Skaf inaugura edição 2017 do FILE

Agência Indusnet Fiesp

Bolhas de sabão surgindo de grandes buzinas. Um tapete de sensores que cria música com o toque. Uma nuvem brilhante que respira. Corpos que tentam se encaixar entre retângulos animados e grandes infláveis. Um vaso que só quer mostrar seu lado perfeito aos observadores. Desconhecidos que ganham um momento mágico por meio de chamadas de vídeo. Essas e muitas outras experiências aguardam o público na 18ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), que estreia nesta terça-feira (18 de julho) no Centro Cultural Fiesp. O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, participou da inauguração para convidados, nesta segunda-feira (17 de julho).

Considerado o mais importante evento de arte eletrônica da América Latina, o FILE traça um panorama do que vem sendo experimentado e descoberto a partir da interação e da conexão entre dois mundos distintos: a arte e a tecnologia. Sob o tema O borbulhar de Universos, a exposição reúne 370 trabalhos – desde instalações interativas, jogos eletrônicos e animações, até gifs, videoartes, sonoridades eletrônicas e projeções –, produzidos por 339 artistas estrangeiros e 18 brasileiros.

A programação gratuita fica em cartaz até 3 de setembro em diversos espaços do Centro Cultural Fiesp, na avenida Paulista.

Para Paulo Skaf, “­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­na condição de uma das mais importantes fomentadoras de ações culturais no país, o Sesi tem oferecido apoio a iniciativas inovadoras, capazes de atrair novos públicos e renovar o interesse das plateias cativas. Esse é o caso do FILE, que reúne diferentes e inusitadas manifestações culturais do Brasil e do mundo em diversas linguagens, e que o Centro Cultural Fiesp vai oferecer de graça para o público”, completa.

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O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, observa a obra Physical Mind no FILE. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Como universos borbulhando em cores, sons e texturas, as obras selecionadas pelos fundadores e curadores do FILE, Paula Perissionotto e Ricardo Barreto, convidam os visitantes a experimentar e refletir sobre novos e antigos conceitos, não apenas com os olhos, mas com todos os sentidos. Ao explicar o conceito que está por trás do mote desta edição, Paula e Ricardo assinalam que “a proliferação de mundos e tendências nos arrebata numa pluralidade indeterminada. Tudo e todos estão inflando-se como numa gigante vermelha prestes a explodir. O universo, outrora imenso e sem fim, torna-se pequeno diante do multiverso. Vivemos a época do borbulhar de universos”.

DESTAQUES
Logo na entrada da Galeria de Arte, o visitante se deparará com a obra Black Hole Horizon, do alemão Thom Kubli. Nesse trabalho, enormes bolhas de sabão emergem no ambiente, infladas pelo som de buzinas, e se espalham pela sala. Que tipo de relações existem entre o ar oscilante, buracos negros e bolhas de sabão? Qual é o impacto que a gravidade tem na consciência coletiva? Onde o espetáculo e a contemplação se encontram? Black Hole Horizon é uma meditação em forma de máquina espetacular, que transforma o som em objetos tridimensionais e mantém o espaço em constante transformação.

A obra vivencial Physical Mind é a tentativa do artista Teun Vonk (Holanda) de deixar os participantes e os observadores experimentarem de uma maneira diferente a relação entre o físico e o mental. Uma pessoa será convidada a se deitar entre dois objetos infláveis, sendo erguida e depois suavemente comprimida entre as curvas dos dois objetos. A obra explora a dualidade entre a sensação de estresse gerada pela instabilidade inicial em contraponto com o acolhimento provocado pelo contato com os infláveis.

Trabalhos de realidade virtual, com presença permanente e precursora no FILE, certamente terão seu espaço na mostra deste ano. Um deles, Dear Angelica, do premiado Oculus Story Studio (Estados Unidos), conduz a uma viagem mágica e onírica pelas lembranças de situações e entes queridos. Nesses cenários pintados a mão, as memórias se desenrolam em 360 graus. A história curta e imersiva é estrelada por Feena Davis e Mae Whitman.

O festival também se estende para o Espaço de Exposições, de 18 a 30 de julho de 2017, onde o destaque é um grande tapete musical coletivo. Na instalação The Flooor, dos suecos Håkan Lidbo & Max Björverud, ao ficar de pé ou dançar sobre os 36 sensores que compõe o tapete colorido, os participantes podem produzir até 68 milhões de combinações de sons diferentes e fazer sua própria música, que será transmitida por alto-falantes espalhados pela sala. Se ninguém estiver em alguma das seis zonas do piso, os loops sonoros serão aleatoriamente reorganizados, e a brincadeira recomeça.

No mesmo espaço, também serão apresentadas as mostras de videoarte, mídia arte e hipersônica, e parte da programação de animação e games.

O Espaço de Exposições também abrigará, na primeira semana do evento, de 18 a 21 de julho, várias oficinas gratuitas abertas ao público, que abordarão o uso criativo de diferentes tecnologias no FILE Workshop. As inscrições para os workshops e palestras podem ser feitas pelo site www.file.org.br.

Além disso, a Galeria de Arte Digital (grande plataforma de LED instalada na fachada do prédio), novamente fará parte do Festival e terá uma programação especial para iluminar as noites paulistanas, com obras ao alcance de todos os olhares. O FILE LED SHOW 2017: Diálogos possíveis apresenta 18 obras divididas em três mostras: Cinema Algoritmo, Projeto Faces e uma ação colaborativa com a Universidade de Nova York Abu Dhabi, desenvolvida especialmente para esta edição. O FILE LED SHOW 2017 acontece das 20h às 6h.

Para mais informações sobre a programação, acesse o site www.centroculturalfiesp.com.br.

Serviço:
FILE São Paulo 2017
Local: Centro Cultural Fiesp (avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Entrada grátis. Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br e www.file.org.br.

GALERIA DE ARTE
Período: de18 de julho a 3 de setembro de 2017
Horários: todos os dias, das 10h às 20h (entrada permitida até 19h40)

ESPAÇO DE EXPOSIÇÕES
Período: de18 a 30 de julho de 2017
Horários: todos os dias, das 10h às 20h (entrada permitida até 19h40)

GALERIA DE ARTE DIGITAL
FILE LED Show: Diálogos possíveis
Período: de18 de julho a 3 de setembro de 2017
Exibições: todos os dias, das 20h às 6h

Nota Oficial: Para a Fiesp, censura à bandeira brasileira é absurda

Agência Indusnet Fiesp 

A Fiesp considera absurda a censura imposta pela prefeitura ao maior símbolo do Brasil, que é a bandeira nacional, em decisão tomada no dia 9 de julho, que proíbe projetá-la na fachada do prédio em qualquer circunstância. A indústria, por meio do Sesi-SP, dá à população de São Paulo e de todo o Brasil a oportunidade de ter contato com exposições nacionais e internacionais gratuitamente.

A Galeria de Arte Digital Sesi-SP, a primeira a céu aberto da América Latina, desde 2012 democratiza a arte e a cultura, levando-as para a avenida Paulista, um dos endereços mais conhecidos do Brasil. Milhões de pessoas já viram as obras da galeria digital, que se tornou referência na cidade. Não faz sentido impedir um espaço público e democrático de exibir uma das imagens que mais trazem orgulho aos brasileiros, a nossa bandeira.



Eletrônico e inclusivo, File atrai visitantes com obras interativas no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O ambiente escuro é um convite a esquecer o mundo lá fora. E a interagir com o que se apresenta do lado de dentro: arte eletrônica, inclusiva e generosa. Aberto na manhã desta terça-feira (12/07), no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, no prédio da Fiesp e do Sesi-SP na Avenida Paulista, em São Paulo, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), seguirá até 28 de agosto enchendo os olhos de quem quiser desvendar as suas obras.

Entre elas, um painel de imagens geradas em tempo real a partir de dados numéricos: The Indivisible, do japonês Norimichi Hirakawa. Colorido e em constante movimento, é o ponto preferido dos visitantes na hora de tirar fotos da exposição.

Bem no meio da mostra, a escada em que consiste a instalação Sentido Único, da brasileira Angella Conte, confunde o real e o imaginário. A ponto de o visitante se questionar se a escada com projeções de água deslizando existe mesmo ou se é apenas um efeito de luz.

