13º PRÊMIO DE CONSERVAÇÃO E REÚSO DE ÁGUA – CASES VENCEDORES

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O Prêmio FIESP de Conservação e Reúso de Água objetiva conhecer, difundir e homenagear, anualmente, empresas que utilizam boas práticas na promoção do uso eficiente de água, com medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais e aumentando a competitividade do setor, bem como dar ampla publicidade às ações realizadas pela indústria paulista na construção do desenvolvimento sustentável.

Em 2018 foram 25 projetos inscritos para concorrerem ao Prêmio, nos links abaixo é possível conferir os projetos das empresas vencedoras.

Médio/Grande Porte

  • L’oreal Brasil

Projeto: Visão Fábrica Seca – Uma abordagem para redução do consumo de água


Micro/Pequeno Porte

  • Metalúrgica Inca

Projeto: Economia de água no setor de Injeção


Conheça as ganhadoras das menções honrosas!

Acesse aqui.

Mais uma vez, dinheiro do 13º vai para quitação de dívidas

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp 

Pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), aponta que 45% dos entrevistados que esperam receber o 13º salário pretendem utilizar o dinheiro para pagar dívidas. E 19% planejam poupar os recursos.

De acordo com o diretor do Depecon, Paulo Francini, a queda real do rendimento, o medo de perder o emprego e o maior endividamento, principalmente com o uso de cartão de crédito, são fatores que fazem com que as pessoas aproveitem a verba extra para quitar dívidas. “Quem entra na ciranda do pagamento do cartão de crédito em atraso, não consegue pagar a taxa absurda de 400% ao ano. Quando entra um dinheiro extra, a prioridade é liquidar a dívida mesmo”, explica.

Para Francini, o brasileiro é um “herói por conviver com a taxa de juros reais mais alta do mundo”.

Dados do levantamento indicam que o espírito natalino não foi o bastante para estimular gastos, e 86% dos entrevistados declararam estar menos dispostos ou sem condições de contrair novas dívidas. Resultado similar ao registrado no mesmo levantamento em 2015, quando o percentual foi de 89%.

A proporção de pessoas que pretendem manter a tradição da compra de presentes de natal (13%) é a menor desde a primeira edição da pesquisa, em 2009.

>> Ouça entrevista com Francini

Para 20% das pessoas que pretendem comprar presentes, seu valor será semelhante ao do ano passado, enquanto 19% garantem que será mais barato. “Qual é o pai ou a mãe que não quer comprar um presente para seu filho?  Mas, mais uma vez, vai comprar lembrancinha, gastar pouco.”

Pesquisa

Esta pesquisa foi encomendada por Fiesp e Ciesp à Ipsos Public Affairs, realizada em âmbito nacional, com amostra de 1.200 pessoas entre os dias 1º e 12 de outubro de 2016.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do levantamento.

Para pagar o 13º, indústria paulista recorre menos aos bancos e mais às vendas do último trimestre e ao provisionamento

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

Este ano, 44,0% das indústrias de São Paulo provisionaram recursos ao longo do ano para o pagamento do 13º salário, mais do que os 42,3% que fizeram isso no ano passado. Aumentou também, de 17,6% para 21,5%, a proporção das empresas que optaram por utilizar as vendas do último trimestre para o pagamento do abono.

De acordo com o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), que divulgou a pesquisa nesta quinta-feira (10/11), as dificuldades em procurar instituições financeiras para pagar o 13º salário foram maiores que em 2015. Foi o que responderam 73% das empresas que recorreram a essa fonte de recursos.

Em 2016, a proporção das indústrias que procuraram crédito bancário foi menor que em 2015, passando de 34,9% para 29,2%.

“Os créditos bancários estão escassos e muito mais caros. Alguns setores da indústria foram, de certa forma, banidos das instituições financeiras, o que dificulta muito, principalmente para as pequenas empresas”, afirma o diretor do Depecon, Paulo Francini.

>> Ouça boletim sobre o 13º

Movimento de final de ano

Para 53,4% das empresas que responderam a pesquisa, o movimento de final de ano será menor do que em 2015. Nesse grupo, as de pequeno porte estão mais pessimistas (58,1%), seguidas pelas médias indústrias (45,4%) e pelas de grande porte (42,9%).

Segundo Francini, os dois últimos anos foram ruins e ainda não é possível ver uma recuperação. “São dois momentos difíceis para a indústria, com resultados muito semelhantes. É decepcionante para quem esperava uma retomada, mas o final de 2016 não será auspicioso”, conclui o diretor da Fiesp.

O levantamento ouviu 507 indústrias paulistas ente os dias 3 e 26 de outubro, sendo 64,5% de pequeno porte (até 99 empregados), 30% de médio porte (de 100 a 499 empregados) e 5,5% de grande porte (500 ou mais empregados).

Clique aqui para ter acesso à pesquisa na íntegra.