Nova escola móvel do Senai-SP oferece cursos de manutenção de máquinas colhedoras de cana

Isabela Barros

Tem novidade no time de unidades móveis do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP). Foi lançada, nesta quarta-feira (29/04), na feira Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), a escola de Manutenção de Máquinas Colhedoras de Cana. A apresentação do equipamento foi feita pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

A nova escola móvel, que leva cursos da instituição a locais variados, é formada por dois semi-reboques. Quando acopladas, as duas carretas somam 165 metros quadrados e têm capacidade para atender, simultaneamente, até duas turmas com 12 alunos cada.

“Podemos levar essa estrutura para empresas ou prefeituras da região onde houver demanda de ensino”, explica o gerente de Assistência à Empresa e à Comunidade do Senai-SP, Celso Taborda Kopp.

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A nova escola móvel do Senai-SP: cursos nas cidades onde houver demanda. Foto: Divulgação


As aulas oferecidas nas duas estações de trabalho montadas são voltadas para a manutenção de máquinas colhedoras de cana, como o próprio nome indica. “Nunca tivemos uma máquina colhedora de cana colocada numa área assim”, diz Kopp.

Assim, entre os cursos a serem oferecidos estão os de auxiliar de climatização automotiva, mecânico de manutenção de máquinas agrícolas, eletricista de máquinas agrícolas e transmissão mecânica em máquinas agrícolas.

A escola foi construída no Centro de Treinamento Senai Lençóis Paulista, na cidade de mesmo nome. O projeto teve a parceria com a fabricante de tratores Valtra.

Atualmente, o Senai-SP possui 79 unidades móveis que atendem diversas áreas tecnológicas. As escolas móveis têm 2,5 metros de largura por 15 de comprimento. Algumas são dotadas com avanços laterais expansíveis quando estacionadas.

Conhecimento e capacidade de entendimento são fundamentais para a sustentabilidade

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Foi realizada nesta quarta-feira (28/05), a reunião do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O principal assunto do encontro foi a palestra do engenheiro florestal Paulo Groke com o tema “A gestão das reservas florestais como estratégia socioambiental e valorização institucional”.

Diretor do Instituto Ecofuturo, que conta com apoio do grupo Suzano, o especialista falou sobre a importância de investir também em educação para beneficiar o meio ambiente. Para ele, a sustentabilidade vai além da gestão de áreas ambientais e da conservação da diversidade,  passando também pela educação fundamental e pela difusão do conhecimento.

Groke: sustentabilidade vai além das ações de conservação ambiental. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Groke: sustentabilidade vai além das ações de conservação ambiental. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

“A educação para sustentabilidade, que é o nosso mote, não é feita nas bases da conservação ambiental”, explicou. “Se você não tiver uma população capaz de interpretar as informações e se comunicar pela leitura e escrita, dificilmente vai trilhar no caminho da sustentabilidade.”

Parque das Neblinas 

Mas o instituto também investe na preservação de reservas ambientais, por meio do projeto Parque das Neblinas, uma área de remanescente de Mata Atlântica localizada no limite dos municípios de Mogi das Cruzes e Bertioga. Administrado e protegido pelo Ecofuturo, o parque também trabalha com as comunidades locais, gerando renda.

“Quando o proprietário rural do entorno e a comunidade local veem que podem ter algum lucro com a mata, ajudam mais eficazmente na sua conservação, o que cria uma malha de proteção”, afirmou.

Groke defende que projetos de gestão de reservas não são uma preocupação a mais para a empresa, mas trabalham a favor da mesma. “O negócio pode casar totalmente com as questões de conservação da biodiversidade, esses não são pontos excludentes”, disse o engenheiro, que concluiu a palestra mostrando imagens do Rio Itatinga. “Um dia, eu vi esse rio barrento, mas hoje ele tem uma água de qualidade, fruto da estratégia chamada manejo florestal, que não tem segredo. Basta ter boa vontade e visão de futuro.”

A reunião do Cosema: sustentabilidade e agronegócio em debate. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A reunião do Cosema: sustentabilidade e agronegócio em debate. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Agrishow

Na mesma reunião, o conselheiro Maurílio Biagi fez um breve balanço sobre a realização da Agrishow 2014, evento no que é presidente.

“O objetivo do evento é aproximar o pequeno e médio agricultor de todo Brasil, para que eles possam ter contato com as novidades, saber o que as companhias de máquinas e implementos produzem, além das trocas entre eles e também com o mundo científico.”

Biagi ouviu as sugestões do conselho sobre a iniciativa e finalizou sua apresentação agradecendo pela colaboração. “Com as ideias trazidas por esse conselho, acredito que podemos tornar a Agrishow uma referência também na área ambiental”.


