Fiesp e associações do setor de saúde firmam termo de cooperação tecnocientífica

Agência Indusnet Fiesp

A Fiesp, a Associação Brasileira da Industria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), a Fundação Faculdade de Medicina e a Fundação Zerbini, assinaram nesta quarta-feira (17/8) termo de cooperação tecnocientífica.

Em maio, durante a feira Hospitalar, as entidades já haviam assinado a carta de intenção,em que manifestam a concordância mútua em celebrar cooperação, com vistas à inovação e desenvolvimento de iniciativas de curto e médio prazo. Agora, o termo tem a responsabilidade de aproximar academia, escola e centro de pesquisa das indústrias para promover tecnologia nacional, com o compromisso de selecionar e colocar em prática projetos que possam gerar valor na cadeia produtiva da saúde.

Estavam presentes na assinatura do termo o coordenador titular do BioBrasl ComSaúde/Fiesp, Ruy Baumer; o superintendente da Abimo, Paulo Henrique Fraccaro; o diretor geral da FFM, Flavio Fava de Moraes; o superintendente administrativo financeiro da Fundação Zerbini, André Giordano Neto; o superintendente do HCFMUSP, Antonio José Rodrigues Pereira.

“Jamais as entidades de todo o nosso setor, de toda a cadeia produtiva, englobando empresas e profissionais, tiveram atuação tão forte em conjunto. Nosso setor não é grande e, até há pouco tempo, era muito dividido. O Brasil ainda está em tempo de concorrer em condições de igualdade com o resto do mundo no mercado de biotecnologia”, afirmou Baumer.

O maior desafio é fazer com que esta ponte que está sendo construída se torne realidade”, concluiu Fava de Moraes.

Assinatura, na Fiesp, de termo de cooperação tecnocientífica no setor de saúde. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Campanha contra o Câncer Bucal é realizada em frente ao edifício-sede Fiesp

Dulce Moraes, Agência Indusnet

Pouco se fala, mas o câncer bucal – que acomete os lábios e o interior da cavidade oral – está entre os de maior incidência no Brasil . É o sexto tipo de câncer mais comum entre os homens e o oitavo, entre as mulheres.

A modelo Caroline Bittencourt, madrinha da campanha, mostra os cinco passos para o autoexame

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), todos os anos, no Brasil, 11 mil novos casos da doença são registrados e, desses cerca 4 mil estão no Estado de São Paulo. Outro dado desalentador é que o câncer bucal ainda possui alta mortalidade (80%) no país devido ao diagnóstico tardio.

Na manhã desta segunda-feira (17/03), um grupo de cirurgiões-dentistas recrutados pela Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas (ABCD) prestou atendimento gratuito à população para exames de detecção precoce de câncer bucal, encaminhando os casos identificados para tratamento na rede pública.

A ação foi realizada em um consultório odontológico móvel estacionado em frente ao edifício-sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

Foram distribuídos kit de higiene bucal às pessoas atendidas, além de folhetos explicativos dando dicas de prevenção da doença e orientação de como fazer o autoexame. Mais informações podem ser obtidas no site do Conselho Regional de Odontologia: www.crosp.org.br.

Apoio à campanha

A iniciativa conta com o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo) que faz parte do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (BioBrasil) e Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude) da Fiesp. Também apoiam a campanha a Associação Paulista de Cirurgião-Dentistas (APCD), Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp), entre outras entidades.

A ação educativa e de utilidade pública faz parte da “Campanha Nacional Contra o Câncer de Boca ‘Sorria para si mesmo’” promovida pelo Instituto Conexão Saúde, com apoio do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Nos cartazes da campanha, a modelo Caroline Bittencourt, madrinha da campanha, mostrando os cinco passos para o autoexame.

Outros artistas que apoia a causa são as atrizes Regina Duarte, Maria Fernanda Cândido, o ator Dalton Vigh, o cantor Daniel e a dupla Chitãozinho & Xororó.

Evento na Fiesp apresenta planos de investimentos para hospitais universitários

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Em reunião promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos e Hospitalares (Abimo), na manhã desta sexta-feira (14/03), foram apresentados os planos de investimentos disponíveis para os hospitais universitários brasileiros.

Na ocasião, o coordenador adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (Bio Brasil) e presidente executivo da Abimo, Paulo Henrique Fraccaro, destacou a importância da aproximação das indústrias do setor com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). “É um parceiro importante sob o ponto de vista de agregação de tecnologia, sob o ponto de acesso e inclusão de mercado e, sobretudo para nós da indústria, um importante parceiro comercial”.

