Na Abinee, Skaf defende união para barrar aumento de impostos

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), participou nesta quinta-feira (17) da reunião da diretoria plenária da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Em seu discurso, defendeu a união de entidades empresariais, como a Abinee e a Fiesp, para impedir o aumento da carga tributária, por exemplo com a recriação da CPMF, proposta pelo Governo Federal.

Skaf disse que é preciso buscar “sinergia total, força total, unidade total de forma a combater tudo aquilo que vier a prejudicar o setor”. Depois de derrubar as dificuldades, é preciso achar uma agenda positiva. “Na nossa visão, quanto menos imposto e quanto menos burocracia, melhor”, disse Skaf. Se há estímulo e as pedras são tiradas do caminho, o país “bomba”, afirmou.

Skaf disse que vai gastar a sola de sapato e se dedicar muito à conversa no Senado e na Câmara, usando a credibilidade da Fiesp, para barrar o aumento de impostos e a retirada de recursos do Sistema S.

Não permitir o aumento de impostos, segundo Skaf, tem dois efeitos positivos. Obriga o Governo a cortar realmente as despesas e parar de enganar, trazendo ganhos para a competitividade. Também leva o Governo a cumprir seu papel de diminuir os gastos e tentar reduzir o tamanho do Estado.

Em relação ao Sistema S, afirmou que Sesi e Senai funcionam, sendo os verdadeiros responsáveis pela educação profissional no Brasil. Deu como exemplo a vitória brasileira no torneio mundial da formação profissional WorldSkills São Paulo 2015, em agosto, graças aos alunos do Senai, em especial os paulistas.

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O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, durante reunião na Abinee. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp