Fiesp lança aplicativo para ajudar fornecedores a participar de licitações

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

O Departamento de Ação Regional da Fiesp (Depar) criou o aplicativo “Ponte de Negócios”, com o objetivo de fomentar e divulgar novas oportunidades de negócios para as empresas e tornar os processos licitatórios mais transparentes e desburocratizados.

O aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente no celular, organiza, de forma prática e rápida, produtos e serviços a serem contratados, informando a possíveis fornecedores dados como o tipo de compra, volume, locais de entrega e condições de fornecimento.

Segundo o diretor do Depar, Sylvio de Barros, o objetivo da nova ferramenta é divulgar com transparência novas oportunidades de negócios para o maior leque de empresas possível, permitindo a multiplicação do número de parceiros e potenciais compradores.

“Mais do que passar o edital da licitação, o aplicativo faz um resumo das características da compra para facilitar. Além disso, o fornecedor recebe só dados de áreas de seu interesse”, explica Barros.

O diretor do Depar afirma, ainda, que o grande objetivo é criar um novo mercado para a indústria.

Para completar a plataforma, a Fiesp criou também o site www.pontenegócios.com.br, para orientar, tirar dúvidas e dar o passo a passo da instalação do “Ponte de Negócios”

Parceria

Nesta segunda-feira (3/10), durante a reunião de seu Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa), a Fiesp divulgou a parceria com o Centro Logístico da Aeronáutica (Celog), que, assim como Sesi-SP e Senai-SP, deixará disponíveis no aplicativo informações sobre as licitações que realiza.

De acordo com o diretor do Celog, brigadeiro-do-Ar André Luiz Fonseca e Silva, o aplicativo chama a atenção pela facilidade que oferece e aprofunda a proximidade do comprador com o fornecedor. “Isto para o Celog é extremamente importante, porque, depois de longo processo legal para colocar uma licitação na praça, nada é mais frustrante do que ver um resultado sem possíveis fornecedores.”

O diretor do Depar informa que outras parcerias devem ser firmadas para o uso do aplicativo. “Chegamos à conclusão que a ferramenta serve para todos os setores. Estamos agora desenvolvendo uma parceria com o Comitê da Bioindústria da Fiesp (Biobrasil) para convidar os hospitais, por exemplo, porque podemos ter indústrias interessadas em ser fornecedoras destas instituições”, afirma Sylvio de Barros

Resultados

O “Ponte de Negócios” começou a funcionar com os processos de licitação das escolas do Sesi-SP e Senai-SP, com resultado positivo e bons negócios. A partir de janeiro 2016, as entidades tiveram aumento médio de 5,50 para 7 participantes por licitação. Dos 1.231 usuários do aplicativo, 95% não tinham cadastro anterior nas instituições; 41 novas empresas participaram de processos licitatórios, sendo que 13 venceram.

Reunião do Comdefesa durante a qual foi anunciada parceria do Celog com o aplicativa Ponte de Negócios. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Senai-SP lança aplicativo para ajudar no controle da conta de água

Isabela Barros 

Vai ficar mais fácil controlar a conta de água. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) lança, na Feira do Empreendedor 2016, entre os dias 20 e 23 de fevereiro, o aplicativo Conta Gotas. Voltado para o sistema android, o serviço estará disponível a todos e poderá ser testado no estande do Senai-SP no evento, a ser realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista.

O Conta Gotas foi desenvolvido pelos alunos dos cursos de Informática do Senai-SP e ajuda no controle do consumo mensal de água a partir de leituras realizadas no hidrômetro ao longo do mês pelo usuário, isso em comparação com a média estabelecida pela Sabesp.

O sistema oferece ainda dicas de economia de água em casa, gráficos de consumo e até o link para o telefone da Sabesp, empresa responsável pelo abastecimento no estado, entre outros recursos.

O download do aplicativo poderá ser feito a partir de 20 de fevereiro por meio da Play Store existente nos dispositivos android.

A Fiesp e o Ciesp incentivam o uso responsável da água. Conheça a iniciativa Água na Medida, que ajuda a combater o desperdício e mostra as ações da indústria paulista para economizar água.

Serviço

Lançamento do aplicativo Conta Gotas

Local: Estande do Senai-SP na Feira do Empreendedor, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo

Quando: De 20 a 23 de fevereiro, das 10h às 21h

http://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/

 

Uber é foco de discussão em seminário na Fiesp

Bernadete de Aquino e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

O aplicativo de transporte pessoal Uber foi o principal destaque das discussões sobre as novidades tecnológicas que ganham diariamente milhares de usuários, ao mesmo tempo que geram polêmica, durante o seminário “Riscos à Economia Digital, Mobilidade Urbana e Segurança Cibernética”, realizado nesta segunda-feira (24/8) na Fiesp.

Na abertura do evento, o diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da Fiesp, Rony Vainzof, lembrou que a utilização de aplicativos na internet – como o Uber – tem facilitado a vida de muita gente, mas também tem gerado polêmica e uma série de discussões sobre o equilíbrio e a isonomia em relação à competitividade, à livre iniciativa e à segurança. “Há muitas questões a serem respondidas, como se a utilização desses novos serviços é segura para a sociedade, se os tributos são isonômicos em relação a outros prestadores de serviço e quem tem a competência para regulamentar esse tipo de serviço.”

