Nível de atividade do setor de construção de São Paulo atinge valor mais baixo da série

Agência Indusnet Fiesp

Na passagem de janeiro para fevereiro, aumentou o ritmo de queda do nível de atividade do setor de construção no Estado de São Paulo. O indicador passou de 30,4 para 25,4 pontos, valor mais baixo da série, iniciada em 2011, distanciando-se ainda mais da linha de estabilidade (50,0 pontos). O levantamento é feito pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp.

Na atividade em relação ao usual, o indicador também diminuiu, passando de 26,6 para 24,2 pontos. Houve nova queda no número de funcionários do setor. O indicador passou de 34,1 pontos em novembro para 30,6 pontos em janeiro, mantendo-se abaixo da média histórica (45,0 pontos).

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) se manteve estável na leitura do mês de referência, registrando o índice de 60,0% no primeiro mês do ano de 2016.

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Expectativa negativa

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam apresentando pessimismo, com todos seus indicadores apresentando piora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 33,8 pontos em janeiro, ante 35,1 pontos no mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas passaram de 34,2 pontos para 29,6 pontos, exibindo ainda mais pessimismo acerca da retração das compras de insumos.

No que tange às expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 31,9 para 27,9 pontos. Nas perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de janeiro atingiu 30,4 pontos, ante 39,5 pontos em dezembro. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram piora em relação à leitura anterior, passando de 24,8 para 23,6 pontos.

Atividade do setor de construção segue em ritmo de queda

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo voltou a exibir contração em maio. Foi o décimo oitavo mês consecutivo de queda na atividade, mostra o relatório Sondagem da Construção, elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). O indicador continua abaixo da linha dos 50,0 pontos, apesar de ter avançado em maio (de 38,3 pontos para 39,7 pontos).

Na mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador exibiu queda em menor intensidade do que a apresentada em abril (de 31,6 pontos para 32,9 pontos).

Também houve recuo no ritmo de queda do número de funcionários do setor. O indicador passou de 39,3 pontos em abril para 39,7 pontos em maio, mantendo-se abaixo da média histórica (46,3 pontos). A Utilização da Capacidade Operação (UCO), por outro lado, avançou na leitura do mês de referência, chegando a 66,0% em maio, contra 60,0% em abril.

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam pessimistas para os próximos seis meses.