Turbilhão de crises no país não pode “jogar no lixo” projetos de investimentos

Agência Indusnet Fiesp,

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, afirmou em um artigo publicado pela Folha de S. Paulo nesta terça-feira (10/2) que “tentativas desesperadas de resolver todos os problemas com um tiro de canhão nunca funcionam”. Ele se referiu, sobretudo, à crise hídrica que São Paulo enfrenta. Mas também alertou para as dificuldades e “desafios de toda ordem” que o país deve enfrentar em 2015.

“O turbilhão decorrente de crise hídrica e energética, da inflação elevada, da defasagem cambial, dos juros exorbitantes e do crescimento zero não pode jogar no lixo projetos de investimentos públicos e privados”, afirmou. “Convém ter em mente a ideia de que os ajustes mais eficientes são os graduais”, disse o vice-presidente da Fiesp em coluna intitulada Desperdícios no caderno Mercados da Folha.

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Benjamin Steinbruch diz: ‘Será que precisávamos de tamanho pacote de maldades?’

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (27/01), o vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch, qualifica as primeiras medidas da área econômica do governo como um “pacote de maldades”.

Embora admita que algum ajuste fiscal fosse necessário, Benjamin criticou o aumento de juros. “Na área monetária, os juros foram mais uma vez elevados pelo Banco Central, para 12,25%, taxa sem paralelo na Terra neste momento. Será que o Brasil precisava de tamanho pacote de maldades?”, questionou.

Ainda que as medidas tenham a justificativa de melhorar a credibilidade do país, o vice-presidente da Fiesp afirmou ser prudente o governo começar a pensar “em algum pacote compensatório, de bondades”, visando recuperar, principalmente, a autoestima da indústria. “Nove em cada dez economistas, de todas as tendências, acham que o maior desafio da economia brasileira, para voltar a crescer, é recupera a indústria”, afirmou.

Benjamin enfatizou ainda que o aumento de juros foi uma “overdose absurda e desnecessária” e que a austeridade fiscal é muito importante, mas o controle de gastos públicos, indispensável. “É preciso reduzir custos do setor produtivo, oferecer um câmbio favorável às exportações, cortar burocracias, ampliar infraestrutura, baratear o crédito, enfim, dar condições para que o produto brasileiro seja novamente competitivo”, concluiu.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (conteúdo sujeito a sistema Paypal)


‘Ignorar a derrocada da indústria é flertar com o desastre’, afirma Benjamin Steinbruch

Agência Indusnet Fiesp

Em seu artigo quinzenal no jornal Folha de S. Paulo, o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, dá um panorama dos rumos da economia internacional e brasileira.

No cenário doméstico, Steinbruch diz que o governo precisa de mais disciplina nos gastos públicos, estabilidade regulatória, previsibilidades, incentivo à concorrência, competitividade.

Mas recomenda prudência com o que chama de “andor da ortodoxia” nas políticas que possam causar impacto no crescimento do país.

“O governo não pode jamais abdicar de seu papel de indutor do desenvolvimento, por meio de ações específicas –política industrial, por exemplo– em áreas estratégicas, de pesquisa e desenvolvimento, novas tecnologias, infraestrutura, energias alternativas etc.”, adverte.

Segundo o primeiro vice-presidente da Fiesp, além de cuidar da sobrevivência de setores básicos e estratégicos, cabe ao governo zelar pela capacidade de recuperação da economia, reorientar investimentos, cultivar vocações setoriais, estimular setores dinâmicos e lutar pelo crescimento.

“Coisas que o mercado, sozinho, não faz. Ignorar olimpicamente a derrocada da indústria, por exemplo, é flertar com o desastre.”

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Benjamin Steinbruch: Brasil precisa ‘fazer o óbvio’

Agência Indusnet Fiesp

No artigo desta terça-feira (30/12) na Folha de S.Paulo, o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, afirma que na última década muitos dos problemas que afetam a competitividade brasileira se aprofundaram. E que, no limiar de 2015, segundo ele, o Brasil continua precisando “fazer o óbvio”.

“Fazer o óbvio exige que, junto com o ajuste fiscal, promova-se uma importante desvalorização cambial, que vai baratear o produto brasileiro de exportação e encarecer o importado”, explica ele.

“Significa retomar os investimentos para reduzir o custo Brasil na área da infraestrutura”, prossegue Steinbruch.

