Livro de Walter Vicioni reúne experiência educacional do Sesi-SP em projeto na Favela de Heliópolis

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

A Livraria Cultura no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, recebeu nesta quarta-feira (04/12) o lançamento do livro “Programa Sesi-SP Trilha dos Saberes”, de Walter Vicioni Gonçalves, superintendente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

Vicioni na noite de autógrafos de seu livro: trabalho dedicado às crianças. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Vicioni na noite de autógrafos de seu livro: trabalho dedicado às crianças. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Com as mãos cansadas de tantos autógrafos, mas com um sorriso estampado no rosto, Vicioni dedicou sua obra às crianças. “É uma alegria incomensurável. A minha dedicatória no livro é voltada para as crianças. A expressão e a graça dessas crianças anima a prática pedagógica do Sesi-SP. E é por isso que valeu a pena registrar a experiência”, revelou o superintendente da instituição durante o evento.
 

A obra fala do projeto educativo da entidade que dá nome ao livro, na Favela de Heliópolis. “Nós começamos focados em reforço escolar e percebemos que só isso não aumentava a autoestima dos alunos, mas sim outras manifestações como a arte e a música”, explicou Vicioni, um dos idealizadores do projeto.

Maria José Castalti, assessora técnica especial de gestão da diretoria de educação e cultura do Sesi-SP, e também idealizadora do projeto, ressaltou a importância da autoestima no processo de aprendizagem.  “Quando iniciamos os trabalhos na comunidade, percebemos que muitas crianças enxergavam a favela e a cidade de São Paulo como dois mundos diferentes. E aí percebemos que as aulas deveriam englobar muito mais do que matemática”, comentou ela ao falar sobre o Programa Sesi-SP Trilha dos Saberes.

Skaf, à esquerda, e Vicioni: lançamento prestigiado por lideranças empresariais e educadores. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Skaf, à esquerda, e Vicioni: lançamento prestigiado por lideranças e educadores. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O evento contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, e de dezenas de educadores.

Sobre o livro

A publicação é um exercício de reflexão que subsidiará outras iniciativas em curso e conta com depoimentos de alunos, professores, pais e líderes comunitários, dando uma visão abrangente de como o projeto se desenvolveu.

O trabalho foi ilustrado com imagens do fotógrafo Marcelo Soubhia, que retratam o cotidiano das crianças e adolescentes no programa.

No encerramento do Festemp, presidente da Fiesp anuncia os vencedores do ‘Acelera Startup’

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

A maratona foi longa, assim como costuma ser o caminho dos empreendedores brasileiros. Trezentos projetos selecionados via internet por membros do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) passaram por  fases de educação e capacitação nos últimos dois dias, dentro do Festival de Empreendedorismo (Festemp), encerrado nesta quinta-feira (26/09) no Anhembi.

Após essa imersão com treinamentos, apoio, dicas e mentoring, os 10 melhores projetos tiveram a chance de vender seu negócio a uma banca de investidores por meio do formato elevator pitch, ou seja, na duração de uma conversa de elevador.

 

Paulo Skaf com os vencedores do Acelera Startup. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

E entre as 10 empresas selecionadas, três start-ups foram as escolhidas como as melhores do concurso: Sayyou (1º lugar), Can Game (2ºlugar), Contatix (3ºlugar).

A vencedora Sayyou, comandada por Sergio Coutinho Filho, pretende revolucionar o mercado agrícola por meio da tecnologia de capina elétrica. A ideia atraiu um dos investidores que participou do evento e agora a empresa vencedora espera um aporte de até R$ 6 milhões. “O Brasil ainda não tem a cultura de investidores anjos. Isso está apenas começando no país e, por isso mesmo, é um privilégio divulgar nosso trabalho aqui”, declarou Coutinho Filho após o anúncio.

Em segundo lugar ficou o projeto Can Game, encabeçado por Eraldo Guerra Filho, que visa a inclusão social de crianças autistas. E a terceira vencedora foi a Contatix, dos sócios Erwin Julius e Daniel Rodrigues, que nasce com a proposta de aumentar a produtividade das vendas diretas.

Além da oportunidade de se aproximar de potenciais investidores, as três start-ups finalistas ganharam uma consultoria de três meses da ferramenta social Facebook.

Unidade do Senai-SP em Jandira recebe R$ 16 milhões em investimentos

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp, de Jandira

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Paulo Skaf, apresentou, na tarde desta sexta-feira (16/08), os investimentos realizados na Escola Senai Prof. Vicente Amato, instalada em Jandira (SP), a aproximadamente 38 kms da capital.