>> Ouça boletim sobre o File

Outra estrela, a Tape São Paulo é uma escultura que lembra uma teia de aranha, digamos assim. Só que feita com fita adesiva, mais exatamente com 32 quilômetros do material. O resultado é um túnel pelo qual quatro visitantes por vez podem circular. A peça vai além do limite do prédio da Fiesp, atraindo os olhares de quem passa pela Paulista.

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Tape São Paulo: uma espécie de aranha feita de fita adesiva na qual os visitantes podem passear. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Uma das prediletas das crianças, Kalejdoskop, da alemã Karina Smigla-Bobinski, é para ser tocada, o que faz com que o líquido colocado embaixo do painel de plástico se mova e deixe tudo cheio de cor. Como se fosse possível brincar com tinta sem sujar as mãos.

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Kalejdoskop: instalação para brincar com tinta sem se sujar. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


E por falar em crianças, não deixe de ver com atenção Vídeo-Boleba, da brasileira Celina Portella. Na instalação, uma tela mostra dois meninos jogando bolas de gude que saem do quadro pela sua lateral, se espalhando pelo tabuleiro para dar continuidade à cena. Uma farra.

Ao lado do filho Victor, de 11 anos, na manhã desta terça-feira (12/07), no File, a tecnóloga Alexandra Hirota destacou a interatividade da mostra. “Tudo o que é interativo é mais divertido, estimula o público”, disse. “Aqui no prédio da Fiesp só tem exposição boa”.

Com o neto Lucas, de 4 anos, circulando entre as obras, o administrador Everaldo Nascimento, contou que adora tecnologia. “Estou encantado”, afirmou. “Vou voltar amanhã para trazer mais dois netos”.

Atenta a tudo, a arquiteta Varlete Benevente já tinha ouvido falar do File em edições anteriores, mas fez a sua estreia no evento nesta terça-feira (12/07). “O File é divertidíssimo”, disse. “Se sentir dentro da obra de arte é uma experiência única”.

Para ela, a criação de uma obra que se completa com a participação do público é uma atitude generosa. “A arte é inclusiva”.

Serviço

FILE 2016 – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Data: 12 de julho a 28 de agosto de 2016

Horário: diariamente, das 10h às 20h (entrada até às 19h40)

Local: Galeria de Arte do SESI-SP | Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Avenida Paulista, 1.313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Entrada gratuita. Mais informações no site www.file.org.br

Agendamentos de grupos: segunda a sexta, das 10h às 18h30, pelos telefones (11) 3146-7439

FILE LED Show

Local: Galeria de Arte Digital SESI-SP (fachada do edifício)

Datas e horários: 12 de julho a 28 de agosto, das 19h às 6h

Hipersônica no FIESP/SESI Domingo na Paulista

Datas: 17, 24 e 31 de julho e 7 de agosto (domingos)

Horários: das 15h30 às 16h30

#filefestivalnosesi


Hora de ultrapassar limites no File 2016

Agência Indusnet Fiesp 

Que tal desconstruir a estética da arte convencional, unindo tecnologias contemporâneas às mais diversas formas de linguagem artística? Pois a 17ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) está aí para isso. A mostra começa nesta terça-feira, 12 de julho, e vai até 28 de agosto, diariamente, das 10h às 20h, nos espaços do Centro Cultural Fiesp-Ruth Cardoso, na sede da Fiesp e do Sesi-SP, na Avenida Paulista, em São Paulo.

A mostra, que convida o visitante a “passar dos limites”, reunirá 331 trabalhos, divididos entre instalações interativas, obras de realidade virtual com uso de óculos 3D, games, animações, videoarte, net arte, arte sonora e performances. São trabalhos feitos por 339 artistas de 31 países.

“O FILE se tornou um dos eventos culturais mais aguardados do ano”, diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Sesi-SP. “O festival é o lugar de encontro do público com a cultura e com as últimas novidades da ciência e da tecnologia. O Sesi-SP tem um papel importante nessa história, investindo quase R$ 8.000.000,00 nestes dez anos de parceria com o FILE, porque acredita que investir em cultura é investir nas pessoas”, completa.

Uma das características principais do FILE é exatamente a possibilidade da experimentação e da interação. Diferentemente de outras exposições, o visitante não se limita a observar e apreciar as obras à distância.

Segundo os curadores Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, o conceito que permeia os trabalhos e a montagem desta 17ª edição do festival é a transgressão de fronteiras e limites entre as diferentes estéticas artísticas e a própria tecnologia.

 Destaques

Uma das “ultrapassagens” mais inusitadas da edição será protagonizada pelo grupo europeu Numen/For Use, que construirá durante oito dias uma instalação inspirada em uma enorme teia de aranha. A Tape São Paulo convidará o visitante a caminhar por entre seus túneis suspensos, confeccionados com 32 quilômetros de fitas adesivas fabricadas especialmente para a obra, extrapolando o espaço da Galeria de Arte SESI-SP, chegando até a calçada da Avenida Paulista.

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Tape São Paulo: visitantes vão caminhar por túnel suspenso na frente do prédio da Fiesp e do Sesi-SP. Foto: Divulgação


Esta será a primeira vez que o coletivo fará a instalação no Brasil. Outras versões foram apresentadas anteriormente em Tóquio, Paris, Berlim, Florença e Melbourne.

Outra instalação que promete inquietar o público é o experimento multissensorial em 4D Be boy, Be girl, dos holandeses Frederik Duerinck e Marleine van der Werf. Envolvendo visão, audição, tato e olfato, a obra põe em pauta a questão do gênero de um jeito diferente. Por meio de óculos especial, o visitante entrará em um cenário praiano podendo ver e sentir todos os elementos típicos desse ambiente. O inusitado da experiência, é que o visitante poderá escolher viver essas sensações no corpo de uma mulher ou de um homem.

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Be boy, Be girl: um experiência para se colocar no lugar do outro. Foto: Divulgação


Já a história do autômato hiper-realista Robinson, contada com a ajuda de um narrador oculto, faz parte do novo trabalho de Ting-Tong Chang (Taiwan), que investiga a história dessas máquinas e da mecânica de precisão, originários da Suíça, como um meio de explorar utopias e a própria sociedade.

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Robinson: arte com recursos da robótica para provocar reflexão no File 2016. Foto: Divulgação


Esta será a primeira vez que o FILE apresentará uma criação animatrônica (que utiliza os recursos da eletrônica e da robótica para dar vida a bonecos, muito comum no cinema) para o público paulistano.

A palavra “autômato” é usada frequentemente para descrever máquinas com movimentos, a exemplo das antigas caixas de músicas, que inspiraram o boneco animado do filme “A Invenção de Hugo Cabret”. No caso de Robinson, suas expressões faciais interpretam e reagem ao conteúdo sociopolítico do discurso do narrador.

Hipersônica

Outra novidade dessa edição é o retorno da série Hipersônica, que será apresentada durante a programação do Fiesp/Sesi Domingo na Paulista. Ao longo de quatro domingos consecutivos, de 17 de julho e 7 de agosto, sempre das 15h30 às 16h30, performances de obras sonoras e audiovisuais experimentais dos convidados Érica Alves (17/7), Pedro Zopelar (24/7), grupo Cassino Queen (31/7) e coletivo Tigre Dente de Sabre (7/8) serão apresentadas no palco montado em frente do prédio da Fiesp/Sesi-SP.

FILE Anima + Games 

A seleção de trabalhos fará a ponte entre os universos das animações e dos games, buscando salientar aspectos criativos e novos que podem surgir da influência mútua desses dois meios. Dentro da programação, a segunda edição do FILE Anima+Award premiará três trabalhos e três menções honrosas, além de exibir trabalhos de três importantes festivais parceiros de arte digital do mundo: o Japan Media Arts Festival, o Siggraph, e o Athens Digital Arts Festival.

Dentre os vencedores, o destaque fica com o projeto de audiovisual generativo Skyline, de Raven kwok & Karma Fields (EUA), em que o cérebro é estimulado a encontrar rostos e padrões conhecidos nas figuras geradas aleatoriamente pelo software.

FILE Led Show 2016 – Galeria de Arte Digital Sesi-SP

Seis obras de videoarte sensorial serão exibidas na fachada do prédio dentre os dias 11 de julho a 28 de agosto, das 19h às 6h. Dois desses trabalhos também serão exibidos dentro da Galeria de Arte do SESI-SP como instalações. Segundo a curadora, Fernanda Albuquerque Almeida, “ao apresentar as obras nas duas versões buscamos mostrar a interação dos espaços internos e externos para a qual a onipresença das telas nos direciona”.

