Retrospectiva 2013 – Depois do sucesso deste ano, Festemp será ampliado em 2014

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Um festival voltado exclusivamente para a educação empreendedora, com programas de capacitação, rodadas de negócios e debates, e que contou com a presença de mais 6 mil pessoas foi a grande realização Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em 2013. Mas não foi apenas o Festemp que se destacou entre as realizações do comitê. Reuniões mensais com a presença de empresários e personalidades de diferentes perfis também agitaram o ano.

Festemp

A edição 2013 do Festival do Empreendedorismo (Festemp) no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em setembro, presenteou o público com palestras e atividades diversas voltadas para a educação empreendedora, com programas de capacitação, rodadas de negócios e debates.

Para o diretor titular do comitê, Sylvio Gomide, o Festemp foi um “divisor de águas”.

Gomide no Festemp: um divisor de águas para os jovens empreendedores. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Gomide no Festemp: um divisor de águas para os jovens empreendedores. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

Durante a abertura do evento, Gomide ressaltou a importância do empreendedorismo para a economia nacional. “É o empreendedorismo que gera mais empregos, mais renda, mais arrecadação de impostos”, disse.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fez questão de elogiar a iniciativa. “O que está acontecendo aqui no Anhembi é algo muito positivo para o país”, afirmou Skaf.  “Empreendedorismo é pensar o futuro”, completou, na ocasião.

Reunindo empreendedores, executivos, universitários, free lancers e pesquisadores, o foco da feira foi a formação de novos líderes, além de refletir sobre a cultura empreendedora, que cada vez ganha mais espaço e relevância na economia nacional.

Entre os palestrantes do evento estiveram o presidente do Grupo Boticário, Artur Grymbaum; o fundador do site Netshoes, Marcio Kumruian; o presidente do Linux Internacional, Jon Maddog Hall; o fundador da rede de lojas de chocolate Cacau Show, Alexandre Tadeu da Costa e a jornalista Renata Fan, primeira mulher a apresentar uma mesa redonda diária na TV aberta no Brasil.

Skaf e Renata, ao centro: estímulo à força de vontade e ao empreendedorismo. Foto: Talita Camargo/Fiesp

Skaf e Renata, ao centro: estímulo à força de vontade e ao empreendedorismo. Foto: Talita Camargo/Fiesp

 

Maratona

Além das palestras, o Festival realizou uma maratona de 15 horas a fim de criar um aplicativo gratuito de apoio aos empreendedores, o Hackathon.  Foram 150 inscritos, entre programadores, designers e demais profissionais ligados à tecnologia da informação.

O vencedor foi o aplicativo “Ponto Certo”, projeto que tem a finalidade de auxiliar pesquisas de mercado, buscando os preços mais acessíveis com o objetivo de facilitar a tomada de decisão do empreendedor.

Outra atração foi o Jovem Executivo, que deu a oportunidade para 30 jovens talentos serem entrevistados por alguns dos cem maiores departamentos de recursos humanos de empresas brasileiras.

Já o Acelera Startup, uma arena de aceleração, teve 950 inscritos. A atividade deu a chance de jovens inovadores apresentarem seu negócio a uma banca de investidores.

Para Gomide, o Festemp ultrapassou o modelo “ultrapassado” de palestras. “Conseguimos realizar dinâmicas voltadas para os desafios do dia a dia. Foram dois dias de muita troca de experiências”, analisou ele, que já prepara as surpresas da edição 2014 do festival.

Segundo Gomide, devido ao sucesso do Festemp, a edição do próximo ano terá que ser ampliada. “Devido à procura, o Acelera, o Hackaton e o Jovem Executivo serão eventos separados do Festemp. O Acelera acontecerá na primeira quinzena de março. O Hackaton na segunda quinzena de março. O Jovem Executivo na primeira quinzena de abril”, revelou.

Alguns números do Festemp: 10 mil inscritos, 300 empresas aceleradas, 30 jovens no Programa Jovem Executivo, 30 programadores no Hackaton e 53 palestras realizadas.

Não faltaram histórias inspiradoras

O CJE realizou, ao longo de todo este ano, reuniões, palestras e encontros. Não faltaram histórias inspiradoras, contadas por personalidades de diferentes perfis.

Nesse sentido, o mês de maio reservou ao público um momento especial. Foi realização de um ‘sonho’ para o CJE, conforme Sylvio Gomide classificou a palestra do prêmio Nobel Muhammad Yunus.  O bengalês emocionou o publico ao relembrar sua luta contra a pobreza extrema.