Também presente no encontro, o deputado federal Newton Lima (SP), que preside a Frente Parlamentar da Defesa da Indústria Nacional, disse que os dois lados dessa equação têm o mesmo objetivo. “Por um lado, a empresa brasileira quer dotar os nossos hospitais com a melhor infraestrutura possível, para que as atividades de ensino, pesquisas e assistência à saúde se desenvolvam nos hospitais universitários federais”, explicou.

“E do outro lado”, acrescentou Lima, “tanto na Fiesp como na Abimo, existe a preocupação cada vez maior de ver os produtos fabricados por seus associados ganharem mercado e competitividade na disputa com os produtos estrangeiros, que essa já não é uma disputa leal, na medida em que não existe isonomia tributária.”

Lima: mercado para os produtos fabricados no Brasil. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Deputado Newton Lima: mercado para os produtos fabricados no Brasil. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Incentivo à inovação

Segundo ele, a troca do ministro da Ciência e Tecnologia, com Clelio Campolina Diniz assumindo a pasta no lugar de Marco Antônio Raupp, não deve alterar a política de incentivos à inovação defendida pelo governo nos últimos anos. “Na próxima quarta-feira (19/03) teremos o primeiro turno da votação PEC que introduz a Inovação na Constituição Brasileira”, disse. “Ou seja, isso modifica a Constituição de modo a agregarmos a pesquisa, as ações de Ciência e Tecnologia e a inovação como uma direção que a Constituição vai dar para todas as leis que virão daí.”

Fazendo um breve retrospecto sobre as origens da Ebserh, o presidente da instituição, José Rubens Rebelatto esclareceu que a empresa, criada ainda no governo Lula, hoje está vinculada ao Ministério da Educação.

Rebelatto: necessidades centralizadas. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

José Rubens Rebelatto: necessidades centralizadas. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

De acordo com o executivo, durante mais de 25 anos o sistema de hospitais universitários brasileiros veio se deteriorando por diversos motivos, entre eles o fato de serem geridos por dois ministérios: o da Saúde e o da Educação. “Não tinha um organismo que centralizasse todas as necessidades e encaminhasse as soluções para esses problemas”, afirmou.

Rebelatto relembrou que os hospitais universitários federais são mantidos integralmente com recursos públicos e declarou: “Temos todo o interesse que esses recursos advindos da tributação e dos impostos da população brasileira se revertam para a indústria brasileira. Sempre foi essa a nossa intenção”.

Segundo implante dentário mais vendido no Brasil é um produto pirata, diz vice-presidente da Abimo

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

As entidades representantes do setor odontológico estão se reunindo para fazer uma campanha junto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra a pirataria, informou nesta quarta-feira (18/12) o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo), Knud Sorensen. Segundo ele, o segundo implante dentário mais vendido no Brasil é um produto falsificado.

“Há falsificação de produtos em vários casos. Tem fabricantes sendo porcamente falsificados”, afirmou Sorensen.  “Implante pirata é o que mais tem. É assustador”, completou.

O vice-presidente da Abimo participou de uma reunião com o coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude), Ruy Baumer, e com o presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), Adriano Albano Forghieri. No encontro, os representantes da indústria de saúde fizeram um balanço do ano, analisaram as perspectivas do setor para 2014 e discutiram meios para combater a pirataria no setor odontológico.

Baumer: balanço do ano e debate sobre os principais problemas do setor. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Baumer: balanço do ano e debate sobre os principais problemas do setor. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

Forghieri acredita que “se não houver todos os setores (da indústria da saúde) envolvidos, mesmo com divergências você consegue chegar a um denominador comum, tem força”.

Forghieri acrescentou que a Abimo, por meio da Fiesp, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO), a APCD e outras entidades já fizeram uma primeira reunião com a Anvisa para “estabelecer mecanismos e metas para 2014 no sentido de combater esse tipo de situação que é clara no mercado”.

Em novembro deste ano, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou três suspeitos de manter um banco de ossos clandestino em Londrina, no norte do estado. Eles foram denunciados por armazenarem e comercializarem órgãos e tecidos humanos. De acordo com a polícia, os homens vendiam ossos e tecidos para dentistas de vários estados brasileiros.

“Havia uns sete (bancos de ossos), agora deve ter uns três ou quatro”, informou o presidente da APCD. “São partes de seres humanos, então tem de ter regras claras para isso. Pedimos a Anvisa que exerça uma autoridade mais forte nas entradas de produtos como esses por vias oficiais”, completou.

