| |
|
|
Conheça as propostas que a Fiesp entregará a Dilma Rousseff
Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp, afirmou que os resultados do Congresso da Indústria serão levados ao governador eleito Geraldo Alckmin

Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp |
O Congresso da Indústria 2010, que aconteceu nesta segunda-feira (8) no World Trade Center (WTC), em São Paulo, teve como tema Nosso Compromisso é com o Brasil. O mote reflete o olhar extenso e crítico da entidade sobre as questões principais do País: reforma tributária, questão fiscal, juros, infraestrutura, meio ambiente, modernicação das relações do trabalho, câmbio e comércio exterior.
Esse não é um evento para fazer discursos, mas pensar no futuro e buscar soluções, enfatizou Skaf na abertura do evento. Ele ressaltou que será entregue à presidente eleita Dilma Rousseff um documento com as conclusões do encontro.
Para ler o documento, clique aqui.
Exigimos uma reforma tributária e daremos apoio total ao Governo para que esse projeto saia do papel. Que se simplifiquem os processos, que se acabe com a guerra fiscal e se dê transparência à cobrança dos impostos, discursou Skaf.
O presidente da Fiesp/Ciesp voltou a cobrar qualidade nos serviços públicos e a realização das reformas estruturais com transparência. Disse ainda que as discussões que ocorreram durante todo o dia no WTC, em São Paulo, são assuntos de interesse não apenas do setor produtivo, mas da sociedade brasileira.
Juros altos são ruins para a produção e também para o cidadão. Infraestrutura de estradas, rodovias, portos e aeroportos têm a ver com a vida das pessoas, assim como a modernização das relações do trabalho", disse, referindo-se à necessidade da reforma trabalhista.
Elcio Cabral, para a Agência Indusnet Fiesp
LEIA MAIS
Fiesp exige reforma tributária e rechaça nova CPMF
"É impossível realizar uma grande reforma tributária", diz Delfim Neto
Presidente eleita deve manter modelo do setor elétrico, aponta Carlos Cavalcanti
Oneração da mão de obra influi na capacidade produtiva do País
Fiesp sugere intervenção do BC no mercado futuro para conter valorização cambial
Brasil deve perseguir déficit nominal zero, dizem economistas
| |
|