Foto: autoridades participam da abertura solene do 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha

Agência Indusnet Fiesp 

A presidente da República, Dilma Roussef, o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, e os presidentes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Skaf e Robson Braga de Andrade;  junto a autoridades brasileiras e alemãs, reuniram-se na tarde desta segunda-feira (13/05), para a abertura solene do 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2013), que aconteceu no WTC, em São Paulo.

Na ocasião, a orquestra Bachiana do Sesi-SP interpretou os hinos da Alemanha e do Brasil,  regida pelo maestro João Carlos Martins.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Autoridades na solenidade oficial de abertura do Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Na foto, da esquerda para a direita:

1 – [encoberto] Robson de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
2 – Fernando Haddad, prefeito de São Paulo
3 – Helena Chagas, ministra-chefe da Comunicação Social da República Federativa do Brasil
4 – Harald Braun, secretário-executivo do Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros da da República Federal da Alemanha
5 – Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil
6 – David Gill, secretário-executivo e chefe do gabinete presidencial da República Federal da Alemanha;
7 – Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo
8 – Joachim Gauck, presidente da República Federal da Alemanha
9 – Dilma Rousseff, presidente da República Federativa do Brasil
10 – Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores da República Federativa do Brasil
11 – Anne Ruth Herkes, secretária de Estado do Ministério da Economia e Tecnologia da República Federal da Alemanha
12 – Aloizio Mercadante, ministro da Educação da República Federativa do Brasil
13 – Hans-Jürgen Beerfeltz, secretário-executivo do Ministério Federal de Cooperação Econômica da República Federal da Alemanha
14 – Guilherme Afif Domingos, ministro da secretaria da Micro e Pequena Empresa da República Federativa do Brasil
15 – Ulrich Grillo, presidente da Confederação das Indústrias Alemãs (BDI)
16 – Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

EEBA 2013: debate trata de alternativas para agregar valor à matéria-prima brasileira

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Roberto Giannetti da Fonseca, diretor de Relações Internacionais da Fiesp, moderou debate sobre valor agregado à matérias-primas Foto: Fiesp

O Brasil é grande produtor de recursos naturais, mas ainda agrega pouco valor a essa produção, afirmou nesta segunda-feira (13/05) o diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti da Fonseca, no 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2013).

O titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp foi um dos participantes do workshop “Agregando valor às matérias–primas: como e onde”.

“Somos conhecidos no cenário internacional como produtores de commodities como café, açúcar, carne, frango, suco de laranja etc. Somos os segundos maiores exportadores do mundo de soja, com uma safra que já passa de 180 milhões de toneladas de grãos; produtores de ferro e de inúmeros metais; e o maior produtor mundial de nióbio, um metal estratégico para indústria siderúrgica mundial”, explicou o diretor do Derex, ressalvando que o Brasil agrega pouco valor a esses recursos.

“A intenção do governo e do setor privado é sempre formular estímulos para que a produção brasileira cresça. Para isso, muitas vezes é necessário realizar parcerias internacionais”, afirmou Giannetti.

Segundo ele, as experiências de empresas alemãs podem apontar alternativas para o Brasil. “Alguns produtos estratégicos passam a preocupar a indústria em geral como as terras raras, que são 17 elementos minerais estratégicos para as indústrias siderúrgicas e metalúrgicas mundiais”, observou.

De acordo com Giannetti, a China conseguiu conquistar uma posição de hegemonia nas terras raras. “Desses 17 elementos, a China detém quase 90% e estabelece cotas para exportação. O Brasil tem um grande potencial nessa área, mas precisa de tecnologia para separar esses minerais dos outros. Precisamos de métodos de metalurgia de separação econômica que seja rentável e crie novas fontes de suprimentos”, explicou.

Para o diretor do Derex, a Alemanha possui essa capacidade tecnológica e “pode se associar às empresas brasileiras para explorar, não só terras raras, mas outras perspectivas naturais que estão em vias de escassez”.

Energia e transporte

O diretor da empresa alemã Siegener Verzinkerei Holding, Paul Niederstei, afirmou que tem interesse em conhecer mais o mercado brasileiro. “Há uma grande demanda por parte de vocês nos projetos de infraestrutura e energia. Esses são dois fatores-chave para garantir o sucesso do Brasil e de todos os mercados emergentes”, completou.

