App de negócios da Fiesp estimula negócios, reforça transparência e compartilha resultados das licitações

Agência Indusnet Fiesp

Conectar as pessoas é a palavra de ordem na tecnologia. Por isso, a Fiesp criou o app “Ponte de Negócios” para fomentar parcerias, fortalecer relacionamentos entre prestadores de serviços e empresas e criar oportunidades. Para reforçar o compromisso de transparência das entidades, o aplicativo divulga os resultados de todas as concorrências do Sesi-SP, do Senai-SP e do demais parceiros, tais como empresas participantes e valores negociados.

Uma excelente contribuição ao app é a chegada do Comando Logístico do Exército (Colog) e da Santa Casa de Piracicaba como novos parceiros da iniciativa, que vêm somar esforços com o Centro Logístico da Aeronáutica (Celog). O aplicativo desenvolvido pelo Departamento de Ação Regional (Depar) da Fiesp é aberto a empresas de todos os portes e a pessoas físicas interessadas em captar ou prestar serviços e oferecer produtos no mercado.

Apenas nos primeiros seis meses deste ano, o app já mediou 208 processos, cerca de R$ 400 milhões em contratos. Do total, foram 90 negociações na área de serviços, 80 em materiais e equipamentos e 31 em obras civis ou de engenharia, além de ações junto ao setor bélico e saúde.

“A Fiesp tem a preocupação de fortalecer os setores industriais e a cadeia produtiva como um todo. Com o app Ponte de Negócios, conseguimos não só ir na contramão da burocracia, promovendo a transparência e criando oportunidades, como facilitar a interação entre empresas e pessoas”, afirmou o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf.

Parceria na saúde

A adesão da Santa Casa de Piracicaba ao app foi comemorada pela administradora do hospital Vanda Petean. Para ela, toda empresa produtiva e responsável atua com vistas à maximização de seus recursos para potencialização de resultados.

O recente acordo com o hospital é fruto de uma parceria estratégica entre Fiesp e Federação dos Hospitais (Fehosp). Os próximos hospitais na mira desta ação são de Rio Claro e Santos.

Neste contexto, “o aplicativo de negócios da Fiesp se apresenta como uma grande oportunidade de negócios para as instituições filantrópicas, que podem utilizar esta plataforma para ampliar consideravelmente o número de fornecedores, processo que proporciona redução de custos com benefícios diretos a essas entidades”, defendeu Vanda.

O diretor da Fiesp em Piracicaba, Moacir Beltrame, também comemorou a parceria. “Estamos satisfeitos em realizar a primeira parceria regional deste projeto piloto, que incentiva a cadeia produtiva e oferece um serviço sem custos para a Santa Casa local”, completou.

O “Ponte de Negócios” está disponível gratuitamente na App Store, no Google Play e na Microsoft mediante cadastro com nome, CPF, e-mail e senha. O app envia os interessados alertas semanais personalizados sobre as novas oportunidades, de acordo com o cadastro de área de interesse. Mais informações: fiesp.com.br/pontedenegocios.

Uber é foco de discussão em seminário na Fiesp

Bernadete de Aquino e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

O aplicativo de transporte pessoal Uber foi o principal destaque das discussões sobre as novidades tecnológicas que ganham diariamente milhares de usuários, ao mesmo tempo que geram polêmica, durante o seminário “Riscos à Economia Digital, Mobilidade Urbana e Segurança Cibernética”, realizado nesta segunda-feira (24/8) na Fiesp.

Na abertura do evento, o diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da Fiesp, Rony Vainzof, lembrou que a utilização de aplicativos na internet – como o Uber – tem facilitado a vida de muita gente, mas também tem gerado polêmica e uma série de discussões sobre o equilíbrio e a isonomia em relação à competitividade, à livre iniciativa e à segurança. “Há muitas questões a serem respondidas, como se a utilização desses novos serviços é segura para a sociedade, se os tributos são isonômicos em relação a outros prestadores de serviço e quem tem a competência para regulamentar esse tipo de serviço.”

Para iniciar o debate do painel sobre economia compartilhada, Vainzof lançou uma pergunta ao vereador Police Neto (PSD), um dos palestrantes: “Nós precisamos regulamentar tudo isso ou não é necessário regulamentar e vamos deixar que a sociedade experimente e diga o que ela quer e se é bom ou ruim?”.

Único voto contrário ao projeto que proíbe o uso de aplicativos como o Uber e autor do Projeto de Lei 421/2015, que trata do compartilhamento de automóveis, o parlamentar respondeu afirmando que “vivemos uma crise de confiança entre sociedade e o Poder público” e por isso muitas das ações que livre iniciativa poderia realizar não são possíveis, “porque somos obrigados a recorrer à autoridade Legislativa”.

