesp e do Ciesp, mas de todo o Brasil; em média, de 20%. Isso contrariou interesses, como os das concessionárias de energia, que queriam prorrogar os seus contratos, aos mesmos preços, por mais 30 anos. O preço da energia, como ficou, e como estava, gerou uma economia de R$ 34 bi por ano. Em 30 anos, é quase R$ 1 tri. Então, essa batalha que a sociedade teve em busca de um preço mais justo na energia valeu um trilhão de reais. E é lógico que algumas concessionárias de energia que viram seus interesses contrariados criticam. Mas deixe criticarem. Para mim, não me afetou em nada, porque nós defendemos a bandeira correta e tivemos um bom resultado para todo mundo e melhoramos a competitividade do Brasil. ”

Campanha pela modernização dos portos

“Outra campanha que fizemos recentemente foi pela modernização dos portos brasileiros. O custo portuário do Brasil é três vezes mais caros do que portos eficientes no mundo. Enquanto você exporta uma geladeira por um porto eficiente do mundo custa R$ 50,00 de custos portuários, no Brasil custa em torno de R$ 150,00 – três vezes mais caro. Então, nós fizemos uma grande luta para baixar os preços e aumentar a competitividade dos nossos portos. Foi uma outra campanha em que sobrevoei de helicóptero e mostrei o porto de Santos, onde 150 navios estavam para entrar no canal, pilhas de containers, filas de caminhão…”.

Sesi-SP e Senai-SP

“Muitas vezes a sociedade desconhece que essas entidades são administradas, comandadas, geridas e bancadas pela indústria. E essa campanha [veiculada nas TVs em abril] é para mostrar que o resultado do Sesi-SP e do Senai-SP é um trabalho da indústria de São Paulo.”

“O Senai-SP este ano terá 1 milhão de matrículas em formação profissional e o Sesi-SP, 350 mil matrículas, além dessas escolas que toda semana se inauguram. Isso é o esforço da indústria de São Paulo e é minha obrigação, como presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, de promover e enfrentar esses desafios.”

CPMF

“Em 2007, há mais tempo, fiz uma campanha nacional para pôr fim à CPMF [Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira], o imposto do cheque.”

Fiesp/Ciesp realizam o Paulínia Petróleo & Gás nos dias 21 e 22 agosto

Agência Indusnet Fiesp

Nos dias 21 e 22 de agosto, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Campinas  e o Comitê da Cadeia Produtiva do Petróleo e Gás (Competro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com o apoio da Prefeitura Municipal de Paulínia e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, realizará o Paulínia Petróleo & Gás 2013.

Com uma expectativa de público em torno de 1,5 mil pessoas, o evento, que será realizado no Theatro Municipal de Paulínia, atenderá empresários, investidores, executivos e dirigentes do parque industrial da região de Campinas e do estado de São Paulo.

No primeiro dia haverá um congresso liderado por grandes nomes do setor e rodada de negócios. Já no segundo dia, além do congresso, os empresários terão à disposição a sala de crédito, uma oportunidade para negociar com agências e bancos sobre linhas de financiamento a custos competitivos.

Para os industriais interessados em ingressar na cadeia de fornecedores, haverá atendimento, no local, para esclarecimento de dúvidas, e possíveis orientações sobre o respectivo cadastro.

Ainda para auxiliar a inserção das MPEs no setor, o Ciesp colocará à disposição dos empresários uma mesa de atendimento do Programa Nagi P&G – Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de P&G, único projeto do gênero em desenvolvimento no país, com o apoio financeiro da Agência Brasileira da Inovação (Finep). A inscrição para o atendimento do NAGI P&G poderá ser realizada no local.

A edição 2013 do Paulínia Petróleo & Gás tem como principal objetivo fomentar a cadeia de petróleo, gás e naval do Brasil, principalmente na Região Metropolitana de Campinas.

Serviço

Paulínia Petróleo & Gás 2013

Datas: 21 e 22 de agosto

Local: Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – Bonfim, Campinas – São Paulo

Fone: (019) 3743-2200.  Fax: (019) 3243-5769

Site: www.ciespcampinas.org.br

Edição 2013 do ‘Paulínia Petróleo e Gás’ será realizada nos dias 21 e 22 de agosto

Agência Indusnet Fiesp

Nos dias 21 e 22 de agosto será realizada a edição 2013 do Paulínia Petróleo & Gás, evento promovido pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Campinas e pelo Comitê de Petróleo e Gás Natural (Competro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O principal objetivo do encontro é fomentar a cadeia de Petróleo, Gás e Naval, principalmente na região metropolitana de Campinas, trocar experiências sobre a tecnologia do setor e discutir as principais demandas e necessidades da área, além de criar oportunidades de negócios, principalmente para as micros, pequenas e médias empresas.

O evento terá palestras, rodada de negócios e sala de crédito. E tem como público-alvo  empresários, investidores, executivos e dirigentes do parque industrial da região de Campinas e do todo o estado de São Paulo.