Ao todo, foram aplicados quase R$ 16 milhões na modernização das instalações e na atualização tecnológica dos equipamentos. O aporte foi destinado às áreas tecnológicas de Mecânica, Elétrica, Ferramentaria, Mecânica de Usinagem, Automobilística, Costura e Automação.

Durante a cerimônia de anúncio dos investimentos, Skaf chamou alguns alunos da unidade ao palco. Entre eles o aluno Caíque Dejuca, de 14 anos, estudante de Mecânica de Usinagem e do primeiro ano do ensino médio. Atualmente, a rotina do jovem consiste em acordar às 6h, sair de casa às 6h40, trabalhar numa indústria das 7h30 às 12h, acompanhar as aulas do Senai-SP à tarde e as do ensino médio à noite, voltando para descansar somente à meia-noite. “Esse é o povo do Brasil que merece respeito. O exemplo dele é o mesmo de milhares de jovens”, disse o presidente da Fiesp e do Senai-SP.

Skaf durante visita à escola do Senai-SP em Jandira: alunos são exemplo de trabalho e esforço. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf durante visita à escola do Senai-SP em Jandira: alunos são exemplo de esforço. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Ao reparar que a quadra poliesportiva da unidade não era coberta, Skaf aproveitou para anunciar que a área vai ganhar uma cobertura em seis meses. “Agora não vai mais ter tempo ruim para a prática de esportes na unidade”.

O pai adotivo do Steve Jobs 

Diretor regional do Senai-SP e superintendente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Walter Vicioni Gonçalves, destacou o quanto as duas instituições valorizam  o “trabalho bem feito”. “Podemos fazer um paralelo entre o Senai-SP e o pai adotivo do Steve Jobs, sempre citado por ele como um homem perfeccionista”, disse ele, numa referência ao fundador da Apple. “O Senai-SP também se inspira no culto à perfeição, transmite o valor do trabalho bem feito”, afirmou. “Os nossos professores também são assim e essa escola de Jandira é uma demonstração completa do ensino do Senai-SP”.

Vicioni: Senai-SP é exemplo de busca pela perfeição. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Vicioni: Senai-SP é exemplo de busca pela perfeição e valorização do trabalho. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O prefeito de Jandira,  Geraldo Teotonio, também fez questão de registrar a sua admiração. “Para a nossa cidade, é um orgulho receber vocês”, disse. “Sei que conhecimento é importante, mas tem coisa fundamental que o Senai-SP consegue fazer: criar condições para que se desenvolvam cidadãos para um país melhor”.

As obras

O prédio recebeu nova fachada, rampa, elevadores adaptados para deficientes, área coberta destinada ao curso de operador de empilhadeira e mobiliário novos. Também houve reforma nos sanitários e na secretaria.

Na parte tecnológica, os investimentos contemplaram a troca de computadores, a aquisição de novas máquinas de CNC, fresadoras e de CLP, kits de eletroeletrônica e substituição das máquinas de costura. A escola também ganhou um laboratório de metrologia, modernização do ambiente de ensino de solda e um laboratório de automação predial.

A unidade do Senai-SP em Jandira oferece mais de 60 cursos para os segmentos de vestuário, construção civil, metalmecânica, eletroeletrônica, tecnologia da informação, automotiva, gestão e logística.

Os programas são voltados a jovens que buscam formação para o primeiro emprego, jovens e adultos que procuram qualificação técnica e interessados em formação básica, especialização ou atualização tecnológica.

As modalidades de cursos oferecidas são: Aprendizagem Industrial (Mecânico de Usinagem, Ferramentaria, Eletricista de Manutenção e Assistente Administrativo); Técnico (Rede de Computadores e Eletroeletrônica) e Formação Inicial e Continuada (várias ocupações).

Neste ano, a escola prevê atingir 10,6 mil matrículas que atenderão os municípios de Jandira, Itapevi, Barueri, Cotia e Santana de Parnaíba. Importante: depois dos investimentos, houve um aumento de 30% no número de matrículas.

Integração nas telecomunicações é necessidade na América Latina, dizem convidados de evento da Fiesp

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

“Já vemos avanços na integração da América Latina. Conseguimos nos entender, o que é um primeiro passo”. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (07/08), por Maria Celina de Azevedo Rodrigues, a diretora-titular-adjunta do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em painel sob a sua coordenação no 5º Encontro de Telecomunicações da Fiesp. O evento foi realizado no hotel Unique, em São Paulo.