Na opinião do diretor alemão, nessas áreas é necessário grande volume de fornecimento de aço. “O aço tem um problema: ele oxida, enferruja, e deve ser galvanizado, coberto com uma camada de zinco. Para nós, isso é uma vantagem”, explicou, acrescentando que a corrosão do aço causa prejuízo de 30 a 40 bilhões de euro por ano na Alemanha. “É um grande prejuízo na economia”, afirmou.

Segundo Niederstei, no Brasil, 700 mil de toneladas de aço foram galvanizadas no ano passado, enquanto, na Alemanha, esse número gira na casa dos 2 milhões de toneladas. “Vemos grande oportunidade na indústria de construção civil. Mas a questão é: como podemos penetrar no mercado brasileiro, de forma responsável e sustentável?”, questionou ao concluir.

Case de sucesso

O presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo, mostrou-se preocupado com a falta de valor agregado no Brasil. “Nós não somos mais nada do que o Brasil-Colônia. Exportávamos cana-de-açúcar, depois café e agora soja. Tudo isso in natura. Depois, importamos dos mais diversos países do mundo, os produtos acabados”, afirmou.

Figueiredo acredita que o Brasil precisa criar um conceito de agregar valor às matérias-primas. “É preciso ter o tripé: tecnologia, estímulo ao investimento e qualificação de mão de obra. Esse é um desafio para o Brasil se reposicionar”, alertou.

O diretor comercial da Agropalma, Marcello Amaral Brito, contou como a empresa que representa – ligada à indústria de matéria-prima básica – consegue agregar valor. “É preciso coragem, assumir posições não muito simpáticas para a indústria da qual você participa”, afirmou.

Brito explicou que a Agropalma adotou um processo chamado “Operação curiosidade”, que significa estar o mais próximo o possível de clientes e concorrentes. “Não economizamos em viagens para feiras, reuniões e encontros, pois isso nos traz os dados para que implementemos em nossa empresa”, explicou.

Como resultado de um investimento de 15 anos, Brito contou que a empresa foi líder no setor num ranking elaborado pelo Greenpeace no último ano. “Todo nosso investimento socioambiental se paga e dá lucro”, afirmou ao ressaltar que todas as pesquisas e estudos valeram a pena.

“Todo investimento socioambiental, se bem aplicado, vira um bom lucro”, concluiu.

Infraestrutura precária é maior entrave para produção industrial brasileira, diz diretor da Fiesp

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Josué Gomes da Silva, 3º vice-presidente da Fiesp. Foto: Luís Benedito/Fiesp

No painel “Fortalecendo a Base Industrial”, parte da agenda do 31º Encontro Empresarial Brasil-Alemanha, Josué Gomes da Silva, 3º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e presidente da Coteminas, falou sobre os desafios e principais problemas do setor industrial do país.

“A situação atual da indústria brasileira é preocupante. A infraestrutura e a baixa qualidade da mão de obra impedem nossa base de crescer como gostaríamos”, começou Silva.

Apesar da crítica, o empresário mostrou-se otimista em relação ao futuro. Ele disse perceber o esforço do governo na tentativa de contornar o problema. “Trabalhando nos pontos cruciais que prejudicam nossa competitividade, o futuro da indústria brasileiro será brilhante”, encerrou.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Carlos Mariani Bittencourt, diretor da CNI. Foto: Luís Benedito/Fiesp

Outro participante do painel, Carlos Mariani Bittencourt, diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), afirmou que a Alemanha é referência para o Brasil quando o assunto é competitividade industrial.

“Temos o maior custo de produção na indústria de transformação. O exemplo da Alemanha é importante. O país enfrentou cenários negros no passado graças à educação, principalmente”, disse Bittencourt, para quem o sistema tributário ceifa o crescimento e bem-estar da população.

Weber Porto, presidente da Evonik Degussa do Brasil, destacou o crescimento de renda do brasileiro e a importância dos programas sociais, os quais elevaram o poder do mercado interno brasileiro.

