Sesi-SP luta, mas perde para o Brasil Kirin pela Superliga Masculina de Vôlei

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Com direito a empate espetacular no quarto set, o time masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) acabou perdendo no tie break para o Brasil Kirin por três sets a dois (25/20, 23/25, 21/25, 25/16 e 13/15), em partida válida pela nona rodada da Superliga 2014-2015. Lucão, do Sesi-SP, foi o maior pontuador, com 24 pontos, e o ponteiro Tavares, do Brasil Kirin, ficou com o troféu Viva Vôlei.

O técnico Marcos Pacheco mandou para quadra o levantador Marcelinho, o oposto Rafael, os ponteiros Maurício e Lucarelli, os centrais Riad e Lucão, além do líbero Serginho. Entraram Thiaguinho, Mão e Murilo.

Com o resultado, a equipe de Pacheco mantém os 40 pontos e permanece na quarta posição da classificação geral. O time masculino do Sesi-SP  retorna no em 21 de fevereiro contra o São José dos Campos, na Vila Leopoldina.

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Sesi-SP enfrenta Brasil Kirin em disputa pela Superliga 2014-2015. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O jogo

O primeiro set começou apertado, Lucarelli abriu o placar mas logo o Brasil Kirin empatou. O Sesi-SP se garantiu e  seguiu na frente durante todo o set. Aproveitando os erros do adversário, o time de Pacheco soube administrar bem a partida.

O segundo período começou melhor para o Sesi-SP. O time chegou abrir seis pontos a quatro, mas logo o Brasil Kirin se recuperou, virou e garantiu o primeiro tempo técnico. Cometendo muitos erros, o time da indústria chegou a ficar seis pontos atrás dos adversários. O Brasil Kirin se saiu melhor e garantiu o segundo set.

Saindo na frente, a equipe adversária começou o terceiro set com dois a zero, mas logo o Sesi-SP buscou com Lucão e empatou a partida. O jogo se manteve apertado até o primeiro tempo técnico. Com Lucão atacando forte pela lateral e um ace de Riad, os meninos da Vila passaram na frente no placar, mas foram os adversários que fecharam mais um período.

O quarto set começou com ace de Riad. O Brasil Kirin logo empatou o placar, mas Mão soube explorar bem o bloqueio e abriu dois pontos de vantagem, seguido por um belo bloqueio de Riad. Com largadinha de Lucão, milagre de Marcelinho em defesas e bloqueio de Lucarelli, o set seguiu bem favorável para o Sesi-SP, que soube aproveitar o bom entrosamento e levou a melhor.

A equipe masculina do Sesi-SP começou o tie break saindo na frente. O ataque de Lucarelli, o bloqueio de Lucão e a defesa de Murilo levaram o time a abrir três pontos logo no inicio. O Brasil Kirin soube, no entanto, aproveitar os erros do adversário e garantiu a partida.

Sesi-SP vence Brasil Kirin e chega à final do Campeonato Paulista de Vôlei Masculino

Agência Indusnet Fiesp

Foi um jogo de superação. Depois de perder o jogo normal por 3 sets a 0 (22/25, 21/25 e 24/26), o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) levou a melhor sobre o Brasil Kirin/Campinas, na noite desta quinta-feira (16/10), no Ginásio Taquaral, em Campinas, ao vencer o chamado “golden set”, tira-teima previsto no regulamento quando cada equipe ganha uma partida – o Sesi-SP vencera a primeira na Vila Leopoldina por 3 sets a 1 na sexta-feira (10/10).

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Diante da torcida da equipe adversária, equipe juntou forças para vencer o set decisivo. Foto: Lucas Dantas/Sesi-SP Divulgação

No set decisivo, os comandados do técnico Marcos Pacheco foram melhores na reta final e bateram os donos da casa por 25/20, em confronto válido pelas semifinais do Campeonato Paulista de Vôlei Masculino.

Com o resultado, o Sesi-SP garante vaga na final da competição. O adversário ainda será definido.

Para o técnico Marcos Pacheco, no jogo normal prevaleceu a força de conjunto do Brasil Kirin. Ele disse que, ciente da possibilidade de “golden set”, procurou escalar os garotos no segundo e terceiro set. “Foi um quebra-cabeça e tivemos competência para ser eficientes.”

Na análise do líbero Serginho, foi um jogo de superação. “A gente perdeu o jogo por 3 sets a 0 e jogando mal. É muito difícil superar isso, mas tivemos calma e aproveitamos as oportunidades, principalmente na hora de sacar.”

A equipe atuou com Marcelinho, Théo, Rogério, Lucão, Douglas e Lucarelli, além do líbero Serginho. Também atuaram Rafael, Aracaju e Thaguinho.

Vôlei masculino do Sesi-SP vence Brasil Kirin na semifinal do Campeonato Paulista

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Na primeira das duas partidas da semifinal, a equipe masculina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) venceu o Brasil Kirin na noite desta sexta-feira (10/10) e saiu na frente na luta pela vaga na final. Jogando em casa, no ginásio da Vila Leopoldina (zona oeste da capital), o Sesi-SP venceu por 3 sets a 1 (25/23, 20/25, 30/28 e 25/18).

Com 24 acertos, o oposto Theo foi o maior pontuador do confronto que marcou a volta do ponteiro Murilo, recuperado de uma lesão em sua passagem pela seleção brasileira no Mundial da Polônia.

