Brasil precisa definir política industrial que fortaleça empresas de biotecnologia, diz coordenador de comitê da Fiesp

Juan Saavedra e Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

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Eduardo Giacomazzi: coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio) da Fiesp. Everton Amaro/Fiesp

A definição de uma política industrial de biotecnologia é uma das reivindicações do setor, afirma Eduardo Giacomazzi, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Criado em 2012, o Combio tem como missão disseminar uma agenda a favor da competitividade brasileira, segundo o coordenador – atual membro-observador e palestrante do Brasil no Grupo de Trabalho sobre Biotecnologia na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD).

Na visão de Giacomazzi,  faltam lideranças setoriais na condução de investimentos para o setor e políticas públicas que estimulem a base do desenvolvimento da biotecnologia em bioindústrias produtivas, da saúde à alimentação.

“A experiência europeia, americana e japonesa apontam no caminho das Parcerias Públicas Privadas”, sugere o coordenador, que já exerceu a direção-executiva da Associação Brasileira de Biotecnologia (BrBiotec).

Nessa entrevista, Giacomazzi fala sobre o papel do Comitê e os desafios do setor.

Em que contexto o Combio foi criado e qual é a compreensão conceitual que a Fiesp tem sobre a biotecnologia e bioindústria?
Eduardo Giacomazzi – O Combio é uma iniciativa que nasceu da parceria de empresas, entidades e profissionais da bioindústria envolvidos com os avanços da biotecnologia no Brasil. A liderança de São Paulo na bioeconomia brasileira e o expressivo número de empresas de biotecnologia da região faz do Estado um ator importante das discussões setoriais relacionados ao tema. A Fiesp, por meio do Combio, contribui para a disseminação de uma agenda a favor da competitividade brasileira e compreende que a biotecnologia, por ser um tema portador de futuro, é fundamental para uma indústria preocupada com a sustentabilidade. Desta forma, sua atuação é transversal aos setores por ela representados.

Qual é o mapa da biotecnologia no Brasil?
Eduardo Giacomazzi – O mapa da biotecnologia no Brasil, em estudo realizado pelo Centro Brasileiro de Análise Planejamento (Cebrap), apontou em 2011 o crescimento do número de novas empresas nos últimos 10 anos e apresentou a perspectiva regional da distribuição geográfica de empresas e produção científica. A elaboração de estudos setoriais em biotecnologia no Brasil é recente e carece de regularidade e rigor metodológico. Esse esforço é fundamental para que novas políticas públicas estejam cada vez mais em sintonia com a realidade empresarial e científica.

O que o Estado de São Paulo tem a contribuir para o desenvolvimento da biotecnologia no país?
Eduardo Giacomazzi – O Estado de São Paulo representa 40% das empresas de biotecnologia do país. Grupos empresariais como empresas dos setores farmacêutico, agrícola e sucroalcoleiro têm sede no Estado. Além disso, São Paulo conta com as principais instituições de ensino e pesquisa do país numa rede de cooperação científica que se estende nacional e internacionalmente.

Quais as contribuições mais relevantes do país para o avanço da biotecnologia no contexto global?
Eduardo Giacomazzi – Cito três: biocombustíveis, agricultura e vacinas. Na área energética, desde que lançou o programa Proálcool na década de 70, o Brasil se posicionou na chamada primeira geração de etanol a partir da cana-de-açúcar. Hoje, somos líderes mundiais no desenvolvimento de novas espécies e em produção. Na agricultura, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), criada em 1973, é referência mundial em pesquisa no setor. O mesmo vale no setor de vacinas, com instituições centenárias como Fiocruz e Instituto Butatan. Embora seja reconhecido internacionalmente no uso da biotecnologia na agricultura (Embrapa) e energia (etanol), além de sua tradição no desenvolvimento de vacinas (Fiocruz e Instituto Butantan), o Brasil não possui um posicionamento claro como país no cenário mundial.

Quais são as boas práticas no cenário internacional, em termos de política para o setor, que poderiam ser aplicadas no Brasil?
Eduardo Giacomazzi – No cenário internacional, podemos apontar a prática das políticas europeias: “FP7″ e “Horizon 2020″, além das Parcerias Público-Privada (PPPs) desenhadas como política pública para os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD).

Um dos diagnósticos para o baixo nível de crescimento do país em 2012 foi o pequeno volume de investimentos. Como atrair recursos para o setor de biotecnologia nos próximos anos?
Eduardo Giacomazzi – A definição de uma política industrial é uma das reivindicações antigas para o setor. Como parte da importante malha de investimentos públicos que deve ser direcionada às empresas e à pesquisa, ainda falta uma ação mais forte por parte do governo. A insegurança jurídica, como é o caso do acesso à biodiversidade, é um bom exemplo de como o Brasil vem afastando o investimento da indústria para o setor.

