Musical que inspirou ‘A Madrinha Embriagada’ foi o mais premiado da Broadway em 2006

Agência Indusnet Fiesp

“A Madrinha Embriagada”, espetáculo que vai estrear no dia 17 de agosto para o público no Teatro do Sesi-SP, é uma adaptação do musical mais premiado da Broadway em 2006, com cinco prêmios entre as 13 indicações recebidas: “The Drowsy Chaperone”, de Bob Martin e Don McKellar. Dirigido por Miguel Falabella, “A Madrinha Embriagada” é fruto da iniciativa do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O espetáculo é conhecido em todo o mundo e estreou em 1988, em Toronto, no Canadá, chegando à Broadway em maio de 2006. De lá para cá, além do Canadá e dos Estados Unidos, foram várias montagens em países como a Inglaterra e o Japão.

Atores durante ensaio de "A Madrinha Embriagada": montagem brasileira tem direção de Miguel Falabella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Atores durante ensaio de "A Madrinha Embriagada": direção de Miguel Falabella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Os cinco Tony Awards recebidos por “The Drowsy Chaperone” em 2006 representam o principal reconhecimento que a obra poderia receber na área, na cena norte-americana.

Ambientada nos anos 1920, mais exatamente em 1928, a comédia musical traz, além do charme daquela época, um narrador nada convencional: o “homem da poltrona”. De quem se trata? De um fã de musicais que, uma determinada noite, decide parar para ouvir um de seus discos prediletos, chamado “A Madrinha Embriagada”. Dessa forma, os personagens das canções terminam invadindo a sua casa. E tem início a trama.

Na montagem brasileira, o “homem da poltrona” será interpretado por Ivan Parente, conhecido, entre outros trabalhos, pela sua participação em “Alô Dolly”, “Pinóquio” e “O Mágico de Oz”. Parente não é a única estrela do espetáculo, formado por um time de 25 estrelas conhecidas de musicais, como Stella Miranda (a madrinha embriagada), Saulo Vasconcelos (Feldzieg) e Kiara Sasso (Kitty), apenas para citar alguns nomes.

Mesmo permanecendo fiel à essência irreverente do original, Miguel Falabella se encarregou de dar um toque brasileiro à obra. Brasileiro e paulistano, mais exatamente. Tudo para que o público se reconheça na São Paulo dos anos 1920 apresentada no palco.

As músicas e letras são de Lisa Lambert e Greg Morrison, com figurinos de Fause Haten.