Paulo Skaf guia visita de ministro das Relações Exteriores ao Humanidade 2012

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp 

Os presidentes da Fiesp, Paulo Skaf (à dir.), e da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira (à esq.) acompanham o ministro Antonio Patriota em visita ao circuito expositivo no Humanidade 2012.

Depois de um café da manhã com os governadores Simão Jatene (PA) e Omar Aziz (AM), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu na manhã desta quinta-feira (14/06), nas instalações do Humanidade 2012, a visita do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.

Ao lado de Skaf e de Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente do Sistema Firjan, o ministro Antonio Patriota conheceu o circuito expositivo no Forte de Copacabana, elogiando a iniciativa e afirmando que o conjunto de eventos oficiais e paralelos da Rio+20 já configuram um marco na história das conferências das Nações Unidas.

Patriota disse ficar alegre com a mobilização do país para discutir os temas da Rio+20. “A sustentabilidade envolve um olhar de médio e longo prazo e o engajamento contínuo de diversos atores da sociedade e das lideranças políticas. E a mudança de mentalidade envolve a educação e capacitação para os três pilares da sustentabilidade, o crescimento econômico, o desenvolvimento social e a justiça ambiental.”

Na visita, Patriota ficou impressionado com a estrutura do Humanidade 2012, especialmente com o espaço Capela, e disse ter vontade de voltar ao local, aberto ao público até o dia 22 de junho, para poder apreciar tudo com mais tempo.

A Capela reúne uma biblioteca formada por 10.000 títulos selecionados por 120 personalidades brasileiras – a ideia da diretora e cenógrafa Bia Lessa, ao conceber a sala, foi a de disponibilizar para consulta do público o percurso intelectual e afetivo dessas pessoas.

Somente na quarta-feira (13/06), o Humanidade 2012 recebeu 11.000 visitantes.

 

Ministro Patriota visita obras do Humanidade 2012

O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) e a diretora e cenógrafa Bia Lessa, durante visita às obras do Humanidade 2012, no Forte Copacabana, no Rio

O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) e a diretora e cenógrafa Bia Lessa, durante visita às obras do Humanidade 2012, no Forte Copacabana, no Rio

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp 

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, esteve na tarde de sexta-feira (01/06) visitando a montagem do Humanidade 2012, iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diversos parceiros, que acontecerá em paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Cuprindo agenda no Rio para acompanhar os preparativos finais da cidade para a Rio+20, o ministro foi recebido por Bia Lessa, diretora e cenógrafa que assina a exposição do evento, aberto ao público entre 11 e 22 de junho no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

O projeto Humanidade 2012 é uma iniciativa da Fiesp, Firjan, Fundação Roberto Marinho, Senai-Rio, Senai-SP, Sesi-Rio, Sesi-SP, com patrocínio da Prefeitura do Rio e do Sebrae.

O objetivo dos realizadores é o de realçar o importante papel que o Brasil exerce hoje como um dos líderes globais no debate sobre o desenvolvimento sustentável. A programação inclui encontros, seminários, debates e oficinas.

Rio+20 deve definir o conceito do futuro sustentável, diz ministro das Relações Exteriores

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf e o ministro Antonio Patriota, em encontro na Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, estiveram reunidos nesta quinta-feira (29) na sede da entidade onde discutiram interesses da indústria brasileira no exterior e a agenda Rio+20.

Patriota aproveitou o encontro para expressar seu reconhecimento às iniciativas da Fiesp em prol da política externa. “Eu vim aqui para parabenizar o presidente Paulo Skaf pela sua reeleição, e tive o prazer de poder conversar com ele sobre as iniciativas da Fiesp que ajudam muito nossa política externa”, afirmou o chanceler.

Sobre a agenda Rio+20, o ministro informou que a comissão nacional conta com o envolvimento de 27 ministérios, além de representantes do setor privado, meio acadêmico e sociedade civil. “Até 1º de novembro teremos concluído o processo de elaboração de uma posição nacional que será transmitida às Nações Unidas. No início do ano que vem, começamos o processo de negociação intergovernamental e a preparação do documento final do evento”, explicou.

“Queremos que a Rio+20 não seja só uma avaliação do que se fez nos últimos vinte anos, mas também uma reflexão dos próximos vinte, trinta. [Queremos que seja] o futuro do conceito de desenvolvimento sustentável, o qual incorpora a vertente econômica, social e ambiental”, concluiu.

Skaf volta a pedir ações de defesa comercial contra produtos chineses

Fábio Rocha, Agência Indusnet Fiesp

Da esq. p/dir.: ministro Antônio Patriota, Paulo Skaf e Benjamin Steinbruch

 

Em almoço com o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, com a presença da diretoria titular da Fiesp e empresários de diversos setores, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, voltou a pedir maior atenção do governo nas ações de defesa comercial no combate à concorrência desleal provocada pela China.

Skaf ressaltou a preocupação da Fiesp em o governo brasileiro reconhecer o país asiático como economia de mercado. De acordo com a federação, esse reconhecimento poderá atrapalhar qualquer medida de defesa comercial, como a aplicação de direitos antidumpings – quando um país exporta um produto abaixo do preço praticado em seu mercado doméstico. “Não somos protecionistas, somos contra as importações ilegais”, enfatizou.

“Apesar de manter um superávit comercial de US$ 4,5 bilhões com a China, ainda amargamos um déficit em manufaturados de US$ 25 bilhões. Nosso saldo positivo se vale pela alta dos preços das commodities”, explicou o presidente a Fiesp.

O chanceler brasileiro tentou amenizar a pressão dos empresários. E informou que, dentre as medidas de defesa comercial aplicadas pelo governo brasileiro e mais precisamente nas ações antidumpings, quase a metade é contra a China: “Quero deixar claro que não há nenhuma negligência do governo em relação à China”.

Patriota explicou que estará no país, no início de março, para preparar a visita da presidente Dilma, em abril, e que a concorrência desleal no comércio estará em pauta.

Argentina e Doha

Sobre o imbróglio comercial entre Brasil e Argentina, Antônio Patriota esclareceu que já vem mantendo diálogo com sua contraparte e que os problemas serão solucionados.

O ministro ressaltou que os brasileiros não podem ignorar a Argentina, pois a maior parte da pauta exportadora que o Brasil mantém com o país vizinho é formada por produtos manufaturados. “A relação com a Argentina, e com outros países emergentes, deve ser pragmática e não ideológica”, finalizou o chanceler.