Departamento de Construção da Fiesp realiza nova Missão Batimat em novembro

Agência Indusnet Fiesp,

O Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) deve organizar uma nova missão empresarial para França. Em novembro, o Deconcic, acompanhado de uma delegação de empresários brasileiros, deve visitar um circuito de três feiras internacionais do setor, entre elas a edição 2015 da Batimat.

Este ano, acontece o Mundial da Construção, que concentra a Batimat e outras duas feiras: a Iterclima+Elec e a Ideobain, no Parque de Exposições de Paris Nord Villepinte.

O Mundial da Construção conta com ao menos 2,6 mil expositores de diversos países. São esperados mais de 350 mil visitantes durante os quatro dias de evento.

A delegação brasileira liderada pelo Deconcic embarca para França em 30 de outubro e deve retornar ao país em 7 de novembro.

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Fiesp apresenta resultados e novas propostas do ConstruBusiness na Feicon Batimat 2012

Rodrigo Marinheiro, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) marca presença na 20ª edição da Feicon Batimat, o maior Salão Internacional da Construção da América Latina, que acontece de 27 a 31 de março no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Em seu estande de 140 m², a Fiesp apresentará os principais resultados obtidos pelo Congresso Brasileiro da Construção (ConstruBusiness), encontro que reúne lideranças empresariais e mais de uma centena de entidades representativas do campo da construção, sendo o mais respeitável fórum de debate, criação, promoção e fortalecimento de politicas públicas para o setor.

Durante o evento, o Senai-SP ministrará 19 palestras gratuitas na área da construção civil. As palestras, com capacidade para 25 participantes, terão duração média de 15 minutos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no estande da instituição, localizado na rua E, 98.

Sobre o ConstruBusiness

Criado em 1997 e coordenado pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, o ConstruBusiness apresenta à sociedade e ao poder público propostas voltadas para infraestrutura e habitação de desenvolvimento sustentável, contribuindo de forma eficaz para o crescimento do Brasil.

Ao longo de seus quinze anos, o ConstruBusiness conquistou a desoneração do IPI de 41 produtos da cesta básica da construção civil e subsidiou a criação do Plano Nacional de Habitação de Interesse Social. Além disso, conseguiu a ampliação da lista de materiais, desonerados pelo IPI, consolidando mais de 70 itens; sugeriu o aumento no subsidio para habitação de interesse social (voltado à população de baixa renda), resultando na continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida, com a ampliação de novos fundos de investimento para habitação, entre outras ações.

Neste ano, o evento discorrerá sobre os desafios e oportunidades relacionadas a capacitação e qualificação da mão de obra do setor da construção, visando ações públicas e privadas com destaque para os seguintes temas: Desoneração da folha atrelada a investimentos em capacitação, Utilização de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para viabilizar programas de qualificação, Incentivar e criar linhas de financiamento para cursos, considerando a condição econômica familiar per capita, entre outros.

Serviço
20º edição da Feicon Batimat
Período: entre os dias 27 e 31 de março de 2012
Local: Pavilhão de Exposição do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209, capital

 

Costa do Marfim quer conhecer setor habitacional brasileiro

Rosângela Bezerra, Agência Indusnet Fiesp

Integrantes da missão empresarial Fiesp/Batimat participaram de um encontro com delegação da Costa do Marfim, em parceria com o Serviço de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil na França (Secom), na Batimat, considerada a maior feira mundial do setor da construção civil. O evento acontece desde segunda-feira (7) até este sábado (12), na capital francesa.

O chefe da delegação, ministro da Construção, Saneamento e Desenvolvimento Urbano da Costa do Marfim, Sanogo Mamadou, e o embaixador da Costa do Marfim na França, Aly Coulibaly, acompanhados de lideranças empresariais, demonstraram interesse nas atividades do setor da construção no Brasil, em especial ao programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Diretores da Fiesp conversaram com a delegação sobre o funcionamento e as operações deste programa social. Também mencionaram que as obras são executadas pela iniciativa privada, com recursos do governo federal, que subsidia as famílias para adquirir seu imóvel.