Ele lista ainda que, junto com o corte de gastos supérfluos, é necessária “uma corajosa redução geral de impostos sobre o setor produtivo, na certeza de que eventuais perdas de receita provenientes dessa atitude poderão ser compensadas pelo natural aumento de produção”.

“Por fim, mas não menos importante, fazer o óbvio exige também civilizar o custo do crédito. Enquanto persistir a ideia de que é normal o Brasil ter sempre taxas de juros abusivas, nada vai entrar nos eixos.”

>> Leia o artigo na íntegra no site da Folha de S. Paulo (sujeito ao sistema de paywall)

Para Benjamin Steinbruch, crescimento não se dará sem a recuperação da indústria

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (16/12), o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, faz um alerta contundente: “a indústria está em frangalhos”.

Benjamin comenta que o ajuste fiscal anunciado pela nova equipe econômica é bem-vindo e que ele vem com o controle dos gastos públicos.

Porém, na opinião do empresário, o Brasil necessita muito mais do que isso. “Será preciso recolocar a economia em um novo ciclo de crescimento, o que não se dará sem a recuperação da indústria.”

Ele aponta ainda alguns dos motivos para o atual cenário sombrio. “A estagnação e a ameaça de recessão econômica são fundamentalmente um reflexo da crise do setor industrial, que vem perdendo poder de competição com concorrentes estrangeiros e tem participação decrescente no PIB.”

Benjamin ainda descreve as principais causas da situação caótica da indústria brasileira. “O setor manufatureiro vem sendo caprichosamente destruído durante longos anos por uma taxa de câmbio apreciada, por uma carga tributária elevada e, sobretudo, por uma inexplicável política que mantém as taxas de juros internas sempre entre as mais altas do mundo”, afirmou.

Ao concluir, ele ressalta que não é possível pensar em crescimento sem pensar em fortalecimento da indústria.

Leia o artigo na íntegra no site da Folha de S. Paulo.


Brasil tem pressa e as reformas não podem esperar, afirma Benjamin Steinbruch

Agência Indusnet Fiesp

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Terminado o segundo turno, que culminou com a reeleição da presidente Dilma Rosseff, Não cabem revanchismos nem de eleitos nem de não eleitos, de acordo com o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch. “A obrigação de todos é respeitar a decisão popular, trabalhar e torcer pelo Brasil, que, mais do que nunca, tem pressa –as reformas não podem esperar”, afirma ele em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (04/11).

De acordo com Steinbruch, a presidente deveria propor, “o mais rápido possível, uma reforma fiscal, cujo principal objetivo seria reduzir a carga tributária e agregar competitividade à economia.”

“Claro que cortes de gastos públicos serão necessários, mas nunca poderão atingir investimentos e a área social –os alvos devem ser despesas correntes da pesada estrutura governamental”, ressalva.

Segundo ele, o alívio fiscal tornaria ainda mais viável a redução das taxas de juros sem provocar mais inflação. “De surpresa e na contramão dos movimentos em outros países, o Banco Central elevou a taxa de juros para 11,25% ao ano na semana passada. Não há economia que consiga ser competitiva com essa taxa, enquanto o resto do mundo opera com juros negativos”, comenta Steinbruch.

Steinbruch diz que o corte dos juros ajudaria a manter o câmbio em um patamar que dê apoio aos exportadores. “O câmbio é um dos fatores responsáveis pelo encolhimento da indústria nacional nas últimas décadas e pela perda de espaço nas exportações.”

Ele diz ainda que o desenvolvimento da indústria nacional precisa ser reorientado. “Para a criação de uma estrutura produtiva mais avançada tecnologicamente e integrada nas cadeias globais.”

Novo embaixador da Alemanha no Brasil se encontra com presidente da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

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Embaixador da Alemanha, Dirk Brengelmann, durante conversa com Benjamin Steinbruch e Thomaz Zanotto. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, e o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex), Thomaz Zanotto, receberam a visita do novo embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, na noite de quinta-feira (16/10), na sede da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Essa foi a primeira visita do embaixador a São Paulo, que fez questão de obter mais informações sobre a Fiesp, levando em consideração a importância da entidade paulista para as relações entre Brasil e Alemanha e o engajamento da indústria do país europeu no Estado de São Paulo.

Dia dos Mestres: leia a mensagem do presidente da Fiesp, Sesi-SP e Senai-SP

Agência Indusnet Fiesp

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Steinbruch em visita a uma escola do Sesi-SP em Itu. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Benjamin Steinbruch, emitiu nesta quarta-feira (15/10) uma mensagem aos educadores da instituição por ocasião do Dia dos Mestres.