Para iniciar o debate do painel sobre economia compartilhada, Vainzof lançou uma pergunta ao vereador Police Neto (PSD), um dos palestrantes: “Nós precisamos regulamentar tudo isso ou não é necessário regulamentar e vamos deixar que a sociedade experimente e diga o que ela quer e se é bom ou ruim?”.

Único voto contrário ao projeto que proíbe o uso de aplicativos como o Uber e autor do Projeto de Lei 421/2015, que trata do compartilhamento de automóveis, o parlamentar respondeu afirmando que “vivemos uma crise de confiança entre sociedade e o Poder público” e por isso muitas das ações que livre iniciativa poderia realizar não são possíveis, “porque somos obrigados a recorrer à autoridade Legislativa”.

Segundo o vereador, na cidade de São Paulo há hoje quase 40 milhões de viagens (trajetos de pessoas) por dia, das quais 5 milhões são feitas por carros, que carregam em média 1,4 passageiro, em um sistema viário absolutamente saturado. E o sistema de transporte público coletivo não consegue se expandir rapidamente. É aí que entra a tecnologia, dependendo também de confiança e credibilidade para “colocar mais gente dentro dos carros”.

Police Neto explica que o Uber mostrou a possibilidade de reduzir custos com uma plataforma de usuários que querem usar o motorista particular e compartilhar o transporte.

“O importante é dar um benefício à cidade. A autoridade tem de regular, mas o que mais importa para ela é o que a cidade ganha com isso”, afirmou. A plataforma de tecnologia pode permitir, disse, um ganho de escala para a cidade, com o compartilhamento de carros. “Se conseguirmos colocar mais gente em carros, reduzindo o número de veículos nas ruas, sou a favor. Para isso precisamos de tecnologia. Não adianta alguma coisa ser boa para os negócios e ruim para a cidade.”

Seminário Riscos à Economia Digital, Mobilidade Urbana e Segurança Cibernética, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Ouça boletim sobre o seminário

Carros sem motorista

Depois que houve manifestação na plateia contra o Uber (“vamos trocar o monopólio dos taxistas, que não definem suas tarifas, pelo monopólio de uma empresa”), Frederico Meinberg Ceroy, promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital (IBDDIG), lembrou que a discussão não para nisso. Ele disse que o Waze também está criando um aplicativo para carona e que estão chegando os carros autônomos do Google. “Daqui a alguns anos vão estar os motoristas de táxi e do Uber aqui reclamando dos carros sem motorista do Google, que vão levar as pessoas e saber, pelas buscas, o que elas estão pensando…”

Victor Santos Rufino, Procurador Chefe do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), puxou para ainda mais perto o futuro: “Não está tão longe o dia em que os motoristas ficarão obsoletos.” Deu exemplo de cidade na Alemanha que faz experiência com carros sem motorista e eliminação de sinais de trânsito. E lembrou que Nova York prepara frota de carros sem motorista.

Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santos, conselheiro do Conjur – Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos e coordenador do Subgrupo de Direito Digital do Dejur da Fiesp, que presidiu o segundo painel do evento, voltou ao tema do Uber, sugerindo que o Cade analisasse o que aconteceu nos países em que o aplicativo se instalou.

Ele disse também que há na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo pareceres antagônicos sobre o Uber, e que está encarregado de homogeneizar o entendimento da entidade sobre o aplicativo, o que pretende fazer em conjunto com o Dejur da Fiesp.

No segundo painel do evento (com o tema Proibições de aplicações de Internet no Brasil e o Marco Civil), os palestrantes mostraram méritos e limitações da lei que rege a internet no Brasil. Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro, traçou um histórico do que havia antes do marco civil, lembrando que a proposta era vista como cerceamento de liberdade. Só que a liberdade de expressão aparece com destaque nele, porque politicamente isso ajudou a quebrar o discurso de que qualquer lei sobre tecnologia é censura.

Souza destacou também que o marco civil prestigia a liberdade de iniciativa, como um dos fundamentos da disciplina do uso da internet no Brasil. Também surge em item sobre liberdade de negócios, desde que obedecida a lei.

Ele analisou quatro casos de aplicativos proibidos no Brasil, para ilustrar os avanços que o marco civil propiciou e onde ele ainda tem alcance limitado. O primeiro foi o Lulu (para mulheres classificarem homens). O programa exportava dados do Facebook e não tinha escritório no Brasil. O aplicativo saiu do Brasil, voltando depois (mais ou menos um mês atrás), menos agressivo. O segundo exemplo foi o Secret – garantiria anonimato na divulgação de segredos, mas isso era parcial, porque uma mera notificação à empresa levaria à divulgação de quem divulgou algo, e portanto havia riscos à privacidade.

A proibição ao WhatsApp, determinada judicialmente no Piauí, por dificuldade em conseguir informações da empresa, acabou caindo graças ao argumento do princípio da proporcionalidade, que impede que o todo seja proibido pela possibilidade de dano provocado por parte (como proibir o correio porque há suspeita de envio de drogas como correspondência). Por fim, falou do Uber, que tentam proibir como se fosse um produto de pirataria.

Usou o exemplo do Napster e dos programas de compartilhamento de música que o sucederam, para demonstrar que algumas proibições são inócuas.

Regular para quê?