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Lucarelli dá uma largada para superar bloqueio do time de Campinas. Foto: Lucas Dantas/Sesi-SP Divulgação


Na avaliação de Marcos Pacheco, técnico do Sesi-SP, a equipe ainda precisa evoluir. “Foi uma boa partida. O time tem que aprender a resolver seus problemas. Coletivamente, esse time precisa aprender a jogar junto. Vencemos, maravilhoso. A cada jogo, o time vai evoluindo.”

A equipe atuou com Marcelinho (levantador), Theo (oposto), Mão (ponteiro), Rogério (central), Lucão (central), Lucarelli (ponteiro) e Serginho (líbero). Entraram: Murilo (ponteiro), Rafael (oposto) e Bernardo (levantador).

A partida decisiva está marcada para quinta-feira (16/10), em Campinas. Se o Sesi-SP vencer garante vaga na final. Se perder, um Golden Set define o finalista.


O jogo

O primeiro set começou equilibrado com as duas equipes atacando. Com a diferença de um ponto, o primeiro tempo técnico foi de 07/08 para o Brasil Kirin. Na volta, com ace de Marcelinho, o Sesi-SP passou a frente abrindo 14/11 e forçou o técnico do time de Campinas a pedir tempo técnico. Aumentando ainda mais a vantagem, o Sesi-SP abriu cinco pontos de vantagem com ace de Lucão e uma boa defesa do líbero Serginho, forçando mais um tempo técnico do adversário. Erros de ataque do lado Sesi-SP facilitaram aproximação do Brasil Kirin no placar, diminuindo a vantagem para apenas um ponto, mas a equipe da Vila foi mais guerreira e garantiu o primeiro set (25/23). Destaque do primeiro set, o central Rafael foi o responsável por pontos de ataque e de bloqueio.

No segundo set o time de Campinas entrou mais forte, cometeu poucos erros e chegou abrir uma vantagem de seis pontos, forçando o técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco, pedir tempo. Na frente durante todo o set, o Brasil Kirin aproveitou alguns erros no ataque e na defesa do Sesi-SP para manter a vantagem na pontuação. Após o segundo pedido de tempo técnico de Pacheco, a equipe da Vila acertou algumas jogadas mas não foram suficientes para virar o placar, o time adversário fechou o segundo set em 20/25.

No terceiro set, o técnico Pacheco optou por começar com Murilo no lugar do central Mão. Com erros de saque dos dois times, o set começou equilibrado. O time de Campinas chegou abrir três pontos de vantagem, mas após o pedido de tempo de Pacheco o time da Vila se recuperou e passou a frente, fechando o primeiro tempo técnico em 08/07. Forçando e encaixando bons saques, o Sesi-SP manteve a vantagem de um ponto durante o set e garantiu mais uma parcial (16/15). Ponto a ponto, as duas equipes mantinham o empate, mas com a garra de Theo atacando e forçando o saque o time do Sesi-SP foi mais guerreiro e garantiu o terceiro set com 30/28.

Assim como nos três primeiros, o quarto set começou bastante disputado, com as duas equipes atacando e pontuando. Para sair na frente e fechar o primeiro tempo técnico do set, o Sesi-SP apostou em saques forçados, dificultando a recepção do time adversário. Dando sequencia às boas jogadas e abrindo cinco pontos, a equipe de Pacheco forçou o técnico do Brasil Kirin pedir tempo para tentar quebrar o ritmo e se recuperar na partida. Sem sucesso, o time de Campinas não conseguiu reagir e o Sesi-SP fechou mais um tempo técnico na frente (16/11). Aproveitando os erros do adversário, o Sesi-SP colocou teve bom aproveitamento no ataque e fechou o quarto e último set em 25/18.

Iniciativas Sustentáveis: Brasil Kirin – Gestão Sustentável para promover relações de confiança

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Por Karen Pegorari Silveira

Qualquer empresa que tenha um sistema de gestão sustentável é bem-vista no mercado e ganha em competitividade. Por isso, a Brasil Kirin, uma das principais empresas de bebidas do país, decidiu utilizar a metodologia da materialidade¹ em seu processo de avaliação de desempenho sob o olhar da sustentabilidade e encontrou os temas mais relevantes para sua estratégia de negócio. A partir de então, a empresa criou a Vice-Presidência de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade e o Comitê Multidisciplinar, ligados diretamente à Presidência.

Entre as ações dessa nova área está a Escola de Sustentabilidade, dentro da Academia Corporativa, para apoiar a mudança de cultura interna. A escola, que já ofereceu 300 cursos gratuitos aos funcionários, tem quatro pilares: os fundamentos e o conceito do tema na empresa; as boas práticas para dar visibilidade às iniciativas já existentes; as transformações sustentáveis, tendências e inspirações; e o consumo consciente, também vinculado ao consumo responsável de álcool e ao consumo sem desperdício.

Nessa academia corporativa o desenvolvimento dos funcionários e parceiros é promovido e direcionado para as estratégias de educação. Sua missão é implementar um modelo de gestão de conhecimento e educação corporativa sustentável, que agregue valor para a empresa.

Segundo Juliana Nunes, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade, a Brasil Kirin considera a sustentabilidade uma das formas de gestão de negócio. “Entendemos que o tema deve ser transversal a todas as áreas da empresa, de forma a gerar valor compartilhado para toda a cadeia e públicos com os quais a empresa se relaciona”, pondera a profissional.

Diversas outras ações voltadas para a sustentabilidade também estão em andamento, como os projetos de renovação de frotas e de automatização da logística; o lançamento do refrigerante Fibz – bebida inovadora com adição de fibras e sem açúcar; a adoção de fontes de energia renovável com a aprovação do projeto de um parque eólico no Ceará; as medidas relacionadas ao cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a gestão de embalagens e a associação estratégica entre as áreas de Inovação e Marketing.