Albuquerque: Europa busca quadro regulamentar novo para banda em 2013. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Albuquerque: Europa busca quadro regulamentar novo para banda em 2013. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Um dos convidados do painel, Augusto Afonso de Albuquerque, membro da delegação da União Européia (UE), lembrou que o velho continente e o Brasil possuem “imensos paralelismos entre o que está acontecendo em relação à infraestrutura”. Ele trouxe ao evento os dados sobre a Agenda Digital da UE, que tem como prioridade finalizar um quadro regulamentar novo e estável para banda larga até o final de 2013.

Um exemplo similar – citado por Albuquerque – de necessidade de adequação tanto na América Latina quanto na União Européia é em relação ao compartilhamento de uma mesma infraestrutura por várias operadoras.

Evoluções geopolíticas

Assim como a coordenadora do painel, Clovis Baptista Neto, da Citel, outro convidado, também enxerga evoluções na geopolítica das comunicações.  “Existe um consenso dos países da região da América Latina sobre a necessidade de evolução da banda larga, principalmente nas áreas rurais”, comemora Neto.

Neto: 27 países da América Latina estão desenvolvendo seus Planos Nacionais de Banda Larga. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Neto: 27 países da América Latina desenvolvem seus Planos Nacionais de Banda Larga. Foto: Julia Moraes/Fiesp

 

Neto informou que, atualmente, 27 países da América Latina estão desenvolvendo seus Planos Nacionais de Banda Larga, inclusive o Brasil.

Por fim, Jeferson Fueo Nacif, chefe da assessoria internacional da Anatel, pontuou a importância do Brasil na integração das telecomunicações. E fez observações de que atualmente os principais problemas do setor no país são aqueles gerados por interferência da radiodifusão nos países de fronteira.

Desenvolvimento das energias renováveis em debate no 14º Encontro de Energia

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

No segundo dia do 14º Encontro de Energia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), 06/08, o painel sobre “Desenvolvimento de energias renováveis na América Latina e Caribe” reuniu profissionais de Itaipu, Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID),  no hotel Unique, em São Paulo.

Com coordenação de Luis Pescarmona, do Departamento de Infraestutura da Fiesp,  os participantes falaram  não apenas dos benefícios para o meio-ambiente, mas principalmente os de ordem financeira, com o desenvolvimento das comunidades locais proporcionado pelas energias renováveis.

Segundo Jorge Samek, diretor-geral de Itaipu, a integração de energia na América Latina e Caribe ainda é muito carente. “Devido a processos estritamente políticos”, disse ele.

“A pior energia é aquela que falta, que não existe”, disse Samek, apontando, como prova, a crise enfrentada pelo Panamá, que utiliza rodízio de energia em indústrias e centros comerciais.

Samek: "A pior energia é aquela que falta". Foto: Julia Moraes/Fiesp

Samek em debate no Encontro: "A pior energia é aquela que falta, que não existe". Foto: Julia Moraes/Fiesp

 

Entre as boas notícias, Samek mencionou Fernando de Noronha (PE), que, em aproximadamente três anos, não utilizará mais energia fóssil.

Já a apresentação de Gustavo Aishemberg, representante da Onudi no Brasil, baseou-se principalmente nas três metas estabelecidas na Rio+20  –  a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável: garantir o acesso universal à energia; duplicar a participação das energias renováveis e duplicar a taxa de melhoria na eficiência energética.

“Se queremos desenvolver um país, temos que produzir mais energia”, defendeu Aishemberg.  E o caminho para o desenvolvimento de um país com energia renovável é a educação. “Informação, educação e disseminação de conhecimento são fundamentais para a expansão das energias renováveis”, complementou o especialista.

E é na internet que a Onudi está realizando esse trabalho. A partir de outubro de 2013, a organização disponibilizará cursos online gratuitos sobre energias renováveis que poderão ser utilizados inclusive pelo ensino médio. O site provedor desse conteúdo é o www.renenergyobservatory.org.

Sem investimento, não é possível desenvolver nenhum tipo de energia renovável. Então, por fim, Arnaldo Vieira de Carvalho, especialista da divisão de Energia do BID, mostrou como a instituição vem apoiando o financiamento e doação de verbas principalmente para projetos hidrelétricos, responsáveis por quase 40% do volume de empréstimos do BID para a América Latina nos últimos 60 anos.

Carvalho também defendeu a inovação e apresentou o “Concurso Ideias” (www.iadb.org/ideias), que gera doações a ideias ou conceitos inovadores em energia renovável.

 

Brasil só tem a ganhar com a exploração do pré-sal, afirmam debatedores do 14º Encontro de Energia da Fiesp

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

No primeiro dia do 14º Encontro de Energia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no painel “Pré-sal: A nova era do petróleo no Brasil” todos os participantes concordaram num ponto: o Brasil só tem a ganhar com a exploração do pré-sal. O debate foi coordenado por Marcos Nascimento, diretor do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp, tendo sido realizado na tarde desta segunda-feira (05/08), no Hotel Unique, em São Paulo. O Encontro segue até esta terça-feira (06/08).

