INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS: GRUPO SOLVAY – BENEFÍCIOS IGUAIS PARA TODOS

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Por Karen Pegorari Silveira

Apoiar o diálogo aberto e construtivo com os empregados e seus representantes faz parte da cultura de sustentabilidade de multinacionais como o Grupo Solvay, que há mais de uma década se preocupa com estas questões, segundo o CEO do grupo Jean-Pierre Clamadieu. Prova disso é que a empresa renovou recentemente um compromisso em respeito as normas sociais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e aos princípios do Pacto Global das Nações Unidas com a IndustriALL Global Union (a IndustriALL representa 50 milhões de trabalhadores dos setores metalúrgico, químico, têxtil, mineração, energia em 140 países) por cinco anos, reforçando e acrescentando compromissos que assegurem os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay em suas operações no mundo.

O acordo social global foi atualizado este ano para acrescentar novos projetos sociais, como a proteção da saúde mental no trabalho e outras ações, além de reforçar os compromissos do Grupo com o equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, saúde e segurança no trabalho, a não-discriminação, a diversidade e a proteção ao meio ambiente.

Para Paulo Rocco, diretor de Recursos Humanos e Relações Industriais do Grupo Solvay na América do Sul, o diálogo franco e honesto, respeitando as diferenças sociais, culturais e trabalhistas, é a melhor e a mais poderosa ferramenta para a vida cotidiana da empresa e seus colaboradores. “O Grupo Solvay tem muito orgulho de renovar esse acordo porque ele está em linha com os seus princípios e valores em relação ao mundo do trabalho, desde que a empresa foi constituída, há mais de 150 anos por Ernest Solvay, um industrial com uma pioneira visão social e trabalhista – a empresa foi a primeira a conceder férias remuneradas e a oferecer assistência médica aos seus empregados, ainda no século 19.  Essa visão tem sido transmitida sucessivamente aos dirigentes e executivos da empresa e é adotada em todos os locais onde o Grupo tem atuação, incluindo o Brasil, com a marca Rhodia. Aliás, essa visão moderna de relações trabalhistas e sociais foi um dos fatores determinantes da fusão entre a Solvay e a Rhodia, ocorrida em 2011. Ambas as organizações já praticavam políticas de relações sociais e trabalhistas nos moldes do que prega o acordo assinado com a IndustriAll”, relata.

Com isso, a empresa espera reforçar seu relacionamento com os sindicatos, que representam os trabalhadores na indústria, “sempre respeitando as posições de cada entidade e procurando trabalhar em conjunto”, diz o diretor Paulo Rocco.

Sobre O Grupo Solvay
Em setembro de 2011, o Grupo Solvay adquiriu as operações da Rhodia no Brasil, tornando-se mais forte como player do setor químico internacional. Tendo em vista a sua reconhecida trajetória de sucesso na região, onde iniciou suas atividades em 1919, a marca Rhodia foi mantida. Atualmente a empresa tem quase 3 mil funcionários, 8 unidades industriais e 1 centro global de Pesquisa e Inovação.

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Iniciativas Sustentáveis: Dudalina – Benefícios diferenciados para reter talentos

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Por Karen Pegorari Silveira

A Dudalina nasceu em 1957 com a visão empreendedora de um casal catarinense. Recém-casados, Duda e Adelina começaram com uma pequena loja de secos e molhados e devido a compra de muito tecido decidiram produzir camisas. Desde então não pararam as máquinas e hoje a Dudalina produz mais de 2 milhões de camisas por ano aproximadamente.

Idealizada por uma mulher de garra e dedicada, a empresa hoje emprega muitas Adelinas, aproximadamente 75% do quadro de colaboradores são de mulheres e por isso a companhia oferece benefícios diferenciados para atrair e reter esses talentos femininos.

Muitos projetos foram implantados para oferecer bem estar e qualidade de vida para essas colaboradoras, entre eles está o Dia de Princesa, onde a funcionária sorteada vive um dia com direito compra de roupas novas, massagem, transformação visual, sessão de fotos, jantar com a família e outras surpresas; e o Programa Mamãe DUDALINA, um dos mais importantes projetos – ele oferece às futuras mamães apoio e orientações sobre os cuidados com a sua saúde e a do bebê, e promove e homenageia a condição de gestante preparando e adaptando o ambiente de trabalho para torná-lo mais acolhedor. Esse programa atende cerca de 50 gestantes durante o ano e é formado por 7 etapas:

Dia da gestante: Programa de palestras com profissionais especializados na área da saúde. Acontece durante um sábado e proporciona experiência educativa de preparação para o período de gestação e maternidade. Entre as atividades, destacam-se temas como os sintomas decorrentes da gestação e abordagens sobre a área comportamental da mulher gestante, além das alterações na vida familiar.