Senai-SP inaugura escola móvel de simulação de colhedoras de cana de açúcar

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp, de Ribeirão Preto

Na abertura da 21ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow 2014), em Ribeirão Preto, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) inaugurou na tarde desta terça-feira (29/04) a escola móvel de simulação de colhedoras de cana de açúcar.

Trata-se da primeira unidade das quatro que devem ser disponibilizadas pelo Senai-SP até o fim de 2014.

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Durante Agrishow, Senai-SP apresenta unidade móvel para o setor sucroalcooleiro. Foto: Tâmna Waqued/FIESP

Ao visitar a principal feira de tecnologia agrícola do Brasil, o presidente da instituição e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ressaltou a necessidade de modernização de todos os setores produtivos da economia brasileira.

“Estamos olhando para o futuro ao disponibilizar esta escola móvel, com este maquinário moderno e inovador”, afirmou o presidente.

Skaf também destacou que o agronegócio é um setor vibrante e “que merece modernização e atualização”.

Na escola móvel são disponibilizados cursos de 80 horas teóricas e 120 horas em máquinas reais. “A pessoa sai operando as máquinas que colhem cana, pronta para o mercado de trabalho”, garantiu Skaf.

Segundo Walter Vicioni, diretor regional do Senai-SP e superintendente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), a nova escola móvel mostra a flexibilidade do Senai-SP em atender todas as demandas da indústria e da sociedade brasileira.

“Esses programas de formação profissional são exemplos da modernidade do pensamento da indústria paulista e da inovação do Senai-SP”, disse Vicioni.

Senai-SP inaugura escola móvel de simulação de colhedoras de cana-de-açúcar

Agência Indusnet Fiesp

Na próxima terça-feira (29/4), uma escola móvel inteiramente adaptada para simulação a operação em colhedoras de cana-de-açúcar será apresentada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), durante a 21ª edição da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola – Agrishow, em Ribeirão Preto.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Senai-SP, Paulo Skaf, participará da cerimônia de inauguração do equipamento, que acontecerá às 15 horas, no estande E 22- D 1.

Essa unidade móvel é a primeira do gênero, no Brasil, e capacitará ex-cortadores de cana e pessoas da comunidade agrícola a operar equipamentos seguindo as normas e os procedimentos técnicos de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

O projeto, resultado de um investimento de R$ 1,8 milhão, faz parte de um conjunto de ações da entidade para ampliar a competitividade do setor, dentre elas a construção da Escola Móvel de Manutenção de Tratores e da Escola Móvel de Manutenção de Colhedoras de Cana, ambas em fase de projeto.

Tecnologia sobre rodas

A escola volante é uma estrutura sobre rodas com três cabines equipadas com instrumentos e comandos idênticos aos das colhedoras, proporcionando ao aluno a realização de todas as operações de colheitas, manobras e testes dos seus implementos.

Essa modalidade de treinamento reduz vários custos para o setor, como combustível, desgaste do equipamento e tempo de inatividade. Outra vantagem é que o simulador não depende de condições externas, como clima, por exemplo, e não impacta na operação de colheita.

Capacitação da mão de obra

O curso para operadores de colhedoras foi desenvolvido pelo SENAI-SP em parceria com os profissionais das usinas e os fabricantes de implementos agrícolas. O programa tem carga horária de 80 horas e a unidade móvel tem capacidade para atender até 12 alunos por turma.

Know-how Senai-SP

As unidades móveis do Senai-SP são ambientes de ensino sobre rodas, que realizam programas de formação profissional destinados a atender à necessidade de capacitação profissional de empresas industriais. Por sua flexibilidade, permitem a realização de cursos em todo o estado, principalmente em regiões onde não há unidades do Senai-SP ou que não desenvolvem as programações solicitadas pelas empresas ou entidades interessadas.

A rede escolar do Senai-SP utiliza os serviços das Escolas Móveis como uma estratégia diferenciada de atendimento em função da facilidade de transporte e de instalação nas dependências do cliente.

Atualmente, o Senai-SP possui 74 unidades móveis que atendem diversas áreas tecnológicas. As escolas móveis têm 2,5 metros de largura por 15 de comprimento. Algumas são dotadas com avanços laterais expansíveis quando estacionadas.

Sobre a Agrishow

A Agrishow é uma das maiores e mais completas feiras de tecnologia agrícola do mundo e a única, no Brasil, a contar  com a presença de pequenos, médios e grandes fabricantes. Nesta feira é possível encontrar uma enorme variedade de produtos e serviços que atende a todos os produtores rurais independente do tamanho da propriedade e cultura.

A Agrishow acontece na rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321, Ribeirão Preto/SP

Para saber mais, acesse o site: www.agrishow.com.br