Segundo o vereador, na cidade de São Paulo há hoje quase 40 milhões de viagens (trajetos de pessoas) por dia, das quais 5 milhões são feitas por carros, que carregam em média 1,4 passageiro, em um sistema viário absolutamente saturado. E o sistema de transporte público coletivo não consegue se expandir rapidamente. É aí que entra a tecnologia, dependendo também de confiança e credibilidade para “colocar mais gente dentro dos carros”.

Police Neto explica que o Uber mostrou a possibilidade de reduzir custos com uma plataforma de usuários que querem usar o motorista particular e compartilhar o transporte.

“O importante é dar um benefício à cidade. A autoridade tem de regular, mas o que mais importa para ela é o que a cidade ganha com isso”, afirmou. A plataforma de tecnologia pode permitir, disse, um ganho de escala para a cidade, com o compartilhamento de carros. “Se conseguirmos colocar mais gente em carros, reduzindo o número de veículos nas ruas, sou a favor. Para isso precisamos de tecnologia. Não adianta alguma coisa ser boa para os negócios e ruim para a cidade.”

Seminário Riscos à Economia Digital, Mobilidade Urbana e Segurança Cibernética, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Ouça boletim sobre o seminário

Carros sem motorista

Depois que houve manifestação na plateia contra o Uber (“vamos trocar o monopólio dos taxistas, que não definem suas tarifas, pelo monopólio de uma empresa”), Frederico Meinberg Ceroy, promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital (IBDDIG), lembrou que a discussão não para nisso. Ele disse que o Waze também está criando um aplicativo para carona e que estão chegando os carros autônomos do Google. “Daqui a alguns anos vão estar os motoristas de táxi e do Uber aqui reclamando dos carros sem motorista do Google, que vão levar as pessoas e saber, pelas buscas, o que elas estão pensando…”

Victor Santos Rufino, Procurador Chefe do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), puxou para ainda mais perto o futuro: “Não está tão longe o dia em que os motoristas ficarão obsoletos.” Deu exemplo de cidade na Alemanha que faz experiência com carros sem motorista e eliminação de sinais de trânsito. E lembrou que Nova York prepara frota de carros sem motorista.

Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santos, conselheiro do Conjur – Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos e coordenador do Subgrupo de Direito Digital do Dejur da Fiesp, que presidiu o segundo painel do evento, voltou ao tema do Uber, sugerindo que o Cade analisasse o que aconteceu nos países em que o aplicativo se instalou.

Ele disse também que há na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo pareceres antagônicos sobre o Uber, e que está encarregado de homogeneizar o entendimento da entidade sobre o aplicativo, o que pretende fazer em conjunto com o Dejur da Fiesp.

No segundo painel do evento (com o tema Proibições de aplicações de Internet no Brasil e o Marco Civil), os palestrantes mostraram méritos e limitações da lei que rege a internet no Brasil. Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, traçou um histórico do que havia antes do marco civil, lembrando que a proposta era vista como cerceamento de liberdade. Só que a liberdade de expressão aparece com destaque nele, porque politicamente isso ajudou a quebrar o discurso de que qualquer lei sobre tecnologia é censura.

Souza destacou também que o marco civil prestigia a liberdade de iniciativa, como um dos fundamentos da disciplina do uso da internet no Brasil. Também surge em item sobre liberdade de negócios, desde que obedecida a lei.

Ele analisou quatro casos de aplicativos proibidos no Brasil, para ilustrar os avanços que o marco civil propiciou e onde ele ainda tem alcance limitado. O primeiro foi o Lulu (para mulheres classificarem homens). O programa exportava dados do Facebook e não tinha escritório no Brasil. O aplicativo saiu do Brasil, voltando depois (mais ou menos um mês atrás), menos agressivo. O segundo exemplo foi o Secret – garantiria anonimato na divulgação de segredos, mas isso era parcial, porque uma mera notificação à empresa levaria à divulgação de quem divulgou algo, e portanto havia riscos à privacidade.

A proibição ao WhatsApp, determinada judicialmente no Piauí, por dificuldade em conseguir informações da empresa, acabou caindo graças ao argumento do princípio da proporcionalidade, que impede que o todo seja proibido pela possibilidade de dano provocado por parte (como proibir o correio porque há suspeita de envio de drogas como correspondência). Por fim, falou do Uber, que tentam proibir como se fosse um produto de pirataria.