Em comparação com os dois últimos anos, os resultados já aparecem e mostram que a empresa está no caminho certo. Ela reduziu 2% no consumo de água; 5,6% das emissões de gases de efeito estufa; 96% do seus resíduos sólidos seguiram para reciclagem; e, ainda, os cursos para 100% dos funcionários.

A Brasil Kirin iniciou suas atividades no país em 2011, quando a japonesa Kirin Holdings Company adquiriu o controle acionário da Schincariol, fábrica de bebidas fundada em 1939 na cidade de Itu, interior de São Paulo. Hoje ela é uma empresa de bebidas integrante do grupo global com mais de 46 mil funcionários no mundo, e presente em mais de 15 países. Suas marcas são distribuídas por 19 centros de distribuição e mais de 190 revendas atendem cerca de 600 mil pontos de vendas em todo o Brasil. Entre suas marcas estão a Itubaina, a Baden Baden, a Devassa, Schin, entre outras.

¹ O processo de materialidade permite que a empresa identifique as questões consideradas críticas para o seu negócio.


Imagem relacionada a matéria - Id: 1540111884 VEJA OUTRAS INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS 

Sesi-SP derrota Brasil Kirin/Campinas e fica a um passo da final da Superliga

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Em jogo eletrizante no ginásio da Vila Leopoldina, a equipe masculina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) venceu na noite de terça-feira (25/03) o Brasil Kirin/Campinas por 3 sets a 1 (30/28, 17/21, 21/14 e 22/20), em 2h02, na primeira rodada da série melhor de três das semifinais da Superliga 2013/14.

Com o resultado, o Sesi-SP pode assegurar a vaga na final já na próxima rodada, marcada para o primeiro sábado do mês de abril (05/04), às 9h no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). Para isso, basta uma vitória por qualquer placar. Se perder, o Sesi-SP tem a vantagem de jogar em casa a terceira partida.

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Murilo entrou no decorrer do jogo e contribuiu com pontos importantes no ataque e no bloqueio. Foto: Fiesp

No primeiro jogo, o público que lotou a Vila Leopoldina acompanhou um confronto marcado pelo equilíbrio,  especialmente no primeiro set, que durou quase 40 minutos, chegando ao placar de 30/28 em favor do Sesi-SP.

De acordo com o técnico Marcos Pacheco, os times se conhecem muito bem, tanto na estratégia de jogo como nas características individuais, o que leva ao equilíbrio.

Segundo ele, o time precisa melhorar em um fundamento. “Nós temos que ser um pouquinho mais agressivos no saque. O time foi construído para isso”, afirmou, acrescentando que o central Lucão passou a sacar flutuante para aumentar o índice de acerto. “O mundo espera que o Lucão saque forte. A gente espera que no treinamento volte a acontecer isso.”

Na análise do levantador Sandro, as duas equipes fizeram um bom trabalho no bloqueio. “O time deles tem um bloqueio bem forte, principalmente algumas redes como João Paulo, Gustavão e Riva, uma rede bem alta, que toca bastante na bola, e às vezes a gente não teve muita paciência de trabalhar para não enfrentar muito o bloqueio, mas tivemos um pouquinho mais de calma nos momentos decisivos”, destacou.

“A partir do terceiro set encaixou o [saque] flutuante e a gente conseguiu fazer com que eles tivessem que virar as bolas em vez de ganhar o ponto de graça.”

Para o ponteiro Murilo, que recebeu o troféu Viva Vôlei, o bloqueio do Sesi-SP funcionou bem, mesmo com um saque mais tático. “Predominou nossa força no bloqueio, nossa virada de bola. E nossa cabeça está no lugar porque a gente precisa se preparar. Lá [no ginásio do Taquaral] é um caldeirão e o jogo vai ser ainda mais difícil.”

O Sesi-SP entrou com Sandro, Renan, Lucão, Sidão, Lucarelli e Mão, além do líbero Serginho. Entraram: Manius, Murilo, Rogério e Thiaguinho. O Brasil Kirin/Campinas do técnico Alexandre Rivetti atuou com Paulo Renan, Rivaldo, Gistavão, Vini, Diogo e João Paulo Tavares, além do líbero Alan. Entraram: Bergamo, Rodriguinho e Mineiro.

O ponteiro Lucarelli, do Sesi-SP, foi o maior pontuador da partida, com 16 pontos.

O jogo

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Murilo e Sidão comemoram ponto em jogo que teve muita alternância no placar. Foto: Fiesp

O primeiro set começou como era de se esperar, com muito equilíbrio, com saques bem forçados e bonitas defesas de lado a lado. Os visitantes marcavam bem o ataque do Sesi-SP, que precisou de paciência para superar o bloqueio do Brasil Kirin. Foi assim que veio a vantagem no primeiro tempo técnico, com o ponteiro Mão, pela entrada de rede (07/05). Falhando na recepção, o Sesi-SP viu o adversário abrir dois pontos de vantagem (09/07), o que levou o técnico Marcos Pacheco a um pedido de tempo. Não adiantou e a equipe continuou com dificuldades para virar suas bolas. Pacheco decidiu tirar Renan e escalar Manius para reforçar o passe. Em ataque de Gustavão, a vantagem chegou a 12/08. O Brasil Kirin chegou à segunda parada técnica com 14/12. Em bola dividida na rede, os visitantes levaram a melhor e aumentaram a vantagem: 16/13. Um ataque de Renan e um erro do levantador reduziu a margem para apenas um ponto (18/16). Depois de ponto de Diogo (19/17), Pacheco pediu mais um tempo na tentativa de buscar o empate. Rivaldo comemorou bastante ao marcar o set point (20/18). O empate e a virada do Sesi-SP vieram em dois erros do time de Campinas. As equipes passaram a disputar ponto a ponto, até que Lucão, em bloqueio simples, garantisse o triunfo em 30/28, em 37´36.