O pré-sal é uma parte do subsolo localizada sob uma camada de sal nas profundezas do mar, com alto potencial de exploração de gás e óleo.

“Primeiro veio o desafio tecnológico, depois os regulatórios e, em seguida, a coordenação de políticas setoriais”, explicou Helder Queiroz Pinto Jr, diretor da ANP, apresentando uma linha do tempo do pré-sal.

Pinto Jr apresentou uma linha do tempo do pré-sal em debate no 14º Encontro de Energia. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Pinto Jr apresentou uma linha do tempo do pré-sal em debate sobre o assunto. Foto: Julia Moraes/Fiesp

 

Nos últimos 15 anos, o mercado de energia passou por uma grande transformação, com ampliação do horizonte para exploração. Nessa mesma linha de análise, Helder mostrou a evolução financeira arrecada pela União por meio dos royalties de gás e óleo. Para se ter uma ideia, em 1998 foram arrecadados US$ 200 milhões, valor que saltou para US$ 30 bilhões no ano passado.

Uma nova era

O pré-sal colocou o Brasil no caminho da inovação desde o princípio. As técnicas de perfurações das estruturas, inclusive, foram os primeiros desafios a serem enfrentados com o uso de tecnologia. A avaliação é de  outro painelista do debate, Armando Guedes, conselheiro do IBP. Segundo ele, em dez anos o pré-sal será responsável por quase 50% da produção de óleo no Brasil.“Esse crescimento e a demanda internacional fará com que a nação busque ainda mais inovação, para, por exemplo, criar ilhas artificiais que facilitem o transporte do petróleo do fundo do mar para a costa”.

Segundo ele, o horizonte aponta para um futuro promissor.“A utilização do gás e petróleo como grandes geradores de energia ainda deve predominar até o final do século, quando outras formas – como a energia solar – começarão a conquistar seu espaço”.

Competitividade 

Para Arthur Ramos, sócio da Booz Company, que também participou do painel, “a inovação transformou o Brasil em posição de líder em águas profundas”.  Arthur acredita que a discussão sobre o pré-sal deve percorrer toda a cadeia produtiva e a competitividade deve ser o foco, uma vez que essa é uma indústria geradora de muita renda.

O empresário ressaltou a pertinência e importância do tema para a Fiesp, uma vez que esse mercado necessita de capacitação de recursos humanos e tecnologia. Ele também destacou, assim como seus companheiros de debate, que a indústria naval teve a oportunidade de renascer com o advento do pré-sal. 

Casa Cor SP abre 27 ª edição com ambiente que exibe peças de mobiliário da Fiesp

Adriana Santos, Agência Indusnet Fiesp

Um dos destaques da 27ª edição da Casa Cor SP, inaugurada em solenidade na noite de domingo (26/05), é o ambiente criado pela arquiteta Ana Maria Vieira Santos com peças de mobiliário e de design da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), originalmente adquiridos no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) durante a década de 70.

O espaço foi o primeiro a ser citado por Angelo Derenze, presidente da Casa Cor, na cerimônia que aconteceu no Jockey Club: “A Fiesp tem um acervo do MoMA maravilhoso. Falamos com o Paulo Skaf [presidente da Fiesp] sobre a ideia da exposição e hoje essas peças inéditas estão aqui.”

A entidade foi representada no evento pelo diretor titular do Departamento de Segurança (Deseg), Ricardo Lerner.

A abertura da exposição contou ainda com personalidades como Viviane Senna, presidente da Fundação Ayrton Senna. Ela ressaltou a importância desse evento de arquitetura e design não só para o instituto, que é parceiro da Casa Cor e recebe parte do valor de cada ingresso, quanto para o reconhecimento de talentos. “Talento e competência têm que ser prestigiados e reconhecidos. Essa era a vida de Ayrton e eu passo isso para frente”, comentou Viviane, referindo-se ao irmão tricampeão de Fórmula 1.

Quem visitar a Casa Cor SP poderá ver de pertinho as 17 peças clássicas do design cedidas com exclusividade para a exposição. Entre elas, clássicos do mobiliário brasileiro, como a Poltrona Mole de Sergio Rodrigues, e dois ícones do design mundial: a Poltrona Charles Eames e a Cadeira Panton.

Serviço
27ª Casa Cor SP

Data: 28/05 a 21/07
Local: Jockey Club de São Paulo
Ingressos: R$40 a R$90 reais
Mais infos: www.casacor.com.br