No Brasil Econômico, vice-presidente da Fiesp analisa crescente integração do Brasil com África

Agência Indusnet Fiesp

É oportuno intensificar a integração entre Brasil e África, afirma o segundo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Sabino Ometto, em artigo publicado pelo Brasil Econômico nesta quinta-feira (13/09).

No texto, Ometto lembra que organizações brasileiras já oferecem cursos de aprimoramento para africanos, e compartilha uma “simpática definição” que ouve de chefes de Estado africanos que visitam a Fiesp: “O Brasil é a África que deu certo.”

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, a produção de biocombustíveis de energia renovável é um dos setores mais atrativos no continente. “As obras energéticas têm custo estimado de US$ 40 bilhões e o programa de transportes, US$ 22 bilhões”, informa o executivo citando números do Banco Africano de Desenvolvimento. “Faz muito sentido intensificar a integração brasileiro-africana.”

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‘Uma coisa é o preço da energia. Outra é o imposto’, diz Skaf ao Brasil Econômico

Agência Indusnet Fiesp

Em chamada de primeira página, o jornal Brasil Econômico destacou nesta quarta-feira (25/07) uma entrevista com o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), Paulo Skaf.

Com o título “Fiesp acusa governos de manterem energia cara”, a matéria trata da aproximação do fim dos contratos de concessão de energia de fatia importante do setor elétrico brasileiro.

Na reportagem, o presidente da Fiesp manifesta preocupação com o a manutenção da atual faixa de preço. Governos federal e estaduais, segundo Skaf, desejam que a energia continue cara a fim de garantir receitas oriundas das estatais de energia elétrica e a arrecadação de impostos.

Na matéria, o presidente da Fiesp e Ciesp fala de todos os esforços que já foram feitos pela federação com a finalidade de cobrar a realização de leilões, como determina a Constituição, e que os leilões podem levar a uma redução de 20% na tarifa.

“Já fizemos campanha na televisão, fomos ao Tribunal de Contas da União com representação contra o governo – a Aneel e o Ministério das Minas e Energia – por não tomar providências”, afirma Skaf à repórter Juliana Garçon.

Na mesma página, o jornal traz uma entrevista no formato pergunta e resposta. “Uma coisa é o preço da energia. Outra é o imposto. Outra, a desindexação – o critério para atualização de preço. São discussões distintas. Para desconversar sobre o preço, fala-se em desindexação e em bloqueio aos aumentos anuais”, explica Skaf.

“Se o leilão derrubar os preços, como indicam nosso estudos”, acrescenta o presidente da Fiesp e Ciesp, “o país economiza R$ 1 trilhão em trinta anos, inclusive em impostos. Se o governo quiser reduzir impostos, tanto melhor. Mas não se pode disfarçar o tema. Tem que achar o preço justo, que não é o que eu acho, mas o que mercado encontra. O governo não pode mais postergar.”

Segundo Skaf, se o governo efetivamente não realizar os leilões e anunciar a prorrogação dos contratos, a Fiesp irá ao Supremo Tribunal Federal. “Só podemos ir quando o fato ocorrer, se o governo efetivamente não realizar os leilões e anunciar a prorrogação dos contratos. No momento em que isso acontecer, nós vamos ao STF”, assinala o presidente.