Yunus também detalhou como foi a fase inicial do Grameen Bank, banco que fundou para oferecer microcrédito para milhões de famílias pobres de Bangladesh. “Tudo o que fiz foi encarar de maneira simples os problemas que se apresentavam”, disse, diante de cerca de 900 pessoas, no Teatro do Sesi-SP.

Presente ao encontro, Paulo Skaf enalteceu o trabalho inspirador do bengalês. “A importância de dar oportunidade para as pessoas e valorizar as boas ideias foi exaltada”, afirmou.

Em março, José Seripieri Filho, fundador de uma das pioneiras no mercado de planos coletivos por adesão, a Qualicorp, considerada a maior administradora de benefícios do Brasil, realizou palestra na Fiesp, a convite do CJE. Na ocasião, afirmou que o Brasil é um país ‘milagroso’ para o empreendedorismo.

No mês de abril, foi a vez de mulheres bem sucedidas compartilharem suas experiências no mundo dos negócios.  Carolina Sandler, Cristiana Arcangeli, Lala Rudge e Sônia Hess contaram como transformaram suas ideias e vontade de empreender um cases de sucesso.

“Apesar de terem perfis diferentes, essas quatro bem sucedidas empresárias compartilham de uma característica em comum: todas são guerreiras”, opinou Skaf após as apresentações.

Em junho, as palestrantes foram a jornalista Ana Paula Padrão e a fundadora e presidente do Lide Futuro e idealizadora do Like the Future, Patrícia Meirelles.

Patrícia Meirelles e Ana Paula Padrão na reunião ordinária do CJE/NJE. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Patrícia Meirelles e Ana Paula Padrão na reunião ordinária do CJE/NJE. Foto: Julia Moraes/Fiesp

 

O criador do site Duolingo foi o convidado do CJE de agosto. “Queria fazer algo ligado à educação e que realmente ajudasse a mudar o mundo”, explicou Luis von Ahn, que ainda afirmou ser possível ir longe a partir do trabalho baseado na capacidade de aprendizado e superação.

Em outubro, foi a vez de Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, relembrar sua trajetória de sucesso e trabalho. O empresário aproveitou o encontro para criticar questões que, a seu ver, afetam a competitividade nacional.  “Pelo menos 60% dos problemas do Brasil podem ser resolvidos se o país tivesse qualidade da educação, enfrentasse os gargalos logísticos e revisse o sistema tributário”, opinou.

Para fechar o ano, o empresário e criador do UFC, Rorion Gracie, foi o astro da reunião mais disputada do CJE, em novembro. Por mais de uma hora, Gracie brindou os participantes com lições de força de vontade, astúcia e, claro, empreendedorismo.

Gracie: lições de criatividade e espírito de luta para superar adversidades. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Gracie: lições de criatividade e espírito de luta para superar adversidades. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

Campus Party 2013

O Comitê de Jovens Empreendedores marcou presença também na Campus Party 2013, realizada em janeiro.

No evento, Sylvio Gomide mediou o Talk Show Empreendedor, que teve como convidados o sócio fundador da Dry Wash, Lito Rodriguez e o sócio fundador da Soap (State of the Art Presentations), Joni Galvão.

10º Congresso Estadual de Empreendedorismo do Ciesp

No inicio de setembro, o Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) do Ciesp de Santos, realizou o 10º Congresso Estadual de Empreendedorismo do Ciesp, em Santos.

O coordenador do Núcleo, Erik Sanches, abriu o evento falando dos objetivos da iniciativa. “Identificar lideranças locais para melhorar a economia do Estado de São Paulo, mas principalmente daqui de Santos. É o principal objetivo desse Congresso”, disse.

2014 será de desafios e oportunidades para a indústria têxtil

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Um ano novo com menos ameaça dos importados e diante do desafio de fazer diferente e investir na identidade e na originalidade dos produtos. Para o membro do Comitê da Cadeia Produtiva da Indústria Têxtil, Confecção e Vestuário (Comtextil) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diretor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), Marcelo Prado, os empresários do setor de vestuário têm tudo para acreditar que 2014 será melhor do que 2013. Mesmo que ainda falte muito para recuperar os bons resultados de outros tempos.

As perspectivas para o setor daqui por diante e a conjuntura atual foram discutidas, na tarde desta terça-feira (03/12), na reunião plenária do Comtextil, na sede da Fiesp, na capital paulista. O debate foi conduzido pelo coordenador do Comitê, Elias Haddad.

