Sindicato das indústrias de pinturas, gesso e decorações do Estado de São Paulo

SipigedespFiesp
Principal
Institucional
Quem Somos
Mensagem do Presidente
Diretoria
Serviços
Convenção Coletiva
Cultura e Lazer
Associados
Pinturas
Guia Fiesp
Central de Serviços
Informe Sindical
Jurídico
Comérico Exterior
Micro, pequena e Média
Competitividade
São Paulo - 23/7/2009
Fiesp é contra aprovação da nova CPMF, a CSS

O presidente da entidade, Paulo Skaf, é contrário ao tributo e lembra que a CPMF só onerou os brasileiros e não melhorou a saúde no País

Líderes governistas anunciaram na quarta-feira (15) que pretendem retomar os debates da Contribuição Social para a Saúde (CSS), tributo a ser criado para substituir a extinta CPMF. O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu colocar o assunto em votação em agosto, ao final do recesso parlamentar.

Diante da retomada da discussão sobre o novo imposto que o governo tenta implantar desde o ano passado, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, concedeu entrevista à emissora de rádio CBN, na manhã desta quinta-feira, 16 (link do áudio mais abaixo).

Durante o programa, Skaf declarou ser contra o novo tributo para a saúde. “A medida já foi repudiada por toda a sociedade brasileira na forma da antiga CPMF, ao final de 2007. “O problema da saúde no Brasil é muito mais de gestão do que de dinheiro”, diz Skaf. “Os recursos empenhados para a área de saúde no orçamento do Governo Federal nunca são usados em sua totalidade”.

O presidente da Fiesp também deixou claro que mesmo tendo um valor de arrecadação de 0,1% sobre as movimentações financeiras, ou seja, inferior aos 0,38% da CPMF, a CSS representaria uma arrecadação expressiva, de mais de R$ 10 bilhões anuais. “O governo federal tem uma arrecadação limpa, depois de passar para estados e municípios, de R$ 650 bilhões por ano. Isso é pouco? Por que aumentar os impostos?”, questiona Skaf.

Para ele, só caberia aumentar o recolhimento a partir do momento em que a gestão da saúde estiver adequada e que todos os recursos estejam esgotados. “Além disso, a arrecadação aumentou muito, assim como os gastos públicos. A participação da arrecadação federal no PIB saltou de 22% há 20 anos, para 38% nos dias de hoje. E a sociedade ainda paga mais, de maneira particular, para ter saúde, educação, previdência e segurança”, disse Skaf.

“Com o fim da CPMF a sociedade brasileira já deixou claro que não aceita aumento de impostos. O que queremos é melhoria dos serviços públicos e, para isso, já tem uma grande arrecadação”, concluiu o presidente da Fiesp.

No ano passado, quando das primeiras iniciativas dos parlamentares governistas para criar a CSS, Paulo Skaf, em entrevista à mídia que o procurou para falar do assunto por ter sido o líder da cruzada nacional que derrubou a CPMF, disse: "CSS é mais um imposto Contra Seu Salário", numa reinterpretação bem humorada da sigla.


Mariane Corazza, Agência Indusnet Fiesp





























AV. PAULISTA, 1313 - 8. ANDAR - CJ. 804
Fone: (011)32891871-(011)32892856
Fax: (011





 

 

  

 

 



 

Responsabilidade socioambientalMacro visãoCartilha sobre Substituição Tributária Lei GeralContra a CSSCartilhaLei GeralMeio AmbienteMacro Visão
  AV.  PAULISTA, 1313 - 9. ANDAR - CJ. 906
Fone: (011)32669362 Fax: (011)32669362  
Copyright 2007 FIESP | SESI-SP | SENAI-SP | IRS. Todos os direitos reservados.