Foto: Ministro das Relações Exteriores da Bélgica visita sede da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp 

O Ministro das Relações Exteriores da Bélgica, Didier Reynders, visitou a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na quarta-feira (03/04), onde foi recebido pelo 2º vice-presidente da entidade, João Guilherme Sabino Ometto.

Reynders veio acompanhado por empresários de seu país para identificar oportunidades de negócios e cooperação com o Brasil.

João Guilherme Sabino Ometto, 2º vice-presidente da Fiesp; e Didier Reynders, Ministro das Relações Exteriores da Bélgica. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Em visita à Fiesp, premiê da Nova Zelândia busca fortalecer laços comerciais com Brasil

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp 

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebeu na manhã desta segunda-feira (11/03), em sua sede, o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key. O encontro teve a finalidade de apresentar as potencialidades do país na relação bilateral com o Brasil, especialmente nos setores de agronegócio, máquinas agrícolas e tecnologia.

Em sua primeira visita ao Brasil, o premiê disse buscar investimentos e parcerias. “É bastante claro que as relações entre Brasil e Nova Zelândia são muito estreitas e nossa intenção aqui é de aumentar isso”, afirmou Key, que veio ao Brasil com uma comitiva de 48 empresários para uma rodada de negócios.

John Key, primeiro-ministro da Nova Zelândia, durante discurso em visita à Fiesp. Foto: Helcio Nagamine

De acordo com o 2º vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto, o encontro representou uma excelente oportunidade para estreitar os laços comerciais entre os dois países. “O Brasil, que atualmente é a sexta maior economia do mundo, não está nem um pouco satisfeito em ser o 47º principal parceiro comercial da Nova Zelândia”, comentou Ometto.

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Um dos temas de relevância durante o encontro foi o comércio de manufaturados e parcerias que envolvem tecnologia e educação. Segundo o primeiro-ministro neozelandês, seu país tem a oportunidade de investir no Brasil com tecnologia e know-how.

“Vemos grandes chances em ter o Brasil como parceiro comercial”, afirmou ao destacar algumas áreas de interesse, como esporte, turismo e educação. “Temos dois mil estudantes brasileiros na Nova Zelândia e queremos dar mais oportunidades para esses jovens”, explicou.

Key afirmou que as empresas que buscarem parcerias comerciais com a Nova Zelândia terão excelentes oportunidades. “Nosso país é muito amigável e muito fácil de fazer negócios, pois somos transparentes, não temos corrupção, temos boa infraestrutura e uma economia aberta.”

O primeiro-ministro da Nova Zelândia reconheceu que o Brasil é um país líder na América Latina. “Já é tempo de enxergar grandes oportunidades no Brasil, um país de rápido crescimento”.

Na sequência da programação, John Key tem encontro com a presidente da República, Dilma Rousseff.