Em fevereiro deste ano, durante reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, a presidente da República Dilma Rousseff pediu um maior empenho do governo na pesquisa em biotecnologia e na abertura de novos laboratórios. O que falta para haver um salto? Quais os são os desafios?
Eduardo Giacomazzi – Faltam lideranças setoriais na condução de investimentos para o setor e políticas públicas que estimulem a base do desenvolvimento da biotecnologia em bioindústrias produtivas, da saúde à alimentação. As experiências europeia, americana e japonesa apontam para o caminho das PPPs. Desta forma, o Brasil terá condições de dar um salto “bioeconômico”, favorecendo, com isso, a preservação de nossa biodiversidade e a educação para a ciência para as próximas gerações.

O governo federal anunciou que destinará recursos para estimular a área de biotecnologia. E sabemos que pesquisas em biotecnologia não são feitas apenas nos laboratórios de universidades. Como o senhor acha que as empresas podem ter acesso a esses recursos e como elas poderão se habilitar?
Eduardo Giacomazzi – A coordenação destes programas é resultado de um governo disposto a ouvir, mas há muito a ser realizado. Para ter acesso aos recursos, as empresas precisam estar aptas para mergulhar no complexo processo da pesquisa e desenvolvimento (P&D). Além disso, investimento em educação associado ao programa é uma inovação em termos de política, mas ainda falta entendermos seu funcionamento, suas regras e, sobretudo, ampliar o acesso das empresas a estes recursos. A operação do programa é tão mais importante quanto o programa em si. Vamos acompanhar e colaborar para que isso ocorra.

O Brasil está formando mão de obra suficiente para atender às demandas da indústria de biotecnologia?
Eduardo Giacomazzi – Não, a exemplo de outros setores, existe um apagão de profissionais no setor. O processo iniciado pelo programa Ciências sem Fronteiras, do governo federal, é um passo importante. Nossos estudantes precisam participar da pesquisa de ponta realizada em outros países. Por outro lado, a indústria carece de programas que estimulem o intercâmbio de mestres, doutores e PHD’s entre institutos e empresas. Precisamos de um “Ciência sem Fronteiras” de mão dupla, voltado à indústria. O processo de internacionalização das empresas não está associado somente à promoção e exportação; faltam programas que valorizem a transferência tecnológica e realização de patentes em parceria com institutos fora do Brasil.

O Brasil é valorizado pela biodiversidade. Espécies da Amazônia e Cerrado atraem o interesse de pesquisadores e indústrias do mundo todo, principalmente nas áreas de cosméticos e fármacos. Aqui em São Paulo temos exemplos de espécies cuja pesquisa apresentam esse potencial?
Eduardo Giacomazzi – A lei de acesso à biodiversidade e o protocolo de Nagoia serão temas de nossas discussões em 2013. Além disso, materiais como bambu são exemplos de como o uso sustentável de novas espécies podem gerar riqueza e desenvolvimento sustentável a partir de seu uso nas diversas cadeias produtivas. Elementos chave: multidisciplinariedade, ações transversais e a colaboração intersetorial. Se conseguirmos avançar nestes pontos, os benefícios socioeconômicos serão imensos. Para a bioeconomia, ou melhor, uma economia baseada em bio-based products, os produtos de base biológica estão intimamente relacionados à sua cadeia e uso sustentável dos resursos. Um bom exemplo é a cana-de-açúcar transformada em plástico verde – bioplástico e energia renovável.

Especialistas mostram técnicas para geração de lucro pela internet

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

[640x440] Reunião conjunta Comtextil e Comcouro. Mathias Susemihl e Carlos Eduardo Raia. Foto: Julia Moraes

Mathias Susemihl e Carlos Eduardo Raia, da Reweb apontam técnicas de geração de lucro pela internet. Foto: Julia Moraes

A geração de lucro pela internet. Este foi o tema da primeira reunião conjunta dos Comitês da Cadeia Produtiva da Indústria Têxtil e de Couro e Calçados (Comtextil/Comcouro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizada na terça-feira (26/02), na sede da entidade.

Convidados pelos coordenadores Elias Miguel Haddad (Comtextil) e Samir Nakad (Comcouro), os sócios da empresa Reweb, especializada em faturamento pela internet, Carlos Eduardo Raia e Mathias Susemihl, mostraram técnicas para os industriais aumentarem os lucros aproveitando ferramentas pagas e gratuitas, disponíveis na rede mundial de computadores.