FILE Videoarte

O FILE Videoarte apresenta um recorte da produção em vídeo a partir de recursos tecnológicos que modificam a forma de perceber o entorno. As 44 obras de mais de 20 países investigam como se dão as relações entre as pessoas e as imagens (com seus dispositivos), e entre as pessoas e os espaços físicos, digitais, internos e externos.

Serviço

FILE 2016 – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Data: 12 de julho a 28 de agosto de 2016

Horário: diariamente, das 10h às 20h (entrada até às 19h40)

Local: Galeria de Arte do SESI-SP | Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Avenida Paulista, 1.313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Entrada gratuita. Mais informações no site www.file.org.br

Agendamentos de grupos: segunda a sexta, das 10h às 18h30, pelos telefones (11) 3146-7439

FILE LED Show

Local: Galeria de Arte Digital SESI-SP (fachada do edifício)

Datas e horários: 11 de julho a 28 de agosto, das 19h às 6h

Hipersônica no FIESP/SESI Domingo na Paulista

Datas: 17, 24 e 31 de julho e 7 de agosto (domingos)

Horários: das 15h30 às 16h30

#filefestivalnosesi

Centro Cultural Fiesp abre a exposição ‘Leonardo da Vinci, a natureza da invenção’

Ariett Gouveia e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Em um evento especial para convidados, foi aberta nesta segunda-feira (10/11), a exposição ‘Leonardo da Vinci, a natureza da invenção’, no Centro Cultura Fiesp – Ruth Cardoso. A partir desta terça-feira, a mostra estará aberta ao público, com entrada gratuita.

A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, o cônsul-geral da França em São Paulo, Damien Loras, e o curador da mostra, Claudio Giorgione.

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Na foto, da esquerda para a direita, o primeiro vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch, o curador da exposição, Claudio Giorgione; o cônsul da França, Damien Loras; e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. No canto, à direita, o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A exposição traz mais de 40 peças e 10 instalações interativas que representam a trajetória de um dos mais importantes artistas da história mundial. Os projetos foram produzidos por pesquisadores e engenheiros, em 1952, para a celebração do quinto centenário de nascimento de Leonardo da Vinci (1452-1519).

Originalmente realizada em Paris, é a primeira vez que a exposição vem para um país fora da Europa, resultado da parceria do Sesi-SP e da Universcience (organização francesa criada em 2010 a partir da fusão Cidade da Ciência e da Indústria e do Palácio da Descoberta de Paris).

“Conheci essa exposição em Paris e me impressionou muito, porque muitas das invenções do Leonardo da Vinci, séculos depois viraram realidade. Tem muito a ver até com a industrialização”, comentou Skaf. “Estamos trazendo para o Centro Cultural Fiesp o que há de melhor no mundo. Do teatro musical, com ‘O Homem de La Mancha’ às exposições de arte. A indústria busca sempre fazer bem feito e democratizar, dar acesso a todos.”

Mostrar Leonardo da Vinci como um homem do seu tempo é o objetivo da exposição, segundo o curador da mostra. “A exposição busca explicar a genialidade de Leonardo mas não como muitas pessoas pensam, como um inventor de muitas coisas, mas sim como um homem do seu tempo. A inovação vem da observação de tudo que estava a volta dele: a natureza e o trabalho de outras pessoas”, explicou.

Giorgione diz estar muito feliz por trazer a exposição ao Brasil. “Depois de Paris, a mostra esteve em Munique e agora em São Paulo. Por isso, é uma oportunidade muito importante para o público brasileiro, até por ter entrada gratuita e estar na Avenida Paulista.”

O cônsul-geral da França destacou a parceria com a Fiesp e o Sesi-SP. “O Leonardo da Vinci foi um gênio e, graças a essa cooperação entre os países, a obra, a vida e a personalidade do artista foi trazida até aqui para ser compartilhada com o público brasileiro. Quem sabe isso possa inspirar pessoas a inovar e inventar”, disse Loras.

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Steinbruch e Skaf acompanham explicação sobre uma das 40 peças que integram a exposição. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


>> Saiba mais sobre a mostra 
>> Vídeo: veja como foi a abertura da exposição
>> Sesi-SP Editora lança ‘Leonardo da Vinci: a natureza e a invenção’


Impressões

O primeiro vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch, disse que já conhecia parte da obra de Leonardo da Vinci, mas ainda assim saiu surpreso com a capacidade de observação e de criação do gênio italiano. “Realmente vale a pena visitar porque esse cara é um adiantado da época que se mostra presente até hoje. Você vê as coisas que ele pensou e se materializaram depois de 200 anos, 300 anos. Ele foi um diferenciado.”

Na visão do superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, a exposição é um motivador para as crianças e jovens perceberem que é possível imaginar soluções para os problemas. “Essa coisa de observar e se dedicar a fazer perguntas e buscar soluções é muito importante para o processo educacional do Sesi-SP dentro dessa ideia de que são as perguntas que movimentam o  pensamento, as ideias, o fazer e a ação.”

Para Vicioni, a exposição traz para o Centro Cultural Fiesp e para a Galeria do Sesi-SP um novo status. “Já é um espaço muito relevante, que tem muito reconhecimento do público, mas acho que agora é um coroamento extraordinário porque poucas instituições tiveram a oportunidade de trazer uma exposição como essa para São Paulo.”

De acordo com Fernando Greiber, diretor titular do Comitê de Ação Cultural (Comcultura) da Fiesp, exposições como a de Leonardo da Vinci representam uma forma de oferecer gratuitamente uma programação de qualidade para a comunidade. “Quem são os clientes de todas as indústrias senão a população de São Paulo?”, ponderou Greiber, acrescentando que a Fiesp e o Sesi-SP também incentivam as visitas escolares, inclusive com parceria com a Prefeitura de São Paulo para possibilitar a visita guiada e agenda de escolas da periferia da cidade.

Ele adiantou ainda um plano para 2015: a criação de uma galeria para exposições fotográficas no Centro Cultural Fiesp. “A fotografia está se expandido de forma extraordinária no mundo inteiro”, justificou.

Últimos dias do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Agência Indusnet Fiesp

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Visitantes do FILE podem ouvir os sons da floresta na instalação The Mamori Expedition. Foto: Divulgação


O público tem só até domingo (05/10) para conferir a 15ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) no Centro Cultural Fiesp.

Principal encontro da América Latina sobre arte digital, incluindo instalações interativas, games, animações, video-arte e esculturas, marcou a reabertura da Galeria de Arte do Sesi-SP, que passou por uma reforma para modernização do espaço, melhorias na infraestrutura e inauguração de loja.

Sobre o FILE

O FILE é um festival brasileiro de arte e tecnologia que mostra inovações na interconexão entre arte, ciência e tecnologia. Há 15 anos o FILE realiza mostras anuais em São Paulo e no Rio de Janeiro e já realizou edições em várias cidades do Brasil e do mundo. O FILE trouxe pela primeira vez para o Brasil, Estados Unidos e Japão a tecnologia 4K, projeção de filmes em altíssima definição, e a primeira transmissão em tempo real de um filme 4K. Foi responsável ainda pela visita inédita ao Brasil, em 2005, do pesquisador americano Ted Nelson, criador do nome e da ideia de hipertexto e hipermídia.


Serviço

FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso – Avenida Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
Informações: (11) 3146-7405/ 7406
Classificação indicativa: L – Livre para todos os públicos
Entrada gratuita Exposição (Galeria de Arte do Sesi-SP)
Datas e horários: De 26 de agosto a 5 de outubro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)


‘Acredito na vitalidade e na liberdade das dinâmicas artísticas’, diz crítico Alexandre Melo

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Arte contemporânea foi o tema do InteligênciaPontoCom desta segunda-feira (22/09), realizado no Teatro do Sesi-SP, na Avenida Paulista. O convidado da noite foi o português Alexandre Melo, que é crítico de arte, professor, curador e escritor e também colaborador regular da revista Artforum (NY).

Ele foi entrevistado pelo artista plástico Paulo Climachauska e pelo fotógrafo e publicitário Vicente de Mello, responsável pelo setor de documentação fotográfica das exposições da Coleção Gilberto Chateaubriand que integram o acervo do Museu de Arte Moderna (MAM/RJ).