No segundo set, o oposto Renan fez 04/03, mas o Brasil Kirin conseguiu virar e chegar à primeira parada técnica em vantagem: 07/06. Na volta, o bloqueio dos visitantes começou a funcionar (06/09). O Sesi-SP diminuiu em boa passagem de Sandro pelo saque, com Murilo aproveitando falha de recepção dos visitantes. O empate veio com bloqueio de Renan (09/09). O segundo tempo técnico veio em favor do Brasil Kirin (14/12). A vantagem campineira voltou a aumentar e Marcos Pacheco pediu tempo. Mas o time de Campinas soube ter tranquilidade para vencer o parcial em bloqueio de Gustavão e João Paulo: 21/17, em 23’59.

Na volta do terceiro set, Gustavão contou com a sorte para fazer  02/00 de saque. O Sesi-SP empatou depois de bola recuperação de bola e virou com Lucarelli pela saída de rede: 04/03. Em bola trabalhada várias vezes, Lucarelli soube explorar o bloqueio para abrir 06/04. Lucão, bem no bloqueio, parou duas vezes o ataque adversário para marcar 07/04 no primeiro tempo obrigatório. Em bela largadinha, Renan fez 09/06 e, depois, 10/07 com ataque pela saída. Lucarelli, em jogada de muito talento, soltou a bola no fundo da quadra e fez 12/08. Sidão conseguiu um ace e marcou o 14º, levando o jogo à segunda parada técnica: 14/09. Na maior diferença da partida até então, o Sesi-SP abriu seis pontos em bloqueio de Lucarelli (16/10). O Brasil Kirin diminuiu com Vini no saque (17/13), o que levou Marcos Pacheco a pedir tempo. Em bloqueio de Murilo em cima de Rivaldo, o Sesi-SP chegou ao set point: 20/13. O parcial foi fechado em 21/14.

No quarto set, Lucarelii errou um saque e os visitantes chegaram ao primeiro tempo técnico com dois de vantagem: 07/05. Depois de ace do adversário, a diferença em favor dos visitantes subiu para quatro (09/05) e Marcos Pacheco pediu tempo. O bloqueio voltou a funcionar bem com Sidão (08/09). Novo bloqueio de Sidão e o Sesi-SP empatou em 10/10. Murilo, no bloqueio, fez o ponto da virada (11/10) e Alexandre Rivetti pediu tempo. O Brasil Kirin virou o placar em ataque de Gustavão pelo meio (12/11). Murilo, bem na partida, fez o do empate (12/12). O Sesi-SP passou na frente em erro de Gustavão (13/12). Num belo ataque de Lucarelli, o Sesi-SP conseguiu chegar na frente na segunda parada técnica obrigatória (14/13). O Brasil Kirin virou novamente (16/15) e Marcos Pacheco pediu tempo. O empate veio com Sandro em bloqueio simples (18/18). Lucão foi para o saque balanceado e o Sesi-SP passou na frente: 19/18. O time de Campinas chegou ao set point (20/19), mas uma boa passagem de Sandro pelo saque ajudou na vitória por 22/20 e 3 sets a 1.

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Tony Azevedo, craque do polo aquático, entregou o Troféu Viva Vôlei a Murilo. Foto: Fiesp

Sesi-SP reencontra Brasil Kirin/Campinas; agora, nas semifinais da Superliga masculina

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

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Sesi-SP venceu quatro dos cinco duelos na temporada. Foto: Arquivo Fiesp

Mais uma vez, as equipes do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Vôlei Brasil Kirin/Campinas se encontram na temporada em uma partida decisiva.

Ainda em 2013, os times fizeram a final do Campeonato Paulista, com vitória e título do Sesi-SP, além da partida que definiu a liderança na fase de classificação (vitória do Brasil Kirin. Já na Superliga, foram duas outras partidas, com duas vitórias do Sesi-SP. Ao todo foram cinco partidas, com quatro vitórias dos paulistanos e uma dos campineiros. Mas quem pensa que os times estão cansados do encontro, se engana.

Nesta terça-feira (25/03), as duas equipes se encontrarão novamente pela primeira partida das semifinais da Superliga, às 20h30 (com transmissão do Sportv), na Vila Leopoldina, com mudanças em seus elencos que prometem um novo desenho, segundo o treinador do Sesi-SP, Marcos Pacheco.

“Das finais do Paulista para a Superliga em si, agora existem alguns ingredientes novos que podem mudar a cara do jogo. A entrada do Renan como titular no lugar do Evandro, por exemplo, e a volta do Murilo, que não disputou o Paulista.

Em Campinas, tem a volta do João Paulo Tavares, experiente oposto que não participou do Paulista e da Superliga. São novos personagens que podem mudar a partida, com certeza. Não é mais o mesmo jogo de antes”, disse Pacheco, que na última temporada esteve do outro lado e guarda boas lembranças. Mas, garante, hoje a cabeça está toda no time da Vila.