Usou o exemplo do Napster e dos programas de compartilhamento de música que o sucederam, para demonstrar que algumas proibições são inócuas.

Regular para quê?

Alexandre Pacheco da Silva, coordenador do Grupo de Trabalho em Direito e Inovação da FGV Direito (SP), refletiu se a forma como olhamos para a tecnologia não nos condiciona de alguma medida à forma como a Justiça vai enxergar. “Em última medida, não estamos olhando de forma errada? A pergunta básica é: qual o sentido da regulação? Em relação a muitos aplicativos, a regulação não parece clara.”

Segundo Silva, mesmo com marco civil e legislação, o aspecto central é que uma vez havendo a regulamentação, ela não encerra os debates e a tensão relacionados à nova tecnologia. “Ela não é ponto de chegada, mas é ponto orientador muito importante, pelo qual o debate vai se pautar.”

Em relação ao marco civil da internet, o especialista da FGV disse que ele “atenuou o caso das empresas intocáveis digitais” – aquelas que por seu tamanho, complexidade e distribuição de ativos, tornam muito difícil a tomada de medidas judiciais.

Alexandre Pacheco da Silva disse que a questão do anonimato permeia vários serviços. Afirmo que considera muito importante investir na construção de acordos internacionais, de fóruns, de compartilhamento de informações com outros países. “É preciso reconhecer a importância de atrair para o debate os governos, a sociedade civil, os profissionais que lidam com isso (inclusive juízes).”

Ele lembrou também que no debate sobre o Uber escapa o fato de ele, além de tecnologia, trazer um modelo de negócios novo. Apesar das ressalvas ao modelo da empresa, alerta para o risco de perda de oportunidades. “Nas conversas com empreendedores, percebe-se que as dificuldades podem levar empresas a desistir do Brasil”, disse, em referência a obstáculos jurídicos.

Caio César Lima, mestre em direito e professor assistente da PUC/SP, citou o inciso terceiro do artigo quarto do marco civil da internet, que menciona o fomento a novos modelos de negócios – o que não acontece na prática. “O Uber e outros trouxeram novas premissas. Infelizmente vivemos com medo de todos (de motoristas de táxi, de motoristas do Uber, de ser apedrejado)”. Contou que ficou assustado quando precisou recorrer a motoristas: “Eles tentam disfarçar, cobrindo o aplicativo, ou ligam instruindo a sentar no banco da frente do carro e apertar a mão, para não acharem que é do Uber”.

Lima questionou se realmente o poder legislativo municipal é competente para tratar da legislação na área. “Mobilidade não é responsabilidade federal?” Lembrou que os carros autônomos terão vantagens sobre os atuais, como o fluxo de tráfego que permitirão, a menor necessidade de espaço para estacionamento, redução das emissões de carbono.

Em suas considerações finais, disse que é preciso pensar fora dos limites físicos do Brasil, o que o artigo 11 do marco civil aborda, “mas ainda é preciso amadurecer muito a discussão sobre isso”.

Renato Opice Blum, Professor do Insper de Direito Digital, abriu o último painel do dia (Privacidade X Segurança Cibernética) com uma série de perguntas ao público: “Alguém aqui veio de táxi hoje? Alguém veio de Uber? Quem usou aplicativo para chamar táxi? Quem usa há muito tempo? Têm ideia da política de privacidade do aplicativo? Alguma expectativa de privacidade em relação aos dados? Questão de segurança, como saber endereço, celular, hábitos. Cartão de crédito fica registrado? Percursos? Ao que mais o aplicativo tem acesso? Resumindo, há algum risco relacionado ao mau funcionamento da plataforma?”

Seminário na Fiesp aborda segurança tecnológica e jurídica de serviços digitais

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

A Fiesp promove no dia 24 de agosto, das 8h às 13h, o seminário “Riscos à Economia Digital, Mobilidade Urbana e Segurança Cibernética”. Realizado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da Fiesp, em parceria com o Comitê Acelera Fiesp (CAF), o evento reunirá especialistas para discutir a livre concorrência, a defesa do consumidor e a segurança na utilização de serviços digitais inovadores e práticos. Um exemplo está nos aplicativos de celulares, que facilitam ações do dia a dia, como chamar um táxi, mas que se geram polêmica devido a questões legais.

Para o diretor do Deseg Rony Vainzof, “é impossível não se render às facilidades, mas é preciso que, junto com a inovação venham as seguranças jurídica e tecnológica necessárias para mitigar riscos aos usuários”.

No painel “Economia compartilhada, mobilidade urbana e meios de transporte”, participam o promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Frederico Meinberg Ceroy e o procurador-chefe do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Victor Santos Rufino.