Principal luta do setor é buscar isonomia tributária, afirma Ruy Baumer, durante abertura da Feira Hospitalar

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Representando o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude) da entidade, Ruy Baumer, participou nesta terça-feira (21/05) da abertura da 20ª Edição da Feira Hospitalar, no Expo Center Norte.

“A Hospitalar é segunda maior feira do mundo da área. É um marco para as indústrias nacionais e internacionais e principal vitrine do setor. É aqui onde todos os clientes, fornecedores e indústria se encontram. É daqui que saem as demandas das entidades, as quais serão levadas às autoridades e negociadas junto ao governo”, disse Baumer após a solenidade.

Segundo o coordenador do Comsaude, a falta de isonomia tributária é um dos principais problemas que afetam a competitividade do setor.

“O Brasil cresceu muito desde 2008. Com isso, muitas empresas se instalam no país, tornando a competição muito maior. Falta isonomia tributária ao nosso setor. O resultado disso é que existe hoje uma competição desleal entre empresas estrangeiras e nacionais, com prejuízo ao setor nacional”, disse.

Baumer explicou que sem isonomia tributária os produtos nacionais comprados por hospitais públicos, que representam 95% dos hospitais no país, sofrem com cobranças excessivas e desleais de tributos, enquanto o produto importado está isento de tributação.

“Com imunidade tributária para produtos estrangeiros, há perda de competitividade. Nossa principal luta é conquistar essa isonomia. Do contrário, a indústria de tecnologia médica brasileira vai sumir”, alertou.

Feira é fórum importante, diz presidente da Abimo

Franco Pallamolla, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo), também presente à abertura da feira, falou sobre o papel do encontro para a indústria brasileira da área médica.

“Em 1994, primeiro ano da Hospitalar, a área médica era formada por um conjunto de atores desagregados, que tentava descobrir seu papel dentro da indústria. Isso mudou graças ao trabalho da Hospitalar. Hoje, vinte anos depois, a feira é um fórum importante de debates, permitindo aos atores trabalharem em parceria, criando sinergia e diálogos fundamentais para todo o setor de saúde brasileiro”, disse.

O dirigente, a exemplo de Baumer, cobrou do governo isonomia tributária, luta que o setor trava desde 2007. “Espero que, na edição de 2014 da feira, nós possamos comemorar essa conquista”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do ministro britânico Kenneth Clarke e da comitiva de empresários presentes na sede da Fiesp na tarde de segunda-feira (20/05).

Para Waleska Santos, dirigente da feira, fazer contatos e se atualizar com o que há de mais novo na área médica é o grande objetivo da Hospitalar. “É um evento indispensável para todos aqueles que vivem da área médica. Hoje a Hospitalar é evento obrigatório para os profissionais do setor. Estimulamos a indústria a ampliar seus negócios”, disse.

Eduardo Giacomazzi, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio), e Paulo Fraccaro, diretor-executivo da Abimo, também participaram da cerimônia de abertura da Hospitalar.

A feira, que prossegue até sexta-feira (24/05), conta com 1.250 expositores e deve alcançar um público de 92 mil profissionais. O evento tem expositores de 37 países e é voltado à apresentação de novos produtos e desenvolvimento de negócios na área médico-hospitalar. O público presente à feira é formado principalmente por médicos, diretores e administradores de hospitais, clínicas e laboratórios, fabricantes de produtos hospitalares e organismos públicos e privados atuantes na área de saúde.

A Hospitalar acontece no Expo Center Norte, na Vila Guilherme, São Paulo, na Rua José Bernardo Pinto, 333.

Buscamos parcerias com empresas de saúde do Brasil, afirma ministro britânico em visita à Fiesp

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Acompanhado por uma comitiva de empresários do setor de saúde, o ministro britânico Kenneth Clark foi recebido nesta segunda-feira (20/05) por empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Membros do BioBrasil e Combio da Fiesp recebem ministro britânico Kenneth Clark (ao centro). Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O encontro contou com a presença de Ruy Baumer, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude), e Eduardo Giacomazzi, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio), além de Paulo Fraccaro, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo).

Durante reunião, autoridades e empresários falaram sobre possíveis parcerias comerciais entre Brasil de Reino Unido.

Ministro britânico Kenneth Clark. Foto: Helcio Nagamine/FIESP

“Buscamos oportunidades no mercado e parcerias com empresas brasileiras do setor”, disse Clark no início do encontro.