“Passei uma temporada por lá, fiz amigos, claro, ficou um carinho. É um projeto muito legal, bem feito e que a cidade, que tem muita tradição esportiva, abraçou completamente. Mudou a estrutura (patrocinador), mas as pessoas que tocam tudo continuaram e são competentes. Faz muito bem para o voleibol nacional essa equipe passar para uma semifinal de Superliga. Mas hoje meu trabalho é no Sesi-SP e é nisso que eu penso. O Campinas é mais um adversário, que tem suas características e ambições, e assim eu preciso trabalhar para ganhar o jogo. Hoje eu vejo desta forma: um rival a ser batido”, concluiu.


Paulistas x mineiros

Dois times paulistas e dois mineiros nas semifinais do campeonato nacional. O que poderia mostrar uma concentração de força nos dois estados, para Marcos Pacheco é resultado da entrada do Sesi-SP no cenário de São Paulo. Do lado mineiro, a força já existia há muito tempo.

“Teremos esse ano a décima final seguida com um time mineiro. Alguma coisa naquela região está sendo bem feita. Antes era o Minas, tradicionalíssimo clube brasileiro, depois teve o Montes Claros e agora é o Cruzeiro. Há alguns anos atrás, a rivalidade era mais voltada para Sul x Minas, mas a entrada do Sesi-SP foi muito importante para fortalecer o vôlei de São Paulo nos últimos anos. Hoje, paulistas e mineiros refletem uma nova realidade na modalidade”, finalizou o campeão de sete edições da Superliga.

A semifinal será decidida em melhor de três jogos. A primeira partida será nesta terça, e a segunda apenas no dia 05/04, às 9h30, em Campinas. A terceira partida, se necessária, será na Vila Leopoldina, dia 07/04, às 18h45.

A final da Superliga Masculina está marcada para 13 de abril, ainda em local a definir.


Serviço

Superliga Masculina 2013/2014
Sesi-SP x Vôlei Brasil Kirin
Data/hora: 25/03/2014 (terça) / 20h30
Local: Ginásio da Vila Leopoldina – Rua Carlos Weber, 835, Vila Leopoldina, São Paulo – SP

Em Campinas, Sesi-SP decide nesta quinta (31/10) Campeonato Paulista de Vôlei

Agência Indusnet Fiesp

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Lucarelli, Ary e Serginho. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O time masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) decide na noite desta quinta-feira (31/10), às 19h, em Campinas, o Campeonato Paulista de Vôlei. A partida tem transmissão confirmada pelo canal Sportv.

O adversário é o Brasil Kirin, que joga em casa no ginásio da Taquaral.

Na primeira partida das finais do campeonato paulista de vôlei, o Sesi-SP venceu o Brasil Kirin, de Campinas, por 3 sets a 1 (21/18, 18/21, 21/16 e 21/15).

Com o resultado , o Sesi-SP pode conquistar o título nesta quinta (31/10) com uma vitória por qualquer placar.

Se o Brasil Kirin vencer, o regulamento prevê a disputa do Golden Set, logo após a partida, em melhor de 21 pontos, para definir o campeão estadual.

Sesi-SP vence Brasil Kirin por 3 sets a 1 e sai na frente na decisão do Campeonato Paulista

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Na primeira partida das finais do campeonato paulista de vôlei, o time masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) venceu o Brasil Kirin, de Campinas, por 3 sets a 1 (21/18, 18/21, 21/16 e 21/15) na tarde deste domingo (27/10), no ginásio da Vila Leopoldina.

Com o resultado , o Sesi-SP pode conquistar o título com uma vitória por qualquer placar na segunda partida, que será realizada na quinta-feira (31/10), às 19h, em Campinas, no ginásio do Taquaral.

Se o Brasil Kirin vencer, o regulamento prevê a disputa do Golden Set, logo após a partida, para se definir o campeão estadual.

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Sesi-SP joga partida decisiva fora de casa. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


O Sesi-SP marcou nove pontos de saque – seis de Evandro, dois de Lucão e um de Lucarelli. Na avaliação do oposto Evandro, maior pontuador da partida, com 26 pontos, o bom desempenho da equipe no Sesi-SP não foi o único fundamento determinante para a vitória. “Tirando uma hora no segundo set que a gente tomou alguns pontos seguidos, nosso ataque foi muito eficiente, nosso bloqueio foi eficiente, nossa recepção. Jogamos bem. Jogamos muito bem. Isso fez a diferença.”

O técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco, elogiou o desempenho de sua equipe. “Hoje foi uma atuação muito boa, contra um adversário muito bom, mas o time jogou bem, foi competente para obter a vitória”, analisou o técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco. Segundo ele, o time do Sesi-SP tem a oportunidade de ter jogadores extremamente agressivos no saque. “Como foi o Lucão no terceiro set e o Evandro no quarto set.”

De acordo com o levantador e capitão da equipe do Sesi-SP, Sandro, a vantagem do Sesi-SP é relativa. “A gente conquistou uma vitória hoje, mas tem que conquistar outra na quinta-feira. Descansar um pouquinho amanhã voltar a treinar na terça-feira forte, ajustando algumas coisas que não deram certo no jogo de hoje, mas valorizando, sim, as coisas que a gente fez bem. A gente sacou muito bem, pressionou a equipe deles o tempo inteiro. Acho que isso foi primordial para conseguir a vitória.”

Segundo Sandro, a equipe é experiente para suportar a pressão no jogo em Campinas. “A gente vai esperar um caldeirão lá em Campinas. No Taquaral a gente sabe que a torcida vai, comparece, gosta de voleibol. Com certeza vai ajudar a equipe deles, mas a gente vai preparado. Vamos trabalhar a semana e ir com tudo para buscar nosso tricampeonato.”