Além disso, está confirmada a presença do vereador José Police Neto (PSD) – único voto contrário ao projeto que proíbe o uso de aplicativos como o Uber –, que apresentou na Câmara Municipal de São Paulo o Projeto de Lei 421/2015, que trata do compartilhamento de automóveis.

Para as apresentações durante o painel “Proibições de aplicações de Internet no Brasil e o Marco Civil” estão confirmados o diretor do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro (RJ), Carlos Affonso Souza, o coordenador do Grupo de Trabalho em Direito e Inovação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alexandre Pacheco da Silva, e o mestre em Direito e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Caio César Lima,

O tema “Privacidade e Segurança Cibernética” também tem espaço reservado no evento e será discutido por Melissa Blagitz, procuradora da República de São Paulo, responsável pelo grupo de combate aos crimes cibernéticos, Danilo Doneda, consultor do Ministério da Justiça, e Renato Opice Blum, professor de Direito Digital do Insper.

Clique aqui para ver a programação completa e fazer sua inscrição.

Fiesp realiza quarta edição da maratona de desenvolvimento de aplicativos Hackathon

Você abriria a porta da sua casa para um estranho? Deixaria essa pessoa que você nunca viu dormir na sua cama? Depois disso tudo, entregar o carro não é problema, né? Pode até parecer estranho, mas tem muita gente ganhando dinheiro assim. Uma prática comercial mais consciente que possibilita o acesso a bens e serviços sem que haja necessariamente aquisição de um produto ou troca monetária entre as partes envolvidas neste processo.

Compartilhar, emprestar, alugar e trocar substituem o verbo comprar no consumo colaborativo. Uma tendência, que segundo economistas, vai movimentar uma fortuna correspondente a quase R$ 1 trilhão nos próximos anos.

Pensando na importância do tema para a sociedade, o Comitê Acelera Fiesp (CAF) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promove a 4ª edição do Hackathon, uma maratona hacker, nos dias 22, 23 e 24 de agosto. O desafio é desenvolver uma solução tecnológica relacionada à Economia Compartilhada/Colaborativa, em uma das três categorias: consumidor final, cadeia produtiva e social.

Ao todo serão três dias de programação. Podem participar da disputa programadores, designers, hackers e cientistas da computação. “O objetivo é fomentar o conhecimento tecnológico e o espírito empreendedor dos participantes”, diz o diretor-titular do CAF Sylvio Gomide.

Os grupos poderão ter cinco membros, sendo dois programadores ou desenvolvedores, um designer, um profissional de comunicação e um visionário, de acordo com o site oficial. Os participantes que apresentarem a melhor solução móvel poderão participar da 7ª edição Concurso Acelera Startup da Fiesp, que ocorrerá em novembro de 2015.

O Hackathon tem finalidade exclusivamente cultural, visando reconhecer e divulgar as soluções tecnológicas desenvolvidas que tenham potencial inovador, estimulando a difusão do tema no meio empresarial, sem caráter comercial.

O evento acontecerá no edifício-sede da Fiesp, na Avenida Paulista, 1313, em frente à estação Trianon-Masp. O credenciamento começa às 8h da manhã do sábado, 22, e a maratona vai até domingo, 23. Na segunda-feira, 24, haverá espaço para mentorias, articulação com investidores e palestras sobre inovação, tecnologia e empreendedorismo. As apresentações dos finalistas começam às 19h, e os ganhadores serão anunciados às 20h30.

Para mais informações sobre o regulamento, não deixe de conferir o site oficial http://hotsite.fiesp.com.br/hackathon .

Programação:

22 de agosto – Sábado

8h – Credenciamento

10h – Boas-vindas – Abertura

Sylvio Gomide – Diretor-Titular do CAF / FIESP

Cristiano Miano – Membro do CAF / FIESP

10h20 – Palestra / Painel “Economia Compartilhada e Colaborativa”

11h30 – Separação das equipes

12h – Brainstorming

13h – Almoço

14h – Wrap-up – Início da programação

21h30 – Jantar

23h – Utilização das barracas / Acampamento

 

23 de agosto – Domingo

7h – Café da manhã

8h – Wrap-up – Continuação da programação

13h – Almoço

14h – Início da análise de validação das soluções tecnológicas desenvolvidas

16h – Finalização da validação das soluções tecnológicas desenvolvidas

16h30 – Apresentação dos pitches aos jurados

18h – Encerramento das atividades do final de semana. Retorno dos participantes no dia 24 de Agosto, 2ª feira

 

