Walter Vicioni participa de mesa de debate sobre educação profissional na Bienal do Livro

Agência Indusnet Fiesp

Dois especialistas com reconhecida trajetória na área educacional e forte atuação no ensino profissionalizante brasileiro, o diretor regional do Senai-SP e superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni Gonçalves, e o economista e especialista em educação Cláudio de Moura Castro, debatem a realidade de educação profissional, neste sábado (19/08), às 15 horas, no estande da Sesi-SP Editora (Rua E-80), na 22ª Bienal Internacional do Livro.

A atuação e trajetória do Senai-SP ao longo de 70 anos de existência será um dos destaques da mesa.

Após o encontro haverá o lançamento do livro Aventuras de Um Pesquisador Irrequieto, escrito por Cláudio de Moura Castro e que integra o catálogo de lançamento da editora da indústria paulista.

Sesi-SP Editora promove palestra sobre sustentabilidade e educação na Bienal do Livro no sábado (18/08)

Agência Indusnet Fiesp

A Sesi-SP Editora promove neste sábado (18/08), às 11h, na 22º Bienal Internacional do Livro, uma palestra com o acadêmico Arnaldo Niskier, sobre a criação de líderes capazes de promover o crescimento econômico e o desenvolvimento tecnológico nas próximas décadas.

O tema foi destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada em junho deste ano, e que reuniu líderes das principais economias do mundo.

O tema deu origem ao livro homônimo do escritor, publicado pela Sesi-SP Editora, e que será lançado na sequência.

Importância do design é tema de debate na Bienal do Livro

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

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Na foto, da esquerda para a direita, professor Eddy, Lincoln Seragini, Silvia Grilli, Luis Emiliano Avendaño, Fausto Longo e Sheila Brabo.

Momentos antes do lançamento de dois volumes do livro Aspectos do design em seu estande na Bienal do Livro, a Senai-SP Editora promoveu na noite desta quarta-feira (15/08), a mesa-redonda “A importância do design”, que tratou da relação entre os designers e o empresariado e de conceitos de inovação e criatividade.

A discussão, moderada pela gerente de design do Senai-SP, Sheila Brabo, contou com a presença de professor Luis Emiliano Costa Avendaño; a designer Silvia Grilli; o gerente do Depar da Fiesp, Fausto Guilherme Longo; o consultor Lincoln Seragini; e o professor  Auresnede Pires Stephan, o professor Eddy.

Papel de transformador

Lincoln Seragini, presidente da agência Seragini/Farne Desgin de Ideias, ressaltou que o design tem papel importante na sociedade por ser capaz de transformar conceitos e até pessoas, como o design thinking, por exemplo, que é a inovação do pensamento. “O design é capaz de resolver os problemas da humanidade.”

Na visão de Seragini, as empresas precisam aprender duas coisas: a criar marcas e o design criativo, pois “o mais importante para elas é ter identidade”.

O consultor disse que a economia criativa – aquela em que a riqueza provém do talento individual – é um nicho que tem muito a ser explorado no Brasil. “A economia criativa representa 10% do PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro, mas pode chegar a 30%. O grande problema é que o Brasil é desorganizado e indisciplinado. Precisa modernizar a visão”, afirmou.

Segundo Silvia Grilli, designer titular do Stedesign Projetos, o empresariado contrata um designer com o intuito de vender mais, mas a maioria desconhece o que esse profissional realmente faz. “De todas as dificuldades da nossa profissão, o fato de o empresariado não entendê-la é a maior delas”, ressaltou.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1545044099Para Grilli, é importante que haja um trabalho para ensinar a importância do desenho industrial. “Faz parte do trabalho do Senai, não só formar o profissional, mas também educar o empresariado para saber como brifar o produto desejado.”

A designer alertou que não basta limitar-se a copiar e fazer o que os outros já fazem. “A contribuição do Senai, ao lançar esses livros e colocar esse assunto em pauta, é essencial para atingir o empresariado, público mais interessado no assunto.”

O gerente do Departamento de Ação Regional (Depar) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Fausto Guilherme Longo, disse que o designer deve se adequar às necessidades da indústria, pois o empresário não pode mudar o processo de produção para favorecer a criatividade do designer. “Ele [o empresário] quer algo que atenda às expectativas da sua indústria”, explicou, lembrando a falta de competitividade da indústria brasileira.

Segundo Longo, formam-se no Brasil, a cada ano, 31 mil designers em todas as categorias. Mas 84% das indústrias brasileiras são de pequeno porte com menos de sete funcionários, o que não dá espaço para contratação de especialistas em desenho industrial.