Veja a íntegra da mensagem:



“Professor,

Seu esforço, sua dedicação, sua obstinação em transmitir ensinamentos é o começo de um futuro melhor para as pessoas e para a sociedade.

Para você, que transforma desafios em realizações, barreiras em oportunidades, ideias em estímulos, quero cumprimentá-lo pelo seu dia e agradecer por tudo que tem feito para que nossas crianças e jovens descubram a importância de aprender, de alcançar novos horizontes, de pensar num amanhã com mais caminhos e possibilidades.

Parabéns, professor! Obrigado por se dedicar a formar, educar e valorizar nossos alunos.

Benjamin Steinbruch”

Para Benjamin Steinbruch, presidenciáveis deveriam focar no que é urgente no Brasil

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540274317Em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (07/10), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, faz sua análise do que se deveria esperar para o segundo turno das Eleições Presidenciais.

Pensar no país deveria ser a missão mais importante dos brasileiros nas próximas duas semanas, pontua Benjamin. E para os dois candidatos que vão concorrer no segundo turno ele recomenda que se concentrem em mostrar o que pretendem mudar no país. “Não estou pedindo que ambos divulguem um calhamaço de mil páginas, com propostas que poucos terão tempo e paciência para ler. Basta fechar o foco no que é importante e urgente no Brasil de hoje: reformas estruturais”, sugere.

Steinbruch também destaca que a falta de confiança que impera no país não é exclusiva dos empresários. “É também daqueles que compram: estão inseguros para continuar comprando e com isso fazem a economia andar para trás”, afirma.

Na avaliação do presidente da Fiesp, qualquer que seja o eleito, o novo presidente precisará ter um compromisso com as reformas e com a maior urgência. “Cada vez mais me convenço de que essas reformas precisam ser feitas à jato, no início de mandato, para aproveitar o capital político adquirido nas urnas, ainda que a implementação ocorra de forma gradual”.

Steinbruch pontua as três reformas, difíceis de implementar, porém necessárias: a reforma  política, a reforma tributária e a reforma trabalhista.

“Que tal se os candidatos, nas próximas duas semanas, apresentassem suas propostas para essas três reformas básicas? Faríamos então uma espécie de plebiscito, cujo resultado não poderia ser contestado”, sugere. Na visão de Steinbruch, uma decisão como essa faria o governo começar de cara nova.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo.





Presidente da Fiesp faz saudação a vencedores da 3ª edição do Hackathon

Agência Indusnet Fiesp

Os três grupos vencedores da 3ª edição da maratona de desenvolvimento de aplicativos Hackathon, evento idealizado pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), visitaram a sede da entidade nesta segunda-feira (29/09).

Steinbruch (no centro) recebeu os vencedores do Hackathon. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp

Steinbruch (no centro) recebeu os vencedores do Hackathon. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp


Os empreendedores responsáveis pelos aplicativos Anama (ganhador na categoria Inovação para a Sociedade), Live Cube (Indústria Eletrônica) e Renault Connect (Indústria Automotiva) foram cumprimentados pelo presidente da entidade, Benjamin Steinbruch, que os parabenizou pelo resultado alcançado na competição realizada em 20 e 21 de setembro.

Sylvio Gomide, diretor titular do CJE, também participou do encontro e colocou a Fiesp à disposição para ajudar os empreendedores para apoiar no aprimoramento dos projetos.

>> Saiba mais sobre os projetos vencedores da 3ª edição do Hackathon/Fiesp

Benjamin Steinbruch no Globo: 2015 será uma oportunidade de ajustar o país

Agência Indusnet Fiesp

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, foi o entrevistado do jornal carioca “O Globo” na sexta-feira (26/09).

Na entrevista, Steinbruch diz o que mais prejudica a indústria em sua visão. “Precisamos de uma condição compatível com a que existe no mundo. O câmbio, por exemplo, tem que flutuar. Hoje, o real ainda está muito valorizado. Precisamos de um dólar a R$ 2,50 ou R$ 2,52 para que haja uma perspectiva de exportação e, ao mesmo tempo, se dificulte um pouco a importação. Se você começa a alterar artificialmente esses quesitos (o câmbio), você impede o desempenho normal da indústria e dos outros setores produtivos. Além disso, os juros altos asfixiaram a economia.”

Segundo ele, o ano de 2015 não será um ano fácil. “Vamos viver uma crise brava. Já estamos prestes a ver demissões em massa e mais paradas na produção, que já começaram. ”

O presidente da Fiesp, no entanto, disse acreditar que 2015 também será uma oportunidade de “ajustar o país para voltar à normalidade.”