Segundo o ministro, é muito importante para a comitiva britânica conhecer pessoas do comitê médico de uma entidade como a Fiesp. “Sentimos que nossas empresas e instituições podem contribuir cada vez mais com empresas brasileiras. Gostaríamos de ter cada vez mais o Brasil como parceiro comercial. Temos particular interesse no sistema privado”, disse.

Na sequência, Eduardo Giacomazzi e Paulo Fraccaro realizaram breves apresentações sobre o papel da Fiesp e da Abimo, respectivamente.

Falaram ainda sobre o cenário do sistema médico brasileiro, a configuração do mercado nacional e a atuação de diferentes empresas do setor. Abordaram ainda a possibilidade de parcerias e intercâmbios entre os dois países.

“Nossa burocracia é alta. Mas o futuro é no Brasil. Nossos programas sociais contribuíram para a ascensão econômica de milhões de pessoas. O setor no Brasil de saúde crescerá muito nos primeiros anos”, disse Fraccaro.

Indústrias paulistas são destaques do Prêmio Inova Saúde 2013

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Um equipamento eletrônico para ventilação pulmonar de transporte de emergência, o Oximag, foi o vencedor do “Prêmio Inova Saúde 2013”, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo).

O produto, desenvolvido pela indústria paulista Magnamed, pode ser usado em pacientes de todas as idades, desde recém-nascidos de extremo baixo peso a pacientes de idade adulta, e é o único ventilador de transporte nacional aprovado pela Norma Internacional DIN EN 794-3.

Além do Oximag, outros três equipamentos produzidos por indústrias paulistas  foram finalistas do Prêmio: o aparelho Venoscópio, produzido pela indústria Duan, da cidade de Itu; o equipamento Centriflux , da Braile Biomédica, de São Paulo;  e o sistema de Navegação Aimnav, desenvolvido pela  Micromar, também da capital paulista.

Da esq. p/ dur: Ruy Baumer (Fiesp e Sinaemo);Dirceu Barbano (presidente da Anvisa); Tatuo Suzuki (Magnamed) e Franco Pallamolla (presidente da Abimo)

Para Ruy Baumer, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria da Fiesp (BioBrasil) e presidente do  Sindicato da Indústria de Artigos e Equipamentos Odontológicos, Médicos e Hospitalares do Estado de São Paulo (Sinaemo), esta edição do “Prêmio Inova Saúde” foi caracterizada pela dificuldade de escolher os vencedores.  “Tanto que nossa comissão julgadora não conseguiu chegar a uma unanimidade instantânea”, afirmou.

 

Tatsuo Suzuki, diretor-sócio Magnamed, empresa 100% nacional, resumiu em poucas palavras a motivação de sua equipe: “A inovação é a arma para vencer qualquer obstáculo, dentro desse negócio competitivo”.

Suzuki recebeu o troféu com o Título de Excelência em Inovação das mãos de Dirceu Barbano, presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A empresa Magnamed recebeu, ainda, um prêmio no valor de R$ 50 mil, um selo para inserir em materiais impressos e de web e terá a oportunidade de participar de uma das feiras internacionais do segmento.

Mais incentivos à Inovação

A expectativa da organização do “Prêmio Inova Saúde” é que a próxima edição seja ainda melhor, considerando o lançamento do programa de incentivo à inovação para indústria de equipamentos médicos, lançado pelo governo na última reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (Gecis), do Ministério da Saúde.

Ruy Baumer comentou o pacote de isonomia anunciada pelo governo, durante a reunião do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaúde) da Fiesp, realizada no dia 11/04.

Abimo homenageará o melhor case da indústria da saúde

Agência Indusnet Fiesp

Idealizado pela Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), o Prêmio Inova Saúde vai laurear a empresa do setor que apresentar o melhor case de inovação. A premiação será entregue durante cerimônia no dia 25 de maio (quarta-feira), às 20h30, no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo.

Concorrem 28 empresas sediadas no Brasil e associadas da Abimo, que cooperam com a evolução tecnológica brasileira em benefício da saúde humana.

Desde a década de 70, a Abimo incentiva suas associadas a investir em certificações e sistemas de qualidade. Em 2010, criou o Prêmio Inova Saúde com o intuito de impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias na área da indústria médica.

“O Prêmio Inova Saúde tem como propósito compartilhar com todo o setor da saúde as conquistas e os progressos da nossa indústria. Além disso, pretendemos inspirar e incentivar todas as companhias a investirem em nossas tecnologias, produtos e serviços”, diz Franco Pallamolla, presidente da Abimo.