O Paulínia Petróleo & Gás acontece no Theatro Municipal de Paulínia, localizado na Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1551, no Parque Brasil 500.

Paulínia Petróleo & Gás

Local: Theatro Municipal de Paulínia – Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1551, Parque Brasil 500
Datas: 21 e 22 de agosto de 2013
Informações: http://www.fiesp.com.br/agenda/paulinia-petroleo-gas-edicao-2013/

Unidade de alimentos de Campinas tem dois projetos eleitos pelo voto popular no Inova Senai

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

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Mirlei Melo fazendo uma demonstração do "Petit Gateau de Café com Leite". Foto: Helvio Romeiro/CNI

Dois projetos da unidade de alimentos do Senai em Campinas, da Escola Senai Professor Dr. Euryclides de Jesus Zerbini do Senai-SP, caíram literalmente no gosto do público que visitou os estandes do Inova Senai, programa em que alunos, docentes, técnicos e consultores dos departamentos regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em todo o país podem inscrever processos e projetos inovadores em gestão e tecnologia alinhados com interesses e necessidades da indústria brasileira.

O primeiro lugar, na votação popular, foi o projeto “Petit Gateau de Café com Leite”, dos alunos Mirlei Dias Melo, Muslim Paulino Gonçalves e Odila Ribeiro Carvalho e da docente Eniceli Rodrigues Moraes Pinto.

A unidade também arrebatou o terceiro lugar, com o projeto “Salsicha curada pelo uso da beterraba”, da professora Alessandra Palazzo e do aluno Jefferson Santos.

O “Petit Gateau de Café com Leite”, inovação para o mercado de sobremesas congeladas, tem uma embalagem que já vem com sorvete de nata. Para prepara-lo, basta colocar alguns minutos em um aparelho de micro-ondas.

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Salsicha com beterraba. Foto: Helvio Romeiro/CNI

De acordo com a aluna Mirlei Melo, boa parte do processo de desenvolvimento teve base em análises sensoriais até encontrarem os ingredientes ideais, que utilizam soro do leite e café solúvel. O sorvete de nata foi considerado o ideal para que a combinação não ficasse demasiadamente doce.

Já o projeto “Salsicha curada pelo uso da beterraba” substitui corantes e conservantes artificiais por componentes naturais, o nitrato e o nitrito existentes na própria beterraba. O produto usa ainda carnes nobres no recheio.

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A professora Alessandra Palazzo e alunos da unidade de alimentos de Campinas. Foto: Everton Amaro.

Time feminino do Sesi-SP perde por 3 sets a 0 e encerra participação no campeonato paulista

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Ponto do segundo set.

Não deu para as meninas do Sesi-SP. Repetindo o placar da primeira partida,  a equipe do Vôlei Amil superou a do Sesi-SP novamente por três sets a zero (25/22, 25/23 e 25/22) e é o primeiro time a se classificar para a final feminina da edição 2012 do campeonato paulista. O jogo aconteceu na noite desta quinta-feira (18/10) no ginásio do Sesi Vila Leopoldina, em São Paulo.

“A gente sabe da qualidade do time delas. Jogamos muito abaixo do que a gente pode e a temos que melhorar bastante o bloqueio, defesa”, afirmou Sassá, ponteira do Sesi-SP. “Agora é pensar na Superliga e trabalhar pra passar logo por essa fase”, completou.

Com a derrota para o Vôlei Amil, o Sesi-SP encerra a participação no campeonato paulista. O sonho do primeiro título na competição fica adiado para 2013.

O jogo

No primeiro set, apesar do bloqueio eficiente, a equipe do Sesi-SP cometeu muitas falhas, aproveitadas pelo Vôlei Amil, que fechou o parcial em 25/22 em lance da meio-de-rede Natasha.

O segundo set apresentou um jogo mais equilibrado, com boas defesas por parte da equipe feminina do Sesi-SP, que contrabalançaram os erros de recepção. Mas prevaleceu a boa atuação da central adversária Walewska. A campeã olímpica em Pequim-2008 fez o ponto do set para a equipe de Campinas: 25/23.

Para o terceiro set, decisivo para as duas equipes, o técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, mudou a posição da oposta Tandara para a ponta de rede e substituiu Suele, na recepção do saque, por Elisângela, que assumiu a outra ponta de rede.

As mudanças fortaleceram as donas da casa, mais concentradas e assertivas no terceiro set. Não foi o suficiente. Depois de superar um passageiro descontrole emocional, o time do técnico José Roberto Guimarães cravou 25/22  em ataque da  ponteira Pri Daroit, garantindo seu lugar na final.

Em Campinas, Skaf exalta importância do jovem empreendedor para o Brasil

Odair Souza, Agência Ciesp de Notícias

Cerca de 250 pessoas participaram na manhã desta quinta-feira (30/08), em Campinas, da abertura do IX Encontro Jovem Empreendedor, realizado pelo Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

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Paulo Skaf em Encontro Jovem Empreendedor Campinas.