Com relação à possibilidade de decidir o campeonato no chamado Golden set, Pacheco disse acreditar ser situação nova e muito perigosa. “Não temos histórico no Brasil quanto a isso. Vamos lutar muito para não chegar a esse ponto.”

O Sesi-SP do técnico Marcos Pacheco atuou com Sandro, Evandro, Sidão, Lucarelli, Ary e Lucão. Serginho foi o líbero. Entraram: Renan, Rogério, Thiaguinho, Mão e Lucianinho.

O Brasil Kirin do técnico Alexandre Rivetti atuou com Rivaldo, Gustavão, Vini, Diogo, Bravo e Rodriguinho. Alan foi o líbero, Entraram: Bergamo, Paulo Renan, Rodrigão e Mineiro.

O jogo

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Evandro foi o maior pontuador do jogo. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


No primeiro set, num prenúncio do equilíbrio que marcaria boa parte do confronto, o jogo começou com um breve rali. Depois de troca de pontos, o Sesi-SP conseguiu abrir uma pequena vantagem (05/03) em saque de Lucarelli, mas em boa passagem de Vini pelo saque, o Brasil Kirin virou. Sidão, em boa trama pelo meio, empatou (06/06). Na sequência, o bloqueio parou Rivaldo e os donos da casa chegaram na primeira parada técnica com vantagem mínima (07/06). O jogo seguiu disputado ponto a ponto, com o bloqueio do Sesi-SP funcionando bem. Evandro, no saque, abriu a margem para dois pontos (10/08) e o técnico da equipe de Campinas pediu tempo. Funcionou e o Brasil Kirin virou (11/12). Foi a vez de Marcos Pacheco parar o jogo para conversar com seus atletas. Aproveitando um contra-ataque em que Sandro defendeu, Serginho levantou e Evandro botou na quadra adversária, o Sesi-SP chegou à segunda parada obrigatória na frente (14/13). Na sequência, o bloqueio do funcionou duas vezes e a equipe abriu três (16/13). Em bela jogada de Sidão, a vantagem foi mantida (17/14). Os visitantes aproveitaram um rali para encostar (17/18). Lucão, pelo meio de rede, deixou o placar em 19/17. Marcos Pacheco fez uma inversão do 5-1, escalando Thiaguinho e Renan. Mas Thiaguinho errou saque e Marcos Pacheco desfez a opção. Diogo errou o saque e o Sesi-SP chegou ao primeiro set point. O Sesi-SP soube aproveitar um contra-ataque e Lucão fechou parcial: 21/18.

No segundo set, as equipes seguiram trocando pontos até que Rivaldo acertou um saque (02/03). Lucarelli, com muita habilidade, explorou o bloqueio para empatar. Rivaldo parou no bloqueio de Sidão (04/03). Em belo ataque do fundo de quadra, Lucarelli marcou mais um (05/04). O Sesi-SP soube aproveitar um contra-ataque e Lucão não perdoou: 06/04. O Sesi-SP chegou ao primeiro tempo técnico obrigatório em erro de Rivaldo: 07/04. Os visitantes diminuíram em bloqueio de Gustavão. Evandro soube explorar o bloqueio para fazer 11/08. Lucarelli parou e bloqueio de Rivaldo: 11/10. Bravo soube explorar o bloqueio e empatou (11/11). Os visitantes viraram para 11/12 em bola de Serginho que o árbitro apontou como dois toques. Marcos Pacheco pediu tempo mas o Sesi-SP seguiu errando na linha de recepção e o Brasil Kirin chegou a 11/14. A vantagem caiu para 13/15 e Alexandre Rivetti pediu tempo. O Sesi-SP conseguiu diminuir para 15/17 em bloqueio de Evandro. Em belo ataque de Ary, a diferença caiu para 16/18. O Brasil Kirin chegou a 16/20. Ary reduziu para 17/20 e, depois de defesa de Renan, o Sesi-SP diminuiu para 18/20. Depois de belo rali, o Brasil Kirin empatou o jogo ao fechar em 18/21 em 23 minutos, em ataque para fora de Lucarelli.

No início do terceiro set, o Sesi-SP soube sair de uma desvantagem de 01/03 para 05/04 em saque de Evandro. Lucarelli, voando do fundo da quadra, fez 06/05. Os visitantes chegaram na frente na primeira parada técnica (06/07). Um belo ace de Lucão empatou a contagem (08/08). O central acertou a mão novamente e virou (09/08). Sidão, pelo meio, manteve o Sesi-SP um ponto na frente. Gustavão errou o ataque e perdeu a chance de empatar. Bravo parou em bloqueio triplo do Sesi-SP, que marcou 12/10. Em bela levantada com uma só mão, Sandro colocou Sidão em condições de fazer o 13/11. Rivaldo não conseguiu superar mais um bloqueio triplo do Sesi-SP e atacou na rede. O Sesi-SP chegava à segunda parada com 14/11. Com 15/11, Marcos Pacheco fez a inversão de 5-1. Bravo acertou um ace e reduziu a vantagem do Sesi-SP para apenas um ponto (15/14). Marcos Pacheco pediu tempo. O Brasil Kirin conseguiu empatar em 15/15. Lucão, finalmente, marcou pelo meio: 16/15. Diogo errou ataque pela entrada de rede e o Sesi-SP fez 17/15. Foi a vez de Alexandre Rivetti pedir tempo. Evandro aproveitou contra-ataque e fez 18/15. Rivaldo tentou explorar o bloqueio sem sucesso e o Sesi-SP ampliou: 19/15. Diogo parou em bloqueio simples de Lucão e o Sesi-SP chegou ao primeiro set point (20/15). O técnico do Brasil Kirin novamente pediu tempo, mas Lucão fechou o set em 21/16.