Proposta de acordo entre Fiesp e Universidade de Sorbonne visa capacitação profissional

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

José Carlos de Oliveira Lima, presidente do Consic e vice-presidente da Fiesp (esq.) e Guillermo Hillcoat, diretor da Catedral das Américas na Universidade Paris 1 – Panthéon-Sorbonne

A reunião extraordinária do Conselho Superior da Construção (Consic) da Fiesp, realizada na sede da entidade nesta quarta-feira (27), teve a participação especial do professor Guillermo Hillcoat, diretor da Catedral das Américas na Universidade Paris 1 – Panthéon-Sorbonne, de Paris, França.

O convidado falou das propostas sobre acordo de cooperação entre a Fiesp e a universidade de Sorbonne (França), que tem como objetivo promover cursos de capacitação de mão de obra para a cadeia produtiva da indústria da construção. A ideia do convênio surgiu em 2009 em Paris, durante a Batimat, a maior feira do mundo no segmento.

O professor apresentou casos de sucesso na Europa, como projetos de pesquisa do instituto francês de engenharia Arts et Métiers ParisTech (Ensam), que já realizou parcerias com mais de 100 universidades e instituições estrangeiras que permitiram oferecer oportunidades para seus alunos estudarem no exterior.

José Carlos de Oliveira Lima, presidente do Consic e vice-presidente da Fiesp, expôs sua preocupação quanto à qualificação de trabalhadores para o setor. Ele alegou que o grande problema foi a estagnação do Brasil durante 30 anos, com a construção civil “no terceiro mundo”, quando nenhum governo enxergou a situação.

“O País precisa mudar, pois não temos portos nem aeroportos suficientes, uma série de deficiências em função de a construção civil ter estado em quarto, quinto plano”, afirmou Oliveira Lima.

Melhor reconhecimento

De acordo com Abílio José Weber, instrutor do Senai-SP, a procura por mão de obra aumentou cinco vezes em relação à década de 1970. Hoje, o problema é a escassez de operários qualificados. “Atualmente, a terceira geração das pessoas que vieram do nordeste para trabalhar quer ser médico, engenheiro”, analisou.

Para Weber, a formação de trabalhadores para a indústria da construção civil é a única saída para suprir esta carência, mas “o profissional não quer ser tratado como ‘peão’, e sim como trabalhador reconhecido”.

Na mesma linha de raciocínio, Luiz Augusto Contier, conselheiro do Consic e dirigente dos cursos de Arquitetura e Engenharia Civil da Universidade São Judas, informou que a demanda por estas vagas no ensino superior aumentou muito.

Em visitas a outros países, ele teve a chance de conhecer o modo de trabalho dos profissionais da construção, muito avançado em relação ao Brasil. “Não existe mais o ‘peão de obra’. Hoje, é um operário altamente qualificado e especializado para as construções de alta tecnologia, e vamos começar também a entrar neste ciclo”, considerou Contier.

Capacitação

Dilson Ferreira, diretor do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, sinalizou que o segmento terá, em um período de doze anos, um crescimento sustentável baseado em questões estruturais da economia.

Mas para que isto aconteça, além do aumento da mão de obra, há a necessidade da melhoria da produtividade. “Não haverá oferta de trabalhadores suficiente se os processos construtivos continuarem sendo iguais aos do passado”, declarou o diretor.

Ferreira sugeriu ainda a criação de uma escola superior da indústria da construção civil filiada ao Senai-SP e à Fiesp. “Não queremos concorrer com outras instituições de ensino, e sim nos juntar para promover a união e cumprir nosso dever de solucionar o problema da capacitação de trabalhadores para o setor”, concluiu.

2011 será o ano da construção, mas algumas contas não fecham, afirmam especialistas

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Manuel Rossito, diretor do Deconcic da Fiesp

A reunião desta terça-feira (15) do Conselho Superior da Construção (Consic) da Fiesp teve como palco a 19ª Feicon Batimat, que acontece até sábado (19), das 10h às 19h, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1209), na Capital.