>> Leia a entrevista completa no site de O Globo [sujeito a cadastro prévio] 

‘Estamos aqui para fazer bem feito e fazer cada vez mais’, diz presidente da Fiesp

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A escola do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) em Bragança Paulista, município a pouco mais de 85 quilômetros da capital, foi inaugurada em abril de 2013. Mas sempre é possível melhorar, de acordo com o presidente do Sesi-SP e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch. Ele aproveitou sua presença na cidade na quarta-feira (24/09) – depois de um encontro com empresários pela manhã – para visitar a unidade e conversar com funcionários e professores.

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Steinbruch: “A gente está no espirito facilitador e quer que as coisas funcionem bem.” Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Depois de passar pela cozinha e refeitório – local em que são servidos 560 almoços diariamente –, Steinbruch teve uma reunião com aproximadamente 25 professores da escola, que conta com 19 salas de aula, cinco laboratórios, duas áreas de convivência, uma biblioteca escolar, além de uma quadra poliesportiva coberta e salas dedicadas a atividades culturais.

De início, o presidente da Fiesp e do Sesi-SP explicou por que tem procurado falar com alunos, funcionários e professores desde que começou a cumprir agenda no interior em municípios como Americana, Campinas, Jundiaí, Sorocaba e Itu.

“Sei que vocês estão se dedicando ao máximo e que fazemos um bom trabalho, mas também sei que podemos fazer um trabalho ainda melhor”, esclareceu, acrescentando que assim é possível ouvir propostas positivas que não só resolvam aspectos de cada escola, mas passíveis de implementação em todas as unidades que integram o sistema. “Queria que vocês pudessem discutir o que está bom, o que pode ser melhorado, o que está eventualmente ruim”, pediu.

Para cada sugestão, Steinbruch passava a palavra ao diretor da Divisão de Educação e Cultura do Sesi-SP, Fernando Carvalho, que falou sobre ações em andamento naquele tema. Steinbruch também pediu que Carvalho estudasse a possibilidade de atender a algumas demandas pontuais e, mais tarde, chegou a telefonar para o prefeito do município, Fernão Dias da Silva Leme, para pedir uma solução em um pleito que é de competência pública.

Recomendou, ainda, à superintendente do Sesi-SP e diretora regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Débora Cypriano Botelho, que as entidades procurem estabelecer uma maior articulação com as prefeituras no sentido de que os convênios para investimentos em escolas tenham como contrapartida obras e melhorias no entorno das unidades.

Pediu, ainda, ao diretor técnico do Senai-SP, Ricardo Terra, e à direção do Sesi-SP,  que procurem identificar possibilidades de sinergia para questões práticas de interesse mútuo – a escola do Sesi-SP em Bragança, por exemplo, fica exatamente ao lado de uma unidade do Senai-SP que em breve será inaugurada. “Aquilo que puder fazer, o que for benefício para os dois [Sesi-SP e Senai-SP], é para ser feito”, orientou.

O presidente da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP terminou o encontro afirmando por que gosta de visitar as escolas. “A gente está no espirito facilitador e quer que as coisas funcionem bem.”

“Quanto mais proximidade a gente tiver, melhor. Estamos aqui para fazer bem feito e fazer cada vez mais”, concluiu Steinbruch ao se despedir.

Leia mais: 

>> Benjamin Steinbruch visita escolas do Sesi-SP e do Senai-SP em Americana e Campinas
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Benjamin Steinbruch vistoria Senai-SP que será inaugurada em Bragança Paulista

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp, de Bragança Paulista (SP)

Cumprindo agenda em Bragança Paulista (SP), município a pouco mais de 85 quilômetros da capital, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) aproveitou para vistoriar a unidade do Senai-SP. A escola está nos preparativos finais para a inauguração, ainda sem data exata definida.

Na visita, Steinbruch foi acompanhado pela diretora regional do Senai-SP, Débora Cypriano Botelho, e pelo diretor técnico, Ricardo Terra. Coube ao diretor da unidade, Izidoro José de Matos, guiar o presidente. O presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone Netto, também integrou a comitiva.

