Micro, pequenas e médias indústrias paulistas criam 1.844 vagas em julho

Agência Indusnet Fiesp

As micro, pequenas e médias indústrias paulistas registraram em julho saldo líquido total (admissões menos demissões) de 1.844 postos de trabalhos. As microindústrias foram as principais responsáveis pelo número positivo, com a criação de 3.840 vagas (19.336 admissões contra 15.496 demissões).

Entre as pequenas indústrias, o saldo foi negativo, com o encerramento em 1.988 vagas. Na média indústria houve a criação de 8 vagas (21.031 admissões contra 21.039 demissões).

Os dados, extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged), foram compilados pela Fiesp e divulgados nesta quarta-feira (6 de setembro) por seu Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi).

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Microindústria paulista cria 3.338 vagas em maio

Agência Indusnet Fiesp

No segmento paulista das micro, pequenas e médias indústrias, somente as de menor porte tiveram saldo positivo de empregos em maio, com a criação de 3.338 vagas, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Foram 18.468 admissões e 15.130 demissões entre as micro, variação de 1% em relação ao total de empregos formais do mês anterior.

A pequena indústria registrou em maio saldo negativo de 5.452 postos de trabalho, com 19.609 admissões contra 25.061 demissões (variação de -0,8%). A média indústria encerrou maio com saldo negativo de 4.123 postos de trabalho (20.553 admissões, contra 24.676 demissões, variação de -0,5%).

O saldo líquido geral (admissões – demissões), considerando os três portes de indústrias, foi de 6.237 vagas encerradas no mês de maio, com 58.630 admissões contra 64.867 demissões.

Na comparação de maio de 2017 com o mesmo mês de 2016, houve redução na intensidade de encerramentos de postos de trabalho.

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Cadeia da construção perde 472 mil postos de trabalho em 12 meses

Agência Indusnet Fiesp

Em julho, o nível de emprego na cadeia produtiva da construção brasileira apresentou nova queda, de acordo com levantamento feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre julho de 2014 e julho de 2015 já foram encerrados mais de 470 mil postos de trabalho com carteira assinada em toda a cadeia produtiva da construção. A maior parte das vagas encerradas estava nas construtoras: 375,4 mil, ou 80% do total. A indústria de materiais, máquinas e equipamentos para construção já fechou mais de 52 mil vagas nos últimos 12 meses, indicando que a crise na base da cadeia é grave.

Postos de trabalho com carteira de trabalho, cadeia produtiva da construção
variação acumulada no ano, julho de 2015

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Estimativa: Ex Ante Consultoria Econômica.

No acumulado entre janeiro e julho deste ano, o nível médio do pessoal empregado na cadeia declinou 4,4% em relação ao mesmo período de 2014. Tendo como referência o pessoal empregado em julho de 2015, foram fechados 471,9 mil postos de trabalho com carteira assinada em toda a cadeia da construção no país em relação ao mesmo mês de 2014. No acumulado dos sete primeiros meses do ano frente ao mesmo período do ano passado, houve retração do emprego em todos os elos da cadeia, com exceção do segmento de serviços. Na indústria de materiais, máquinas e equipamentos para a construção, a queda foi 4,0% nessa comparação e, na indústria da construção, o número de pessoas empregadas com carteira declinou 8,7% até julho. O segmento de serviços da cadeia, o qual inclui serviços de engenharia e arquitetura e atividades técnicas relacionadas, continua sendo único a registrar resultado positivo (0,2%) do nível de emprego no acumulado em 2015. Vale notar, porém, que o avanço do emprego neste elo vem se desacelerando a cada nova informação mensal, o que sugere uma perspectiva negativa para o fechamento do ano.