No mês em que São Paulo recebe a 31ª da Bienal de Arte, os debatedores falaram sobre os atuais dilemas dos artistas contemporâneos e a nova geografia do mundo das artes.

“Com a globalização, começamos a nos sentir na obrigação de ver o mundo da arte como o mundo todo mesmo. Quando eu comecei a trabalhar nessa área, há 20 anos, quando se falava em mundo da arte, metade dos artistas eram americanos, 30% eram europeus e o restante se dividia entre os outros países. Hoje isso mudou”, afirmou Melo, que também é assessor cultural do Primeiro-Ministro de Portugal.

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Da esquerda para a direita: Alexandre Melo, Vicente de Mello e Paulo Climachauska. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


No entanto, a globalização da arte, segundo ele, também traz problemas. “Os organizadores das Bienais vivem esse drama de ‘como vamos mostrar a arte de todo esse mundo?’. É preciso mostrar de uma forma justa, pertinente e compreensível aquilo que se faz no Ártico, no Extremo Oriente, na América Latina, na África. Será que isso é possível?”, questionou o convidado estrangeiro.

Para ele, a nova geografia da arte vai implicar em uma nova história, para recuperar as histórias esquecidas da arte mundial. “Terão que surgir novas formas de organizar exposições, de escrever a história da arte e, aos poucos, resolver esses problemas.”

Indústria cultural

Climachauska propôs uma reflexão sobre a influência da indústria cultural na arte, que teve, a partir dos anos 80, um avanço crescente no campo da cultura.

“Nesse processo, a liberdade de criação do artista acaba sofrendo interferências”, disse o artista plástico, citando o caso dos músicos que não podem escolher capa de seus discos ou ordem das músicas, que são decisões empresariais.

Na opinião de Melo, se um artista aceita produzir obras que vão ser colocadas no mercado para serem vendidas, ele sabe que está trabalhando em um contexto com regras econômicas que regem o conjunto da sociedade. Só o artista pode tomar a decisão final.

“O artista está condenado a ser livre, porque ninguém lhe diz o que ele tem que fazer”, provocou o português. “Mas se ele suporta mais ou menos pressão, aceita fazer coisas que ele não iria fazer para ganhar dinheiro, é um problema dele. No limite, a decisão é sempre do artista.”

Ainda assim, Melo disse defender que essa pressão do mercado seja compensada pela ação de poderes públicos e instituições, que não podem repetir as escolhas do mercado. “Por isso é importante ter uma política cultural ativa e um movimento pró-ativo das instituições para preservar a pluralidade, a diversidade, a liberdade de experimentação.”

Política e arte

Falando sobre a importância das políticas públicas, o fotógrafo Vicente de Mello questionou por que a cultura é o elo mais fraco durante as gestões públicas. “Mesmo sendo uma base tão forte, a cultura sempre é a que tem o corte maior de verba, fica relegada ao terceiro plano. Isso é mundial?, questionou.

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"A capacidade de exercício da liberdade, da imaginação, da invenção artística, social e cívica são infinitas", disse Alexandre Melo. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

O crítico português respondeu, então, que, com a crise europeia, a cultura também tem sofrido com a falta de políticas públicas consistentes. “Infelizmente, há uma tendência nos governos, inclusive na Europa, de desvalorizar a política cultural, o que pode ter consequências dramáticas em termos de futuro.”

Alexandre Melo também colocou em pauta a chamada “geração nem-nem” (nem estuda e nem trabalha), para avaliar o quanto isso impacta na formação de novos artistas e no desenvolvimento da arte contemporânea.

Mesmo sem conhecer a realidade brasileira, o crítico comentou que há uma incapacidade, em todo o mundo, de sistematização política do descontentamento e das reivindicações.

“Tivemos manifestações no Brasil e em outros lugares do mundo, como as Primaveras Árabes. Acompanhamos a capacidade de mobilização das redes sociais. Por que, então, é impossível gerar um líder político ou uma organização cívica forte?”, perguntou. “Há uma incapacidade imensa de gerar organicamente um pensamento político que consiga traduzir todos esses sentimentos na esfera real e efetiva do poder.”

Mas o professor português disse ter fé no poder da cultura e da arte. “Acredito na vitalidade, na alegria e na liberdade das dinâmicas culturais e artísticas”, declarou.

“As novas gerações certamente irão fazer coisas novas, na arte e em outras áreas. A capacidade de exercício da liberdade, da imaginação, da invenção artística, social e cívica são infinitas. Podemos acreditar que essa liberdade vai continuar a gerar novas soluções e novas formas de ultrapassar problemas.”

Assista abaixo o vídeo na íntegra deste InteligênciaPontoCom:


>> Saiba mais sobre o InteligênciaPontoCom

‘Segundo Olhar’ fica em exposição na Galeria Digital até 28 de setembro

Agência Indusnet Fiesp

Com dez obras de arte, está em cartaz até o dia 28 de setembro, na Galeria Digital do Sesi-SP, a mostra Segundo Olhar, que tem a curadoria de Marília Pasculli. Criadas com exclusividade para a Galeria em 2012 e 2013, as obras, no formato de vídeo, serão exibidas diariamente das 20 às 6h.

A exposição é uma breve retrospectiva da galeria e apresenta interpretações, linguagens e abordagens distintas usando o mesmo ponto de partida: reflexões intrínsecas da cidade com seus habitantes.

Segundo Olhar busca mostrar como a arte digital contribui para o ambiente urbano e seus frequentadores, além da cultura local e questões urbanas de relevância, trazendo à tona os aspecto humano, a intuição e a fruição estética.

Serviço

Mostra “Segundo Olhar”
De 15 a 28 de setembro
Das 20 às 6h
Galeria de arte digital do Sesi-SP
Gratuito

Confira os destaques da 15ª edição do FILE

Agência Indusnet Fiesp

Aberto para o público a partir desta terça-feira (26/08), o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica é principal encontro da América Latina sobre arte digital. Com entrada gratuita, a mostra reúne diversas formas de expressão artística: instalações, animações, games, vídeos e performances.

A programação vai ocupar a Galeria de Arte do Sesi-SP, reaberta depois de uma reforma de cinco meses, e mais quatro áreas: o Espaço Fiesp, a Galeria de Arte Digital Sesi-SP (fachada do prédio), o Espaço Mezanino e a calçada das estações Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro, que recebe performances interativas.

Veja quais são os destaques desta edição do FILE:

Galeria de arte do Sesi-SP
Espaço principal de exposições do Centro Cultural Fiesp 

Rio Amazonas interativo (clique aqui para ver mais)
The Mamori Expedition, da belga Els Viaene, é uma instalação de madeira que replica o caminho que a artista seguiu durante uma expedição pela floresta Amazônica brasileira, em 2009. Ela levou consigo um dispositivo para gravar sons e um GPS para registrar sua jornada. Uma vez que o visitante interage com a obra por meio da vareta chamada “hidrofone”, ele escutará os sons da floresta na mesma posição que a artista se encontrava no rio.

Esteira de ginástica que dá vida a figuras que representam a nossa sociedade (clique aqui para ver mais)
Esta instalação Down with Wrestlers with Systems and Mental Nonadapters!, dos russos Dmitry & Elena Kawarga, traz à tona a noção da fascinação pela máquina e pela tecnologia que tinha a sociedade antes da Primeira Guerra Mundial. Segundo os artistas, ao caminhar em uma esteira, o visitante sente-se como um Deus, pois o movimento do “mecanismo social” depende de seus passos, no entanto, a proposta é que ao final de experiência ele perceba que é apenas mais uma figura entre tantas outras.

Sons que se transformam em luz (clique aqui para ver mais)
Murmur é uma obra dos franceses Chevalvert, 2Roqs, Polygraphik & Splank, que permite a comunicação entre os visitantes e a parede na qual está ligada por uma fita de LED. A instalação simula o movimento de ondas sonoras, criando uma ponte luminosa entre os mundos físico e virtual. Há um efeito visual mágico no modo como as ondas sonoras se movem e se transformam em imagens projetadas.