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Benjamin Steinbruch (ao centro), acompanhado por Izidoro José de Matos e Rafael Cervone Nettto (da esquerda para a direita). Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Com investimento que supera R$ 30 milhões em infraestrutura e equipamentos, a nova unidade no bairro Jardim da Fraternidade vai substituir o centro de treinamento da entidade. Serão oferecidos cursos nos eixos mais demandados pela indústria da região: metalmecânica, eletroeletrônica, plástico e tecnologia da informação. A escola deve começar a funcionar no início de 2015.

De acordo com Matos, cerca de 80% dos equipamentos já estão instalados no local e os demais devem chegar entre outubro e novembro. A escola deve começar a funcionar em 2015. “Em termos de espaço é seis vezes maior. Vamos sair de um espaço de 1.500 metros quadrados para 8.200 metros quadrados em uma área total de 25.000 metros quadrados˜, informou o diretor.

A capacidade de alunos por período é de 784 alunos por período, que serão atendidos por aproximadamente 55 funcionários, entre professores e pessoal administrativo. No centro de treinamento, a capacidade de atendimento é de 200 alunos por período.

“Toda cidade quer ter uma escola do Senai-SP. E agora vamos ter uma belíssima escola do Senai-SP em Bragança. E o que é mais importante: ao lado de uma escola do Sesi-SP, que também é outra conquista da cidade”, comentou Matos.

>> Quem se preparar tem mais condições de enfrentar período de crise, recomenda presidente da Fiesp em Bragança Paulista 

Quem se preparar tem mais condições de enfrentar crise, recomenda presidente da Fiesp

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp, de Bragança Paulista (SP)

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, esteve nesta quarta-feira (24/09) em Bragança Paulista, onde se reuniu com empresários do município, situado a pouco mais de 85 quilômetros da capital.

Depois de alguns minutos de conversa amena, em que relembrou o início dos anos 70, quando, com pouco mais de 18 anos de idade, deu um de primeiros passos em sua vida de empreendedorismo justamente em Bragança, Steinbruch disse não estar otimista com o cenário econômico atual e as perspectivas para 2015.

“Estamos em um momento muito delicado na economia do país, em todos os aspectos: da indústria, do comércio, da educação, da saúde. Acho que a gente está vivendo uma crise, que vai se aprofundar”, assinalou, em evento em que esteve acompanhado pelo presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone Netto.

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Steinbruch: "Falta de confiança não é só do empresário. É de quem compra. Quando o consumidor para de comprar, a economia vem para trás." Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Segundo o presidente da Fiesp, cada empresário sabe como conduzir seu negócio, mas ainda assim é aconselhável que todos estejam prontos para ultrapassar uma fase em que os prognósticos não são animadores.

“O que posso antecipar é que não vejo nenhuma facilidade pela frente. Tem que se preparar, seja do ponto de vista de pessoa, de família, de negócios. A crise vem forte e quem se antecipar a ela – e quem se preparar – tem mais condições de enfrentá-la”, alertou Steinbruch.

“Infelizmente já estamos vendo desemprego e isso não é bom para ninguém. Empresário nenhum gosta de reduzir quadro de pessoal e empregado nenhum gosta de ser demitido.”

De acordo com o presidente da Fiesp, o modelo econômico baseado em consumo aparentemente se exauriu. “As famílias ficaram endividadas, o financiamento ficou mais caro, o crédito mais difícil. E com a falta de confiança os estoques aumentaram, o comércio caiu e a produção parou”, explicou.

“A falta de confiança não é só do empresário. É de quem compra. Quando o consumidor para de comprar, a economia vem para trás. Do ponto de vista de consumo, o mercado está caindo, e aí o risco de menor produção e de menor emprego”, observou Steinbruch, acrescentando que o modelo de crescimento pelo investimento em infraestrutura também não se confirmou por falta de confiança.

De acordo com o presidente da Fiesp, os empresários continuam investindo porque ainda acreditam no futuro. Mas será preciso apertar os cintos. “Vamos ter que rezar bastante e torcer para que as coisas dêem certo.”

Uma das soluções, segundo ele, passa por uma melhor gestão da coisa pública. “O princípio básico é gastar o que tem. O que a gente vê hoje é o governo gastando o que não tem. E gastando mal.”

Agenda para 2015

Para o presidente do Ciesp, Rafael Cervone Netto, sejam quais forem os governos eleitos em nível federal e estadual, é preciso que o presidente da República e o governador do Estado tenham uma agenda nos 60 dias iniciais para promover reformas que tornem o ambiente menos hostil para quem quer empreender.

“Temos que ter mais previsibilidade. Precisamos de visão de longo prazo”, declarou Cervone ao falar de questões tributárias e trabalhistas.