Salas diferenciadas e literatura especializada: Todas as salas de leitura da empresa foram remodeladas para proporcionar um local tranquilo e agradável às gestantes durante os intervalos do horário de trabalho. Além disso, a empresa realizou assinaturas de revistas especializadas e adquiriu livros sobre cuidados com a gestante e com o bebê, entre eles, destacamos a revista Pais e Filhos e o livro a Vida do Bebê, que estão disponíveis para todas as gestantes da empresa.

Chá de bebê: Há um espaço na empresa para realização de Chá de Bebê entre as colegas da futura mamãe com todas as atividades inclusas, desde o convite até o coffee break.

Mamãe Coruja: É o treinamento das colaboradoras para amparar a gestante diante de alguma necessidade. Em caso de alguma emergência, existirá a Mamãe Coruja escolhida pela colaboradora para ser seu apoio durante toda a gestação.

Kit bebê: No dia da saída para a Licença Maternidade, há entrega de um Kit Bebê com banheira, fraldas, lenços umedecidos, fita crepe, leite NAN, chá, creme antiassaduras, talco, xampu, algodão, entre outros.

Kit Gestante: No início da gravidez, a mamãe ganha um kit da Gestante composto por uma toalhinha personalizada do programa, uma cartilha com informações pré e pós parto e a cartinha da amiga escolhida como mamãe Coruja.

Visita a empresa: Após o nascimento, a funcionária pode apresentar seu bebê para os colegas. A empresa promove a vinda da mamãe e do filho até a unidade para a apresentação do bebê aos colegas de trabalho.

Simone Alves Dias, costureira da unidade de Luis Alves, em Santa Catarina, conta que através do Projeto Mamãe Dudalina conseguiu fazer o seu chá de bebê com todas as colegas de trabalho. ”Com certeza lembrarei deste dia para sempre!”, conta a mamãe. Clades Sasse, que atua na unidade de Presidente Getúlio, também em Santa Catarina, concorda com Simone. “Este programa valoriza a colaboradora e aumenta a autoestima da gestante. É uma oportunidade que poucas empresas proporcionam”, afirma a encarregada de embalagem.

A presidente da empresa, Sônia Regina Hess de Souza, diz que a companhia está constantemente analisando suas práticas de gestão, aprofundando seu compromisso com a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável na comunidade em que está inserida. “Através de ações voltadas para a integridade, inclusão e responsabilidade social, acreditamos que a ética e a transparência são primordiais para nossas relações institucionais”, completa a executiva.

Além desses projetos voltado às mulheres, a Dudalina mantém diversas ações na área de responsabilidade social através do Instituto Adelina e já ganhou prêmios renomados, entre eles o ADVB Empresa Cidadã e o Prêmio Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de ser signatária de diversos pactos como Empresa Limpa, Empresa Proética, Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo, entre outros.

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Prorrogação do Reintegra é boa, mas mecanismo deveria ser permanente, aponta Fiesp

Nota oficial

A extensão do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra) para 2013 é positiva, segundo análise da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No entanto, a entidade defende que o mecanismo seja transformado em política permanente, uma vez que as exportações brasileiras são penalizadas pelo resíduo tributário existente na cadeia de produção.

Ao garantir um crédito de 3% para os empresários sobre o valor dos manufaturados exportados, o regime compensa parte da carga tributária dessas indústrias, liberando, assim, recursos para investimentos. O aumento da alíquota desta restituição e a ampliação dos setores beneficiados pelo programa – mudanças também defendidas pela Fiesp – fomentariam o desenvolvimento do Brasil, além de trazer benefícios para toda sociedade.

A Fiesp atua pela prorrogação do Reintegra desde o primeiro semestre de 2012 e realizou diversas ações para a conclusão deste objetivo, como a coordenação de estratégia conjunta das entidades empresariais em prol da preservação do mecanismo.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)