“A maioria dos empresários brasileiros ainda utiliza a internet apenas para divulgar o histórico da empresa, através do site institucional, quando o potencial para gerar lucros é altíssimo”, explicou Raia. “O faturamento por e-commerce no Brasil está estimado em mais de R$ 23 bilhões, somente para o ano de 2012.”

Na opinião do diretor da Reweb, o sucesso em lucrar com a internet está baseado em ter um site amigável, um atendimento eficiente e uma entrega rápida, além de marcar presença nas mídias sociais – o que gera indicações e visibilidade para a empresa.

ICMS

[601x318] Reunião Comtextil e Comcouro. Foto: Julia Moraes

Da esquerda para a direita: Ramiro Sanchez Palma, Rafael Cervone Netto, Samir Nakad, Elias Miguel Haddad, Oswaldo de Oliveira Filho, Heitor Alves Filho e Joao Luiz Martins Pereira. Foto: Julia Moraes

Outro tema debatido entre os participantes dos comitês foi a aplicação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor calçadista e de vestuário paulista, que vem sofrendo com a perda de competitividade para indústrias de outros Estados.

Os incentivos fiscais recebidos por indústrias situadas fora do Estado de São Paulo geram uma diferença no preço nominal do produto de 5,63%, se comparado com mercadorias fabricadas aqui.

De acordo com Elias Haddad, foi solicitada, na última semana, à Secretaria da Fazenda, a aplicação de crédito outorgado nas compras de produtos de indústrias paulistas, realizadas por empresas de lucro real.

“Dessa forma, recuperamos um pouco o fôlego”, explicou Haddad. “Foi possível notar que o governo ficou sensibilizado com nosso pedido, principalmente porque o beneficio que a mudança gerará na economia dos setores será maior do que o impacto da renúncia fiscal.

Entenda o que é o Licenciamento Ambiental da Aquicultura

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

No final de 2012, o governo de São Paulo lançou a Via Rápida Ambiental da Aquicultura, que contou com duas publicações (Decreto 58.544/12 e Resolução SMA 91/12), complementando resolução do governo federal que estabelecia critérios gerais.

A Via Rápida é considerada uma importante conquista dessa cadeia produtiva ao desburocratizar o setor, promover sua competitividade e o desenvolvimento sustentável. Outros benefícios incluem o barateamento do processo para o pequeno e médio produtor, além de dar diretrizes para o marco regulatório.

Por isso a Fiesp, em 6 de março, promoverá o primeiro Seminário de Licenciamento Ambiental da Aquicultura, após a publicação das normas, a fim de esclarecer os procedimentos técnicos e a análise dos processos de licenciamento.

Serão debatidos os novos regulamentos, a tributação e seu aspecto econômico, o que inclui também linhas de financiamento oferecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além de representante do BNDES, participam do evento o ministro Marcelo Crivella (Pesca e Aquicultura), os secretários estaduais Bruno Covas (Meio Ambiente) e Mônika Bergamaschi (Agricultura e Abastecimento).

Serviço
Data/horário: 6 de março, quarta-feira, das 8h30 às 16h30
Local: sede da Fiesp – Av. Paulista, 1313, capital
Saiba mais: http://www.fiesp.com.br/agenda/seminario-licenciamento-ambiental-da-aquicultura/

Saiba o que foi tratado na Reunião Plenária do Deconcic de fevereiro/2013

Agência Indusnet Fiesp

O projeto de reformulação do site do Observatório da Construção foi o primeiro ponto da pauta da mais recente reunião plenária do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizada no dia 19/02, na sede da Fiesp, com a presença de diretores do Deconcic e de representantes de entidades do setor. O encontro teve a coordenação do diretor-titular do Deconcic, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio.

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Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio (com o microfone), diretor-titular do Deconcic, durante reunião plenária. Foto: Everton Amaro.

O diretor-titular adjunto, Manuel Carlos de Lima Rossitto, listou as atividades do projeto em andamento – como as visitas aos sindicatos e associações do setor – e os próximos passos para aprimorar o site. Entre eles, a formação de um grupo de trabalho com representantes das entidades e o levantamento de indicadores, estudos, publicações e legislação para estar à disposição dos interessados, entre outros dados. O objetivo é o de reunir na página as principais informações da cadeia de construção de modo integrado aos dos principais sites do setor.

Em seguida, a diretora-adjunta Maria Luiza Salomé apresentou as condições para a missão empresarial do Deconcic ao Salão Internacional da Construção (Batimat 2013), que acontecerá de 3 a 7 de novembro, em Paris, na França. Alguns detalhes, como o local de hospedagem, ainda estão em definição. A missão deve incluir a possibilidade de cursos que venham a ser oferecidos na cátedra da Fiesp com a Sorbonne.