Japan Media Arts (clique aqui para ver mais)
Uma das instalações do festival Japan Media Arts é a Falling Records, do artista Ei Wada – Toki Ori Ori Nasu. Nesta obra, a fita magnética se desenrola amontoando-se no recipiente enquanto a música toca e o tempo passa. Quando a fita para, ela é rebobinada em alta velocidade ao som de uma trilha sinfônica.
Performances interativas FILE Metrô
Calçada das estações Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro

Ver a partir do toque (clique aqui para ver mais)
Touchy, performance do artista de Hong Kong, Eric Siu, é uma câmera humana – um dispositivo que é vestido e que transforma um ser humano em uma câmera operante. O indivíduo que está usando o dispositivo é constantemente “cegado”, a menos que alguém toque sua pele. O toque faz com que os obturadores na frente das lentes se abram e restaurem a visão do usuário. Quando o contato físico é mantido por 10 segundos, a câmera tira uma “Touch-Snap” (uma foto é tirada pelo Touchy), que é exibida no LCD do dispositivo.

Rosto do público no corpo do artista japonês (clique aqui para ver mais)
O artista japonês Katsuki Nogami usa os rostos de pessoas nas ruas no lugar de sua própria face com um tablet na performance YamadaTaroProject. Você pode reconhecê-lo por um rosto exibido no tablet, como um nome ou ícone da internet. As pessoas nas redes sociais escolhem um rosto para si mesmas, um rosto de uma celebridade ou de um personagem de animação. Essa performance expressa a temporalidade e o anonimato da internet. O nome desse projeto, YamadaTaro, é um nome extremamente comum no Japão, como “João da Silva”.

Ver o mundo sob novos pontos de vista (clique aqui para ver mais)
A performance dos alemães The Constitute: Sebastian Piatza & Christian Zoellner, Eyesect, permite que os usuários vivenciem seu ambiente sob novos pontos de vista. Duas câmeras portáteis captam o entorno e transmitem os dados das imagens direto para os olhos. As percepções espaciais se formam dentro do sistema sensorial humano. Braços e dedos se tornam músculos oculares e criam perspectivas humano-biológicas.
FILE Anima+ (Espaço Fiesp)
Área reservada para as animações

Javier Polo / Turanga Films – Europe in 8 bits – Espanha
Europe in 8 bits é um documentário de 76 minutos que explora o mundo da chip music, um estilo musical que reaproveita aparelhos antigos de videogames e os transforma em instrumentos para criar novas sonoridades.

Rosana Urbes – Guida – Brasil
Na história, Guida, uma doce senhora que há 30 anos trabalha como arquivista em um fórum da cidade, tem sua rotina entediante modificada ao se deparar com um anúncio para aulas de modelo vivo em um centro cultural.

Wesley Rodrigues – Viagem na Chuva – Brasil
A ideia central deste curta-metragem é utilizar a simbologia da chuva como representação metafórica de passagem e trajetória da vida.


FILE Games (Espaço Fiesp)
Para os fãs dos jogos

Minority Media Inc. – Papo & Yo – Canadá (jogo de PS3)
Papo & Yo é a história do menino Quico e de seu melhor amigo, o Monstro. O Monstro é uma fera enorme com dentes afiados, mas isso não o impede de querer brincar com ele. O Monstro, porém, tem um problema muito perigoso: o vício em rãs venenosas. Basta ver uma rã pulando que ele se transforma em um ser violento, que põe todos em risco, inclusive Quico. Mesmo assim, Quico ama seu Monstro e quer salvá-lo.

Through Games – FRU – Holanda (mostra Interplay)
FRU é um jogo eletrônico de enigma inspirado em Kinect, que apresenta um uso inovador do aspecto periférico: o jogo usa a silhueta do jogador como uma “máscara” entre dois mundos diferentes. Os enigmas no jogo são desvendados quando uma pose é feita ou de acordo com a velocidade do movimento. O jogador dita o ritmo da experiência.

Jason Roberts – Gorogoa – Estados Unidos (mostra Game Comics)
Gorogoa é um mundo encantador ilustrado à mão e inserido em um enigma singular. Para desvendar o enigma, o jogador reorganiza alguns azulejos em uma grade simples e os coloca lado a lado ou empilhados. Mas cada azulejo também é uma janela para uma parte distinta do mundo nesse jogo, ou talvez para um mundo diferente – e cada janela tem seu próprio jogo. Todavia, a chave para avançar nunca está em um só azulejo, mas nas conexões entre todos os azulejos.


Serviço
FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso – Av. Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
Informações: (11) 3146-7405/ 7406
Classificação indicativa: L – Livre para todos os públicos

Entrada gratuita

Exposição (Galeria de Arte do Sesi-SP)
Datas e horários: De 26 de agosto a 5 de outubro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)

FILE Anima+, FILE Games e Vídeo Arte (Espaço Fiesp) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 de agosto a 7 de setembro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)

FILE LED SHOW (Galeria de Arte Digital Sesi-SP) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 de agosto a 7 de setembro de 2014 (todos os dias, das 20h às 22h – obras interativas, e das 22h às 6h – obras visuais)

FILE Metrô – Performances (calçada das estações de Metrô Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 a 31 de agosto de 2014 (das 12h às 21h)

FILE Workshop (Espaço Mezanino) 16 – Não recomendado para menores de 16 anos
Datas e horários: de 26 a 29 de agosto de 2014, das 10h30 às 21h

Programação completa e inscrições gratuitas para workshops: www.file.org.br

Na Bienal, Sesi Editora lança o Highlike book, livro conectado à nuvem

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de divulgar possibilidades ilimitadas de manifestações artísticas do nosso tempo, a Sesi-SP Editora e o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) lançarão, no dia 25 de agosto, o Highlike book, às 19h30, na Galeria de Arte do Sesi-SP, na mesma data de abertura da exposição.

Além de ser um material inédito, o ponto de maior destaque da publicação é que todo o conteúdo está na nuvem. O livro físico é apenas a porta de entrada para o resultado artístico das mais diversas técnicas utilizadas. Todas as imagens das obras publicadas terão QR (Quick Response) Code, que pode ser lido pelo celular ou tablet. O código direcionará o leitor a outras informações da obra, como vídeos ou textos.

O livro, com 584 páginas e 577 artistas de 35 países, é um anuário sobre arte e cultura contemporânea global. O Highlike book abrange uma diversidade de aspectos da cultura contemporânea e oferece ao usuário uma nova forma de apreciar o livro de arte. É um livro híbrido, que mantém seus aspectos físicos e a simultaneidade virtual da informação multimídia.

“Quando surgiram as mídias, como os tablets e smartphones, muitos acharam que os livros iam acabar e tudo se transformaria em leitura digital. Isso não ocorre, ao contrário. Mas uma das propostas do Highlike é a inversão: um livro que está conectado na rede. Cada página, cada imagem, cada elemento do livro tem uma conexão”, explica Ricardo Barreto, um dos fundadores e organizadores do FILE.

“Um complementa o outro: tem o lado digital e ao mesmo tempo o lado perceptivo do livro em papel. É um livro de arte, que pode ser apreciado simplesmente olhando as imagens, no livro físico, mas todas as outras informações estão on-line e podem ser compartilhadas”, completa.

Para Barreto, a iniciativa também é uma forma de lutar contra o “lixo digital”. “Com a internet, a gente achava que contribuiria com a humanidade, que teria mais acesso ao conhecimento. Mas o lixo contaminou tudo. Por isso, são importantes as várias iniciativas que estão sendo feitas para se contrapor a essa desqualificação quantitativa generalizada do lixo.”


Sobre a Senai-SP Editora e a Sesi-SP Editora

Criadas em sintonia com a missão do Senai-SP e do Sesi-SP de difundir o conhecimento e a cultura, as editoras têm a proposta de preencher uma lacuna editorial existente nas diversas áreas de educação, inovação e ensino, e busca difundir, de forma planejada e sistematizada, o conhecimento produzido pelo Sesi-SP nas áreas de Cultura, Educação, Esporte e Nutrição, e pelo Senai-SP nas diversas áreas tecnológicas e de inovação em que atua, assim como identificar oportunidades que possam contribuir para o enriquecimento dessas áreas. Desde sua criação, em 2011, as duas editoras já publicaram mais de 200 títulos.


Sobre o File

O FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, é o principal encontro da América Latina sobre arte digital. A programação, com entrada gratuita, marca a reabertura da Galeria de Arte do SESI-SP após reforma de cinco meses – além da modernização do espaço e melhorias na infraestrutura, a galeria também inaugurará sua loja.

O festival ocupará ainda mais três espaços do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, o Espaço Fiesp, a Galeria de Arte Digital Sesi-SP (fachada do prédio) e o Espaço Mezanino. Haverá performances interativas do FILE Metrô na calçada das estações Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro na primeira semana do evento (de 26 a 31 de agosto).