Nada melhor do que debater as expectativas do setor e seus gargalos no centro daquela que é considerada a maior feira da construção na América Latina. Assim, as propostas do ConstruBusiness e do 9º Congresso Brasileiro da Construção acabaram ganhando destaque nas discussões.

O diretor do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, Manuel Rossito, foi enfático ao afirmar que “2011 é o ano de crescimento da nossa construção”, mas ressaltou que a inovação tecnológica e a segurança jurídica são pilares essenciais para garantir investimentos.

João Cláudio Robusti, diretor-adjunto

O diretor-adjunto do Deconcic, João Cláudio Robusti, também sublinhou a necessidade de se resolver os problemas relativos à infraestrutura, para que a construção não entre em colapso, apesar do crescimento verificado no setor nos últimos cinco anos.

O representante da indústria defendeu um ataque sistêmico na área da habitação. Em sua avaliação, com déficit de 3,2 milhões de trabalhadores na construção, faltará mão de obra, pois a população brasileira não cresce na mesma proporção: “A solução é atrair mão de obra de outros segmentos e criar mecanismos alternativos a fim de manter a competitividade”, indicou.

Não é só esta conta que não fecha. Diante da necessidade de construção de 23 milhões de moradias até 2022 – envolvendo investimentos da ordem de R$ 3 trilhões –, demandam 900 milhões de metros quadrados e atenção quanto às leis de zoneamento para o desenvolvimento urbano, de acordo com Robusti.

E complementou chamando a atenção para outros pontos de atenção que dizem respeito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e à caderneta de poupança, insuficientes para dar conta dos financiamentos necessários à próxima década no campo da habitação.

Serviço
19ª edição da Feicon/Batimat – 19º Salão Internacional da Construção
Data: até 19 de março, de terça a sábado, das 10h às 19h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1209. São Paulo
Visitação: proibida a entrada de menores de 12 anos, mesmo que acompanhados.
O visitante que comparecer ao evento sem convite ou sem o pré-credenciamento feito deverá fazer sua inscrição no local. A entrada custará R$ 50.
Mais informações: (11) 3717-0737 ou feicon.inscricao@reedalcantara.com.br
Visite o site: http://www.feicon.com.br

Fiesp traça cenário positivo para setor de construção

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Maria Luiza Salomé, diretora de relações institucionais do Deconcic da Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), representando a cadeia produtiva, participou nesta segunda-feira (14), no Hotel Renaissance, da coletiva de apresentação da 19ª edição da Feicon Batimat. Considerada a maior feira do setor da construção na América Latina, será realizada de 15 a 19 de março, no Pavilhão do Anhembi.

Na coletiva, foram traçados o cenário e as perspectivas para o setor. Enquanto a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é de 5% para este ano, o da construção deverá chegar a 6,1%, com previsão de se elevar em 8,8% as vendas de material de construção, segundo Maria Luiza Salomé, diretora na área de relações institucionais do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic).

A cadeia produtiva da construção representa 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Índice representativo, na avaliação de Salomé, pois o ano de 1999 registrou estagnação e agora há alta demanda. “É preciso disponibilizar recursos para as obras de habitação, infraestrutura, transporte e saneamento básico”, ela afirmou. E completou: “Há necessidade de se construir 23 milhões de moradias até 2022, e de investimentos da ordem de R$ 3 trilhões”.

Visibilidade mundial

Liliane Bortoluci, diretora da Feicon Batimat

O Brasil ganha maior visibilidade mundial em função das grandes obras que serão necessárias em função do país sediar a Copa (2014), as Olimpíadas (2016) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), avaliou Liliane Bortoluci, diretora da Feicon Batimat.

A demanda está mais do que aquecida: até 2016 deverão ser entregues aproximadamente 112 obras de infraestrutura de grande porte, de acordo com Marly Parra, vice-presidente da Reed Exhibitions Alcântara Machado e da SP Infraestrutura.