Por fim, a plenária do Deconcic analisou uma proposta de implementação das recomendações do “Programa Compete Brasil”, lançado no 10º ConstruBusiness. Ficou decidida a formação de um Grupo de Trabalho para eleger prioridades entre as recomendações para a formulação e encaminhamento das propostas.

A próxima reunião do Deconcic acontecerá em março durante a Expo Revestir , evento que acontece no Transamérica Expo Center.

Plenária do Deconcic discute Observatório da Construção e ConstruBusiness

Agência Indusnet Fiesp

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Diretor-adjunto do Deconcic, Manuel Carlos de Lima Rossitto ( com microfone), apresenta plano para o Observatório da Construção na 1ª reunião plenária do Deconcic da Fiesp. Ao lado (à direita), o diretor-titular Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio. Foto: Everton Amaro

Em reunião plenária na terça-feira (22/01), o Departamento de Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo debateu três temas: a página web Observatório da Construção, a implementação das propostas do caderno da edição 2012 do Construbusiness e a participação em feiras do setor.

No primeiro item da pauta, o diretor-adjunto do Deconcic, Manuel Carlos de Lima Rossitto, apresentou o plano para aprimorar a página web Observatório da Construção.

Em seguida, sob a coordenação do diretor-titular Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, os presentes debateram os próximos passos para colocar em prática as propostas do 10º ConstruBusiness, evento realizado no dia 3 de dezembro de 2012, com presença do vice-presidente da República, Michel Temer.

Por fim, foi debatido como aproveitar os eventos do setor de construção ao longo de 2013 para estabelecer discussões de interesse da cadeia produtiva.

Cerca de 80% dos investimentos nos próximos três anos em SP serão em infraestrutura, diz secretário de Habitação

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Silvio Torres, secretário de Habitação do Estado de São Paulo. Foto: Everton Amaro

Cerca de R$ 22 bilhões devem ser injetados no setor de construção civil pelo governo de São Paulo no ano de 2013 e, dos R$20 bilhões anuais de investimentos, em média, para os próximos três anos, 80% serão voltados para obras em infraestrutura. Os números foram divulgados pelo secretário de Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres.

“São Paulo vai fazer investimentos maciços, agora, na área de ferrovias. Acabamos de firmar uma PPP [Parceria Público-Privada] que vai fazer São Paulo dotado de trens expressos novos que vão mudar a agenda, especialmente no direcionamento das pessoas ao interior”, afirmou Torres ao participar da abertura do 10º Construbusiness, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Sobre habitação, Torres confirmou aporte de ao menos R$ 8 bilhões de reais para a construção de mais de 80 mil moradias populares “nesses próximos anos”.

“Nós também lançamos um projeto inédito de PPP em São Paulo. Serão 50 mil moradias e já iniciamos o processo das 10 mil moradias que construiremos no centro de São Paulo. A iniciativa privada deu uma resposta muito forte. Apresentamos proposta para 10 mil e vieram projetos para 26 mil moradias para o centro da cidade”, afirmou o secretário.

O evento

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Carlos Eduardo Auricchio: Compete Brasil sugere medidas para eliminar os gargalos da infraestrutura. Foto: Ayrton Vignola

Para o Construbusiness 2012 – 10º Congresso Brasileiro da Construção, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) elaborou um programa chamado Compete Brasil, que sugere medidas de Planejamento e Gestão; Aspectos Institucionais e Segurança Jurídica; Funding; Mão de Obra; Impactos Tributários e Custos Produtivos, além de Sustentabilidade.

Ainda durante a abertura do evento, Carlos Eduardo Auricchio, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) destacou que o programa Compete Brasil sugere medidas para eliminar os gargalos da infraestrutura, “os vilões reconhecidos que impedem o crescimento e a competitividade sustentável.”

“O Deconcic reuniu a cadeia produtiva da indústria da construção e traz para esse evento propostas eficazes. Estamos aqui, podemos contribuir e contem conosco”, concluiu Auricchio.

Fiesp anuncia data da 10ª edição do Construbusiness para dezembro de 2012

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Foi lançada na terça-feira (07/08), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a 10ª edição do Construbusiness, o Congresso Brasileiro da Construção, promovido pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp. O evento será realizado no dia 03 de dezembro, na sede da Fiesp, e terá como tema “Competitividade na Cadeia Produtiva da Indústria da Construção – Brasil 2022: Planejar, Construir, Crescer”.

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Da esquerda para direita: Maria Luiza Salomé (diretora-titular-adjunta do Deconcic), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio (diretor-titular do Deconci) e José Carlos de Oliveira Lima (vice-presidente da Fiesp)

O vice-presidente da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, destacou que o Construbusiness serve para detectar os problemas e apontar soluções, promovendo a interação maior do setor, que tem como meta construir 23 milhões de habitações nos próximos 10 anos.