“Estamos discutindo com todos os candidatos à Presidência da República e ao Governo do Estado a investir os primeiros 60 dias a esses temas. Não temos isonomia de condições com os nossos concorrentes internacionais. O ambiente de negócios está hostil, muito hostil. Precisamos retomar nossa competitividade.”

De acordo com Cervone, o Brasil não vai se sustentar somente com uma economia baseada em serviços. “Até porque o setor de serviços depende muito da indústria. O Brasil não consegue resultados positivos sem a indústria.”

Vídeo: veja a entrevista do presidente da Fiesp ao jornalista Kennedy Alencar, do SBT

Agência Indusnet Fiesp

O jornalista Kennedy Alencar, do SBT, entrevistou na segunda-feira (22/09) o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch.

A conversa, de pouco mais de 30 minutos, foi divulgada na íntegra nesta terça-feira (23/09) em dois canais: o blog do jornalista e no YouTube do Jornal do SBT.

Na entrevista, Steinbruch fala do agravamento do processo de desindustrialização no Brasil e do cenário econômico e político no país.

Veja o vídeo abaixo.

Por melhorias no Sesi-SP e Senai-SP, presidentes da Fiesp e do Ciesp visitam escolas

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Itu (SP)

Sorocaba pela manhã, Itu no horário da tarde. Assim foi a programação desta terça-feira (23/09) dos presidentes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone Netto. A agenda de ambos incluiu visitas às unidades do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) dos municípios.

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Rafael Cervone, Fernando Carvalho, Débora Cypriano Botelho e Benjamin Steinbruch conversam com alunas do Sesi-SP. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Em Sorocaba, eles estiveram no Centro de Atividades (CAT) José Ermírio de Moraes, um dos mais antigos da rede Sesi-SP, inaugurado em 1969. Lá conversaram com as alunas Shelley Brisola Sampaio e Larissa Armelim Luiz, que participavam de uma atividade de robótica, e com os professores e alunos do terceiro ano, no laboratório de informática. A superintendente do Sesi-SP e diretora regional do Senai-SP, Débora Cypriano Botelho, e o diretor da Divisão de Educação e Cultura do Sesi-SP, Fernando Carvalho, acompanharam as visitas.

Na mesma unidade, conheceram o projeto Cidadania Inclusiva, que oferece capacitação para 15 alunos com deficiência, buscando a inclusão no mercado de trabalho.

“Iniciamos o curso com o módulo de higiene e saúde. Depois, aplicamos os temas linguagem oral e escrita digital, ética – direitos e deveres, levantamento de empresas e sistema monetário”, explicou Erica Fernanda de Moraes, pedagoga e especialista na área de educação especial, responsável pelas aulas.

Escola referência em Itu

Na cidade de Itu, os presidentes foram ao CAT Carlos Eduardo Moreira Ferreira, onde assistiram a uma apresentação de jazz com o grupo de alunas da escola. Também passaram pelas instalações esportivas, pela biblioteca e por algumas salas de aula, além de conversar com a nutricionista e as alunas do curso Alimente-se Bem.

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Benjamin Steinbruch, Débora Botelho, Ricardo Terra e Rafael Cervone (camisa azul) na escola do Senai-SP em Itu. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Eles visitaram ainda a escola Ítalo Bologna, do Senai-SP. A unidade faz um trabalho de referência com alunos com deficiência. Por meio do Núcleo de Atendimento às Empresas, a Ítalo Bologna presta consultorias para indústrias de todo o Estado de São Paulo, para inclusão de pessoas com deficiência, além de realizar trabalhos de impressão em braille. Além de Débora Botelho, a visita também foi acompanhada pelo diretor técnico do Senai-SP, Ricardo Terra.

Um exemplo é o livro com receitas do curso Alimente-se Bem. Além de ser todo escrito em braille, o livro foi impresso em um material lavável, adequado para o uso na cozinha.

A escola tem equipamentos adaptados, como um torno para cadeirantes, que faz com que os cursos fiquem acessíveis para esse público. Steinbruch e Cervone ainda conversaram com os alunos de um curso de almoxarife, exclusivamente formado por pessoas com deficiência.

Professor do Senai-SP há 10 anos, Gelson Inácio dos Santos foi uma das primeiras pessoas com deficiência a serem recebidas pela escola de Itu. Em 1996, com um grupo de cerca de 20 deficientes visuais, eles tiveram a oportunidade de fazer um curso do Senai-SP de informática.