No quarto set, o Sesi-SP fez 02/00 depois de um peixinho salvador de Serginho. O Brasil Kirin empatou com Vini. E virou depois de um longo rali: 02/03. Sidão parou no bloqueio dos visitantes, que abriram 03/05. Marcos Pacheco não esperou e decidiu pedir tempo. Deu certo e o Sesi-SP soube aproveitar um contra-ataque para empatar e virar com Evandro em boa passagem de Sidão pelo saque. Lucão fez mais um e o Sesi-SP chegou na frente na primeira parada técnica. Em belo bloqueio de Lucão, o Sesi-SP fez o 09/07. Evandro, em saque demolidor, fez o 10/07 e Alexandre Rivetti pediu tempo. Evandro continuou soltando o braço e ampliou: 11/07. O oposto prosseguiu bem na partida e o Sesi-SP chegou com 14/11 na segunda parada obrigatória. O Sesi-SP continuou acertando suas bolas e manteve a vantagem (16/13). Em erro de ataque do Brasil Kirin, o Sesi-SP ampliou para 17/13. Lucão, pelo meio, fez mais um: 18/14. Evandro voltou ao saque e continuou demolidor, marcando o 19º e o 20º pontos. O Sesi-SP fechou o jogo com Evandro : 21/15 e3 sets a 1.

Ainda buscando entrosamento, vôlei masculino do Sesi-SP perde em casa para Brasil Kirin

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Na estreia oficial de Lucarelli e Renan, a equipe masculina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) mostrou poder de reação, mas acabou sofrendo seu primeiro revés na temporada 2013/14. Jogando em casa, na Vila Leopoldina, o Sesi-SP foi derrotado no início da noite deste sábado (31/08) pelo Brasil Kirin, equipe que tem como base o extinto Medley Campinas. Os visitantes venceram por 21/17, 21/18, 13/21, 18/21 e 15/12) em 1h44 de tempo jogado.

Com o resultado, o Sesi-SP perdeu a chance de acesso direto às semifinais do campeonato paulista e precisará decidir a vaga com o sétimo colocado da tabela de classificação, a ser definido, possivelmente Atibaia ou São Caetano.

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Lucarelli ataca pela entrada de rede. Ponteiro marcou 16 pontos em sua estreia pelo Sesi-SP. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


Para o técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco, o Brasil Kirin mereceu ganhar. “Jogou melhor que nós, teve um volume maior de jogo que o nosso”, avaliou.

De acordo com Pacheco, o Sesi-SP tem atletas excepcionais, mas ainda é preciso melhorar o conjunto para formar um time. “Eles são espetaculares um por um. Nós temos que fazer uma equipe espetacular.”

“Precisamos de tempo para entrosar o time. Tivemos oportunidade de fazer algo melhor hoje, mas passou. Não vamos ficar chorando”, resumiu o técnico do Sesi-SP.

Segundo André Heller, central do Brasil Kirin, a vitória foi boa, mas ainda não representa muito nas atuais circunstâncias. “É muito cedo, é o nosso sexto jogo oficial na temporada. Tenho muito os pés no chão, temos muito a melhorar, erramos muito”, disse o campeão olímpico.

Afirmando estar feliz em jogar pelo Sesi-SP, Lucarelli lamentou a derrota na estreia. “O time de Campinas mudou muito pouco e o entrosamento deles está mais afinado”, disse o ponteiro, que disse ter estranhado a bola, de um fabricante diferente daquele que faz a bola com a qual vinha  jogando pela seleção brasileira. “Eu fiquei treinando  quatro meses seguidos com uma bola. Treinei só dois dias com essa. Isso pesa um pouco, mas não pode ser desculpa. O jogo dava para ter ganhado se a gente errasse um pouco menos, mas bola pra frente.”

Outro estreante, Renan elogiou o adversário. “O time deles está bem consistente, grandes jogadores”, afirmou destacando que entrou na inversão do 5-1 com Bernardo Roese pelo maior entrosamento com o levantador reserva.

Na análise de Sandro, levantador do Sesi-SP, o jogo foi equilibrado. “Eles jogaram muito bem, nós jogamos um pouco abaixo. Nosso saque não entrou muito, mas dá para ter um parâmetro do que vamos enfrentar na Superliga”, disse Sandro, para quem o Sesi-SP precisa agora treinar pensando na equipe que enfrentará nas quartas de final – possivelmente Atibaia ou São Caetano.  “Nossa equipe tem muita coisa para melhorar. É só o início de trabalho.”

Evandro foi o maior pontuador da partida, com 22 pontos, seguido por Lucarelli (16 pontos), Lucão (11 pontos), Sidão (10 pontos), Renan (cinco) e Manius (quatro).

Pela equipe de Campinas, Rivaldo liderou a pontuação, com 20 pontos, seguido por Diogo (15 pontos), Bravo e Gustavão (ambos com oito pontos), André Heller (seis) e Rodriguinho (um).


Escalações

O Sesi-SP jogou com Sandro, Evandro, Sidão, Manius, Lucão e Lucarelli. Serginho foi o líbero. Entraram Renan, Alisson, Roese, Lucianinho e Tarcisio. Técnico: Marcos Pacheco. Assistente técnico: Marcel Matz.