“É preciso criar alternativas para o mercado de trabalho em diversos modelos de atuação, como consultoria de estilo, direção artística etc.”, explicou, aproveitando para elogiar os lançamentos da Senai-SP Editora. “Essas publicações são fantásticas e preenchem uma lacuna de publicações na área.”

Luis Emiliano Avendaño, professor nas Belas Artes, Oswaldo Cruz e Faculdade Bandeirantes, disse que os cursos de design no Brasil são carentes em matérias como sociologia, filosofia e poesia. “A capacidade de observar para gerar inovação tem a ver com talento, alma e, principalmente, paixão”, explicou.

Auresnede Pires Stephan, o professor Eddy, que leciona design na Faap, ESPM, IED e Faculdade Santa Marcelina, também participou do debate.

Os livros Aspectos do design I e Aspectos do design II, ambos da Senai-SP Editora, trazem uma coletânea de artigos de diversos autores, incluindo os debatedores.

Avanço da nanotecnologia é tema de debate do Senai-SP na Bienal do Livro

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Oswaldo Luiz Alves, professor titular do Instituto de Química da Unicamp.

O Brasil tem uma posição de destaque na área de nanotecnologia, mas precisa investir na formação de mão de obra. Esta é a opinião do professor titular do Instituto de Química da Unicamp, Oswaldo Luiz Alves.

Ele participou neste sábado (11/08), no Anhembi,  da mesa de debate “Os avanços da Nanotecnologia”, iniciativa das editoras do Sesi-SP e Senai-SP durante a 22ª Bienal Internacional do Livro.

O evento, coordenado pelo gerente de inovação do Senai-SP, Oswaldo Lahoz Maia, contou também com a participação do professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink, e do diretor da SAE Brasil seção São Paulo, Ricardo Takeo Kuwabara.

Durante sua explanação, Oswaldo Luiz Alves afirmou que nos próximos anos o Brasil terá que superar grandes desafios na área social, indústria e educacional para expandir os avanços na área de nanotecnologia.

“O Brasil têm grandes chances de nesta área, mas nós temos que fazer escolhas. Nós não vamos fazer a nanotecnologia da Alemanha, muito provavelmente nós não vamos fazer a nanotecnologia dos Estados Unidos. Nós temos que achar problemas onde nós tenhamos vantagens competitivas”, alertou Alves.

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No debate da esquerda para a direita: Oswaldo Luiz Alves, Professor Titular do Instituto de Quimica da Unicamp; Osvaldo Lahoz Maia, Gerente de Inovacao e Tecnologia do Senai-SP; Juliano Alves Bonacin, Professor do Instituto de Química da Unicamp; Ricardo Takeo Kuwabara, diretor da SAE Brasil

Neste sentido, o diretor da SAE Brasil seção São Paulo, Ricardo Takeo Kuwabara alertou sobre a importância da conscientização da população sobre a aplicação da nanotecnologia.
“[De nada vale] Se a gente não explicar para a população, nas escolas do ensino primário, ginásio e técnico, isso que está começando no Senai-SP, explicando o que é nanotecnologia e os seus fenômenos. Isso é o que precisa ser feito”, afirmou.

Capacitação profissional

De acordo com o professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink, a falta de mão de obra especializada é um grande empecilho para os avanços da área de nanotecnologia. Segundo o docente, a parceria entre o setor acadêmico é necessária para reverter esse quadro: “Não adiante ter as máquinas se você não tem pessoas capacitadas. Em alguns setores nós temos uma instrumentação muito boa. O que às vezes falta são pessoas qualificadas”, avaliou.

Bonacink acredita que a iniciativa do Senai-SP, de promover o estudo da nanotecnologia – por meio de cinco escolas móveis de Nanotecnologia –  na formação básica  dos estudantes, deve ser seguida por outras instituições e órgãos governamentais.

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Professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink.

“Os jovens têm que começar a pensar em tecnologia, no desenvolvimento de ações a médio e longo prazo, para poder ingressar numa universidade ou entrar numa empresa sempre levando este espírito de inovação. Então eu acho que esse seria um ponto diferencial”, disse Bonacink.

As Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SP são as primeiras do Brasil. Atualmente, a entidade já tem duas em operação, mas o projeto de atuação na área contempla um total de cinco. As escolas móveis têm como objetivo disseminar os conceitos de nanotecnologia, além de oferecer capacitação profissional e informação tecnológica a alunos dos ensinos fundamental, médio, técnico e tecnólogo (superior).

Após o encerramento da palestra, os convidados participaram do lançamento do livro “Nanomundo”, resultado do esforço de diversos especialistas das áreas acadêmica e empresarial e do Senai-SP, responsável pela organização do conteúdo técnico.

