Leia ‘Vem aí mais um ano promissor’, texto de Skaf na revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, foi uma das sete personalidades de destaque da cena empreendedora brasileira convidadas a publicar um texto na reportagem ‘Adeus ano velho, feliz ano novo’, da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, em 12/12/12, com o intuito de refletir sobre os fatos que marcaram este ano e as perspectivas para 2013.

Leia abaixo o texto na íntegra.

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Vem aí mais um ano promissor

As perspectivas positivas começam no contexto mais amplo da economia nacional, que deverá ter expansão maior em 2013

Paulo Skaf

As micro, pequenas e médias empresas têm boas perspectivas de conquistar resultados positivos em 2013. Elas são responsáveis, em grande parte, pelo baixo desempenho que temos hoje e por manter o bom desempenho do país na prolongada crise mundial. As perspectivas positivas começam no contexto mais amplo da economia nacional, que deverá ter expansão maior no próximo ano. Além disso, as pequenas e médias empresas têm ao seu alcance novas oportunidades, que deverão ser desencadeadas no ano novo, na esteira da exploração da província do pré-sal e dos grandes eventos previstos para o Brasil: a  Copa das Confederações, em 2013; a Copa do Mundo da Fifa, em 2014; e a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

Na área produtiva de petróleo e gás, por exemplo, as micro e pequenas têm espaço para atender às demandas de produtos e serviços do setor, por meio delas próprias e também nas cadeias de fornecedores. Elas podem atender com agilidade, flexibilidade, preços competitivos e eficiência uma série de atividades-meio e insumos fundamentais para o setor.

Reconhecimento crescente

No mercado atrelado aos grandes eventos esportivos, o segmento dos negócios de pequeno porte também será muito requisitado. Haverá toda uma procura pela produção de impressos, cartazes, turismo receptivo, confecção de roupas especiais e temáticas, além de bares e restaurantes, entre outras atividades. Deve-se considerar também a demanda aquecida do mercado interno – tanto na hora de atender o consumidor final como na de fornecer a empresas de maior porte. Essa demanda deriva do processo de inclusão e ascensão socioeconômica de milhões de brasileiros nos últimos anos. Existem numerosos nichos a serem prospectados.

Para aproveitar essas oportunidades e atender às novas exigências de competitividade e qualidade do Brasil e do mundo globalizado, as empresas precisam se manter atualizadas em gestão e aporte tecnológico, capacitação de recursos humanos e eficácia na prospecção dos mercados. Órgãos governamentais, universidades, institutos de treinamento e entidades de classe devem contribuir para o seu fomento. Um dos resultados mais visíveis dessa mobilização ocorreu há cinco anos: a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que beneficia hoje 6,5 milhões de firmas e microempreendedores individuais e para a qual a Fiesp contribuiu bastante, organizando um fórum e toda a agenda de debate para sua discussão e votação no Congresso Nacional.

É importante que os pequenos e microempreendedores tenham a mais absoluta consciência de que é crescente o reconhecimento ao seu grande significado para a economia do país. E que saibam que, no ano novo e sempre, jamais estarão sozinhos em seu empenho por mais acesso ao crédito, linhas especiais de financiamento com dinheiro mais barato, melhores condições de prospecção do mercado externo e remoção de entraves burocráticos. Estamos todos juntos nessa luta por um Brasil melhor e mais desenvolvido.

Vem aí mais um ano promissor

Paulo Skaf

As perspectivas positivas começam no contexto mais amplo da economia nacional, que deverá ter expansão maior em 2013

As micro, pequenas e médias empresas têm boas perspectivas de conquistar resultados positivos em 2013. Elas são responsáveis, em grande parte, pelo baixo desempenho que temos hoje e por manter o bom desempenho do país na prolongada crise mundial. As perspectivas positivas começam no contexto mais amplo da economia nacional, que deverá ter expansão maior no próximo ano. Além disso, as pequenas e médias empresas têm ao seu alcance novas oportunidades, que deverão ser desencadeadas no ano novo, na esteira da exploração da província do pré-sal e dos grandes eventos previstos para o Brasil: a  Copa das Confederações, em 2013; a Copa do Mundo da Fifa, em 2014; e a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

Na área produtiva de petróleo e gás, por exemplo, as micro e pequenas têm espaço para atender às demandas de produtos e serviços do setor, por meio delas próprias e também nas cadeias de fornecedores. Elas podem atender com agilidade, flexibilidade, preços competitivos e eficiência uma série de atividades-meio e insumos fundamentais para o setor.

Reconhecimento crescente

No mercado atrelado aos grandes eventos esportivos, o segmento dos negócios de pequeno porte também será muito requisitado. Haverá toda uma procura pela produção de impressos, cartazes, turismo receptivo, confecção de roupas especiais e temáticas, além de bares e restaurantes, entre outras atividades. Deve-se considerar também a demanda aquecida do mercado interno – tanto na hora de atender o consumidor final como na de fornecer a empresas de maior porte. Essa demanda deriva do processo de inclusão e ascensão socioeconômica de milhões de brasileiros nos últimos anos. Existem numerosos nichos a serem prospectados.

Para aproveitar essas oportunidades e atender às novas exigências de competitividade e qualidade do Brasil e do mundo globalizado, as empresas precisam se manter atualizadas em gestão e aporte tecnológico, capacitação de recursos humanos e eficácia na prospecção dos mercados. Órgãos governamentais, universidades, institutos de treinamento e entidades de classe devem contribuir para o seu fomento. Um dos resultados mais visíveis dessa mobilização ocorreu há cinco anos: a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que beneficia hoje 6,5 milhões de firmas e microempreendedores individuais e para a qual a Fiesp contribuiu bastante, organizando um fórum e toda a agenda de debate para sua discussão e votação no Congresso Nacional.

É importante que os pequenos e microempreendedores tenham a mais absoluta consciência de que é crescente o reconhecimento ao seu grande significado para a economia do país. E que saibam que, no ano novo e sempre, jamais estarão sozinhos em seu empenho por mais acesso ao crédito, linhas especiais de financiamento com dinheiro mais barato, melhores condições de prospecção do mercado externo e remoção de entraves burocráticos. Estamos todos juntos nessa luta por um Brasil melhor e mais desenvolvido.