“Quando começamos, no ano passado, a estudar mais detalhadamente os problemas da cadeia de construção, nós conseguimos detectar primeiro que a mão de obra estava muito deficitária no setor. Mas, em seguida, vimos outros problemas, como a competitividade. Porque dentro deste projeto habitacional do Brasil até 2022, nós não temos tecnologia para construir numa rapidez tão grande. Precisamos de mais tecnologia, de maior produtividade e de uma interação maior do setor”, salientou Oliveira Lima.

O Construbusiness 2010 gerou o estudo “Brasil 2022: Planejar, construir, crescer” com números que apontavam a necessidade de crescimento do Brasil em diversos índices, como infraestrutura e logística. Números esses que, segundo Claudia Viegas, diretora da LCA Consultores – empresa contratada para realizar o levantamento –, já estão ultrapassados e precisam ser revistos, mas em prazo menor que o projetado.

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No final do evento, o presidente Paulo Skaf agradeceu a participação das entidades na execução do Construbusiness ao longo dos anos

“Olhando para o Construbusiness 2010, que foi histórico, a gente pretende atualizar alguns números. Alguns setores tiveram uma evolução extraordinária e já tornaram aqueles números projetados para 2022 ultrapassados”, avaliou Claudia.

Segundo ela, a intenção é atualizar os dados em um horizonte mais curto: “Até 2017, para sabermos em que nível o Brasil está em termos produtivos e para que possamos confrontar com índices que nos deixam envergonhados em termos de ranking internacional, como logística, burocracia e tributação. Já somos a quinta maior economia do mundo, mas em outros indicadores estamos muito aquém. E queremos mostrar esse contraste”, apontou.

Para a diretora da LCA, é preciso saber onde gastar e como aproveitar para não perder a efetividade. Por isso a necessidade do estudo para apontar exatamente o que o setor precisa para atingir a meta de moradias até 2022. “Todo e qualquer recurso que é gasto e não tem efeito direto em aumento de produção é perda de eficiência econômica e consequentemente afeta de maneira negativa todo e qualquer setor”.

Novo diretor

O evento também serviu para efetivar a nomeação de Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio como novo diretor-titular do Deconcic, em substituição a José Carlos de Oliveira Lima. Segundo Oliveira Lima, Carlos é o nome certo para conduzir o departamento, pois já havia substituído o próprio Oliveira durante sua ausência em outras oportunidades e por estar conduzindo pessoalmente todo o processo do Construbusiness 2012. A efetivação é imediata e já está em vigor.

O novo diretor falou a respeito da nomeação e dos desafios do novo cargo: “Ratifico o meu compromisso em dedicar todo o meu esforço e minha capacidade para ajudar na condução do Deconcic. Quero usar o termo ajudar. É com essa confiança de conduzirmos juntos que pude aceitar esse convite”.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, também prestigiou o evento e, no final, agradeceu a presença dos convidados e a participação das entidades na divulgação e execução do Construbusiness ao longo dos anos.

“Estou aqui hoje apenas para agradecer pelo esforço e união de todos vocês para garantir que o Construbusiness seja mais uma vez um sucesso. Essa união foi essencial em todos esses anos, seja com trabalho, com ideias, com apoio. Muito obrigado”, finalizou o  presidente Skaf.

Pleitos da Fiesp/Ciesp atendidos favorecem competitividade da indústria

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Atendendo a pleitos da Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo editou as Portarias CATs nº 82 e nº 83, ambas de 29/6/12.

Foi prorrogada a vigência dos Índices de Valor Agregado (IVA-ST) aplicados nas operações subsequentes com materiais de construção e congêneres, assim como produtos de alcochoaria.

Esses produtos estão enquadrados na sistemática da Substituição Tributária do ICMS. O prazo antes expirava em 30 de junho; agora, se estende até 31 de julho deste ano. A nova data auxiliará na conclusão das pesquisas de apuração dos novos índices.

Outra conquista foi o pleito da Fiesp/Ciesp para o setor de iluminação atendido pela Presidência da República, com a publicação do Decreto nº 7.770, em 28 de junho.

Prorrogou-se até 30 de setembro deste ano a vigência da alíquota de 5% para o IPI dos produtos classificados nos códigos 9405.10.9 e 9405.40. A nova data ajudará na melhoria da competitividade da indústria do setor.

Fiesp cria programa setorial para atender demandas de qualificação das cadeias produtivas

Djalma Lima, Agência Indusnet Fiesp

O Departamento de Ação Regional (Depar) da Fiesp e o Senai-SP estão desenvolvendo um programa setorial para atendimento das demandas de mão de obra qualificada das cadeias produtivas da indústria paulista.

