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Pacote mínimo de banda larga para o setor corporativo
Para melhorar a competitividade brasileira, Fiesp e Firjan apresentam propostas conjuntas em energia, logística, banda larga e educação
Para o segmento de banda larga, a Fiesp encampou a proposta da Firjan de incluir no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) o Pacote Empresarial Essencial, com um mínimo de serviços para atender ao setor corporativo, ofertando banda larga com velocidade de tráfego de dados para download de 15 Mbps a preços competitivos internacionalmente e com isenção de ICMS.
O plano também prevê indicadores de qualidade que diferenciem o usuário doméstico do consumidor corporativo e o oferecimento de serviços que considerem as necessidades específicas de pequenas, médias e grandes empresas.
O principal indicador se refere ao limite de interrupção da internet. Para evitar que as empresas fiquem sem conexão durante a metade do horário integral de um dia de trabalho, o que não é aceitável, as federações propõem que o serviço só poderá sair do ar três vezes ao mês, sem exceder o período total de uma hora e meia. No caso de médias e grandes empresas, a tolerância seria de 45 minutos sem conexão por mês. Outra reivindicação é a criação de uma ouvidoria segmentada para o atendimento do cliente corporativo.
A proposta se baseia em dois estudos da Firjan: A Internet de Alta Velocidade no Brasil e Quanto Custa o Acesso à Banda Larga Empresarial no Brasil. O segundo estudo revela que a carga tributária sobre a internet banda larga chega a 39,7% no Brasil, maior do que na Argentina, Portugal, China e Japão. O custo da internet de 1 Mbps para empresas no país também está entre os mais elevados: US$ 42,80, valor superior ao cobrado pela Alemanha (US$ 9,30), Argentina (US$ 41,30) e EUA (US$ 40).
Firjan/Agência Indusnet Fiesp
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