Serviço

Lançamento Highlike book
Editora: Sesi-SP Editora
Organizador: FILE – Festival de Linguagem Eletrônica
Preço: R$ 159,90
Páginas: 584
Formato: 19,5 cm x 25 cm
Data: 25 de agosto, às 19h30
Local: Galeria de Arte do Sesi-SP (Avenida Paulista, 1313).

File 2013 começa no dia 23/07, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso

Agência Indusnet Fiesp

Falta pouco para a capital paulista sediar o principal evento de arte e tecnologia do Brasil. Entre os dias 23 de julho e 1º de setembro, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), realiza a 14ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File). A programação vai ocupar quatro espaços no prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na Avenida Paulista. Todos dentro do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso:  a Galeria de Arte, Galeria de Arte Digital Sesi-SP (que consiste na fachada do edifício), o Espaço Fiesp I e o Espaço Mezanino. Isso além da estação Trianon-Masp do metrô, localizada em frente ao prédio. E o que é melhor: toda a mostra terá entrada gratuita.

Uma das principais novidades desta edição do evento é o chamado File Led Show. Do que se trata? De uma obra interativa do grupo francês 1024 architecture a ser exibida na Galeria de Arte Digital Sesi-SP, ou seja, na fachada do prédio na Paulista. A ideia é que os visitantes usem a voz para alterar as imagens exibidas. E promete ser uma das atrações mais comentadas da mostra.

Haverá ainda instalações e obras diversas reunindo arte e mídias eletrônicas. Os trabalhos serão organizados em divisões como File Instalações Interativas, File Games, File Maquinema, File Anima+, File Tablet, File Media Art, File Metrô, File Hipersônica e o File Led Show. Haverá ainda simpósios e workshops sobre temas variados, como, por exemplo, dinâmicas de conservação da arte contemporânea e computação não convencional nas artes.

Instalação Cloud Pink: visitantes poderão tocar em nuvens num painel. Foto: Divulgação

Instalação Cloud Pink, do File 2013: visitantes poderão tocar em imagens de nuvens num tecido. Foto: Divulgação

Entre os destaques das obras interativas, têm tudo para fazer sucesso instalações como a Cloud Pink (nuvem rosa, numa tradução livre), dos artistas Hyunwoo Bang e Yunsil Heo, da Coreia do Sul, na qual os participantes podem tocar em nuvens cor de rosa projetadas num tecido suspenso no ar. Vale a pena prestar atenção também no Monkey Business (negócio/assunto de macaco, numa tradução livre), de Ralph Kistler e Jan M. Sieber, da Espanha, na qual um macaco de brinquedo reage aos movimentos dos visitantes.

No File Anima será exibido o Attraction (Atração), o primeiro anime interativo do mundo, uma produção da França, Japão e Brasil. Entre muitas outras opções.

Quem gosta de jogos não pode perder games como o 140, de Jeppe Carlsen, e Machinarium, do estúdio Amanita Design.

Caso venha para a Paulista de metrô, o visitante poderá ver ainda a instalação interativa Corpo Digitalizado, da brasileira Juliana Cerqueira. Com a obra, será possível digitalizar o próprio corpo em diferentes posições, podendo ver o resultado em monitores de TV.

Detalhe do anime Attraction, destaque do File Anima+, dentro do File. Foto: Divulgação

Detalhe do anime Attraction, destaque do File Anima+, produção do Brasil, França e Japão. Foto: Divulgação


Para saber mais sobre o File 2013, só conferir a programação no site do Sesi – SP. Ou na própria página do evento. Confira também imagens das principais atrações no nosso Flickr:

Serviço

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File 2013)
Período: De 23 de julho a 1º de setembro
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Avenida Paulista, 1313)
Programação: http://www.sesisp.org.br/cultura/exposicao/file-14-edicao.html

Mostra inédita sobre os Jogos Olímpicos fica em cartaz no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso até domingo, 30/06

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Termina no próximo domingo (30/06) a exposição interativa “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP).

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Exposição Jogos Olimpicos. Foto: Divulgacao/COB


A mostra, realizada no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, reúne cerca de 300 peças do acervo do Museu Olímpico do Comitê Internacional (COI) em Lausanne, na Suíça, que representam a trajetória dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.

De acordo com a curadora do Museu Olímpico, Frederique Jamolli, a iniciativa apresenta pela primeira vez no Brasil parte dos objetos da exposição permanente do museu de Lausanne.

“É a primeira vez que nosso acervo viaja para o Brasil e nós temos uma grande oportunidade de divulgar o movimento olímpico no país. O público terá a chance de ver coisas que normalmente são expostas apenas em Lausanne.”

A diretora cultural do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Christiane Paquelet, explicou por que São Paulo foi escolhida para abrigar a mostra: “É uma cidade muito especial, com uma população esportiva muito grande. Eu acho que a gente conseguiu fazer uma exposição em que o povo brasileiro conseguisse ter uma ideia do que é o museu olímpico e também facilitar o acesso as peças e imagens que contam esta história.”

Interatividade

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Visitantes poderão ver objetos históricos (como as Piras Olímpicas) do acervo do Museu Olímpico do COI. Foto: Ayrton Vignola/FIESP

Para aproximar o público dos Jogos Olímpicos, a exposição foi dividida em oito módulos: Jogos da Antiguidade, O Sonho de Coubertin, Acendendo a Tocha, Cerimônias; Esportes e Medalhas; Mascotes; Memorabília e Time Brasil.

Durante a exposição, os visitantes poderão apreciar peças raras como a cópia do discurso proferido pelo Barão de Coubertin, em 1982 – com a proposta da criação dos Jogos Olímpicos-; a sapatilha e a medalha do brasileiro Adhemar Ferreira da Silva, bicampeão olímpico nos jogos de Helsinque, em 1952, e Melbourne, em 1973; o uniforme do tenista suíço Roger Federer, nas Olímpiadas de Pequim (2008); e a tocha olímpica dos Jogos Olímpicos de Helsinque (1952).

Além disso, o público poderá interagir com algumas peças, como, por exemplo, empunhar a tocha dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012 – com a Tower Bridge ao fundo -, tirar foto ao lado da famosa mascote Micha, das Olímpiadas de Moscou (1981) e participar de uma simulação de salto em distância. Além de jogos educativos, sala de cinema e visitas monitoradas.

Serviço:
Exposição Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte

Período expositivo: de 16 de abril a 30 de junho – às segundas, das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10 às 20h; e domingo, das 10h às 19h.
Classificação indicativa: livre
Informações: (11) 3146-7405 e 7406
Agendamentos escolares e de grupos: de segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h, pelo telefone (11) 3146-7396

Pinacoteca recebe réplicas em bronze desenvolvidas pelo Senai-SP

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

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Sina”, de Rodolpho Bernadelli. A peça original (à esquerda) e a réplica feita pelo Senai-SP (à direita). Foto: Juan Saavedra/Fiesp

Museu de arte mais antigo da capital paulista, a Pinacoteca do Estado de São Paulo acaba de ganhar duas novas peças para seu acervo. Em cerimônia na tarde de sábado (15/06), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) entregou à Pinacoteca duas réplicas em bronze das peças “Busto de Dom Pedro II”, de Zépherin Ferrez, e “Sina”, de Rodolpho Bernadelli, pertencentes ao acervo do museu.

Resultado de convênio entre as instituições, as peças foram esculpidas pelo Centro Técnico em Fundição Artística do Senai-SP, instalado na unidade Nadir Dias de Figueiredo, em Osasco, na grande São Paulo. O trabalho teve a coordenação técnica do artista plástico Israel Kislansky.

“Este evento tem uma extrema significação. É parte de uma primeira etapa da colaboração entre a Pinacoteca e Senai-SP”, celebrou o diretor técnico da Pinacoteca, Ivo Mesquita, na solenidade realizada no segundo andar do edifício, marco arquitetônico da cidade. “O Centro técnico [do Senai-SP] vem desenvolvendo um trabalho importantíssimo no sentido da recuperação das técnicas e procedimentos na fundição artística, isto é, esculturas, monumentos, elementos arquitetônicos e decorativos, preservando uma tradição começada no Brasil no século XVII”, elogiou Mesquita.

