Iniciativas Sustentáveis: Eurofarma – Diferenciais que Motivam

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Por Karen Pegorari Silveira

Das 12 mil companhias cadastradas no programa Empresa Cidadã – que incentiva a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses, só 80 atendem aos três requisitos do programa do Mulheres Trabalhadoras que Amamentam, do Ministério da Saúde, que são oferecer licença-maternidade de seis meses, creche e sala de amamentação no local de trabalho. Pouco, se pensarmos nos benefícios que estas ações podem propiciar às mulheres que trabalham e às suas famílias.

Entre estas empresas está a Eurofarma, uma das maiores farmacêuticas do país. Nesta companhia, há programas que garantem desde a alimentação até o apoio às mudanças emocionais ocorridas no período de gestação e amamentação. O ‘Encontro de Gestantes’, por exemplo, tem o objetivo de orientar e esclarecer dúvidas e dificuldades das futuras mamães; o ‘Programa Alimentação Fracionada’, oferece uma alimentação adequada e balanceada supervisionada por nutricionistas; e por meio do ‘Programa Nutrição Sabor & Saúde’ – as gestantes adquirem conhecimentos e hábitos saudáveis de alimentação. Na unidade da cidade de Itapevi, próximo a capital paulista, as colaboradoras dispõem ainda de ginecologista e ultrassom para o acompanhamento do pré-natal na própria empresa.

Outro serviço oferecido às colaboradoras é a ‘Sala de Amamentação’, um espaço reservado para a retirada e armazenamento do leite materno, que será administrado na creche ou levado para casa após o trabalho. As mães que participam do programa recebem ainda um kit amamentação, com frasqueira térmica, gelo, adaptador e frascos, e contam com a supervisão de técnicas de Enfermagem. O benefício também é estendido aos colaboradores (pais) e suas esposas.

A Sala de Amamentação da Eurofarma foi considerada a melhor e garantiu à empresa o certificado “Estratégia Mulher Trabalhadora que Amamenta”, da Secretaria de Saúde do Estado em parceria com o Ministério da Saúde e com a Sociedade Brasileira de Pediatria.

A coordenadora do Espaço Criança Eurofarma, Marcia Alves Teixeira Tanaka, diz que esse cuidado com os colaboradores e seus dependentes faz parte do DNA da empresa. “Procuramos oferecer toda a estrutura necessária para que o aleitamento materno seja realizado pelo maior tempo possível e com todo o conforto para as mães e crianças”, afirma.

Ainda para propiciar melhor estrutura para todos os trabalhadores da empresa, a Eurofarma possui uma política de igualdade dos gêneros que busca reconhecer e destacar a importância do trabalho de cada um, independentemente de sexo, etnia, origem e etc. Os benefícios e salários concedidos pela empresa para os mesmos cargos são iguais tanto para seus colaboradores homens como para suas colaboradoras mulheres e também contam com plano de saúde, creche ou auxílio bolsa, horário flexível, sextas-feiras mais curtas, auxílio farmácia, refeitório, salão de beleza, academia, licença-maternidade de 6 meses e paternidade de 10 dias.

A vice-presidente de RH, Mikiko Inoue, diz que a Eurofarma se orgulha de seus programas. “Ser uma empresa igualitária, podendo oferecer todas essas ações e benefícios que contribuem para a qualidade de vida de nossos colaboradores e ainda reconhecida como uma empresa que consegue sobrepor seus benefícios às leis é muito gratificante e comprova que nossos esforços pelo bem-estar de todos estão no caminho certo”, pondera.

Sobre a Eurofarma
É a primeira multinacional farmacêutica brasileira com capital 100% nacional. Está presente em 20 países, sendo 15 da América Latina. Existe há 43 anos e em seu portfólio constam mais de 200 produtos. É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, e conta com quase 6 mil colaboradores.

Frente Parlamentar apoia campanha da Fiesp

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Gerente do Deinfra, Roberto Moussallen, durante lançamento de frente parlamentar

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) participou na quarta-feira (5), do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica e Combustíveis, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Os cerca de 240 deputados federais que formam a frente pretendem defender a maior liberdade comercial dos consumidores, atualmente sufocada por restrições regulatórias e pela falta de licitação de concessões de energia elétrica.

Durante o ato, os deputados declararam apoio ao movimento Energia a Preço Justo, liderado pela Fiesp. O presidente da Frente, deputado César Halum (PPS-TO), espera um encontro com Paulo Skaf, presidente da federação, para tratar de uma parceria com a entidade.

“Essa união nos engradece porque liga nossa mobilização política à Fiesp, um elo importante com todas as condições técnicas de nos auxiliar”, disse Halum, acrescentando que é possível “fazer uma grande mobilização para o governo”. Ele acrescentou que as entidades representantes da indústria de cada estado também devem seguir o exemplo da Fiesp e “se associarem à Frente”.

“Pela complexidade do tema, a redução da tarifa de energia estava sendo discutida apenas no âmbito do próprio setor elétrico e do governo”, afirmou o gerente do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp, Roberto Moussallen, que representou a entidade no evento. “A Fiesp é perfeitamente parceira nesta nova mobilização”, completou.

