Paulo Skaf na abertura da Fipan: ‘O Brasil de acordar cedo e dormir tarde’

Agência Indusnet Fiesp

Frequentador de uma padaria “quase todas as manhãs” e entusiasta do setor de panificação, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, esteve, na manhã desta terça-feira (26/07), na abertura da 24ª Fipan, Feira Internacional da Panificação, Confeitaria e do Varejo Independente de Alimentos. O evento segue até o dia 29 de julho no Expo Center Norte, na Vila Guilherme, em São Paulo.

“O setor de panificação é muito forte, integrado e competente”, disse Skaf. “No meio desse momento de crise, essa é a economia verdadeira, real. O Brasil de acordar cedo e dormir tarde, o Brasil de produzir”.

Para Skaf, trata-se de uma questão de “respeitar as pessoas e dar a elas oportunidades”. “É isso que a indústria de São Paulo faz”.

Ainda sobre a indústria paulista, o presidente da Fiesp destacou o trabalho do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), também por ele presidido, na área. “Temos um centro de excelência em panificação no Senai-SP”, afirmou. “Na última Olimpíada do Conhecimento, ficamos em primeiro lugar na modalidade de Panificação e Confeitaria”, disse. “E estamos indo para a WorldSkills, as olimpíadas do ensino profissionalizante, em Abu Dhabi, em 2017”.

A Fipan é a principal feira de negócios do setor no Brasil, sendo promovida há mais de 20 anos. Na edição de 2016 da iniciativa, participam 350 expositores e 450 marcas, com previsão de público de 60 mil visitantes.

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Paulo Skaf e autoridades do setor de panificação na abertura da Fipan, nesta terça-feira (26/07). Foto: Everton Amaro/Fiesp

Competições de tecnologia e inovação, do Senai-SP, tomam conta do Anhembi esta semana

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Em clima de festa, foi realizada na manhã desta segunda-feira (07/11), no Palácio de Convenções do Anhembi, na capital paulista, a solenidade de abertura do São Paulo Skills Senai 2011 – Olimpíada do Conhecimento, maior evento de educação profissional da América Latina.

Os 800 alunos competidores de 83 escolas do Senai, espalhadas por 62 cidades do estado de São Paulo, entraram no auditório pelo palco e foram ovacionados por professores, técnicos, diretores da entidade e autoridades de diversos municípios, além de aproximadamente 500 estudantes da rede que visitam o local das provas.

A cerimônia contou com a participação da orquestra Bachiana Sesi-SP, que executou o Hino Nacional no início. “Quero desejar a vocês, nossos ‘atletas’ da educação profissional, os melhores resultados com a plena demonstração de que somos uma forte indústria a serviço do Brasil”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Senai-SP, por meio de vídeo-mensagem. Ele cumpre agenda de compromissos da Fiesp na França e participará apenas do encerramento, na sexta-feira (11/11).

A Orquestra Filarmônica do Senai-SP executou o Hino Nacional na cerimônia de abertura

 

 

O diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni, acrescentou na abertura: “A presidente Dilma Rousseff ressalta que poucos países do mundo podem contar com essa parceria de qualificação do Senai. Temos a filosofia do aprender fazendo e formamos, além de excelentes profissionais, verdadeiros cidadãos que participarão ativamente da construção de um novo País”.

Maratona

Walter Vicioni, diretor regional do Senai-SP, falou na abertura do evento

Além da Olimpíada do Conhecimento, acontecem simultaneamente no Anhembi o Inova Senai e o 3º Torneio Sesi-SP de Robótica. A expectativa é que até sexta-feira (11) cerca de 50 mil visitantes passem pelo pavilhão de exposições, local das competições que têm entrada gratuita.

Os 64 mil metros quadrados de área abrigam 51 modalidades em 19 áreas tecnológicas da Olimpíada do Conhecimento, nas quais os alunos do Senai-SP vivenciam situações semelhantes às que enfrentarão na vida profissional.

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Indústria tem importância vital no reparo da infraestrutura defasada no Brasil

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Carlos Cavalcanti, diretor-titular do Deinfra da Fiesp, discursa na abertura do Encontro

 

Em discurso de abertura do 6º Encontro de Logística e Transportes “Brasil Sem Medo de Crescer”, o diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp, Carlos Cavalcanti, destacou a importância do papel da indústria no reparo da defasada infraesturtura do Brasil pelos próximos anos. Ressaltando a necessidade de rever a situação portuária do Brasil, ele disse ainda que as empresas têm participação fundamental na construção de novos estaleiros.

“Nosso país desempenhará posição central no conjunto da segurança energética. O pré-sal e o etanol asseguram ao Brasil o interesse das nações como potência mundial”, disse Cavalcanti, acrescentando que “estamos agora diante da oportunidade e do desafio de atingir 5,4 milhões de barris de óleo equivalente de produção diária em 2020.”

A Comissão de Viação e Transportes fará uma audiência pública nesta terça-feira (14) para discutir o sistema portuário nacional. O debate foi proposto pelo deputado Alberto Mourão (PSDB-SP), presidente da Subcomissão de Portos e Vias Navegáveis, cujo objetivo é identificar soluções para os problemas envolvendo a logística dos portos.

O principal desafio para o setor é a questão jurídica. Inúmeros contratos de concessão estão perto do fim e não há negociações em andamento para eventuais prorrogações.

Cavalcanti alertou para a necessidade do escoamento das commodities pelos portos brasileiros e pediu pela implantação de uma empresa estatal de planejamento logístico. “O mais nobre papel do Estado, e não pode ser substituído pelo setor privado, é a sua função de planejador”, completou o diretor da Fiesp.

O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café e açúcar, o maior exportador de frango do mundo e um dos principais exportadores de etanol.

  • Confira aqui a íntegra do discurso do diretor-titular do Deinfra/Fiesp, Carlos Cavalcanti

 

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