Alexandre Pacheco da Silva, coordenador do Grupo de Trabalho em Direito e Inovação da FGV Direito (SP), refletiu se a forma como olhamos para a tecnologia não nos condiciona de alguma medida à forma como a Justiça vai enxergar. “Em última medida, não estamos olhando de forma errada? A pergunta básica é: qual o sentido da regulação? Em relação a muitos aplicativos, a regulação não parece clara.”

Segundo Silva, mesmo com marco civil e legislação, o aspecto central é que uma vez havendo a regulamentação, ela não encerra os debates e a tensão relacionados à nova tecnologia. “Ela não é ponto de chegada, mas é ponto orientador muito importante, pelo qual o debate vai se pautar.”

Em relação ao marco civil da internet, o especialista da FGV disse que ele “atenuou o caso das empresas intocáveis digitais” – aquelas que por seu tamanho, complexidade e distribuição de ativos, tornam muito difícil a tomada de medidas judiciais.

Alexandre Pacheco da Silva disse que a questão do anonimato permeia vários serviços. Afirmo que considera muito importante investir na construção de acordos internacionais, de fóruns, de compartilhamento de informações com outros países. “É preciso reconhecer a importância de atrair para o debate os governos, a sociedade civil, os profissionais que lidam com isso (inclusive juízes).”

Ele lembrou também que no debate sobre o Uber escapa o fato de ele, além de tecnologia, trazer um modelo de negócios novo. Apesar das ressalvas ao modelo da empresa, alerta para o risco de perda de oportunidades. “Nas conversas com empreendedores, percebe-se que as dificuldades podem levar empresas a desistir do Brasil”, disse, em referência a obstáculos jurídicos.

Caio César Lima, mestre em direito e professor assistente da PUC/SP, citou o inciso terceiro do artigo quarto do marco civil da internet, que menciona o fomento a novos modelos de negócios – o que não acontece na prática. “O Uber e outros trouxeram novas premissas. Infelizmente vivemos com medo de todos (de motoristas de táxi, de motoristas do Uber, de ser apedrejado)”. Contou que ficou assustado quando precisou recorrer a motoristas: “Eles tentam disfarçar, cobrindo o aplicativo, ou ligam instruindo a sentar no banco da frente do carro e apertar a mão, para não acharem que é do Uber”.

Lima questionou se realmente o poder legislativo municipal é competente para tratar da legislação na área. “Mobilidade não é responsabilidade federal?” Lembrou que os carros autônomos terão vantagens sobre os atuais, como o fluxo de tráfego que permitirão, a menor necessidade de espaço para estacionamento, redução das emissões de carbono.

Em suas considerações finais, disse que é preciso pensar fora dos limites físicos do Brasil, o que o artigo 11 do marco civil aborda, “mas ainda é preciso amadurecer muito a discussão sobre isso”.

Renato Opice Blum, Professor do Insper de Direito Digital, abriu o último painel do dia (Privacidade X Segurança Cibernética) com uma série de perguntas ao público: “Alguém aqui veio de táxi hoje? Alguém veio de Uber? Quem usou aplicativo para chamar táxi? Quem usa há muito tempo? Têm ideia da política de privacidade do aplicativo? Alguma expectativa de privacidade em relação aos dados? Questão de segurança, como saber endereço, celular, hábitos. Cartão de crédito fica registrado? Percursos? Ao que mais o aplicativo tem acesso? Resumindo, há algum risco relacionado ao mau funcionamento da plataforma?”

Equipes do Hackathon terminam fase de desenvolvimento de aplicativos

Patrícia Ribeiro e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Depois de dois dias de trabalho intenso, 200 desenvolvedores, divididos em 40 equipes, terminaram neste domingo (23/8) seus aplicativos e os apresentaram ao júri da 4ª edição do Hackathon, a maratona de criação de soluções tecnológicas para a economia compartilhada/colaborativa promovida pelo Comitê Acelera Fiesp (CAF). Neste ano, os projetos foram divididos em três categorias: consumidor final, cadeia produtiva e social.

Quem não participou tem uma ótima chance de ver de perto como os desenvolvedores negociam seus projetos com investidores. No último dia do Hackathon, esta segunda-feira (24/8), o público poderá acompanhar todas as atividades da maratona, incluindo as rodadas de negociação e os bate-papos com gente inovadora do setor de tecnologia. Basta ir ao prédio da Fiesp a partir das 14h e se credenciar.

Às 19h os finalistas apresentarão seu trabalho, e os vencedores serão anunciados às 20h30. Depois disso, Gabriel O Pensador faz uma palestra-show.

Os participantes que apresentarem a melhor solução móvel terão a oportunidade de participar da 7ª edição do Concurso Acelera Startup da Fiesp, em novembro.

Participaram da disputa programadores, designers, hackers e cientistas da computação, divididos em equipes (compostas por dois programadores ou desenvolvedores, um designer, um profissional de comunicação e um visionário).

Participantes do Hackathon, depois de dois dias da maratona de desenvolvimento. Foto: Patrícia Ribeiro/Fiesp

 

Sobre a maratona

A proposta do evento é mostrar que compartilhar, emprestar, alugar e trocar substituem o verbo comprar no consumo colaborativo. Uma tendência que, segundo economistas, vai movimentar quase R$ 1 trilhão nos próximos anos. É uma prática comercial mais consciente que possibilita o acesso a bens e serviços sem que haja necessariamente aquisição de um produto ou troca monetária entre as partes envolvidas no processo.