Para o dirigente, o Brasil é um país paradoxal. “Vemos avanços em um lado da cadeia, mas no outro vemos estagnação. Falta um plano definido para o futuro. Nossos custos são astronômicos e precisam ser revistos. Se isso acontecer, teríamos um Brasil maravilhoso”, disse Botelho.

O encontro foi moderado por Stefan Malr, representante do Conselho do BDI.

Governo da Alemanha quer o Brasil como parceiro forte e com novos acordos comerciais

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O primeiro painel de discussões do 31º Encontro Econômico Brasil–Alemanha  – evento que acontece até esta terça-feira (14/05), na capital paulista – abordou o tema parceria estratégica e econômica entre os dois países e contou com a presença do ministro Fernando Pimentel, que analisou as formas de fomentar parcerias cada vez mais efetivas de lado a lado. No entendimento do ministro, há um forte impulso para o fortalecimento da cooperação (leia mais aqui).

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Anne Ruth Herkes, secretária de Estado do Ministério de Economia e Tecnologia da Alemanha. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Anne Ruth Herkes, secretária de Estado do Ministério de Economia e Tecnologia da Alemanha, enfatizou o interesse de seu país em se engajar cada vez mais com o Brasil, criando novas parcerias e desenvolvimento. “Nosso objetivo é cada vez mais aprofundar nossas relações, com muito otimismo e trabalho”, disse.

Ela acrescentou: “Fazemos parte do mesmo sistema de valores. Queremos o Brasil como parceiro forte, com novos acordos comerciais, para trabalharmos ainda com mais profundidade. Precisamos identificar o que queremos para os nossos países. Um acordo de bitributação é importante neste momento”.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Robson Andrade, da Confederação Nacional das Indústrias. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson de Andrade, destacou os benefícios que um intercâmbio com a Alemanha pode trazer ao Brasil. “A indústria brasileira passa por dificuldades em competitividade”, pontuou, acrescentando que a indústria alemã é “um exemplo a ser seguido por nós: preparada para concorrência com o mercado internacional, inovadora e avançada”.

Conforme Andrade, uma grande oportunidade é a criação de parceiras em inovação tecnológica. “O Brasil é grande oportunidade de investimentos para todos os países”, destacou, ressaltando que uma indústria forte e a criação de um acordo de tributação devem ser olhadas com atenção pelos governos.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Stefan Zoller, do BDI. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Já o presidente do Conselho para o Brasil do BDI, Stefan Zoller, enfatizou a expectativa de que as parcerias “adentrem uma nova dimensão, com relacionamentos novos e ainda mais produtivos”. De acordo com ele, as pautas entre os dois países são próximas, principalmente em tecnologias verdes: “O ambiente é muito propício para o desenvolvimento mútuo”, salientou.

Ao encerrar o painel, Ingo Ploger, presidente do Conselho Empresarial da América Latina, indicou as novas dimensões comerciais internacionais: “Deve haver um trabalho muito forte entre os governos brasileiro e alemão para tecermos acordos com visão a longo prazo”, concluiu.

Brasil deve aprender com modelo alemão que fortalece pequenas e médias empresas, afirma Skaf no EEBA 2013

Alice Assunção e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

A modelagem alemã para as pequenas e médias empresas (PMEs) é um dos principais pontos da pauta do 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2013), disse o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, na manhã desta segunda-feira (13/05), durante cerimônia de abertura.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Na abertura do EEBA 2013, presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que as relações comerciais bilaterais entre Brasil e Alemanha são intensas, mas podem ser ainda mais. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

“O modelo alemão das pequenas e médias empresas é muito importante e devemos trazê-lo para o Brasil e aprender com ele”, afirmou Skaf. Segundo ele, as PMEs representam 66% do Produto Interno Bruto (PIB) alemão. “Estudos mostram que uma das razões para a resistência à crise da Alemanha é graças à política de pequena e média empresa”, completou.

De acordo com Skaf, o 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha é mais uma oportunidade para estudar formas de impulsionar as relações comerciais bilaterais. “A participação das empresas alemãs no Brasil ajudou muito o crescimento do nosso país. As relações são intensas, mas podem ser ainda mais. A corrente de comércio entre os nossos países ainda é pequena”, alertou Skaf.