“O Senai-SP foi o primeiro a abrir as portas para nós e a proporcionar a entrada no mercado de trabalho com cursos de qualificação, permitindo que a gente concorra de igual para igual com qualquer outra pessoa”, lembrou Santos, que é professor de informática, soroban e braille para deficientes visuais, além de assistente administrativo para pessoas sem deficiência.

Em busca de melhorias

Nas duas cidades, os presidentes participaram de encontros com funcionários, com o objetivo de ouvir sugestões e buscar melhorias para toda a rede Sesi-SP e Senai-SP.

“A gente sabe que o Sesi-SP e o Senai-SP são muito elogiados pelas pessoas, mas se a gente puder, queremos melhorar ainda mais. Nossa ideia é fazer o possível e o impossível para isso. O possível, a gente consegue. O impossível, às vezes, a gente também consegue”, afirmou Steinbruch, que destacou a importância de inovar na educação da rede.

“Buscamos abrir um novo caminho e novas oportunidades. E por isso é importante a participação dos funcionários. O que podemos fazer a mais? O que os outros não fazem que nós podemos fazer? Esse é o nosso maior desafio”, esclareceu.

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Benjamin Steinbruch e Rafael Cervone no Senai-SP em Itu: conversa com comunidade da escola. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Presidente da Fiesp diz que chegou a hora de reagir diante da desindustrialização

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Sorocaba (SP)

Os presidentes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone Netto, estiveram na manhã desta terça-feira (23/09) com empresários da região de Sorocaba, município a aproximadamente 90 quilômetros da capital. Na pauta do encontro, o atual cenário econômico e as perspectivas para 2015.

Além das previsões de um 2015 difícil, Steinbruch disse que será um desafio enfrentar os últimos meses de 2014. “Todo mundo estava preparado para um ano de 2015 difícil, porque, independente de quem ganhe a eleição, será um ano de ajuste. O problema, agora, vai ser chegar até 2015.”

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Steinbruch: "Vamos ter uma diminuição de consumo com uma recessão instaurada no país. Para chegarmos até dezembro, vamos ter que ser mágicos.” Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


“Vamos ter outubro, novembro e dezembro horríveis. Ano de eleição, historicamente, sempre foi um ano bom. Nesse ano, vamos ter uma diminuição de consumo com uma recessão instaurada no país. Para chegarmos até dezembro, vamos ter que ser mágicos.”

Segundo ele, a situação é pior do que apontam os números. “O desaquecimento da economia está vindo a galope. As coisas vinham bem até abril, maio. Depois, começaram a capotar”, analisou o presidente da Fiesp.

“A questão vem em cadeia. Aconteceu na indústria automobilística, depois na [indústria de] linha branca e certamente vai acontecer nos outros segmentos da indústria. O consumo caiu por falta de confiança do consumidor. Com o medo do desemprego, não adianta dar mais prazo, nem desconto, porque não vai ter consumo. E com o câmbio como está, não tem chance de exportação.”

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Presidente da Fiesp: “Chegou a hora de a gente reagir, não em benefício de nós mesmos, mas do Brasil". Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Na opinião de Steinbruch, um agravante para a situação atual é o processo de desindustrialização pelo qual vem passando o Brasil. “Há 25 anos, a indústria representava 25% do PIB [Produto Interno Bruto]. Hoje, é 12,5%, ou seja, reduzimos pela metade a participação no PIB. É um processo de desindustrialização jamais visto em qualquer outro país, em tempos normais.”

Para mudar esse quadro, o presidente da Fiesp disse que empresários e cidadãos precisam reagir. “Estamos vivendo uma artificialidade tanto do ponto de vista empresarial como na nossa vida de cidadão. E a gente se conformou até uma situação em que as casas são muradas, os carros são blindados e a preocupação é uma constante na vida da gente”, comentou.

“Chegou a hora de a gente reagir, não em benefício de nós mesmos, mas do Brasil. Já passou do limite. Queria encorajá-los a questionar essas coisas e nos ajudar a aproveitar esse momento para melhorar as coisas e favorecer que prevaleça a racionalidade.”

Entraves

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Cervone: é preciso simplificar e eliminar excesso de burocracia. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em sua participação, o presidente do Ciesp compartilhou a ideia de que o Brasil hoje é um ambiente hostil para o desenvolvimento empresarial e o empreendedorismo.

“As leis trabalhistas devem proteger o trabalhador. Mas como estão, elas travam as empresas, de maneira que a gente não consegue mais trabalhar”, criticou Cervone. “Outro problema é a falta de previsibilidade, seja trabalhista, tributária, previdenciária.”