24 de agosto – 2ª feira

14h – Relacionamento com investidores e mentores

16h30 – Acampamento criativo – Um bate-papo com inovadores do setor tecnológico

18h30 – Abertura da cerimônia de premiação e apresentação dos pitches dos finalistas

19h45 – Entrega da premiação

20h – Palestra do Gabriel O Pensador

21h30 – Encerramento

Sylvio Gomide – Diretor-Titular do CAF / FIESP

Cristiano Miano – Membro do CAF / FIESP

22h Coquetel de encerramento

 

SERVIÇO

4º Hackathon

Data: 22, 23 e 24 de agosto

Horário: das 8h do dia 22/08 às 18h do dia 23/08 e dia 24/08 das 14h às 22h

Local: Av. Paulista, 1313 – metrô Trianon-Masp

Esquenta do Hackathon tem orientações e dicas para desenvolvimento de soluções tecnológicas

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

“Toda inovação só vem do improvável. A inovação nunca sai do provável”, disse Lala Deheinzelin, especialista em economia criativa e desenvolvimento, durante o 1º Esquenta do Hackathon, evento preparatório para a 4ª edição da maratona de desenvolvimento de aplicativos que acontece nos dias 22 e 23 de agosto, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na análise de Lala, o futuro chega cada vez mais rápido. “É fundamental trabalharmos a partir do tangível. Quem está fazendo o que realmente funciona é porque está trabalhando em escala exponencial. Isso funciona e dá resultado”, aconselhou.

Segundo a especialista, todo mundo está atrás desta combinação, como é o caso de todos que participam do Hackathon. “Uma das dificuldades é estudar os fluxos separados. Estamos tentando estudar os fluxos juntos. Se conseguirem criar um aplicativo com os fluxos juntos, vai dar certo.  Todas as coisas juntas precisam fazer sentido, como é o caso da economia criativa e compartilhada.”

Lua é brasileira

Fábio Mascarenhas, um dos mantenedores da linguagem de programação Lua – contribuição relevante do Brasil no campo da ciência de computação – apresentou o conceito do projeto Lua e sua paternidade. Orgulhoso, Mascarenhas disse que a Lua é inteiramente projetada, implementada e desenvolvida no Brasil, por uma equipe na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

“Embora Lua não seja uma linguagem puramente orientada a objetos, ela fornece metamecanismos para a implementação de classes e herança. Os metamecanismos de Lua trazem uma economia de conceitos e mantêm a linguagem pequena, ao mesmo tempo que permitem que a semântica seja estendida de maneiras não convencionais”, explicou.

 

1º Esquenta do Hackathon, maratona de criação de aplicativos. Foto: Everton Amaro/Fiesp.

 

Por se tratar de um software livre de código aberto, a Lua pode ser usada para qualquer propósito, incluindo comercial, sem custo.

Construindo startups globais

“Temos um problema muito complexo no índice de inovação, ocupando o 57º lugar no ranking. Só saímos da 123ª posição pelo tamanho do nosso mercado”, enfatizou a fundadora e CEO da Innoveur Consulting, Ana Carolina Merighe.

“O lado ruim do mercado grande é achar que conseguimos nos sustentar por isso. Mas com a globalização, se a gente não inovar não vai ganhar mercado”, afirmou. De acordo com Merighe, nos momentos de crise estão as melhores oportunidades. “É quando as pessoas ficam mais flexíveis a aceitar novas soluções, a ‘trocar o dinheiro de mão’. No entanto, primeiro temos que achar a solução a partir de uma demanda”, disse.

“Foi bem neste momento da crise de 2008 a 2010 que 78% dos ‘unicórnios’ foram estabelecidos e 35% foram fundados. Exatamente no momento de crise. Isso significa que o momento é também uma grande oportunidade.”

Ameaça no mundo mobile

Marcelo Lau, especialista em cibersegurança e crimes eletrônicos, falou sobre as ameaças ao instalar programas no celular. “As pessoas ainda não se deram conta que os dados de cartão de crédito são roubados das conversas no WhatsA app e mídias sociais.”

“O Brasil lidera o ranking no mundo de mais afetado por ataques virtuais. Além disso, também devem aumentar os índices de ameaçar cibernéticas no país. No primeiro trimestre surgiram mais de 150 mil programas maliciosos.”

Um exemplo são os aplicativos de mapas, com os quais as pessoas se comunicam e que revelam detalhes de um perfil. “Dentro do celular tem segredos de vida e de morte, tomem cuidado”, aconselhou.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, encerrou o evento reforçando a importância de investir no Brasil. “Mesmo com todos os problemas políticos e econômicos que estamos enfrentando, não podemos desistir do Brasil. Pode demorar, mas vamos conseguir. Este é um momento de crise, mas também de oportunidade para inovar”, concluiu.