“O objetivo é fomentar o conhecimento tecnológico e o espírito empreendedor dos participantes”, diz o diretor-titular do CAF Sylvio Gomide.

O Hackathon tem finalidade exclusivamente cultural, visando reconhecer e divulgar as soluções tecnológicas desenvolvidas que tenham potencial inovador, estimulando a difusão do tema no meio empresarial, sem caráter comercial.

Programação:

24 de agosto – 2ª feira

14h – Relacionamento com investidores e mentores

16h30 – Acampamento criativo – Um bate-papo com inovadores do setor tecnológico

18h30 – Abertura da cerimônia de premiação e apresentação dos pitches dos finalistas

19h45 – Entrega da premiação

20h – Palestra de Gabriel O Pensador

21h30 – Encerramento

Sylvio Gomide – Diretor-Titular do CAF / FIESP

Cristiano Miano – Membro do CAF / FIESP

22h Coquetel de encerramento

Local: Av. Paulista, 1313 – metrô Trianon-Masp

‘Iniciativas como o Hackathon nos motivam, diz representante de equipe vencedora

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp 

Valeu a pena o esforço em nome da solidariedade.  Mais especificamente no que se refere à doação de sangue. Numa atitude tomada com o objetivo de “motivar pessoas”, o aplicativo Heróis foi o vencedor, na categoria Saúde, da maratona de desenvolvimento de aplicativos Hackathon, promovida pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na competição, realizada nos dias 26 e 27 de abril, programadores, desenvolvedores, designers e empreendedores encararam o desafio de criar apps com soluções para os três setores, ideias que fizessem a diferença no cotidiano das pessoas. Foram selecionadas ainda soluções em Educação e Segurança.

De acordo com o empresário Adilson Barison, de 32 anos, representante da equipe que desenvolveu o app, o Herói incentiva a doação de sangue nas cidades a partir da divulgação do serviço na rede social Facebook. Uma ideia que, ainda bem, pode ser replicada em outras áreas, como a doação de medula óssea, por exemplo. “Vamos levar o projeto adiante, acompanhar o crescimento desse filho que é o aplicativo”, afirma Barison.

A equipe vencedora do Hackathon na área de Saúde: foco na solidariedade. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A equipe vencedora do Hackathon na área de Saúde: foco na solidariedade. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Na entrevista abaixo, saiba mais sobre o projeto premiado no Hackathon.

Portal Fiesp: Em linhas gerais, como funciona o aplicativo?

Adilson Barison: Queremos incentivar a doação de sangue utilizando para isso o Facebook. Para que o doador saiba onde doar, disponibilizamos um lista com os pontos próximos a ele. O app também avisa automaticamente quando está na hora de fazer uma nova doação.

Portal Fiesp: Como a equipe chegou a essa ideia?

Adilson Barison: A ideia de criar algo para fazer o bem já existia em meu coração. Quando foi anunciado que competiríamos na área de Saúde, o projeto caiu como uma luva e foi aceito por unanimidade pelo grupo. Assim, em pouco tempo criamos o app. O resultado final foi o planejado com a aceitação de todos.

Portal Fiesp:  O que mais o orgulha nesse projeto?

Adilson Barison:  O estímulo à solidariedade.

Portal Fiesp:  Como está sendo a repercussão da vitória no Hackathon?

Adilson Barison: Grande. Já dei entrevista para a Rede Globo do Mato Grosso do Sul e para vários sites. Além disso, doamos o app para o Instituto Colabore, que visa conectar pessoas para a divulgação e auxílio na captação de recursos financeiros, materiais e voluntariado, para que esse trabalho siga em frente.

Portal Fiesp:  O que a equipe pretende fazer com o projeto daqui por diante?

Adilson Barison:  Pretendemos dar sequência ao trabalho e avançar nessa linha solidária.

Portal Fiesp:  Que avaliação você faz do Hackathon?  Valeu a pena participar da iniciativa?

Adilson Barison:  Valeu muito, porque nós fez sentir capazes e inseridos em um universo até  então distante.  Iniciativas como o Hackathon nos motivam e motivam outras pessoas, por isso devem continuar e se expandir para outras áreas.

 

Uma ideia simples e capaz de fazer a diferença na hora de estudar

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Foi a partir da ideia de criar um “Tinder” voltado para os estudos que eles garantiram o primeiro lugar na categoria Educação no Hackathon, maratona de desenvolvimento de aplicativos para as áreas de saúde, educação e segurança promovida pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na competição, realizada nos dias 26 e 27 de abril, programadores, desenvolvedores, designers e empreendedores encararam o desafio de criar apps com soluções para os três setores, ideias que fizessem a diferença no cotidiano das pessoas.

Assim surgiu o VemBilu, que, como o Tinder original, conecta pessoas que estão perto umas das outras. Só que, neste caso, com o objetivo de estudar em parceria. Basta se cadastrar colocando nome, e-mail, o que sabe ensinar e o que deseja aprender.

De acordo com a publicitária Jacqueline Freitas Alves, de 27 anos, representante da equipe vencedora, a iniciativa foi tão bem recebida que o diretor titular do CJE, Sylvio Gomide, encarregou o comitê de apresentar o projeto ao Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), conhecido, entre outros motivos, pelo alto nível de ensino em suas escolas.

