Sondagem da Construção do Estado de São Paulo mostra nova contração na atividade do setor

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo registrou em setembro nova queda. O indicador passou de 41,8 para 37,1 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e sinalizando contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou baixa, de 27,6 pontos para 25,1.

O número de empregados do setor caiu. O indicador passou de 39,2 pontos em agosto para 36,9 pontos em setembro, ainda bem abaixo da média histórica. Os dados, divulgados nesta terça-feira (25/10), são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, realizada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), houve queda em setembro, para 56,0%, frente a 61,0% em agosto.

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção voltou a subir. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 39,9 pontos em setembro, inferior aos 46,1 pontos de agosto. E as expectativas para compras de matérias-primas apresentaram forte queda (de 43,5 para 38,1 pontos).

As expectativas para empreendimentos e serviços passaram de 42,0 para 39,8 pontos. E nas perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de setembro atingiu 42,4 pontos, ante 43,0 pontos em agosto. Já as perspectivas de investimento melhoraram, comparadas à leitura anterior, passando de 24,5 para 27,4 pontos, mas ainda apontam contração, por estar abaixo dos 50,0 pontos.

Sondagem da Construção de SP mostra melhora nos indicadores

Agência Indusnet Fiesp

A Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, divulgada nesta segunda-feira (26/9) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), mostra melhora em todos os indicadores em agosto. O nível de atividade do setor de construção, por exemplo, passou para 41,8 pontos (contra 39,8 em julho), mas ainda continuou abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), o que sinaliza contração. Na mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou elevação, atingindo 27,6 pontos (contra 25,0 no mês anterior). O número de empregados do setor subiu, com o indicador passando de 32,9 pontos em julho para 39,2 pontos em agosto, ainda muito abaixo da média histórica. A Utilização da Capacidade Operação (UCO) registrou elevação em agosto, ao atingir 61,0% (60,0% em julho).

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Os resultados da sondagem sinalizam diminuição do pessimismo dos empresários da construção. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 46,1 pontos em agosto, contra 36,5 pontos em julho. As expectativas para compras de matérias-primas apresentaram forte alta (de 34,0 para 43,5 pontos). Nas expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 35,3 para 42,0 pontos. Para as perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de agosto atingiu 43,0 pontos (foi de 36,6 pontos em julho). E as perspectivas de investimento também apontaram melhora, de 19,2 para 24,5 pontos.

Sondagem da Construção do Estado de São Paulo mostra recuo da atividade do setor em julho

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo teve queda em julho. O indicador, divulgado nesta segunda-feira (22/8) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp, recuou de 41,1 para 39,8 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos). Caiu também, de 27,1 para 25,0 pontos, a atividade em relação ao usual.

Houve queda ainda no número de empregados do setor. O indicador passou de 36,5 pontos em junho para 32,9 pontos em julho, bem abaixo da média histórica.

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) registrou elevação, atingindo 60,0% em julho, contra 56,0% em junho.

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Perspectivas

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam sendo atingidos pelo cenário de incertezas. A perspectiva para o índice de atividade para os próximos seis meses recuou para 36,5 pontos em julho, contra 40,7 pontos em junho. Nas expectativas para compras de matérias-primas também houve queda, de 41,0 para 34,0 pontos.

Houve leve piora nas expectativas para empreendimentos e serviços (de 35,7 para 35,3 pontos), mas melhoraram as perspectivas quanto ao número de empregados (36,6 pontos em julho, contra 35,3 pontos em junho). Nas perspectivas de investimento, houve queda, de 21,5 pontos em junho para 19,2 em julho.

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