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Na foto, com o Busto de Dom Pedro II, reprodução feita pelo Senai-SP, da esquerda para direita: Marcelo Araújo (secretário de Cultura do Estado de São Paulo), Ivo Mesquita (diretor técnico da Pinacoteca), Fernando Greiber (diretor do Comcultura/Fiesp) e Israel Kislansky (assessor técnico do Senai-SP). Foto: Juan Saavedra/Fiesp

Em seu rápido pronunciamento, o diretor do Comitê de Ação Cultural da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Fernando Greiber, disse que o convênio é resultado de uma diretriz da gestão do presidente das instituições, Paulo Skaf, de promover a integração das entidades à comunidade cultural e artística do Estado de São Paulo.

“São peças feitas em gesso e, na medida que tenhamos a possibilidade de fundi-las em bronze, nós estamos dando a elas vida eterna”, comentou Greiber. “Esse convênio nos enche de muita alegria. Que esse trabalho continue e dê frutos como essas peças em bronze”, completou.

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Pinacoteca mostrou confiança no Senai-SP, segundo Célio Jorge Deffendi, assessor do Sesi-SP para assuntos de Educação e Cultura. Foto: Juan Saavedra/Fiesp

Célio Jorge Deffendi, assessor do Sesi-SP para assuntos de Educação e Cultura,  lembrou que as duas peças integraram a exposição “Fundição Artística no Brasil”, aberta ao público no Centro Cultural Fiesp entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano.

“O presidente Paulo Skaf tem incentivado fortemente essa ação cultural. Nós tivemos uma exposição no início do ano. Essas coisas são extremamente importantes para a preservação do patrimônio histórico brasileiro”, destacou Deffendi, agradecendo a confiança da Pinacoteca ao ceder as peças originais ao Senai-SP para que ambas fossem trabalhadas em bronze. “Isso também é uma prova de confiança muito grande na competência técnica do pessoal do Senai-SP.”

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Secretário Marcelo Araújo destacou importância do Centro técnico do Senai-SP para os museus. Foto: Juan Saavedra/Fiesp

O secretário estadual de Cultura, Marcelo Araújo, disse que teve oportunidade de participar do projeto ainda na condição de diretor da Pinacoteca, e pediu a Greiber e Deffendi que transmitissem a Skaf seus cumprimentos pela iniciativa. “A importância desse projeto devolve para a realidade brasileira uma das linguagens mais tradicionais da arte que tinha praticamente desaparecido”, observou Araújo.

“A criação do Centro de fundição traz de volta essa possibilidade. É importante para os museus e para os artistas. E para a indústria, é uma atividade que tem imenso potencial. Tenho certeza de que o Centro de fundição tem um futuro brilhante em nome da memória e da cultura brasileira”, encerrou, sugerindo um novo desafio: a réplica em bronze da peça “O Brasileiro” (1940), de Raphael Galvez, escultura em gesso que é um dos destaques do acervo permanente da Pinacoteca.

O Centro Técnico em Fundição Artística do Senai-SP

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“Busto de Dom Pedro II”, de Zépherin Ferrez, réplica feita pelo Centro técnico em Fundição Artística do Senai-SP. Foto: Juan Saavedra/Fiesp

Dedicado à recuperação e modernização dos processos de fundição artística no Brasil, o Centro Técnico em Fundição Artística do Senai-SP funciona em Osasco, na grande São Paulo.

De acordo com Israel Kislansky, as peças entregues à Pinacoteca são resultado de um trabalho que começou em 2008, com um projeto de capacitação de uma equipe de técnicos do Senai-SP habilitados a adquirir o know-how de fundição em bronze.

“Fizemos uma série de ações como viagens a Europa, onde visitamos as principais fundições e os principais acervos, oferecemos cursos para esses técnicos de habilidades artísticas, como escultura, desenho, história da arte, e também tivemos um convênio com a Pinacoteca, em que, com a responsabilidade de reproduzir a obra de um grande autor, exigiu-se a preparação”, explicou. “Esses modelos foram usados para se adquirir o máximo de conhecimento possível”, completou Kislansky.

Além da capacitação e de investimento em equipamentos, a iniciativa abriu cursos especializados em fundição de obras de arte e originou dois livros sobre o assunto, lançados pela editora Senai-SP e editora Sesi-SP, respectivamente.

Sesi-SP realiza mostra digital com artistas brasileiros e alemães

Agência Indusnet Fiesp

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Mostra acontece entre dias 15 de maio e 9 de junho

Quem passar pela sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na avenida Paulista, entre os dias 15 de maio e 9 de junho, poderá observar um total de quatro obras de artistas brasileiros e alemães.

É a mostra “Conexão Cultural — Mostra Brasil Alemanha”, uma realização do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) com apoio cultural do Goethe Institut.

Parte da celebração pelo ano “Alemanha + Brasil 2013-2014”, a iniciativa tem duas obras que permitem a interação do público com as imagens projetadas na Galeria de Arte Digital do Sesi-SP,  na fachada do edifício-sede da Fiesp (Avenida Paulista, 1313).

As obras interativas estarão disponíveis para o público das 20h às 22h e, para facilitar a interação, serão monitoradas por educadores do Sesi-SP. De 22h às 6h, as obras são visuais – sem possibilidade de interação com o espectador.

A mostra é livre para todos os públicos e tem curadoria de Marília Pasculli, da Verve Cultural/Brasil, e de Susa Pop, do Public Art Lab/Alemanha.

Arte de Nelson Leirner ganha Prêmio Governador do Estado para a Cultura

Danusa Etcheverria, Agência Indusnet Fiesp

A retrospectiva da brilhante e controvertida obra de Nelson Leirner, apresentada na Galeria de Arte do Sesi-SP, durante o segundo semestre de 2011, recebeu a distinção Governador do Estado para a Cultura, na categoria voto popular para Artes Visuais.

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A produção do Sesi-SP foi escolhida pelo público com 1.483 votos. A cerimônia de premiação foi realizada na última terça-feira (24), no Palácio dos Bandeirantes.

A mostra Nelson Leirner -2011-1961 = 50 anos apresentou, gratuitamente, um apanhado dos anos em que o artista reinou absoluto no meio da arte e teve curadoria de Agnaldo Farias.

APCA, Shell, Femsa e Contigo de Teatro
As produções do Sesi-SP HellPíramo e TisbeO Silêncio depois da chuva Menecma foram indicadas às mais conceituadas premiações da quinta arte do país. Os espetáculos e a exposição estão na lista dos indicados de 2011 da APCA, Shell, Femsa e Contigo de Teatro.

As indicações incluem melhor espetáculo jovem, espetáculo drama, ator, atriz, autor, diretor, cenografia, e produção. As produções têm em sua essência o incentivo a montagens teatrais e plásticas como meios para descoberta de talentos e valorização da cultura.

VEJA OUTRAS PREMIAÇÕES

PRÊMIO FEMSA DE TEATRO INFANTIL E JOVEM

Melhor Espetáculo Jovem Píramo e Tisbe
Melhor Produção Píramo e Tisbe / Sesi-SP
Melhor Ator Júlio Oliveira (Píramo e Tisbe)
Melhor Atriz Greta Antonie (Píramo e Tisbe)
Melhor Atriz Coadjuvante Magali Biff (Píramo e Tisbe)
Melhor Iluminação Davi de Brito e Vânia Jaconis (Píramo e Tisbe)

PRÊMIO SHELL – Segundo Semestre

Melhor Autor Gustavo Colombini (O Silêncio depois da Chuva)
Melhor Cenografia Marisa Bentivegna (O Silêncio depois da Chuva)
Especial Grupo Teatro Popular de Ilhéus pela sátira em cordel
em “O inspetor geral”
Melhor Ator Roney Facchini por “Menecma”

PRÊMIO APCA

Melhor Diretor  Sérgio Ferrara (O Casamento Suspeitoso)
Melhor Atriz Nani Oliveira (O Casamento Suspeitoso)

PRÊMIO CONTIGO

Melhor Espetáculo Drama – Hell
Melhor Atriz Bárbara Paz

Potencial transformador da arte e da educação

Michelle Cafaldo, Comitê de Responsabilidade Social da Fiesp

No processo infinito de construção e reconstrução do ser humano, a arte e a educação têm um potencial transformador inestimável. É neste trajeto do conhecimento e da criatividade que nos deparamos com o que fomos, somos e gostaríamos de ser, traçando o caminho do novo.