Jacqueline com a equipe vencedora: contatos com escolas depois da competição. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Jacqueline com a equipe vencedora: contatos com escolas depois da competição. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Na entrevista abaixo, Jacqueline fala sobre o projeto e sobre a importância de ter participado do Hackathon.

Portal Fiesp: Em linhas gerais, como funciona o VemBilu?

Jacqueline: Nós consideramos o VemBilu o novo “Tinder” da educação. A palavra que move o mundo hoje é compartilhar  e o aplicativo busca exatamente isso: o compartilhamento da informação, estimulando o estudo com alguém que tem a mesma necessidade/interesse que você.

Para usar, o jovem se cadastra colocando nome, e-mail, o que sabe para ensinar e o que deseja aprender. O aplicativo faz uma triagem desses estudantes por interesse e localidade e apresenta uma seleção de pessoas com mesmos objetivos. Cada um escolhe com quem deseja estudar e, se o interesse for mútuo, os jovens são alertados e vão para uma seção de bate papo.

Portal Fiesp: Como a equipe chegou a essa ideia?

Jacqueline: Para ser bem sincera, enquanto todos os grupos já estavam produzindo nós ainda não tínhamos tido o insight ideal, tínhamos muitas ideias que eram complexas e não teríamos tempo para produzir ou que não agradavam a todos. Estávamos quase desistindo, quando combinamos que tínhamos que resolver isso até as 19h do sábado, dia 26 de abril.
Assim, às 18:58, saiu a frase “Tinder da educação”. Todos concordamos, começamos a ter ideias e a produzir sem parar.

Portal Fiesp: O que mais a orgulha nesse projeto?

Jacqueline: Me orgulho de essa ser uma ideia simples e, ao mesmo tempo, com um enorme potencial de crescimento.

Portal Fiesp: O que a equipe pretende fazer com o projeto daqui por diante?

Jacqueline: Estamos em tratativa com algumas escolas e, com o apoio do CJE, devemos fazer contato com o Sesi-SP também.

Portal Fiesp: Que avaliação você faz do Hackathon? Valeu a pena participar da iniciativa?

Jacqueline: Para mim foi uma experiência totalmente nova, nunca tinha participado de uma competição dessas e acho que valeu muito a pena por toda a experiência trocada, pelo aprendizado e pelos contatos que fizemos ali. Além disso, era o final de semana do meu aniversário, meu presente foi participar dessa iniciativa tão bacana da Fiesp e do CJE pelo desenvolvimento dos jovens em prol das necessidades da cidade.

 

 

Fiesp lança aplicativo para medir velocidade da banda larga fixa

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria tecnológica com o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), criou o aplicativo (software) Monitor Banda Larga, que auxilia o usuário brasileiro de banda larga fixa a verificar, de maneira fácil, rápida e automática, a qualidade e a velocidade de sua rede. O lançamento será na próxima segunda-feira, às 11 horas, durante a abertura da Semana de Infraestrutura L.E.T.S, no hotel Unique, em São Paulo.

>> Acesse o Monitor Banda Larga 

“Milhões de brasileiros têm problemas com a internet. A internet é mais cara no Brasil do que na Venezuela, Turquia, Romênia e Cazaquistão, por exemplo. O ranking com menor preço de banda larga fixa no mundo mostra o Brasil na 55ª posição. Muitas vezes, os consumidores pagam por um serviço, mas não recebem o que foi acordado com a prestadora. E o pior, na maioria das vezes, as pessoas sequer conseguem verificar a qualidade da sua internet com rapidez e facilidade. Mas a partir de agora, isso será possível com o Monitor Banda Larga”, afirma Carlos Cavalcanti, Diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp.

O objetivo da ferramenta é melhorar a qualidade da banda larga fixa, necessária ao desenvolvimento da indústria e de todo o país, auxiliando qualquer usuário a verificar se sua prestadora de serviços está entregando a internet banda larga de acordo com o contratado e com os parâmetros da Anatel, de maneira simples e de fácil entendimento.

Inicialmente o produto é compatível com o sistema operacional Windows e conta com três tipos de medição: padrão, automaticamente configurada com a instalação do aplicativo e que realiza testes diários a cada 6 horas; instantânea, que verifica a qualidade da conexão imediatamente e programada, que possibilita a seleção de intervalos de medição a cada 2, 4, 6 ou 8 horas. Após a escolha das opções de medição, o usuário visualizará um relatório simples e objetivo, que indicará a velocidade e qualidade da internet.

“Diferentemente de outros aplicativos semelhantes, o Monitor Banda Larga é o primeiro aplicativo que oferece medições diárias e automáticas, com relatório mensal completo, e ainda uma ferramenta que possibilita ao usuário verificar o melhor canal de Wi-Fi a ser utilizado, caso esteja utilizando uma conexão sem fio”, completou Cavalcanti.

Para garantir segurança, o aplicativo possui um parecer do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT) da Universidade de São Paulo (USP), que certifica o funcionamento e confiabilidade da ferramenta.

