Em artigo na Folha, Ometto diz que mudanças climáticas exigem ações urgentes

Agência Indusnet Fiesp

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João Guilherme Sabino Ometto: fenômeno, se não for controlado logo, aumentará a probabilidade de impactos severos, invasivos e sem volta para os ecossistemas. Foto: Everton Amaro/Fiesp (Arquivo)

É importante, mas ainda insuficiente o acordo bilateral firmado na quarta-feira (12/11) por China e Estados Unidos, em que as duas potências mundiais – que, juntas, são responsáveis por cerca de 45% da produção de gases estufa – estabelecem metas para limitar essas emissões na atmosfera. A opinião é do segundo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Sabino Ometto.

Em artigo publicado na sexta-feira (14/11) na página Tendências e Debates do jornal Folha de S.Paulo, Ometto observa que os alertas feitos na recente apresentação do relatório-síntese do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), na Dinamarca, tornam decisivas as próximas negociações mundiais, que, segundo ele, precisam ir além de acordos bilaterais como o firmado pelo presidente americano, Barack Obama, e o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim.

“O entendimento e a adoção de providências são impreteríveis, pois o fenômeno, se não for controlado logo, aumentará a probabilidade de impactos severos, invasivos e sem volta para os ecossistemas. Foi instigante a ponderação feita pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na apresentação do documento do IPCC, de que se não forem tomadas as providências necessárias, a oportunidade de manter o aumento da temperatura global abaixo da meta de 2ºC não será mais possível em menos de 10 anos”, sustenta o segundo vice-presidente da Fiesp, que também coordena o Comitê de Mudanças do Clima da entidade.

Segundo Ometto, o cenário torna justa a proposta defendida pelo Brasil, de que o acordo a ser firmado na 21ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP 21), em Paris, em novembro de 2015, considere as ações já realizadas e estabeleça metodologia para quantificar e qualificar as responsabilidades anteriores pelas emissões de carbono.

“A Fiesp, que concorda com essa posição e espera que ela seja acolhida, participa oficialmente das COPs desde 2009”, afirma Ometto.

“A federação defende ainda que as decisões ligadas à agropecuária garantam a segurança alimentar e os sistemas produtivos, mas sem medidas disfarçadas que permitam a adoção de barreiras ao comércio. Além de engajada à agenda internacional, a entidade realiza ações para contribuir com a sustentabilidade ambiental, social e econômica da indústria”, conclui o segundo vice-presidente da Fiesp.

>> Leia o artigo na íntegra no jornal Folha de S. Paulo (sujeito a paywall)


Paulo Skaf: Brasil, EUA e o jogo do equilíbrio

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo publicado neste sábado (19) no jornal Correio Braziliense, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, aborda a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil.

“Mais do que nunca, grandes e nobres interesses unem Brasil e Estados Unidos. Não falta boa vontade de um lado e de outro. E todos temos a ganhar com a evolução das relações e, sobretudo com a construção de novas pontes que reforcem a união das duas nações”, diz Skaf.

Presidente da Fiesp terá encontro reservado com Barack Obama em Brasília

Lucas Alves, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, estará em Brasília, neste sábado (19), para acompanhar o programa da visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à capital federal.

Às 12h30, Skaf chegará ao Palácio do Itamaraty para participar de almoço reservado oferecido pelo governo à comitiva que acompanha Obama e à empresários brasileiros.

Em seguida, às 14h30, o presidente da Fiesp participará do Fórum Empresarial Brasil-Estados Unidos, que será realizado no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21.

Às 17h, Paulo Skaf irá ao encontro reservado com apenas quatro empresários brasileiros que se encontrarão com Barack Obama, no mesmo Centro de Eventos e Convenções Brasil 21.