A burocracia é outro entrave para o desenvolvimento da indústria, segundo Cervone. “É preciso simplificar. O excesso de processos burocráticos acarreta, geralmente, em corrupção”, declarou. “Os empresários têm que gastar seu tempo pensando em produzir, melhorar e investir em inovação”, propôs.

O presidente do Ciesp também defendeu mudanças urgentes. “Tudo isso faz com que o ambiente de negócio seja ruim, nossa lucratividade caia, o valor agregado diminua e a vontade de investir também fique cada vez menor.”

Benjamin Steinbruch: Brasil precisa de uma política para evitar ameaça do desemprego

Agência Indusnet Fiesp

No jornal Folha de São Paulo desta terça-feira (23/09), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, pontuou os vários fatores em que o Brasil precisa mudar para participar do novo ciclo de crescimento mundial que está se iniciando e sendo puxado pelos Estados Unidos.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540274317“O Brasil pode entrar no barco dessa nova expansão global e, para isso precisa, basicamente, ser mais competitivo”, avaliou o empresário. Segundo ele, isso vale para todos os setores, mas destacou que, para a indústria, sem nenhuma dúvida, a palavra-chave é “competitividade”.

O presidente da Fiesp disse ainda que, ao se investigar as origens das desvantagens que o Brasil vive, fica clara a existência de dois problemas básicos: “elevado Custo Brasil” e “valorização do real”.

Benjamim também se referiu aos problemas que tiram o Brasil da competição nos mercados globais, problemas esses que precisarão de correção urgente, se o país quiser entrar na onda de crescimento mundial. Para tanto, segundo ele, o País precisará: reduzir impostos e burocracia; cortar taxas de juros e aumentar o crédito; cuidar da infraestrutura logística; e ajustar rapidamente a taxa de câmbio.

Dificilmente alguém que se debruce sobre esses problemas chegará a uma conclusão diferente, avalia Steinbruch, que faz um alerta: “É o que precisa ser feito com urgência, não por meio de medidas isoladas, e sim como política sistemática, porque a ameaça do desemprego já bate à porta”.

Para acessar o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (conteúdo sujeito a Pay-pal ou cadastro no site).

Governos precisam de planejamento contra escassez da água, alerta Benjamin Steinbruch

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Ao participar da cerimônia de entrega do prêmio “Água Ideias Inovadoras – Soluções Sustentáveis”, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, ressaltou na manhã desta segunda-feira (22/09) a importância de planejamento para enfrentar o problema da escassez da água no estado de São Paulo.

Para ele, o tema é preocupante. “Faz com que a gente fique apreensivo com o planejamento dos governos, seja a nível federal, estadual e municipal.”

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Para Steinbruch, crise no abastecimento de água é um problema grave não apenas para a indústria paulista, mas para todos. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Na visão de Steinbruch, além de “torcer” para a ocorrência de chuva nos próximos meses, é preciso um planejamento por parte das autoridades para evitar que o problema se agrave e venha a se repetir no futuro.

“Temos que torcer para chover, independentemente de qualquer coisa, a partir de setembro.  A chuva cabe a Deus; o planejamento cabe a nós”.

Na visão de Steinbruch, a crise no abastecimento de água é um problema grave não apenas para a indústria paulista. “É um problema de todos nós.”

A iniciativa, da Fiesp e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), de premiar projetos inovadores e sustentáveis no tratamento e reuso da água foi elogiada pelo presidente. “Fico satisfeito em ver a academia envolvida no debate do tema.”

>> Fiesp e Ciesp anunciam vencedores do prêmio ‘Água Ideias Inovadoras – Soluções Sustentáveis’

>> Fiesp e Ciesp têm mobilizado setores produtivos para o gerenciamento da escassez de água, afirma Cervone  Netto


Foto: Benjamin Steinbruch recebe atleta Aline Silva

Agência Indusnet Fiesp

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Benjamin Steinbruch e a atleta Aline Silva na sede da Fiesp. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), Benjamin Steinbruch, recebeu na tarde desta sexta-feira (19/09) a atleta Aline Silva, que levou medalha de prata no Mundial de Luta Olímpica, no Uzbequistão, na semana passada. Aline Silva faz parte da equipe de Luta Olímpica do Sesi-SP.

Steinbruch parabenizou atleta que alcançou o melhor resultado do Brasil na modalidade. Após a conquista da medalha inédita para o país, Aline se prepara para os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016.