A primeira etapa da iniciativa é a realização de encontros com os sindicatos associados à federação para conhecimento das demandas. Em um segundo momento, o programa diagnosticará as necessidades de qualificação profissional dessas cadeias e apresentará a solução sugerida pelos técnicos do Senai-SP.

O primeiro da série de 23 encontros programados aconteceu nesta quarta-feira (14) com o Sinaees, o Sindicel e o Sindilux, sindicatos que representam o setor de material elétrico e eletrônico. O próximo está marcado para o dia 27 de março e reunirá representantes dos sindicatos do setor de borracha e plástico.

A Fiesp apresentou três projetos: o Capital Humano, que trata da gestão de profissionais qualificados de forma planejada e integrada; o Sou Capaz, de promoção à inclusão de deficientes no mercado de trabalho; e o Programa Jovem Aprendiz. O Senai-SP mostrou casos de atendimento sob medida para indústrias de diferentes setores.

A Fiesp e o Ciesp também divulgaram a parceria firmada com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), para ajustar os currículos escolares às reais necessidades de formação desejadas pelo mercado. O acordo prevê a revisão dos conteúdos ensinados por meio de pesquisas e debates entre os setores produtivos e as instituições de ensino.

Segundo Sylvio de Barros, diretor-titular do Depar, o programa setorial contribuirá para o fortalecimento dos Sindicatos por meio da melhor articulação com o Senai-SP e do mapeamento dos principais entraves legais e burocráticos dos diferentes setores produtivos.

Dentre os temas inseridos nesse contexto está o atendimento às cotas de contração de pessoas com deficiência e jovens aprendizes. “Já existem propostas da Fiesp para a alteração da legislação que regulamenta esses dois programas”, informou Barros.

Para presidente da Fiesp, Avicultura é modelo de desenvolvimento

Nina Proci, Agência Indusnet Fiesp

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Paulo Skaf, presidente da Fiesp, elogia desempenho do setor de Avicultura

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, participou nesta terça-feira (25) da abertura do 22º Congresso Brasileiro de Avicultura, no Centro de Exposições Imigrantes.

Considerado um dos mais importantes encontros do setor, o Congresso tem a finalidade de unir os elos da cadeira produtiva e, nesta edição, aborda o tema “A Competitividade da Avicultura Brasileira”.

Durante três dias serão realizadas várias programações que incluem debates sobre perspectivas do comércio internacional, desafios logísticos, oportunidades para o Brasil, competitividade, entre outros. Também estão programadas mesas-redondas técnicas sobre qualidade, estratégias nutricionais e desenvolvimento genético.

O presidente-executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, abriu o Congresso fazendo um balanço positivo do setor. De acordo com ele, a avicultura representa um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 36 milhões, com participação de 1,5% do PIB brasileiro. Ainda segundo Turra, o setor gera aproximadamente 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos.

Paulo Skaf elogiou o desempenho da avicultura nacional e sua organização: “Quisera tivéssemos a situação da avicultura em todos os setores brasileiros, seria um grande privilégio. O setor é organizado, integrado e estimula o produtor, transferindo tecnologia e ajudando-o no capital de giro.”

O presidente da Fiesp também ressaltou a importância da competitividade, não só no setor avícola, mas em todos os segmentos. “O que precisamos é lutar pela competitividade do Brasil. Se não desenvolvermos a competitividade, colocaremos em risco o sucesso de nosso país.”

Paralelamente ao 22º Congresso Brasileiro de Avicultura, acontece a Feira do setor com a presença de empresas produtoras de equipamentos, das áreas de saúde animal, insumos, material genético, além de entidades agroindustriais e instituições governamentais.

O Senai-SP participa da exposição com um estande onde o visitante pode conhecer os cursos de qualificação profissional na área de alimentos.

Serviço
Evento: 22º Congresso Brasileiro de Avicultura

Data: 25 a 27 de outubro
Local: Centro de Exposições Imigrantes

CNI montará programa integrado de P&G; com participação regional

Mariana Ribeiro, de Brasília, Agêncio Indusnet Fiesp

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) discutiu nesta sexta-feira (22), em Brasília, a construção de uma agenda comum das entidades da indústria para articular a cadeia nacional de suprimento do setor de petróleo e gás.

Para a diretora de Relações Institucionais da Confederação, Heloísa Menezes, a agenda de projetos para subsidiar o crescimento do setor deve funcionar como indutora da estrutura industrial, para fazer frente à demanda dos próximos dez anos – impulsionada principalmente pela exploração e produção nas novas reservas do pré-sal.