“A ameaça dos importados desacelerou por conta do câmbio”, explicou Marcelo Prado. “Em 2014, vamos parar de cair e estagnar, diferentemente do que aconteceu nos últimos anos”, disse.

De acordo com o membro do Comtextil e diretor do IEMI, daqui por diante “quanto mais do mesmo se produzir, menores serão as chances de lucro”. “É preciso pensar em novos modelos de criação, com mais originalidade, brasilidade e identidade”, afirmou. “Não funciona mais viajar para a Europa, fotografar as vitrines e copiar as peças”.

A reunião do Comtextil: perspectiva é de que indústria pare de cair em 2014. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A reunião do Comtextil: perspectiva é de que indústria pare de cair em 2014. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

Prado explicou que o setor têxtil cresceu até 2010, desacelerando depois disso. “Nos últimos três anos, a produção cresceu 4% em volume de peças e 7,6% em valores, descontada a inflação”, disse.

Para 2013, a perspectiva para a indústria têxtil é de queda de 2,9% no volume de peças produzidas e aumento de 2,4% em valores nominais.

Segundo Prado, o consumo de vestuário no Brasil deve ter queda de 1,9% em 2013, com alta de 3,6% em faturamento. “A participação dos importados no mix de peças comercializadas é hoje de 12%”.

Varejo que mexe com a indústria

Além da necessidade de fazer a diferença, a indústria precisa estar atenta às mudanças observadas no varejo. “Vivemos uma transformação no varejo que vai mudar a indústria”, disse Prado. “E a indústria têxtil brasileira depende basicamente do mercado interno”.

Entre essas mudanças está a maior força das lojas independentes de roupas, daquelas que ocupam amplos espaços de vendas. Um grupo que respondeu por 37% das vendas de vestuário no Brasil. “É preciso criar novas formas de comercialização, buscar novos canais de distribuição”, orientou.

Outras transformações nas lojas a serem observadas pela indústria são a maior velocidade de inovação, com trocas cada vez mais rápidas de coleções, e a oferta de um mix de peças mais qualificado, com destaque para a moda feminina. “Hoje as lojas oferecem looks completos, com roupas, acessórios, calçados e até perfume”, disse Prado. “Não existe mais o manequim de casaco, echarpe e pés descalços”.

As chamadas coleções assinadas são outra tendência. “É o modelo de loja dentro da loja”, explicou.

Nessa linha, mais do que marca própria, as empresas precisam vender “marca valorizada” e “encantar os clientes”. “Cerca de 75% das compras de roupas são feitas por puro encantamento com a peça no ponto de venda”, afirmou Prado. “Por isso é preciso se diferenciar, ser único e inigualável”.

Agenda positiva

Segundo Elias Haddad, o Comtextil terá uma “agenda positiva” em 2014. “Cumprimos a nossa obrigação em 2013, tivemos uma pauta extensa”, disse o coordenador do Comitê. “E vamos fazer melhor ainda em 2014”.

Assim, conforme Haddad, a meta é oferecer ainda mais ações voltadas para o desenvolvimento para os empresários e “ser um centro de oportunidades”. “Teremos ações nas áreas de marketing, inovação, novas tecnologias, matérias-primas, eficiência, produtividade e bancos de dados comparativos”, explicou. “E trazer mais empresários de sucesso e especialistas de todas as áreas para apresentar seus cases”.

Deinfra da Fiesp anuncia calendário de eventos para 2013

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de abrir o debate a temas relevantes para o país na área de infraestrutura, todos os anos a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promove, por meio de seu Departamento de Infraestrutura (Deinfra), diversos encontros com empresários, especialistas e autoridades.

Para 2013, o Deinfra/Fiesp está preparando pelo menos quatro grandes encontros com este foco: três no Hotel Unique SP e um no Teatro do Sesi-SP, localizado no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, na sede da entidade. Veja o calendário anunciado pelo departamento:

  • 6 e 7 de maio, no Hotel Unique SP – 8º encontro de Logística e Transportes – a hora do investimento privado;
  • 5 e 6 de agosto, no Hotel Unique SP – 14º encontro de Energia – matriz segura e competitiva;
  • 7 de agosto, no Hotel Unique SP – 5º encontro de Telecomunicações – respeito ao consumidor;
  • 8 de outubro, no Teatro do Sesi-SP – 3º encontro de Saneamento Básica – recuperar o tempo perdido.