Com essa perspectiva emancipatória é que muitos dos grupos que se apresentarão durante a 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental exigem de seus participantes, crianças e adolescentes frequência assídua na escola. E este é um dos exemplos de construção da cidadania que teremos a chance e o prazer de compartilhar no palco do Espaço Lúdico este ano na Mostra.

Como parte de seus projetos de Responsabilidade Social, empresas e ONGs que se apresentarão na 5ª Mostra Fiesp/Ciesp colaboram para melhorar a qualidade de vida de comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica e pessoal, dando-lhes oportunidade de serem conhecidas por aquilo que produzem e não pelo que sofrem.

Exemplos de aptidões e habilidades que superam estigmas serão mostrados por um coral de crianças e adolescentes com deficiência visual e pela sutileza dos gestos das artes marciais, além do teatro por crianças com deficiências.

Muito mais que mostrar ao público boas práticas de organizações que acreditam no potencial transformador da arte e da educação, a Fiesp reforça seu compromisso com o desenvolvimento socialmente responsável de nossa cidade e, por que não dizer, de nosso país.

Agenda cultural do Sesi-SP ganha novo site

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

O Sesi-SP, dentro do espírito de democratizar o acesso à arte e à cultura em benefício do desenvolvimento social, inaugura nesta quinta-feira (3) a nova página cultural da entidade na web.

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Cores, interatividade e agilidade: busca de espetáculos por data, região e tipo de atração


O novo site – www.sesisp.org.br/cultura – permite uma busca completa a todos os espetáculos e exposições promovidas pela entidade em todo o estado de São Paulo. De forma simples e ágil, o internauta pode pesquisar os eventos por período, região ou tipo de linguagem (teatro, cinema, música, dança e exposições) e ainda compartilhar com os amigos pelas redes sociais.

Além da programação cultural, o novo canal também apresenta os espaços culturais da entidade, como o Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, na avenida paulista, o Centro Cultural Sesi Vila Leopoldinae os 21 teatros do Sesi-SP espalhados por todo o estado.

Para o diretor da área cultural do Sesi-SP, Celio Deffendi, a mudança do site segue a proposta da entidade de democratizar o acesso a cultura, ampliando o alcance da informação de tudo que é produzido e incentivado pela entidade na área cultural. “O objetivo é que o público, não só da capital, mas de todas as cidades do interior tenha a possibilidade de acompanhar e agenda cultural e privilegiar os espetáculos de sua região”, afirma.

Mundo Sesi de Cultura

O novo site também abre as portas para que mais pessoas conheçam os projetos desenvolvidos pelo Sesi-SP. É o caso das ações para escolas (arte-educação e monitorias em exposições e espetáculos), os produtos culturais voltados para os trabalhadores da indústria (Caixa de Cultura, Exposições e o Festival Sesi de Música) e outros serviços disponíveis a população, como o Livrocicleta, Unidade Móvel de Artes e Cultura e os cursos de artes cênicas oferecidos nos Teatros do Sesi-SP.

Também são apresentadas no novo canal, as ações do Sesi-SP em prol do desenvolvimento da arte e cultura e seus programas de incentivo, como o Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista, o Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council e a orquestra Bachiana Sesi-SP, que apoia a formação de músicos profissionais e a disseminação e valorização da música erudita.

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Sesi Cultura

Ceará dá exemplo em educação, cultura, ética e cidadania

Eliane Belfort, diretora-titular do Comitê de Responsabilidade Social/Fiesp, Agência Indusnet Fiesp

Volto de Fortaleza vestida de humanidade. O sol dessa terra aquece o coração de seus nativos, que dão ao visitante o calor da acolhida e o aconchego da amizade. Com carinho e bem-querer pela cidade, nos levam a desvendá-la, imaginá-la e, mais que vivê-la, senti-la. É assim, embebida de Fortaleza, que lhes conto a riqueza dos projetos produzidos e operados pela Fundação Demócrito Rocha, criada pelo Grupo de Comunicação O Povo, objeto de minha visita àquela terra.

Mais que projetos, são obras de arte voltadas para a educação, principalmente, para a cidadania, a ética, a cultura e, sobretudo, a cultura regional. Segundo Wânia Dummar, diretora das organizações O Povo, “não é possível desenvolver cidadania e ética sem amar e valorizar seu lugar e seu espaço. E só se ama o que se conhece e o que se chama de seu”.

Uma pequena parte do trabalho de 80 anos deste grupo de comunicação do Ceará estará na 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental deste ano. Durante o evento, a Universidade Livre do País e a Universidade Aberta do Nordeste (UAN), fruto dos projetos de educação do grupovão mostrar suas experiências e resultados.

Em 1996, a Unesco atestou a importância do trabalho realizado pela Fundação Demócrito Rocha, assinando convênio com esta instituição e iniciando parceria em projetos de educação, cultura, ciências sociais, ciências exatas e comunicação.

Projetos inéditos marcam 11ª edição do File no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso

Agência Indusnet Fiesp,

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), maior acontecimento do gênero no Brasil e na América Latina, há onze anos insere o Brasil no contexto mundial da arte e tecnologia.

Trata-se de uma compilação de produções artísticas no campo das artes eletrônicas e digitais, além ser um indicador da pluralidade desta linguagem no mundo contemporâneo.

Em 2010, o File realiza duas conquistas: o File Prix Lux e o File Pai. Em sua 11ª edição, o Festival acontece em São Paulo, até o dia 29 de agosto, e envolve toda a cidade com apresentações em diversos locais com acesso gratuito.

  • A programação deste ano traz ZEE , de Kurt Hentschläger, performance de efeito lisérgico gerado pela frequência da luz em que as pessoas viajam em imagens psicodélicas produzidas pela própria mente.
  • O Festival também produz e lança a obra do brasileiro Vanderlei Lucentini, intitulada Omnibusonia Paulista, uma sinfonia interativa inédita criada especialmente para a ser exibida na Avenida Paulista.
  • Orquestra do Coração, Heartchamberorchestra, dos finlandeses Erich Berger & Peter Votava, que executa partituras que variam de acordo com a pulsação do coração dos músicos em cena está na programação.

O File ainda mostra Chase, o grafite eletrônico móvel dos desenhos animados de Tom e Jerry, da artista americana Karolina Sobecka.

Confira aqui todos os detalhes do evento

O Prêmio File Prix Lux – prêmio internacional destinado a profissionais na área das linguagens eletrônicas e digitais – é uma iniciativa inédita na América Latina que valoriza a arte do século XXI, viabilizada pela primeira vez pelo Santander por meio da Lei Rouanet de incentivo à Cultura.

Concebido para complementar as ações do File, o prêmio recebeu 1.235 inscrições de 44 países. Destes, 90 foram indicados para concorrer em três categorias.

Por meio da parceria Santander Cultural e File, foi identificada a importância de um prêmio para valorizar a produção de novas mídias, mas principalmente a difusão e inclusão digital do país nos novos meios digitais.

As etapas de votação popular foram criadas e contaram com a participação de gestão do Santander Cultural. As votações ocorreram nas unidades culturais em Porto Alegre e Recife, além do Sesi e da Casa Laura Alvim, no Rio de Janeiro, com participação de mais de seis mil pessoas.


Arte interativa

File Pai (Paulista Avenida Interativa ou Arte Pública Interativa) é um projeto de arte pública que ocupa vários espaços da Avenida Paulista com obras interativas.

O público pode conferir o File Pai nos seguintes locais: Espaço Fiesp, Instituto Cervantes, Conjunto Nacional, Masp, Livraria Fnac, estações da linha verde do metrô, ônibus circulando pela avenida, projeções interativas e carro com grafite eletrônico móvel.

Serviço
Entrada franca para toda a programação
File – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (exposição)
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Endereço: Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp
Período: de 27 de julho a 29 de agosto de 2010. De terça-feira a sábado, das 10h às 20h. Segundas-feiras, das 11h às 20h. Domingos, das 10h às 19h
Informações:  tels. (11) 3146-7405 / 7406
Agendamento de grupos: de segunda a sexta-feira, das 10h às 13h, e das 14h às 17h, pelo telefone 3146-7396, falar com Leni
Recomendação etária: livre

File Pai
Local 1: Espaço Fiesp- Av. Paulista 1313
Datas e horários: de 27 de julho a 29 de agosto de 2010 – de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, às segundas-feiras, das 11h às 20h, e aos domingos, das 10h às 19h. Sessões a cada 30 minutos para no máximo 10 pessoas.