Contra a renovação das concessões

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Deputado César Halum, presidente da frente parlamentar lançada em Brasília

Os debates iniciais da nova Frente terão como foco a renovação das concessões de energia elétrica que vencerão a partir de 2015.

O presidente da Frente é contra a renovação sem licitação das concessões. Halum defende que a realização leilões para a renovação dos contratos pode diminuir fortemente os preços da tarifa de energia elétrica, visão defendida pelo movimento liderado por Paulo Skaf.

“Até agora, os consumidores brasileiros estavam desamparados de uma bancada que lhes pudesse tornar mais fortes, mais capazes de fazer valer seus pontos de vista”, disse o deputado.

Além de 45 deputados federais, o lançamento contou com a presença do senador João Ribeiro, do diretor da Aneel, Romeu Donizete Rufino, do diretor da ANP, Paulo Silva, e do presidente do Conselho Nacional dos Consumidores de Energia Elétrica, Manoel Neto.

Portaria fixa nova regras para Programa de Apoio à Participação em Festivais Internacionais

Agência Indusnet Fiesp (com informações de ANCIN

O Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais, uma das ações da ANCINE voltadas para a divulgação do cinema nacional no mercado externo, ganhou novas regras. A principal alteração trazida pela Portaria 180, de 15 de junho de 2011, diz respeito ao tipo de apoio concedido a obras selecionadas para um dos 47 festivais classificados na categoria A do programa. A partir de agora, os recursos destinados a esses filmes poderão custear, além de passagem aérea, eventuais despesas com material de divulgação, como folhetos, cartazes e reproduções em DVD.

A solicitação de apoio deve ocorrer no prazo mínimo de 25 dias de antecedência em relação à data de início do festival. Outra regra fixada pela Portaria 180 amplia para até 90 dias, a contar do enceramento do festival, o prazo para prestação de contas do apoio recebido. Nesta etapa o representante do filme deverá apresentar relatório contendo informações sobre as atividades realizadas durante o evento, bem como sugestões que possam contribuir para o aperfeiçoamento do programa.

Governo de Mendoza pede apoio da Fiesp para projeto logístico

Mariana Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

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Ministro de Produção de Mendoza, Raúl Mercau, e governador de Mendoza, Celso Alejandro Jaque, durante seminário na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine



A província argentina de Mendoza deverá se transformar, nos próximos dez anos, em um centro de logística com capacidade de escoar a produção latino-americana para a Europa e os países asiáticos por meio do Pacífico. O canal conferiria à província uma posição estratégica no Mercosul.

A intenção foi anunciada nesta terça-feira (26) pelo governador de Mendoza, Celso Alejandro Jaque, durante encontro com dirigentes da Fiesp. Ele veio a São Paulo acompanhado de uma delegação de 15 empresários argentinos, que cumpriram agenda de 200 reuniões de negócios com brasileiros.

O chefe do Executivo da província pediu apoio da Fiesp para estimular empresas brasileiras a participarem do projeto logístico. Uma das etapas será a construção de um túnel ferroviário de 52 quilômetros de extensão, que ligará Chile e Argentina e agilizará o transporte. A licitação para a obra, orçada em US$ 3 bilhões, deverá ocorrer no mês de agosto.

“Queremos uma participação ativa de São Paulo na rede logística que estamos construindo. Nossa missão aqui é fortalecer ações conjuntas, e que fique claro que esta é uma política de Estado”, afirmou o governador Celso Jaque.

Investimento mútuo

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Ricardo Martins, dir. Relações Internacionais da Fiesp

Segundo o ministro de Produção de Mendoza, Raúl Mercau, o Brasil poderá ser importante parceiro para suprir a demanda de construção da infraestrutura logística. O governo da província costura com a Fiesp a realização de um seminário, ainda no primeiro semestre deste ano, para atrair grandes empresas brasileiras para o projeto.

Da mesma forma, o mercado brasileiro se abre para o país vizinho com as oportunidades em petróleo e gás.

Ricardo Martins, diretor de Relações Internacionais da Fiesp, acredita que futuras parcerias com empresas argentinas possam atingir 10% da capacidade de investimento da Petrobras no setor – cujo plano de negócios contempla US$ 240 bilhões nos próximos cinco anos. Só as empresas mendocinas poderiam garantir US$ 5 bilhões desse mercado, por meio de parcerias com os brasileiros para transferência de tecnologia.

Os esforços da Fiesp/Ciesp e do governo de Mendoza para promover investimentos mútuos e a integração industrial dos dois estados tiveram início com a missão comercial brasileira à província, em dezembro de 2010.

Outra prioridade da pauta é a conectividade aérea Mendoza-São Paulo, rota que ainda não contempla voos diretos. Segundo o governo mendocino, já há negociações avançadas com a companhia Aerolíneas Argentinas para viabilizar, como primeira etapa, uma interligação parcial com conexão na cidade de Córdoba.