Serviço

Lançamento do Aplicativo Monitor Banda Larga – Semana da Infraestrutura (LETS)

Data: 19 de maio
Horário: 11h
Local: Centro de Convenções do Hotel Unique – Av: Brigadeiro Luis Antônio, 4700 – Jardim Paulista – São Paulo

‘Contrate pessoas melhores que você’, aconselha fundador de startup

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Danilo Toledo (de pé), sócio-fundador da Taqtile, em encontro do CJE. Foto: Fiesp/Everton Amaro

A Taqtile, empresa brasileira de criação de aplicativos para o Brasil e o mundo, procura contratar pessoas que são melhores que os seus fundadores ou que tenham potencial para serem melhores, afirmou seu sócio-fundador Danilo Toledo em evento na noite desta terça-feira (25/02) na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ele participou do segundo bate-papo de aquecimento para o Hackathon, desafio programado para o mês de março pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp com a proposta de incentivar os participantes a criar um aplicativo gratuito para mobile (softwares desenvolvidos para rodar em dispositivos móveis como smartphones e tablets). O encontro foi conduzido pelo diretor titular adjunto do CJE, Marcos Zekcer.

“A gente precisava entender o mobile como meio de comunicação. Então, fomos entender o que era a comunicação e como usar o mobile para esse fim”, explicou Toledo sobre os fundamentos da companhia.

Fundada por Toledo e outros dois sócios, Edmar Miyake e Renato Tano, a Taqtile já desenvolveu aplicativos tanto para o partido norte-americano dos Republicanos, quanto para os adversários Democratas. E ganharam visibilidade nos Estados Unidos e no Brasil ao criarem o aplicativo que transmitiu ao vivo a posse do presidente norte-americano Barack Obama.

“Foi o primeiro aplicativo de posse de um presidente americano. A nossa turma virou Natal, Ano Novo para entregar. Tinha funcionalidades básicas como, por exemplo, depois de comprar ingressos para assistir à posse, ver onde iria ficar, além de acompanhar todos os vídeos da posse”, lembrou. “Foi um aplicativo relativamente simples, mas que nos deu muito repercussão”, reconheceu.

Depois do sucesso, segundo Toledo, os sócios da Taqtile tiveram de escolher entre aproveitar a onda e desfrutar de um vertiginoso crescimento ou manter a essência do grupo e um crescimento sustentável.  Segundo, a julgar pelas oportunidades que estavam aparecendo, a empresa poderia crescer até 10 vezes mais.

“Pensamos que se crescêssemos desse jeito a gente não iria conseguir manter o nosso perfil. Então decidimos não crescer a qualquer custo, vamos nos manter num crescimento sustentável, valorizado”, afirmou.

Durante sua palestra, Toledo ainda defendeu que o sucesso do aplicativo está conectado à relevância das necessidades humanas.

“Não adianta você ter a melhor ideia do mundo se ela não é útil para ninguém. Começamos a negar uma série de projetos porque queremos fazer coisas relevantes”, garantiu.

Perfil do empreendedor brasileiro

Andiara Petterle, diretora-executiva da e.Bricks Digital. Foto: Fiesp/Everton Amaro

A diretor-executiva da e.Bricks Digital, empresa de investimentos em empreendimentos digitais, Andiara Petterle, também falou à plateia do evento de aquecimento para o Hackathon. Segundo ela, 83% dos empreendedores digitais brasileiros é de sexo masculino, 67% tem idade entre 25 e 40 anos, sendo 19% com graduação relacionada a tecnologia e 16% ligado à administração de empresas.

Apesar da influência norte-americana e europeia no empreendedorismo brasileiro e da relação com cursos universitários de tecnologia, Petterle acredita que “dificilmente veremos um Facebook, Whatsapp ou LinkedIn no Brasil”.

Em seu diagnóstico, Petterle afirmou que “o empreendedor que joga no mercado vem da escola de negócios”. Ela disse ainda que nos próximos anos a e.Bricks Digital deve fazer bastante investimentos de e-commerce.

Terceiro a falar, Guilherme Junqueira, diretor-executivo da Associação Brasileira de Startups, informou que o Brasil tem 2.546 startups e nove mil empreendedores. Somente São Paulo abriga 641 startups, enquanto Minas Gerais é endereço para 197 delas. O Rio de Janeiro tem 177.

Eleito como um dos 10 empreendedores que no ano de 2013 mais contribuiram para o ecossistema de startups – pessoas, entidades, grupos e empresas que fazem parte da cadeia de nascimento e desenvolvimento do empreendimento –, Junqueira reiterou que “não há receita de bolo. Cada startup tem “um jeito, uma história para contar, uma construção”.

Sesi-SP lança aplicativo para incentivar busca por mais qualidade de vida

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de estimular as pessoas a mudarem seu estilo de vida, adotarem hábitos mais saudáveis e valorizarem a prevenção de doenças, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) lançou o Aplicativo Qualidade de Vida, que traz serviços e informações para quem busca saúde e bem-estar.

O aplicativo é gratuito e está disponível na versão Android (a partir de 4.0) e, em breve, será lançada a versão para iOS. Para baixá-lo, acesse o gerenciador de aplicativos do celular e busque por Sesi-SP Qualidade de Vida ou clique aqui para acesso direto no Google Play.

O que o aplicativo oferece :


Calculadora de Índice de Massa Corporal(IMC): pelo IMC, é possível medir o grau de obesidade de uma pessoa e saber se a essa está acima ou abaixo dos parâmetros ideais de peso para sua estatura.