Todo feedback é importante, diz executiva do Google em preparatório para o Hackathon

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

“Todo o feedback é importante, mesmo ser for frustrante”, opinou a executiva responsável pela área de design de experiências do usuário do Google, Laura Garcia, durante o “1º Esquenta dos Gurus”, evento preparatório para a 3ª edição do Hackathon, maratona de desenvolvimento de aplicativos que acontece nos dias 20 e 21 de setembro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

O encontro prévio, realizado pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da federação na noite desta terça-feira (26/08), reuniu profissionais de comunicação e tecnologia, que compartilharam orientações e dicas para o desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras.

Durante a sua participação, Laura também chamou a atenção dos presentes para a importância de saber exatamente aquilo que está sendo vendido aos possíveis investidores. “Aproveitem para testarem seus protótipos, é fundamental”.

Gomide (o segundo a partir da direita) e os "gurus" do Hackathon: lições de empreendedorismo. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Gomide (o segundo a partir da direita) e os "gurus" do Hackathon: lições de empreendedorismo. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

Pense grande

Além disso, ela sublinhou que é importante que o futuro empreendedor, além de uma boa e inovadora ideia, saiba atender e priorizar os problemas de seus usuários. Para ela, quem quer criar uma startup de sucesso, ou um aplicativo, precisa “pensar grande”, além de investir em pesquisa, conhecer o mercado e entender seus concorrentes. “Seja memorável e não dê trabalho aos clientes e usuários”, aconselhou.

Na visão do diretor titular do CJE, Sylvio Gomide, que conduziu o encontro, o Hackathon é uma “ótima experiência” para quem pretende empreender e criar soluções inovadoras. “Tivemos cerca de 200 participantes na segunda edição do evento. Alguns deles inclusive já receberam aporte financeiro de investidores”, disse, destacando a relevância da iniciativa. “A Fiesp consegue expor essas boas ideias criadas e faze-las ganharem as ruas”, completou.

Como funciona

O Hackathon é um desafio que propõe a criação, durante dois dias, de um aplicativo para dispositivos móveis com código aberto. Programadores, desenvolvedores, designers e empreendedores deverão criar uma solução tecnológica para os problemas existentes em determinadas áreas, tanto na sociedade quanto na indústria. O objetivo é fomentar o conhecimento tecnológico e o espírito empreendedor daqueles que ousam ser desafiados.

Um dos participantes da última edição que já vê seu produto começar a dar certo é o empreendedor Manoel Neto, um dos criadores do Heroes, um aplicativo para tablets e smartphones que estimula a doação de sangue.  “Hoje a iniciativa conta com o apoio da Cruz Vermelha e da Fundação Pro-Sangue”, conta.

Além de Laura, Daniel Tártaro, da OgilvyOne, Theo Rocha F/Nazca Saatchi & Saatchi e Ubiratan Soares, referências em desenvolvimento de soluções para plataforma Android, participaram do encontro.

De um jeito relevante

“Espero ajuda-los a fomentar a inovação e a mudar os modelos atuais”. Foi assim que Daniel Tártaro, diretor-geral da agência publicitária OgilvyOne,  destacou para os futuros empreendedores a necessidade de entender o comportamento de seus potenciais clientes para poder entregar o que eles precisam de um jeito relevante.

Tártaro: para entender o comportamento dos clientes. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Tártaro: para entender o comportamento dos clientes. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

“Hoje inova quem tem boas ideias, mas também capacidade de executá-las. É uma mudança de paradigma”, opinou. Para ele, o simples é sempre a melhor solução. Outra dica importante dada pelo publicitário é atentar para formas de “capturar” o cliente no momento de compra.

“Tudo se resume em como convencer uma pessoa a consumir seu produto. A saber transformar todos os dados que temos disponíveis para criar algo no melhor contexto, da melhor forma possível”, opinou.

É errando que se aprende

Em seguida, Theo Rocha, diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi, criticou a “cultura da punição do erro”. Atitude comum na maioria das corporações, em sua visão.  “Uma dica que dou é a de sempre incentivar, identificar e corrigir erros”.

Rocha acredita que o grande problema nas empresas é que há um “grande medo em errar”. “O perfeito não existe. A cultura das startups é que podemos começar com pouco, aprender errando. E lapidar as ideias e projetos durante a caminhada”, disse.