O encontro, que reuniu jovens empreendedores de Campinas e região e dos 29 núcleos regionais do NJE, contou também com a participação de personalidades da área empresarial e política, como o presidente  da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp),  Paulo Skaf, e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, José Afonso Bitencourt, entre outros.

Com o tema central Caminhos para o Crescimento, o evento apresentou os painéis complementares Caminhos da Educação, Oportunidades de Negócios para a Copa 2014 e Olimpíadas 2016. No período da tarde, os participantes acompanharão cases como História empreendedora, Novos modelos de negócios e Motivação e trabalho em equipe.

O presidente do Ciesp e da Fiesp, Paulo Skaf, considerou o envolvimento da juventude em ações proativas como “um espírito voltado para a geração de riquezas, de empregos e tudo o que é bom para a sociedade e o País”.

Skaf destacou o trabalho realizado pelos milhares de jovens membros dos NJE, do Ciesp, e do CJE, da Fiesp. “Esse engajamento demonstra a preocupação deles com empreendedorismo, com a educação e o bem-estar das pessoas”.

Condições para o Brasil crescer

Antes da abertura, o presidente do Ciesp e da Fiesp enfatizou as ações do empresariado na busca da competitividade do País e voltou a cobrar isonomia para que o setor produtivo brasileiro vença o desafio de competir em igualdades de condições no mercado global. Segundo ele, o grande desafio para alcançar essa meta é a diminuição dos custos de produção.

Em entrevista à imprensa, Paulo Skaf afirmou que os empresários continuam em “campanha” pela queda no preço da energia elétrica, do gás, dos juros, pela melhoria logística e da infraestrutura em aeroportos, portos, estradas e ferrovias. “Competitividade do País, é isso que vamos discutir aqui”, completou Skaf.

Nesta manhã, o presidente do Ciesp e da Fiesp, Paulo Skaf, voltou a comentar a queda da taxa Selic, para 7,5% aa, anunciada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. “Há espaço para baixar mais. A taxa Selic pode ficar próxima à inflação que está projetada entre 4,5% e 5%.”

Na visão de Skaf, um patamar de 5% na taxa é bom para o brasileiro, para a indústria e para o governo, que terá seus gastos públicos diminuídos. Ele lembra que em 2011 o governo federal gastou quase R$ 180 bilhões com pagamento de juros. “É muito mais do que se investe em saúde e educação”, completou.

Campinas recebe a final da Copa Senai 2011 neste sábado (10)

Rodrigo Marinheiro, Agência Indusnet Fiesp

Neste sábado, dia 10 de dezembro, das 9h às 18h, no Sesi Joaquim Gabriel Penteado (mais conhecido como Sesi Santos Dumont), mais de 400 alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado de São Paulo (Senai-SP), com faixa etária acima de 16 anos, decidirão a Copa Senai 2011.

Neste ano participaram 88 escolas, 515 equipes em modalidades coletivas e mais de 5.500 alunos. Após as disputas das fases interclasses (em que cada unidade escolar realiza jogos para definir a equipe representante da escola para cada modalidade e faixa etária) e da fase regional (na qual os vencedores do interclasses se enfrentam em oito regiões definidas por critérios de proximidade geográfica), chegou a hora da grande decisão.

As modalidades em disputa são o Voleibol (5 categorias), Futsal (5 categorias), Basquetebol (4 categorias), Tênis de Mesa (4 categorias) e Xadrez. A Copa Senai tem por finalidade promover o bem estar e a integração dos alunos perante a sociedade e o esporte.

A ideia consiste em oferecer aos estudantes a oportunidade de praticar esporte de uma maneira progressiva e didaticamente correta, podendo assim evoluir em suas competências pessoais.

Abaixo as modalidades e categorias que compõem a Copa Senai 2011:

  • Futebol de Salão (Masculino Sub 18, Sub 22 e Livre, Feminino Sub 18 e Sub 22);
  • Voleibol (Masculino Sub 18 e Sub 22, Feminino Sub 18, Sub 22 e Livre);
  • Basquetebol (Masculino Sub 18, Sub 22, Feminino Sub 18 e Sub 22);
  • Tênis de Mesa (Masculino Sub 18, Sub 22, Feminino Sub 18 e Sub 22);
  • Xadrez (Masculino e Feminino Sub 18 e Masculino e Feminino Sub 22).

Serviço:
Decisão da Copa Senai 2011
Data/horário: 10 de dezembro, 2011, sábado, às 9h
Local: Sesi Joaquim Gabriel Penteado
Endereço: Av. Ary Rodriguez, 200 – B. Bacuri, Campinas II, SP
Tel: (19) 3225-7584 – http://www.sesisp.org.br/campinas2