A vencedora do Prêmio receberá R$ 50 mil e o direito de utilização da marca “Prêmio Inova Saúde” por um ano em sua comunicação escrita e eletrônica.

A Comissão Julgadora do Prêmio Inova Saúde é formada por:

  • Afonso Celso Medeiros, ex-vice-presidente e atual colaborador da Abimo;
  • Paulo Henrique Fraccaro, diretor do Sinaemo;
  • Prof. Dr. Antonio de Souza Teixeira Júnior, vice-reitor da Universidade do Vale do Paraíba (Univap);
  • Prof. Dr. Roberto Nicolsky, diretor-geral da Protec (Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica);
  • Dr. Luiz Calistro Balestrassi, diretor da Neurotec – Pesquisa e Desenvolvimento Biomédico.

 

Veja na tabela abaixo a lista das empresas concorrentes:

Reeleitos, presidentes da Abimo e Sinaemo tomam posse em São Paulo

Agência Indusnet Fiesp

Presidentes reeleitos para mais quatro anos de mandato (2011-2015), Franco Pallamolla, da Abimo, e Ruy Baumer, do Sinaemo, tomaram posse na última quinta-feira (31/3), em cerimônia na sede das instituições que representam as indústrias da saúde.

Foi empossado também o Conselho Fiscal das duas instituições. Rodrigo Hanna é o novo vice-presidente da Abimo, e Paulo Takaoka, diretor financeiro. Já Paulo Fraccaro foi eleito secretário e Milton Rubens Sales, tesoureiro da entidade.

Planos

A Abimo-Sinaemo tem como objetivo para os próximos anos dar ênfase aos temas que fortaleçam a produção brasileira de produtos para a área da saúde. Entre os assuntos a serem tratados, estão a desoneração tributária, a regulamentação da Lei 12.3490/2010 e a celeridade nos processos de registro dos produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Conseguimos oferecer um peso político para a entidade, sem perder o tradicional perfil técnico. Agora somos os atores principais na política industrial da saúde, que vem se consolidando nos últimos anos. Nosso setor é estratégico para a política nacional pois tem grande capacidade competitiva e de inovação”, destacou Franco Pallamolla, presidente da Abimo.

Ruy Baumer, presidente do Sinaemo e coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude), disse se sentir honrado com a reeleição. Segundo ele, a experiência adquirida, anteriormente, o ajudou a “formar uma base, um verdadeiro alicerce” que possibilitará alavancar mais conquistas para o setor. “Não queremos proteção para as empresas nacionais competirem e, sim, as mesmas condições para concorrer com os importados em nosso País”, sinalizou.

Resumo das Conquistas Gestão 2007–2011

  • Política de Desenvolvimento Produtivo;
  • Lançamento da Política de Desenvolvimento de produtos do setor;
  • Definição do setor de saúde como estratégico para o governo;
  • Criação do complexo industrial da saúde;
  • Aumento de recursos para pesquisa e desenvolvimento;
  • Avanço na legislação sanitária passando de um para dois anos o certificado de boas práticas de fabricação;
  • Isonomia na obrigatoriedade da apresentação do CBPF no registro de produtos de empresas nacionais e internacionais;
  • Prioridade do registro de produtos por interesse do Ministério da Saúde (Anvisa criou possibilidades para a conquista de registro de produtos);
  • Aprovação da Lei das compras públicas;
  • Criação do Prêmio Inova;
  • Consolidação de parcerias estratégicas com setores governamentais;
  • Avanço do programa de exportação PSI e ampliação do número de empresas exportações (entidade que mais inclui no setor de exportação);
  • Desoneração de vários produtos do setor;
  • Investimentos em comunicação.

Biomecânica ganha condecoração por auxílio às vítimas do terremoto no Haiti

A empresa Biomecânica, filiada à Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos e Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), integra a lista das 33 empresas que receberam a Medalha da Vitória, expedida pelo Ministério da Defesa.

A condecoração foi concedida às instituições que colaboraram com as ações brasileiras de apoio às vítimas do terremoto que atingiu o Haiti, em janeiro deste ano. A premiação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de abril.

A Biomecânica disponibilizou materiais ortopédicos, artigos descartáveis e químicos às equipes médicas que atuaram no resgate ao povo haitiano. Dentre as condecoradas estão grandes companhias como Grupo Pão de Açúcar, Hospital Sírio Libanês e Vivo Celulares.