Rocha falou também sobre arquitetura de conteúdo e a importância do designer de usabilidade na criação de um aplicativo. “O designer tem que fazer com que o usuário tenha uma experiência natural, intuitiva. Exercite também a maneira como você vai vender sua ideia”, disse.

O esquenta do Hackathon: maratona de desenvolvimento de aplicativos será realizada nos dias 20 e 21 de setembro. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

O esquenta do Hackathon: maratona de desenvolvimento de aplicativos será realizada nos dias 20 e 21 de setembro. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

No encerramento, Ubiratan Soares, referência em desenvolvimento de softwares para aplicativos, destacou a profissão de desenvolvedor, que cada vez ganha mais espaço dentro da economia criativa. “Desenvolvedor tem que ter na cabeça que nós criamos softwares feitos para humanos lerem, não máquinas”.

‘Iniciativas como o Hackathon nos motivam, diz representante de equipe vencedora

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp 

Valeu a pena o esforço em nome da solidariedade.  Mais especificamente no que se refere à doação de sangue. Numa atitude tomada com o objetivo de “motivar pessoas”, o aplicativo Heróis foi o vencedor, na categoria Saúde, da maratona de desenvolvimento de aplicativos Hackathon, promovida pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na competição, realizada nos dias 26 e 27 de abril, programadores, desenvolvedores, designers e empreendedores encararam o desafio de criar apps com soluções para os três setores, ideias que fizessem a diferença no cotidiano das pessoas. Foram selecionadas ainda soluções em Educação e Segurança.

De acordo com o empresário Adilson Barison, de 32 anos, representante da equipe que desenvolveu o app, o Herói incentiva a doação de sangue nas cidades a partir da divulgação do serviço na rede social Facebook. Uma ideia que, ainda bem, pode ser replicada em outras áreas, como a doação de medula óssea, por exemplo. “Vamos levar o projeto adiante, acompanhar o crescimento desse filho que é o aplicativo”, afirma Barison.

A equipe vencedora do Hackathon na área de Saúde: foco na solidariedade. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A equipe vencedora do Hackathon na área de Saúde: foco na solidariedade. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Na entrevista abaixo, saiba mais sobre o projeto premiado no Hackathon.

Portal Fiesp: Em linhas gerais, como funciona o aplicativo?

Adilson Barison: Queremos incentivar a doação de sangue utilizando para isso o Facebook. Para que o doador saiba onde doar, disponibilizamos um lista com os pontos próximos a ele. O app também avisa automaticamente quando está na hora de fazer uma nova doação.

Portal Fiesp: Como a equipe chegou a essa ideia?

Adilson Barison: A ideia de criar algo para fazer o bem já existia em meu coração. Quando foi anunciado que competiríamos na área de Saúde, o projeto caiu como uma luva e foi aceito por unanimidade pelo grupo. Assim, em pouco tempo criamos o app. O resultado final foi o planejado com a aceitação de todos.

Portal Fiesp:  O que mais o orgulha nesse projeto?

Adilson Barison:  O estímulo à solidariedade.

Portal Fiesp:  Como está sendo a repercussão da vitória no Hackathon?

Adilson Barison: Grande. Já dei entrevista para a Rede Globo do Mato Grosso do Sul e para vários sites. Além disso, doamos o app para o Instituto Colabore, que visa conectar pessoas para a divulgação e auxílio na captação de recursos financeiros, materiais e voluntariado, para que esse trabalho siga em frente.

Portal Fiesp:  O que a equipe pretende fazer com o projeto daqui por diante?

Adilson Barison:  Pretendemos dar sequência ao trabalho e avançar nessa linha solidária.

Portal Fiesp:  Que avaliação você faz do Hackathon?  Valeu a pena participar da iniciativa?

Adilson Barison:  Valeu muito, porque nós fez sentir capazes e inseridos em um universo até  então distante.  Iniciativas como o Hackathon nos motivam e motivam outras pessoas, por isso devem continuar e se expandir para outras áreas.

 

Hackathon premia apps que fazem a diferença nas áreas de segurança, saúde e educação

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Vinte e oito horas de trabalho e dedicação depois, veio a recompensa: foram anunciados, na tarde desta domingo (27/04), os vencedores do Hackathon, maratona de desenvolvimento de aplicativos para as áreas de saúde, educação e segurança promovida pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na competição, programadores, desenvolvedores, designers e empreendedores encararam o desafio de criar apps com soluções para os três setores, ideias que fizessem a diferença no cotidiano das pessoas.