Pentáculo do Bem Estar: ao responder um questionário sobre alimentação, atividade física, comportamento preventivo, relacionamentos e controle do estresse, a pessoa vai receber orientações e avaliação de acordo com seu estilo de vida.

Programação: onde serão divulgadas as ações de segurança, saúde e qualidade de vida do Sesi-SP, para convidar o usuário a participar.

Notícias: conteúdos informativos sobre segurança, saúde e qualidade de vida.

Vídeos: por meio dos vídeos, serão apresentados atividades e serviços oferecidos pelo Sesi-SP.

Festemp: aplicativo para facilitar pesquisa de mercado é grande vencedor da ‘Maratona Hackaton’

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Depois de 17 horas ininterruptas de competição, iniciada às 17h da quarta-feira (25/09), a “Maratona Hackaton” divulgou na manhã desta quinta-feira (26/09) seu resultado do evento, parte da agenda do Festival de Empreendedorismo (Festemp) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP).

O vencedor foi o aplicativo “Ponto Certo”, projeto que tem a finalidade de auxiliar pesquisas de mercado, buscando os preços mais acessíveis, com o objetivo de facilitar a tomada de decisão do empreendedor. Três grupos participaram da iniciativa.

Equipe vencedora do Hackaton. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

A equipe desenvolvedora explicou o funcionamento da ferramenta gratuita e ficou bastante satisfeita com o resultado. “Foi uma experiência muito puxada, mas bem importante. Vamos levar frutos daqui, pois todos temos ideias de start-ups e vamos conversar para levar nossos projetos adiante”, afirmou a porta-voz do grupo, Glenda Alcântara, de 28 anos.

Para ela, que não tem conhecimento em programação, a Maratona Hackaton foi uma oportunidade de agregar conteúdo. “A gente se complementou durante todo esse período e foi uma experiência inesquecível”, ressaltou ao destacar que sua grande motivação para participar do evento foi o networking. “Recomendo que as pessoas participem de eventos como esse porque aqui os profissionais se complementam. Vale muito a pena”, concluiu.

Sylvio Gomide: manter relacionamento com participantes. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Na avaliação do diretor-titular do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp, Sylvio Gomide, a adoção desse formato representa uma mudança para a Fiesp. “Queremos manter esse relacionamento de parceria com vocês, que assim como a gente, acreditam na bandeira do empreendedorismo”, afirmou.

De acordo com o diretor do CJE, Cristiano Miano, os participantes são heróis. “Fiquei muito orgulhoso da garra de cada um dos participantes. Eles foram mais longe do que imaginei”, elogiou.

O método de avaliação foi baseado em três critérios: o quanto o aplicativo ajuda o empreendedor na sua jornada, se  a ideia pode dar retorno e tem potencial para ter sucesso; e a capacidade de implementação técnica, ou seja, se a equipe é capaz de produzir o aplicativo.

Segundo Miano, com base em alguns dados pré-fornecidos, as equipes refinaram as ideias, a fim de auxiliar o empreendedor. “Essa é uma oportunidade de avaliar quem foi mais longe e quem foi mais criativo.”

Passe livre para a educação

Clayton de Oliveira. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Além da equipe vencedora, a Maratona Hackaton premiou um participante com um passe livre vitalício para os cursos oferecidos pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap): oito graduações e 18 MBAs.  O vencedor foi, 21 anos, aluno de engenharia aeroespacial da Universidade Federal do ABC.

“Ganhar esse prêmio é muito bom, principalmente porque tecnologia é o que eu quero fazer minha vida inteira. E participar do Hackaton foi uma experiência muito válida por causa do networking. Eu cresci muito”, afirmou o premiado.

Sesi-SP lança guia cultural para celular e tablet

Agência Indusnet Fiesp

O Sesi-SP abre a temporada cultural de 2013 com o lançamento de um guia cultural para celular e tablet, facilitando ainda mais o acesso à sua programação artística em todo o Estado.

Gratuito, o aplicativo mobile Sesi-SP Cultura identifica toda a programação cultural nas categorias Cinema, Dança, Exposições, Música e Teatro nas 54 unidades do Sesi-SP.

O programa, disponível por enquanto apenas para a plataforma Android, funciona off-line, sem necessidade de conexão wi-fi ou de internet 3G. É possível realizar buscas com filtros por data, região ou palavra-chave; traçar uma rota até o local pretendido e compartilhar nas redes sociais.

Em 2012, mais de 2,5 milhões de pessoas participaram das oito mil atividades culturais oferecidas pela entidade. Com o lançamento do guia digital, a expectativa é de aumento de 10% de público.

Clique aqui para fazer o download do aplicativo na loja do Google Play.

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Para presidente do Conic o programa Inteligência de Mercado da Fiesp pode ser útil para universidades’

Agência Indusnet Fiesp, Alice Assunção

Silas Lozano Paz, especialista do Decomtec, em palestra sobre o aplicativo Inteligência de Mercado. Foto: Everton Amaro

Há pelo menos três anos, um programa desenvolvido pelo Departamento de Competitividade (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), oferece informações sobre hábitos de consumo nos estados brasileiros para as indústrias associadas da entidade.

