Foto: Cônsul da Bélgica debate acesso ao mercado europeu para produtos biotecnológicos

O Comitê BioBrasil, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promoveu nesta terça-feira (13/10) uma mesa redonda sobre o acesso ao mercado europeu para produtos médicos, farmacêuticos e biotecnológicos.

O encontro contou com a participação do cônsul geral da Bélgica, Charles Delagone; do adido tecnológico da Bélgica, Jan Wauters; da  consultora de promoção e investimentos da Embaixada da Bélgica, Cláudia Rolim; do gerente de exportação da Orfit, Matthias Cuypers; do coordenador do BioBrasil, Eduardo Giacomazzi, e do diretor-adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior, Antonio Fernando Guimarães Bessa.

Durante a reunião, foi possível entender melhor as oportunidades existentes na Bélgica e conhecer o case da Orfit, empresa belga da área médica que opera no Brasil.

Cerca de 30 empresários belgas e brasileiros participaram da mesa de discussões e conheceram as diferenças mercado belga. O encontro, realizado na sede da Fiesp, foi organizado pelo Consulado Geral da Bélgica no Brasil.

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Mesa redonda na Fiesp sobre o acesso ao mercado europeu para produtos médicos, farmacêuticos e biotecnológicos. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Foto: Ministro das Relações Exteriores da Bélgica visita sede da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp 

O Ministro das Relações Exteriores da Bélgica, Didier Reynders, visitou a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na quarta-feira (03/04), onde foi recebido pelo 2º vice-presidente da entidade, João Guilherme Sabino Ometto.

Reynders veio acompanhado por empresários de seu país para identificar oportunidades de negócios e cooperação com o Brasil.

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João Guilherme Sabino Ometto, 2º vice-presidente da Fiesp; e Didier Reynders, Ministro das Relações Exteriores da Bélgica. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Foto: 2º vice-presidente da Fiesp recebe visita do embaixador da Bélgica no Brasil

Agência Indusnet Fiesp


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Da esquerda para a direita: Jozef Smets, Didier Vanderhasselt, João Guilherme Sabino Ometto e Thomaz Zanotto. Foto: Ayrton Vignola.


O 2º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Sabino Ometto, e o diretor-titular-adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto, receberam na tarde desta segunda-feira (12/11), na sede da entidade, o embaixador da Bélgica no Brasil, Jozef Smets, e o Cônsul Geral da Bélgica em São Paulo, Didier Vanderhasselt.

O objetivo do encontro foi apresentação mútua e tratar sobre possibilidades de cooperação, visto que várias visitas importantes são aguardadas no próximo ano, dentre elas a do Ministro das Relações Exteriores da Bélgica, além da realização de importantes missões comerciais.

Príncipe da Bélgica elogia atrativos da indústria nacional

Agência Indusnet Fiesp 

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Príncipe Philippe, da Bélgica, recebe a comenda da Ordem do Mérito Industrial, entregue por Benjamin Steinbruch, presidente em exercício da Fiesp. Foto: Vitor Salgado

O príncipe Philippe, da Bélgica, veio à Fiesp, nesta segunda-feira (10), acompanhado por uma comitiva com mais de 200 empresários. Durante o encontro, ele recebeu a comenda da Ordem do Mérito Industrial da entidade e afirmou que seu país possui interesses estratégicos em negociar com o Brasil.

Entre os atrativos nacionais, destacou a iniciativa pioneira do País em investir e desenvolver uma matriz energética limpa, principalmente com a exploração do gás e do etanol. Do mesmo modo, chamou a atenção para a força do agronegócio brasileiro, um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

“O Brasil, e especificamente São Paulo, confirmam o grande momento econômico e social pelo qual passam. A liderança brasileira, não somente na América Latina, mas nos principais órgãos internacionais, mostra esta estabilidade”, ressaltou.

Por outro lado, o príncipe também listou as vantagens que investidores do Brasil podem encontrar na Bélgica, principalmente no setor de infraestrutura, que agrega grande valor tecnológico. “Nós trabalhamos em soluções logísticas para metrópoles do porte de São Paulo. Por exemplo, poderíamos ajudar muito no tráfego de veículos, o que pode ser útil para o trânsito da cidade”, garantiu.

De acordo com o herdeiro do trono belga, outras frentes industriais importantes de seu país são a indústria farmacêutica e a de tecnologia medicinal. “A Bélgica pode ser um importante aliado do Brasil para decisões econômicas e diplomáticas na União Europeia. Os dois lados só têm a ganhar”, acrescentou.

Em seu discurso, o presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch, sublinhou a empolgação dos empresários brasileiros em selar acordos comerciais com os belgas, também de olho na possibilidade de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

“O fortalecimento dos países, com possíveis acordos, é inegável. Brasil e Bélgica já mantêm trocas comerciais interessantes, mas aumentar essas transações é fundamental no cenário atual do mundo”, enfatizou.

Encontro produtivo

Um pouco antes disso, CEOs brasileiros e belgas se reuniram para conhecer as oportunidades mutuas de investimentos. Na ocasião, o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp, Roberto Giannetti, apresentou aos colegas as especificidades da indústria local e colocou a Fiesp à disposição dos convidados.

“Abrimos nossa estrutura para auxiliar aos que buscam investir no Brasil, principalmente para suporte a negócios ligados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016”, disse Giannetti.

O presidente da Federação das Indústrias da Bélgica, Thomas Leysen, também aproveitou para divulgar a indústria belga, e apostou na localização privilegiada do país; em sua inerente necessidade de negócios internacionais, já que não produz tudo o que necessita; e da força de trabalho produtiva e de qualidade.

“Estamos no coração da Europa. Mais de 70% do PIB da União Europeia está direta ou indiretamente ligado à Bélgica. Temos uma alta quantidade de estradas, trilhos e portos. Além disso, nossa produtividade está 25% acima da média da Europa”, concluiu Leysen.