Estudo mostra oportunidade de negócios para o design nas cidades-sede da Copa

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

A próxima Copa do Mundo de futebol, que acontecerá no Brasil em 2014, pode proporcionar boas oportunidades de negócios para micro, pequenas e médias empresas da área de design.  Para auxiliar os empreendedores, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) apresentaram nesta quinta-feira (08/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o estudo “Design nas Cidades da Copa de 2014: Oportunidade de Negócio”.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544843478

Iniciativa visa preparar empresários do segmento de design para aproveitamento de oportunidades de negócio no período que antecede o evento. Foto: Helcio Nagamine

Após a exposição do levantamento, os empresários presentes ao evento participaram de uma oficina de trabalho sobre o tema. O estudo será divulgado nas 12 cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo.

Desenvolvido pela consultoria espanhola Competitives, o estudo tem como objetivo apresentar a empresários brasileiros da área de design diversas oportunidades de negócios em função dos grandes eventos esportivos. Entre os destaques estão os setores de mobilidade urbana, transporte e serviços.

De acordo com o representante da unidade de Inovação e Design da Apex-Brasil, Marcelo Ortega Júdice, as obras que serão realizadas para atender à demanda deste importante evento esportivo estimularão o desenvolvimento de novas tecnologias e estruturas que, a médio e longo prazo, beneficiarão os moradores das cidades-sede.

No entendimento de Júdice, com o aumento da demanda, as pequenas e médias empresas podem ampliar a sua cartela de clientes.

“Existem muitas oportunidades de negócios para as pequenas e médias empresas desenvolverem uma estrutura que manterá a economia em movimento. Basta saber aproveitar”, avaliou Júdice, que acredita que o momento seja propício para o aumento das parcerias entre o setor público-privado.

“O público [setor] já tem o seu modo de agir e interagir, mas a gente precisa identificar estas oportunidades que propiciem o surgimento de parcerias constantes”, concluiu.