Atualizado com informações de abril de 2012, o aplicativo “Inteligência de Mercado para a Indústria” foi assunto de debate da 50ª reunião do Conselho Superior de Inovação de Competitividade (Conic).

“Essa iniciativa tem um potencial enorme. É uma ferramenta muito útil para escolas de administração, de gestão, ou mesmo para área de pesquisas e desenvolvimento”, afirmou Rodrigo Costa da Rocha Loures, presidente do Conic. “Muita gente vai se interessar por isso porque as informações estão organizadas.”

A ferramenta é composta por três módulos. O primeiro, “Demanda de produtos”, mostra o valor gasto pelas famílias segmentado em faixas de rendimentos e regiões geográficas para 3.630 produtos e serviços. O segundo é chamado de “Canais de comercialização” e contém dados cadastrais de 3.800 milhões de estabelecimentos comerciais (atacado, varejo e representantes de todo o Brasil). O terceiro e último módulo, “Dados socioeconômicos dos municípios do Brasil”, fornece dados demográficos oficiais de 5.564 municípios do país.

“É importante que a empresa tenha noção dos seus recursos organizacionais, quais são seus ativos existentes e quais são suas capacidades em gerir esses ativos, saber aonde ela pode oferecer um serviço superior, onde sua oferta pode ser focada”, explicou Silas Lozano Paz, especialista em competitividade e tecnologia para o Decomtec.

Ele avalia ainda que o aplicativo é fundamental para “aquela empresa que não tem cultura de planejamento.”

O aplicativo possui um sistema de consulta de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) através de dígitos totais ou parciais, com os endereços da matriz e filiais das empresas; o Ranking de Dinamismo, que classifica os municípios numa escala de 1 a 10 conforme seu grau de dinamismo e de concentração de riqueza; e um tutorial autoexplicativo de multimídia.

O software atualizado – divulgado na véspera durante o seminário ‘A Indústria e a necessidade de conhecer seu mercado’ – será distribuído gratuitamente aos associados das entidades ligadas à Fiesp e ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Fiesp lança no Facebook aplicativo ‘Árvore da Sustentabilidade’

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Print Facebook aplicativo Árvore da Sustentabilidade

Print Facebook aplicativo Árvore da Sustentabilidade

Seis dias antes da abertura do Humanidade 2012, evento concebido para realçar o importante papel que o Brasil exerce hoje como um dos líderes globais no debate sobre o desenvolvimento sustentável, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lança em sua fanpage no Facebook a “Árvore da Sustentabilidade”. A iniciativa marca também a passagem do Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06).

O aplicativo, desenvolvido especialmente para a rede social, é um convite à reflexão sobre os desejos e expectativas para um mundo mais sustentável.

Para participar, é preciso curtir a fanpage da Fiesp no Facebook e escrever uma mensagem com seus anseios para o planeta nos próximos 20 anos.

A árvore, que começou totalmente seca na madrugada desta terça (05/06), começa a ganhar vida na medida em que mais mensagens são registradas. As palavras nais mencionadas ganham mais destaque na árvore digital enquanto as mensagens mais curtidas e mais comentadas têm chance de aparecer no top10 do ranking.

A ideia é que os seguidores da fanpage da Fiesp alimentem a árvore e, dessa maneira, interajam com a temática central da Rio+20 – e também do Humanidade 2012.

Para participar, curta a fanpage da Fiesp no Facebook e deixe sua mensagem: https://www.facebook.com/fiesp

Fiesp/Ciesp lança aplicativo ao setor industrial para potencializar negócios

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de oferecer informações precisas às empresas, a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), por meio de seu Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec), desenvolveram o aplicativo “Inteligência de Mercado para a Indústria”.

Ele possibilita acesso direto a dados demográficos, econômicos e relativos ao consumo e à estrutura de distribuição de todas as regiões e municípios do Brasil.

Recursos

As indústrias, principalmente as de menor porte, têm dificuldade em obter, manipular e avaliar dados do mercado. Neste sentido, a Fiesp divide o aplicativo em dois grandes módulos de consulta, que se complementam na busca e interpretação das informações.

O primeiro módulo, “Demanda de Produtos”, contém o valor gasto pelas famílias brasileiras para 50 categorias e mais de 1.700 produtos industrializados segmentados por região.

O segundo, “Canais de Comercialização”, traz dados cadastrais de estabelecimentos comerciais (Atacado, Varejo e Representantes) e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) em que a empresa atua. Apresenta também dados socioeconômicos dos 5.562 municípios brasileiros, inclusive com o “Indicador Fiesp de Dinamismo Econômico Municipal”.

A partir destas informações é possível tomar decisões e elaborar planos de ação para:

  • Verificar o seu tamanho de mercado, potencial de mercado e participação (market share);
  • Prospectar novos mercados através da contratação de novos canais de distribuição/empresas comerciais;
  • Analisar e modificar a cobertura de vendas atual para aumentar sua eficácia;
  • Melhorar a estrutura e otimizar a ação da força de vendas;
  • Contratar novos canais/representantes de vendas em novas regiões.

 

De acordo com o Decomtec, este serviço é mais um passo consistente na promoção do fortalecimento da indústria, do crescimento sustentado e do desenvolvimento do País.

Gratuito e em plataforma CD-ROM, o aplicativo será distribuído apenas às empresas associadas aos sindicatos filiados à Fiesp.