 

Saiba mais sobre as ações da Fiesp na área de infraestratura no site: http://www.fiesp.com.br/?temas=infraestrutura

Sesi-SP apresenta nesta terça (22/01) novas contratadas da equipe de natação em 2013

Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) apresentará nesta terça-feira (22/01), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as contratações de 2013 para a equipe feminina de natação.

Foram contratadas 12 atletas para formar a equipe de 20 que será comandada por Fernando Vanzella, técnico da seleção brasileira de natação, e que já treina no parque aquático da Vila Leopoldina desde o início de janeiro.

Entre as novas aquisições, estão as atletas da seleção brasileira Ana Marcela Cunha, Etiene Pires Medeiros, Jéssica Bruin Cavalheiro e Daynara de Paula. Além delas, estarão presentes na cerimônia desta terça, na sede da Fiesp, o técnico Fernando Vanzella e o presidente da Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos, Coaracy Nunes.

Para o presidente Skaf, as contratações fazem parte da estratégia de utilizar os valores do esporte como exemplo para os alunos da rede, e também apoiar o esporte amador brasileiro. “O sucesso com o vôlei me inspirou a fazer uma equipe forte de natação. É um esporte que sempre trouxe ótimos resultados para o Brasil e uma ferramenta espetacular de exemplo para os mais jovens. Teremos campeões mundiais treinando ao lado de jovens talentos que estão começando a carreira nas piscinas”, apontou Skaf.

Serviço
Apresentação da equipe de Natação Sesi-SP
Data: 22/01/2013 / 12h (meio-dia)
Local: Fiesp – Avenida Paulista 1313 – 13º andar, capital

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Para Paulo Skaf, o ano de 2013 começa com fatores positivos para a competitividade da indústria

Agência Indusnet Fiesp

 

O  jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira, 1º de janeiro de 2013, trouxe uma reportagem com a opinião de investidores e de  empresários sobre como eles vêm as perspectivas econômicas para este ano.

Um dos ouvidos foi o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, que comentou que a  indústria, cuja competitividade foi afetada em 2012, também está moderadamente otimista para 2013. “Vamos iniciar o ano com câmbio a R$ 2,10, ante R$ 1,60 em 2012, com Selic a 7,25%, ante 11%, e redução de tarifas de energia. Isso vai melhorar nossa competitividade”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

 

Fiesp projeta crescimento de 3% para PIB em 2013; indústria deve atingir mesmo percentual

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Em 2012, a taxa básica de juro Selic chegou a 7,25%, o menor patamar da história. O governo administrou o câmbio para um patamar mais competitivo para a indústria, na faixa de R$ 2, e aprovou a Resolução 72, que coloca fim na chamada guerra dos portos – mecanismo usado por diversos Estados brasileiros para conceder incentivos fiscais a produtos importados. Essas e outras ações deixaram a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mais otimista com relação à atividade manufatureira em 2013.

Paulo Francini, diretor-titular do Depecon da Fiesp

A avaliação foi feita nesta terça-feira (18/12) pelo diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), Paulo Francini, durante coletiva sobre o balanço do ano de 2012 e perspectivas para 2013.

“De repente, vimos acontecer tudo na direção daquilo que achávamos que era necessário”, afirmou Francini. “Estaríamos errados hoje ao não acreditar que isso promova consequências. Por causa disso, tem toda a base de estarmos otimistas e animados”, completou.

O Depecon estima que em 2012 o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,9%, enquanto o da indústria deve registrar uma desaceleração de 0,5%.

Para 2013, no entanto, os economistas da Fiesp projetam uma expansão de 3% para o PIB do país e também para a indústria.

O Índice de Nível de Atividade (INA) do Depecon – termômetro para o desempenho da indústria paulista, que representa mais de 40% da produção manufatureira nacional – deve fechar o ano negativo em 4,1%, mas deve apresentar um crescimento 3,9% em 2013, com medidas como redução da Selic, administração do câmbio e pacotes de incentivo à produção entrando em curso.

No caso do emprego industrial, o cenário é o mesmo, de acordo com o Depecon/Fiesp. O nível de emprego da indústria de São Paulo deve ficar negativo em 2,3% em 2012 na comparação com 2011, mas a situação deve melhorar em 2013 e o mercado de trabalho do setor manufatureiro deve registrar um ganho de 1,6% na leitura anual.