Bachiana Sesi-SP participa da abertura da Bienal do Livro de São Paulo

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Sob regência do maestro João Carlos Martins, a Bachiana Sesi-SP participou nessa quinta-feira (09/08) da abertura oficial da 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Teatro Elis Regina, no Anhembi, na capital.

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Zeca Camargo, curador geral do evento, apresentou a orquestra como uma das mais renomadas do país, composta de jovens e experientes músicos que difundem a música clássica para o mundo. “Esse projeto contribui para a formação e talento dos nossos músicos”, afirmou.

Após a apresentação da orquestra, Marcelo Araújo, secretário da Cultura, que representou o governador Geraldo Alckmin, afirmou que a Bienal traz visibilidade à produção literária no Brasil. O secretário alertou para números que mostram que o mercado editorial brasileiro está crescendo, apesar de o índice de leitura ainda ser muito baixo. “O governo do estado tem aprimorado ações de incentivo à leitura”, garantiu citando o exemplo de sucesso da Biblioteca São Paulo, localizada no extinto Carandiru.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, mencionou a importância de a prefeitura apoiar um evento como este, que levará 10 mil alunos com vale livros e 500 professores da rede pública para visitarem a Bienal este ano.

“A cidade de São Paulo se sente muito honrada em ser anfitriã deste evento”, afirmou ao dizer que a expectativa de pública de 2012 é de 800 mil pessoas, ou seja, 60 mil a mais do que na última edição. “Estamos contribuindo com toda a nação brasileira na importância dos livros e da leitura”, concluiu.

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, apresentou os programas e políticas governamentais de incentivo à leitura e afirmou que o Ministério da Cultura já investiu, só neste ano, R$ 373 nessa área. “Estamos trabalhando com programas de diversas ordens: livros, biblioteca, literatura e leitor”, explicou.

Ana de Hollanda disse estar otimista em relação à importância internacional que o Brasil vem ganhando no âmbito cultural. “O Brasil está crescendo e há um interesse crescente pela cultura brasileira”, afirmou ao mencionar os vários convites que o país recebeu para ser homenageado em eventos literários internacionais, como a Feira de Frankfurt, na Alemanha, por exemplo. “Nós estamos muito contentes de participar dessa já histórica Bienal do Livro de São Paulo”, concluiu.

A Bachiana encerrou sua participação no evento com uma interpretação do Hino Nacional.

Sesi-SP e Senai-SP lançam suas editoras na 22ª Bienal do Livro

Talita Camargo Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Sesi-SP e Senai-SP) lançarão editoras próprias na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, no Anhembi, na capital.

O foco dos selos serão obras de referência técnica, educacional, cultural e esportiva, feitas com base nos programas das entidades.  “As editoras do Sesi-SP e do Senai-SP irão levar aos alunos e professores das entidades e ao público em geral a produção intelectual das casas, que é grande, importante e pouco disseminada, além de importantes autores da atualidade”, explica Paulo Skaf, presidente das entidades.

“Essas publicações servirão de apoio ao ensino e à especialização para diversos segmentos tecnológicos, dentro e fora do Sesi e do Senai. Um exemplo é o Sistema Sesi de ensino, criado e desenvolvido internamente, e que é um sucesso em termos de ensino de qualidade: vamos publicar os livros que apoiam o aprendizado em sala de aula”, afirma Skaf.

Durante o lançamento, cerca de 50 livros, revistas e o DVD da peça teatral Mistero Buffo serão apresentados numa variada programação de mesas-redondas, leituras dramáticas, palestras e debates.

As editoras também atuarão na produção de revistas, difusão de informações tecnológicas, tradução de obras internacionais e no fomento à produção técnica e acadêmica de seus colaboradores e docentes. Todas as publicações terão a sua versão eletrônica com foco nas mais variadas plataformas.

“Com padrões editoriais próprios, os materiais produzidos pelas editoras irão difundir conteúdos complexos de forma simples, contribuindo para a formação e o aprimoramento de docentes e do público em geral”, conclui Skaf.

Destaque na Folha de S. Paulo 

A edição desta quinta-feira (02/08) da coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo, informa o lançamento das editoras próprias do Sesi-SP e do Senai-SP, durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

“Os livros servirão de apoio ao ensino e à especialização tecnológica. A ideia é difundir conteúdos de forma simples e contribuir para a formação das pessoas”, ressalta Paulo Skaf na nota.

A coluna acrescenta, ainda, que os primeiros 50 títulos terão aporte de R$ 2 milhões e versão eletrônica.

Para ler a nota na íntegra, clique aqui.

Serviço
22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Período: de 09 a 19 de agosto de 2012, das 10h às 22h
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo, SP
Mais informações: http://www.bienaldolivrosp.com.br/