Para evitar valorização cambial é necessário aumentar risco de especulação, diz Giannetti
Diretor da Fiesp avalia que encontro sobre agenda cambial foi um "bom debate técnico"
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Roberto Giannetti da Fonseca, diretor-titular do Derex/Fiesp
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Após o encerramento do seminário Uma agenda para o câmbio, o diretor-titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, concluiu que para combater a apreciação cambial é necessário aumentar o risco de especulação.
A forma mais efetiva de evitar a valorização é aumentar o risco do especulador cambial, disse Giannetti ao comentar que uma taxa a 2 reais é algo que traz mais felicidade para a economia e para a sociedade brasileira.
O diretor acrescentou, no entanto, que a taxa do câmbio não é o único agente que influencia o desempenho da indústria: Há uma agenda de competitividade que a Fiesp dá muita atenção, como a questão dos tributos para investimentos.
Competitividade industrial

Márcio Holland, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda |
Durante apresentação no seminário, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, também expressou a preocupação do governo com o câmbio e outras questões que travam a competitividade industrial brasileira. Existe também a agenda cambial voltada para o setor produtivo. O governo está muito forte com uma agenda comercial, agenda tributária, disse Holland.
O seminário Uma agenda para o câmbio reuniu especialistas, empresários e autoridades do setor na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para discutir meios de controlar a valorização cambial.
Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp
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