Detalhe: tudo aconteceu de forma ininterrupta: quem quis, pôde dormir na própria sede da federação, na Avenida Paulista, em barracas montadas e oferecidas pelo evento, realizado com toda a infraestrutura de alimentação e suporte geral para os participantes. Ao longo da jornada criativa (e produtiva) iniciada na manhã deste sábado (26/04), mentores e responsáveis pela organização permaneceram à disposição dos competidores, divididos em grupos com cinco membros cada, durante toda a madrugada.

Segundo o diretor titular do CJE, Sylvio Gomide, foram 140 participantes inscritos nos grupos, com a participação de outras 60 pessoas envolvidas  na organização do evento, entre palestrantes, mentores, técnicos e organizadores. Ao todo, passaram a noite na Fiesp 91 inscritos no desafio. “Recebemos participantes da capital e do interior, de cidades como Campinas, Limeira e São Carlos, por exemplo”, disse. “Também tivemos representantes de outros estados, como Mato Grosso e Paraná. Mudamos totalmente a programação da Fiesp, que nunca ficou aberta 24 horas para um evento do tipo”.

Gomide, ao centro, de azul, acompanhado dos vencedores das três equipes campeãs do Hackaton: 200 participantes na maratona de desenvolvimento de aplicativos. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Gomide, ao centro, acompanhado dos vencedores das três equipes campeãs do Hackathon: 200 participantes na maratona de desenvolvimento de aplicativos. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Hora de comemorar  

Assim, ao final da segunda edição do Hackathon (a primeira foi em setembro de 2013), os campeões foram: equipe Sky Hawk, na categoria Segurança; Heróis, em Saúde e VemBilu em Educação. Com a conquista, todos estão automaticamente inscritos no Acelera Startup, a ser realizado nos dias 07 e 08 de maio, na Fiesp. O concurso, também organizado pelo CJE, aproxima empreendedores de investidores.

“Criamos uma proposta de aplicativo para resolver a ajudar um problema sério de segurança”, explicou o programador Elton Sasaki, do grupo Sky Hawk. O que eles fizeram? Desenvolveram um sistema que, com um clique num botão, consegue acionar a polícia em caso de emergência. “A nossa sensação é de dever cumprido, mas acho que a ficha ainda não caiu”, disse Luiz Afram, outro integrante do time vencedor.

A preocupação com a utilidade social também guiou o trabalho da turma Heróis na área da Saúde. Dessa forma, o app Herói incentiva a doação de sangue nas cidades. “Vamos levar o projeto adiante, acompanhar o crescimento desse filho que é o aplicativo”, afirmou Adilson Barison, representante do grupo. “Pensamos em replicar a iniciativa para outros segmentos, como o de doação de medula óssea”.

Quem quer estudar acompanhado de pessoas com interesses comuns terá no VemBilu, desenvolvido pelos vitoriosos do setor de Educação do Hackathon, um aliado. O sistema aponta, por localidade e por disciplinas, quem pode colocar o conteúdo em dia com estudantes com os mesmos objetivos. “A gente apostou na ideia, trabalhou, não dormiu”, contou Jacqueline Alves, da equipe. “Agora vamos aproveitar o Acelera”, disse Fernando Alvez, também integrante do grupo.

As barracas à disposição dos competidores: 91 pessoas dormiram na Fiesp. Foto: Luis Gustavo

As barracas à disposição dos competidores: 91 pessoas dormiram na Fiesp. Foto: Luis Gustavo

 

Os prêmios

Além do reconhecimento e da inscrição automática no Acelera Startup, os vitoriosos levaram como prêmio vales para fazer cursos na Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap); bônus de R$ 1,5 mil do sistema MaxiPago para cada grupo que quiser desenvolver games cujos custos incluam pagamentos por meio digital; um curso à escolha no IMasters e uma inscrição de cortesia na próxima edição do evento Intercomp.

No segundo semestre tem mais

Depois de agradecer pelo empenho dos participantes e de todos os envolvidos na organização do Hackathon, Gomide destacou que a terceira edição do evento, prevista para o segundo semestre de 2014, será “ainda melhor do que a segunda”. “Trouxemos o Vale do Silício para São Paulo”, disse.

Gomide: “Trouxemos o Vale do Silício para São Paulo”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Gomide: “Trouxemos o Vale do Silício para São Paulo”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O diretor titular do CJE registrou ainda a vista do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, ao evento, na tarde deste sábado (26/04). “Ele ficou muito impressionado e chamou a sua atenção a concentração dos grupos”, contou. “Todos os vencedores já estão convidados a tomar um café com ele na Fiesp em maio”, afirmou, destacando as possibilidades que estão diante dos empreendedores da tecnologia reconhecidos pela federação neste final de semana.