O Brasil Kirin entrou com Bravo, Diogo, Gustavão, Rodriguinho, Rivaldo e André Heller. Alan jogou de líbero. Jogaram Bergamo, Paulo Renan e Juninho. Técnico: Alexandre Rivetti. Assistente: Fabiano Ribeiro.

O jogo

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Lucão disputa bola. Sandro e Lucarelli observam. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O primeiro set começou muito equilibrado, com ligeira vantagem para o Brasil Kirin, que chegou ao primeiro tempo obrigatório na frente: 07/06. Os visitantes abriram dois pontos (13/11) e Marcos Pacheco pediu tempo. Evandro, em belo ataque pela saída de rede, diminuiu, mas o time de Campinas seguiu comandando o placar, chegando ao segundo tempo obrigatório com 15/13. Rodriguinho, variando muito as jogadas, acionou Rivaldo para marcar 17/14. Os visitantes não desperdiçaram ataques e chegaram a 19/16, forçando novo pedido de tempo de Marcos Pacheco, que tentou a inversão do 5-1, tirando Evandro e Sandro, e colocando Renan e Bernardo Roese. Na volta, Sidão, bem marcado, sofreu o bloqueio e os visitantes chegaram ao set point: 20/16. Os visitantes fecharam o parcial por 21/17.

O segundo set começou equilibrado, com as equipes aproveitando as jogadas pelo meio –Lucão pelo Sesi-SP e André Heller pela equipe de Campinas, que chegou na frente no primeiro tempo obrigatório: 07/05. O Sesi-SP voltou bem e marcou dois pontos seguidos. Depois de um belo rali, Evandro virou a bola e colocou o Sesi-SP na frente. Os adversários aproveitaram contra-ataque para retomar a dianteira e fazer 13/11. O Brasil Kirin chegou à segunda parada obrigatória com 15/12. O Sesi-SP voltou bem e empatou com Lucarelli, pela ponta. Na sequência, o Brasil Kirin abriu dois pontos (18/16) e Marcos Pacheco pediu tempo. Na volta, o Sesi-SP acertou o passe e Sidão fez pelo meio: 17/18. Mas, com erros de saque e de ataque do Sesi-SP, o time de Campinas fechou o parcial em 21/18.

No terceiro set, Sesi-SP voltou bem melhor, explorando o saque forçado de Lucão e, com o bloqueio bem postado, chegou ao primeiro tempo obrigatório com 07/01. A vantagem foi reduzida em um bom momento do central do Brasil Kirin, Gustavão. Depois de marcar pelo meio, o gigante foi para o serviço e os visitantes marcaram quatro pontos seguidos, forçando pedido de tempo de Marcos Pacheco. Manius, bem no bloqueio, fez 09/05. No saque, Sidão soltou o braço e fez 11/07. O Sesi-SP chegou à segunda parada obrigatória com um ataque forte de Lucarelli pela ponta: 15/09. Renan entrou bem – no bloqueio, o atleta de 2,17m fez 18/11. Manius fechou o terceiro set, explorando o bloqueio, depois de um pequeno rali: 21/13.

No quarto set, o Sesi-SP continuou bem, aproveitando os contra-ataques e com o bloqueio bem posicionado. Lucarelli fez o ponto da primeira parada obrigatória (07/03). O estreante seguiu bem no jogo começou a pontuar, marcando o ponto da segunda parada, depois de subir da linha atrás dos para atacar pelo meio de rede. O Brasil Kirin se recuperou com Rivaldo no saque e encostou: 15/14. Marcos Pacheco pediu tempo, mas Rivaldo continuou acertando o braço e empatou. Na sequência, Sandro recebeu a bola na mão e deixou Evandro em situação privilegiada para marcar o 16/15. No rali mais emocionante do jogo, novamente Evandro aproveitou e fez 17/15. O oposto do Sesi-SP, maior pontuador do jogo, fez mais um no bloqueio (19/17) e depois conseguiu o set point (20/18). O Sesi-SP  fechou o set em erro do adversário: 21/18.

No tie-break, o Brasil Kirin conseguiu abrir três pontos (06/03). Marcos Pacheco pediu tempo e Sidão, em jogada rápida, diminuiu: 04/06. Rivaldo explorou o bloqueio e faz 08/05.  Em lance polêmico, o árbitro deu invasão e os visitantes abriram quatro pontos (09/05). O time de Campinas ampliou a diferença: 11/06. Lucarelli diminuiu para 09/13. Em saque que resvalou na rede, caindo na quadra adversária, o Sesi-SP diminuiu e deu esperanças para a torcida: 10/13. A diferença caiu para dois pontos: 11/13, mas, com Rivaldo, o Brasil Kirin chegou ao match point: 11/14. Evandro diminuiu para 12/14, mas os visitantes não desperdiçaram a chance e fecharam por 15/12: 3 sets a 2.

Retrospecto

Este foi o sexto jogo do Sesi-SP na competição. Nas partidas anteriores, o Sesi-SP venceu, pela ordem, São Caetano (3 sets a 0), São José dos Campos (3 sets a 2), Climed/Atibaia (3 sets a 0), Funvic/Taubaté (3 sets a 2) e São Bernardo (3 sets a 0).

Público

O jogo teve na plateia alunos da escola municipal Pedro Nava, no bairro Rio Pequeno, em São Paulo, e jovens que integram o programa “Atleta do Futuro” no bairro de Guarapuã, no município de Dois Córregos, que tem uma parceria com o Sesi-SP de Jaú. Após a partida, atletas e comissão técnica do Sesi-SP posaram para uma foto com os jovens.