Sua conta de luz baixou?

Sua conta de luz baixou?

Paulo Skaf

Você já pode responder a essa pergunta, caro leitor. Em outras oportunidades, aqui neste mesmo espaço, já compartilhei com você a longa batalha da Fiesp e do Ciesp para que todos os brasileiros pudessem pagar menos pela energia que consomem. Foram dois anos de muita luta, e saímos – todos nós – vitoriosos.  A adesão da sociedade, aliás, foi decisiva para o sucesso da campanha “Energia a Preço Justo”.

Agora, nas contas de luz com vencimento em março, o desconto anunciado pela presidente Dilma em 24 de janeiro (e que entrou em vigor no dia seguinte) vai aparecer. Será um valor considerável – e para ajudar o consumidor a entender quanto vai economizar, a Fiesp preparou uma ferramenta fácil de usar.

Funciona assim: com a conta de luz em mãos, o consumidor acessa o site (www.energiaaprecojusto.com.br) e inclui os dados num simulador do desconto. Vai colocar ali o nome da concessionária, o nível de tensão e o tipo de tarifa (todos esses dados estão na conta). Depois, inclui o consumo em kW (que também aparece na conta), e clica em “calcular”. Pronto: tem o percentual do desconto, quando gastava antes e quanto vai passar a gastar, se mantiver o mesmo nível de consumo de energia. Indústria, comércio e serviços também podem fazer o cálculo.

Simples, fácil e acessível a todos, o simulador tem o objetivo de ajudar o consumidor a garantir os seus direitos. Com a energia mais barata, tudo fica mais barato e o país ganha competitividade. Nos cálculos da Fiesp/Ciesp, serão quase 1 trilhão de reais nos próximos 30 anos que, em vez de pagar uma conta de luz injusta, ficarão no bolso das famílias, para que elas usem como quiserem!

A batalha da conta de luz mais justa deu certo, como tantas outras. Aqui, na Fiesp/Ciesp, vencemos a briga pelo fim da CPMF, o tal imposto do cheque. Engrossamos o coro pela redução dos juros, que o governo atendeu. Defendemos um câmbio mais razoável, menos burocracia, menos impostos. Aliás, desde 2008 estamos na luta para tirar impostos da cesta básica, barateando os alimentos. Mais uma vez, a presidente Dilma já disse que está do nosso lado. Essa é a próxima vitória que queremos comemorar junto com você, leitor.

Estados fazem guerra e o Brasil perde empregos

Estados fazem guerra e o Brasil perde empregos

Paulo Skaf

A guerra dos portos, praticada por alguns Estados brasileiros, é a concessão de benefícios fiscais, por meio do ICMS, para produtos importados.

A prática fez com que o Brasil deixasse de gerar 915 mil empregos na última década.

Caso não sejam tomadas providências urgentes, mais 1 milhão de postos de trabalho deixarão de ser criados em nosso país nos próximos cinco anos. Em última análise, estamos exportando empregos de trabalhadores brasileiros.
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