Em artigo nos jornais, Rubens Barbosa faz análise sobre fornecimento e demanda global de petróleo

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo denominado “O novo mapa do petróleo”, publicado na manhã desta terça-feira (23/04), nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), embaixador Rubens Barbosa, faz uma análise sobre o petróleo, no Brasil e no mundo.

“Segundo recentes relatórios especializados, dois fatos novos deverão trazer significativas implicações políticas, econômicas e estratégicas no cenário internacional: as fontes de produção de petróleo deverão mudar e a demanda global, em especial da China, Índia e Oriente Médio, crescerá de 35% a 46% entre 2010 e 2035”, escreve Barbosa.

No artigo, o embaixador ainda ressalta que na América Latina, o país mais afetado deverá ser a Venezuela por conta da redução das importações de petróleo pelos Estados Unidos da América (EUA), hoje situadas ao redor de 10% da demanda americana. E conclui: “no caso do Brasil, o petróleo do pré-sal não mais será absorvido pelo mercado americano, como inicialmente esperado. Outros destinos deverão ser buscados, em especial China e Índia.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

Rubens Barbosa, do Coscex Fiesp, alerta sobre o Brasil não estar integrado às cadeias produtivas globais

Os jornais O Estado de S. Paulo e O Globo publicaram o artigo O Brasil fora das cadeias produtivas globais, do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o embaixador Rubens Barbosa, nesta terça-feira (26/02).

No artigo, Barbosa afirma que: “Se a política do Governo Dilma visando ao fortalecimento da indústria nacional der certo, sem o Brasil estar integrado ao dinâmico intercâmbio da cadeia produtiva global, o máximo que o País pode almejar no longo prazo é manter a produção industrial para o mercado interno com medidas protecionistas, para compensar a maior competitividade dos produtos importados. O mundo não vai esperar o Brasil. Ou o Brasil recupera o tempo perdido e reformula a sua estratégia de negociação comercial externa, ou vai tornar-se cada vez mais isolado no mundo real do comércio global e de investimentos.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.