“Há um enorme potencial do Sistema Indústria para ser executor dos projetos de envolvimento e preparação da cadeia produtiva de petróleo e gás”, afirmou a diretora da CNI na abertura do workshop, que reuniu as federações de indústrias, Petrobras, Prominp, Onip e BNDES.

O Ciesp e a Fiesp participaram do evento para discutir o fortalecimento dos núcleos estaduais de P&G, e apresentaram como modelo a expertise da parceria com o Prominp no estado de São Paulo, que subsidiará o alinhamento de um programa integrado do Sistema para a cadeia de fornecedores do segmento.

“A nossa indústria tem que se mobilizar para esse novo momento da economia, caso contrário perderá terreno para as empresas estrangeiras. Nosso papel é ser a ferramenta de apoio para chegar ao empresário”, resumiu Julio Diaz, diretor de Infraestrutura do Ciesp, que representou a entidade ao lado de Eduardo Berkovitz, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp.

Metas

O desafio da indústria é ser capaz de responder a uma demanda em torno de US$ 400 bilhões até 2020 – segundo a Onip, uma escala suficiente para desenvolver uma sólida cadeia produtiva de bens e serviços local. “É um volume sem paralelo em nenhum outro mercado”, dimensionou Bruno Musso, superintendente da Onip.

Só a Petrobras tem plano de investir US$ 224 bilhões no setor, dos quais US$ 212 bilhões no Brasil. Esse volume deverá movimentar uma sequência de investimentos no país de forma indireta.

“A ordem de grandeza dos investimentos na indústria brasileira será semelhante aos recursos que serão aplicados pela Petrobras diretamente no setor, além das obras de infraestrutura que serão necessárias”, garantiu o assessor Pedro Penido.

A companhia trabalha como meta a faixa dos 70% de participação de produtos brasileiros em projetos previstos no plano de negócios 2010-2014. Mas a política de conteúdo nacional no suprimento de bens e serviços é uma das preocupações da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), estado que, junto com o Espírito Santo, concentra cerca de 80% da produção atual de petróleo no país.

Para o vice-presidente da Firjan, Raul Sanson, o percentual de insumos que está sendo comprado no Brasil não pode ser confundido com conteúdo local, ou seja, aquilo que é efetivamente produzido no país. “É preciso estender o índice de participação para toda a cadeia para ter a dimensão de quem está fornecendo ou não”, alertou.

Sanson sugere a adoção de mecanismos de incentivos aos fabricantes que adotarem índices de conteúdo local acima do mínimo considerado pelo BNDES, de 60%.

Regionalização

O ciclo de eventos promovido pelo Ciesp/Fiesp e Prominp no interior paulista, em junho deste ano, foi reconhecido pelo coordenador nacional do Programa como modelo de sucesso que deve ser ampliado. Segundo José Renato Ferreira de Almeida, das cerca de 3.800 empresas cadastradas até o momento no Portal de Oportunidades do Prominp, a maior parte (40%) está em São Paulo.

O roadshow promovido nas unidades da rede Ciesp alcançou 1.400 empresários paulistas, que receberam orientações passo a passo sobre o processo de cadastramento na Petrobras. Associados em estágio avançado de cadastro contam com suporte diferenciado dos técnicos da estatal, por meio do acordo com o Prominp. Após a mobilização capitaneada pelo Ciesp, 792 empresas ingressaram no Portal de Oportunidades.

Nos próximos meses, colaboradores da entidade serão capacitados a oferecer as informações básicas para as empresas ingressarem como fornecedoras do setor.

Entre outras ações, novo roadshow deverá ser programado para 2011. Uma parceria com a Abenav (Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore) também está sendo costurada pelo Ciesp, para um ciclo de palestras nos moldes do que foi feito com Prominp. O evento piloto tem data marcada para 24 de novembro, em Campinas.

Expansão do petróleo deve impulsionar indústria nacional

Mariana Ribeiro, Agência Ciesp de Notícias

Começou nesta terça-feira (19) a quarta edição da Santos Offshore Oil & Gas Expo, maior evento no setor de petróleo e gás do estado de São Paulo e terceira maior feira do País. Autoridades do Estado e da Baixada Santista juntamente com empresários ligados à cadeia petrolífera marcaram presença.

O diretor de Infraestrutura do Ciesp, Julio Diaz, representou as entidades da indústria e falou sobre a pujança que a região vem consolidando no desenvolvimento do setor de P&G.

“Com o advento do pré-sal, Santos está ganhando muito mais importância. O estado de São Paulo será um polo extremamente importante do setor de petróleo e gás nos próximos anos”, afirmou Diaz.

Participaram da abertura o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos da Prefeitura de Santos, Márcio Lara, o secretário de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Luciano Almeida, o senador Aloísio Mercadante e o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.