Para o presidente da Fiesp, as relações comerciais entre Brasil e Alemanha podem ser ainda mais estreitas e o fluxo de exportação entre os dois países, mais equilibrado, já que em 2012 o Brasil exportou o equivalente a US$ 7,22 bilhões, enquanto as exportações alemãs chegaram a US$ 14,2 bilhões.

Comércio exterior

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540298031

Ulrich Grillo, presidente da BDI, citou a inovação como uma chave para fortalecer a indústria. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias Alemãs (BDI),  Ulrich Grillo, projetou um crescimento de 3,5% das exportações alemãs fora da zona do Euro neste ano.

Grillo alertou, no entanto, que a preocupação do empresariado alemão é o protecionismo adotado por alguns mercados estrangeiros. “O protecionismo é um perigo para a capacidade de crescimento de um país. Precisamos criar melhores caminhos multilaterais”, afirmou ao elogiar a nomeação do embaixador brasileiro Roberto Azêvedo para o cargo de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

“Isso mostra que o poder econômico do Brasil ganhou importância. Esperamos que Azêvedo dê novos impulsos nas OMC”, acrescentou.

Infraestrutura na Copa

Segundo o presidente do BDI, a Copa do Mundo em 2014 representa o primeiro desafio logístico para o Brasil.

“Certamente há muito o que fazer. O governo brasileiro está atacando esse tema de forma intensa, mas [infraestrutura de transportes] é algo que sabemos fazer e gostaríamos de aplicar também ao Brasil”, disse Grillo ao elogiar as concessões de aeroportos e de portos brasileiros para a iniciativa privada.

O representante da indústria alemã citou a inovação como uma chave para fortalecer a indústria. Apesar de o Brasil ocupar posição de liderança em agronegócio e matérias-primas, “o futuro também necessita de uma indústria forte”, ponderou Grillo.

Em seu pronunciamento, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, afirmou que o momento da indústria brasileira é de busca por capacitação e inovação. “Nosso principal objetivo é proporcionar a melhoria do ambiente de negócios entre ambos os países”, concluiu.

Dilma Rousseff e presidente alemão Joachim Gauck participam do maior evento de negócios entre Brasil e Alemanha

Agência Indusnet Fiesp

Os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Alemanha, Joachim Gauck, estarão com empresários dos dois países no mais importante evento da agenda bilateral Brasil e Alemanha. Promovido em parceria entre a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), sua congênere BDI e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O Encontro Empresarial Brasil – Alemanha (EEBA), ocorre nos dias 13 e 14 de maio, na capital paulista. São esperados dois mil empresários, aproximadamente, no evento.

O EEBA reúne desde a sua primeira edição, em 1974, autoridades governamentais e lideranças empresariais de ambos os países, para discutir a ampliação de investimentos, novas formas de cooperação e o fortalecimento do fluxo de comércio entre as duas nações.

Dados de 2012 apontam que exportações brasileiras para a nação germânica somaram US$ 7,27 bilhões (valor ainda considerável ante a diminuição de 19,5% em relação ao ano anterior), enquanto as exportações alemãs foram de US$ 14,2 bilhões.

Em sua 31ª edição, o evento deste ano foi moldado sob o lema “Cooperação Brasil-Alemanha para a Competitividade”, e a programação conta com painéis sobre parcerias entre setor público e privado – em ambos os países – e workshops para debater desafios relacionados às megacidades, entre eles: como agregar valor à matéria-prima, a gestão de megaprojetos e desafios do setor de energia.

Além destes, serão discutidos temas relacionados à inovação e pesquisa, à interação entre pequenas e médias empresas brasileiras e alemãs e à cooperação na área de saúde. O EEBA também engloba a realização da “40ª edição da Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil-Alemanha”, de cunho governamental.

Inscrições

O Encontro Empresarial Brasil – Alemanha é dirigido a empresários que possuam negócios ou tenham interesse em conhecer empresas alemãs com know how e expertise em tecnologia e inovação. Ou ainda gestores e diretores de pequenas e médias empresas que buscam inserção no mercado internacional.

A inscrição no evento é gratuita e pode ser realizada através do site www.eeba2013.com.br. Mais informações pelo telefone (11) 3549-4499.