Presidente da Fiesp recebe atletas da categoria de base do Sesi-SP

Celso Lopes, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf (em pé, ao centro) posa com os atletas do Sesi-SP

 

Em tom informal, aconteceu nesta quarta-feira (2), na sede da Fiesp, encontro que reuniu o presidente da Fiesp/Ciesp/Sesi/Senai, Paulo Skaf, atletas do karatê, judô, natação, bocha paraolímpica e vôlei paraolímpico, além de técnicos, diretores e coordenadores do Sesi e Senai dos polos de São Carlos, Jaú, Araraquara, Cubatão, Bauru e Suzano.

O evento teve por objetivo, além de bate-papo com os atletas, apresentação das medalhas conquistadas em recentes competições e solicitações de apoio para as modalidades. Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e diretor Regional do Senai-SP, e Alexandre Pflug, diretor do Departamento de Esportes e Lazer do Sesi-SP também estiveram presentes.

Bem humorado, Skaf saudou os atletas e enfatizou sua alegria pela oportunidade de se reunir com eles: “Esse é um encontro para nos conhecermos e discutirmos algumas questões, e eu tenho profundo respeito e admiração por estar com jovens que se dedicam integralmente ao esporte”, disse.

Solicitações

Em seguida, pediu a Alexandre Pflug que apresentasse os atletas. O primeiro foi Luís Felipe de Souza, carateca do Senai de Araraquara, que pediu apoio à modalidade.

“Você sabia que sua solicitação gerou esse encontro?”, perguntou o presidente, referindo-se ao pedido por e-mail que recebeu do rapaz de 17 anos e que o motivou a ouvir também outros atletas.

Diego Henrique Batista Rocha e Marilia Gabriela Wettstein Teixeira Souza, classificados na seletiva de Judô em Taquatinga, Brasília, aproveitaram para solicitar a chance de disputar torneio na República Tcheca, assim como Andrey Del Rosso Pirolo e Wedja Pereira dos Santos, que pretendem competir em torneios na Rússia (São Petersburg) e Itália (Lignano).

Já Fernando Alves Posseti, técnico de natação da equipe Sesi-SP, falou da necessidade de acompanhamento dos atletas classificados ao Sul-americano de Natação em Lima Peru, entre os dias 17 e 25 de março – Lucas Cortini, Pamela Alencar, Priscila Oliveira, Leonardo Casstilho e Alan Galacini, custeados pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

Apoio

Recém-convocado pela seleção brasileira sub 20, Edvânio Monteiro contou sobre sua conquista do sul-americano de Triathlon no Equador, quando venceu as provas de natação, ciclismo e corrida em 57’32’’, com vantagem de quase 40 segundos em relação ao segundo colocado.

Guilherme Moraes e Adriano Andrade agradeceram o apoio ao esporte paraolímpico pelo Sesi-SP. Ambos competem na Copa do Mundo da modalidade na Irlanda e no IV Campeonato Parapanamericano no México. em setembro deste ano.

E os atletas do Vôlei Paraolímpico Gilberto Lourenço da Silva, Suellen Cristine Dellangelica Lima e Janaina Petir também agradeceram o apoio que vêm recebendo. Eles cumprem extensa maratona de competições no circuito internacional, como o Sarajevo Open (maio/Bosnia &Herzegovina), Copa Intercontinental (julho/Inglaterra), Rotterdan Open (junho/Holanda), Copa Intercontinental (setembro/Ucrânia) e Jogos Parapanamericanos (setembro/Brasil).

Intercâmbio cultural

Depois de ouvir e atender a todos, Skaf declarou: “Vocês me fazem sentir bastante orgulho, não só como presidente do Sesi-SP, mas como brasileiro. Essa reunião é uma grande mostra do que é o Brasil, através de professores, instrutores, técnicos e atletas que demonstram competência e dedicação. Aqui a gente sente a verdade de nosso país”.

O presidente ainda considerou importante que durante as competições internacionais os atletas tivessem um dia de folga para conhecer a cultura e história de cada país visitado.

“É fundamental que eles possam agregar esporte e cultura e adquirir conhecimento”, afirmou. E completou: Gostaria que as confederações pudessem viabilizar isso aos atletas e, caso não seja possível, que possamos criar uma espécie de intercâmbio cultural com escolas e universidades ou algum tipo de convênio”.

Alexandre Pflug irá ajudar na questão. Para ele, as confederações devem mudar sua forma de pensamento em relação à viagem dos atletas apenas para competições. “Se conseguirmos mostrar que a cultura é importante nas viagens e o custo praticamente nulo em relação a um dia de estadia, isso será extremamente benéfico aos atletas”, concluiu.

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