O setor de construção vive um bom momento, tendência de alta no consumo protagonizado pelas classes C e D, além dos efeitos positivos da prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme os representantes do setor.

O resultado é que as vendas no varejo cresceram 10,6% (em 2010, na comparação com 2009), segundo números apresentados pela Associação dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Foram gerados R$ 49 bilhões. A expectativa é crescimento em torno de 8% este ano.

Competitividade e produtividade

Para a manutenção da competitividade em alta, será preciso superar um sério gargalo: a profissionalização da mão de obra. O déficit previsto para 2020 será de três milhões de trabalhadores. Mas em fevereiro deste ano o uso da capacidade instalada do setor bateu em 87%, ou seja, um sinal próximo do pleno emprego (dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção – Abramat), com aumento de 55% nos empregos formais.

Outros desafios apontados:

  • Desoneração fiscal (especialmente PIS, Cofins, IPI, ICMS);
  • Conformidade técnica;
  • Desburocratização;
  • Uniformização da Substituição Tributária em âmbito nacional.

 

Eduardo Zaidan, diretor de Economia do Sinduscon-SP

A produtividade cresceu 6,1%, em 2010, superando a retração de 2,2% registrada em 2009. Para melhorar esse índice e fazer frente à forte demanda, Eduardo Zaidan, do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo-Sinduscon-SP, sinalizou algumas sugestões.

Entre elas, a equiparação dos juros, da taxa de câmbio e da inflação a patamares mundiais, além de estimular novas economias.

Também integraram a coletiva outros representantes da cadeia produtiva: Siamfesp, Abrafati e Sincomavi.

Sobre a feira

Feicon Batimat é considerada a maior feira da construção na América Latina e o quarto maior evento do mundo. Nesta edição, será somada a experiência do Brasil e de 21 países em 85.000 metros quadrados do Anhembi. A expectativa é receber 150 mil visitantes entre 15 e 19 de março. Paralelamente, será realizada a SP Infra que tem como público-alvo grandes corporações, construtoras, redes hoteleiras, instituições financeiras e bancárias, além de concessionárias.

Serviço
19ª edição da Feicon/Batimat – 19º Salão Internacional da Construção
Data: 15 a 19 de março, de terça a sábado, das 10h às 19h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1209. São Paulo
Visitação: proibida a entrada de menores de 12 anos, mesmo que acompanhados.
O visitante que comparecer ao evento sem convite ou sem o pré-credenciamento feito deverá fazer sua inscrição no local. A entrada custará R$ 50.
Mais informações: (11) 3717-0737 ou feicon.inscricao@reedalcantara.com.br
Visite o site: http://www.feicon.com.br

Embaixador brasileiro na França deu as boas-vindas à delegação da Fiesp nesta quarta (4)

Agência Indusnet Fiesp

A diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) foi recebida nesta quarta-feira (4) pelo embaixador do Brasil na França, José Maurício Bustani, em coquetel de boas-vindas.

José Maurício Bustani, embaixador do Brasil na França e José Carlos de Oliveira Lima, diretor do Deconcic da Fiesp

O grupo, que conta com a participação dos diretores dos departamentos da Indústria da Construção (Deconcic) da entidade, José Carlos de Oliveira Lima e Paul Alain Wroclawski; de Comunicação, Fernando Jafet; e do Jurídico, Hélcio Honda, está em Paris acompanhando uma missão de cem empresários à Feira da Batimat.

Além da visitação à maior exposição do setor da construcão no mundo, os participantes contam com rodadas de negócios e visitas a órgãos de fomento de relações internacionais.

“Estamos satisfeitos com os encontros comerciais e também com as novas parcerias que a Fiesp está fazendo durante essa estada em Paris. Estamos convictos de que a balança comercial com a França apresenta as melhores condições para se destacar no próximo ano”, disse Oliveira Lima.