Gabrielli aproveitou a oportunidade para anunciar o início das operações comerciais no campo de Tupi até o final de outubro. A reserva já produz 14 mil barris de petróleo, experimentalmente, desde 1° de maio de 2009. A Bacia de Santos detém a maior parte dos 33 bilhões de dólares de investimento da Petrobras só nas áreas do pré-sal, com aporte de 5 a 6 bilhões de dólares por ano até 2014.

Efeito em cadeia

A companhia recentemente revisou seu plano de negócios para US$ 224 bilhões, previstos para este e os próximos quatro anos – pelas contas do presidente da Petrobras, o montante representa um investimento de mais de R$ 1.600 por segundo. Mas o cumprimento desse plano, segundo ele, depende diretamente da rede de fornecedores.

“Esse volume de investimentos vai, em vários segmentos da cadeia, atingir o limite da capacidade mundial de fornecimento”, alertou Gabrielli. “Para atender nossa demanda no tempo que precisamos, vários dos nossos segmentos precisarão também aumentar a sua capacidade”, frisou.

É nesse contexto que ganha importância a discussão sobre a participação da indústria brasileira no processo. Hoje, o requisito de conteúdo nacional está em torno de 65%. Para Julio Diaz, do Ciesp, esta é uma importância estratégica para o País.

“Especialmente a indústria paulista, que não tinha uma participação tão relevante. E que fique bem claro, esse desenvolvimento não é específico do setor de petróleo e gás. Ele será uma grande alavancagem, mas a indústria como um todo tem que responder a esse apelo”, afirmou o diretor.

A Petrobras iniciou um processo de licitação para a aquisição de 28 sondas de alta profundidade, que serão produzidas no Brasil. Além das 27 sondas já contratadas no exterior para serem entregues em 2012, as 28 adicionais – que custarão cerca de 500 a 800 milhões de dólares cada uma – devem ficar prontas após 2014, até que a indústria brasileira tenha capacidade de fornecê-las.

“Nesta lógica de forçar o crescimento da cadeia, temos uma política muito clara: a necessidade de que esse adicional de capacidade seja predominantemente construído no Brasil. E é por isso que estamos exigindo crescentemente conteúdo nacional no nosso projeto”, defendeu José Sergio Gabrielli.

Feira

A Santos Offshore vai até sexta-feira, dia 22. Entre os destaques da programação, estão a Rodada de Negócios nesta quarta-feira (20) – com 18 grandes compradores, 93 pequenas empresas e expectativa de fechar mais de 250 negócios – e o Canal Fornecedor da Petrobras, que terá atendimento diferenciado a associados Ciesp. Nesta edição, 315 empresas e organizações expõem na Feira, com visitação aberta ao público das 14h às 21h.

A programação completa está disponível no site do evento.

ICE South America reúne cadeia de convertedores de papel, filme e folha metálica

Agência Indusnet Fiesp,

A primeira feira brasileira totalmente dedicada à indústria de conversão de papel, filmes, folha metálica e não-tecido,ICE South America acontece entre os dias 4 e 6 de agosto de 2010 no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

O evento aposta no promissor mercado latino-americano que, mesmo durante a crise, manteve sólidos índices de crescimento e já conta com o apoio de três grandes associações brasileiras: Fiesp, Abigraf e Abief.

A ICE South America é realizada pela inglesa Mack Brooks, empresa responsável pela ICE Europe, que reuniu na última edição – realizada em novembro de 2009 na Alemanha – 329 expositores de 21 países, consolidando-se como o maior evento mundial da indústria de conversão.

A feira sediada no Brasil cobre uma ampla gama de produtos e serviços para a conversão de materiais bobinados como papel, filmes, laminados e não-tecidos em embalagens.

A Mack Brooks decidiu realizar a edição latino-americana do evento graças ao índice positivo de crescimento apresentado por esses países, principalmente o Brasil, mesmo durante a crise. De acordo com pesquisas recentes, o mercado brasileiro de materiais de revestimento cresce 15% anualmente, com previsão de aumento para os próximos anos.

Isso, somado à pequena exploração do consumo, coloca o Brasil e seus vizinhos em evidência para empresas de todo o mundo. Por essa razão, a ICE South America já conta com 70% da área reservada por empresas nacionais e internacionais do mercado de conversão.

Focada no mercado B2B, a feira, organizada pela Sator Eventos, vai permitir a expositores estabelecer contatos tanto com clientes de maquinaria, equipamentos e sistemas, quanto com potenciais representantes ou sócios locais.

Informações detalhadas sobre opções de exposição estão disponíveis no site da ICE South America:http://www.icesouthamerica.com/.