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Sesi-SP evolui, mas perde para o Taubaté no segundo amistoso da temporada

Depois do revés para São José dos Campos, equipe masculina não supera estrelas do adversário e perde por 3 sets a 0. Agora, time se concentra para buscar o penta na Copa São Paulo

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp, de Taubaté

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Theo e Marcelinho: nomes novos do Sesi-SP na preparação para a temporada 2014/15. Foto: Everton Amaro/Fiesp

No segundo amistoso da temporada, o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) foi derrotado por 3 sets a 0 (25/17, 25/23 e 25/18) pelo Taubaté, no ginásio Abaeté, na cidade do Vale do Paraíba.

Apesar da segunda derrota, o resultado mostrou evolução da equipe em relação ao jogo da véspera, quando perdera para o São José dos Campos, principalmente por ter enfrentado um time recheado de craques: Lorena, Dante, Thiago Alves e Maurício.

Ainda sem os jogadores que estão na seleção (Murilo, Lucão e Lucarelli, entre eles), a equipe de Pacheco contou com o levantador Marcelinho, o oposto Theo, os ponteiros Alisson e Mão e os centrais Riad e Aracajú, com o líbero Serginho. Uma mescla de jovens e experientes que jogou de igual para igual a partir do segundo set, diante do público que lotou o Abaeté.

Agora, o Sesi-SP tem pela frente a Copa São Paulo, na quarta-feira (30/07), contra o Santo André, na Arena Santos.

Os maiores pontuadores do time foram Theo e Mão, com nove pontos cada.

O jogo

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Serginho se destacou nas defesas. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O primeiro set lembrou a partida do dia anterior, contra o São José dos Campos. Contra uma equipe mais entrosada, o Sesi-SP demorou a se achar na partida. Enquanto isso, o Taubaté jogava com calma e o apoio da torcida, aproveitando o ótimo ataque de Lorena e Dante, cada um marcando cinco pontos. Theo não brilhou tanto e coube a Aracajú ser o maior pontuador da etapa, pelo Sesi-SP, com quatro. Correndo atrás do placar em todo o set, o time de Marcos Pacheco pouco pôde fazer para evitar a derrota por 25/17.

No segundo set, o elenco já se postou de forma diferente. Os erros diminuíram e a equipe comandou as ações, liderando o placar na maior parte do tempo. Bolas importantes começaram a cair na quadra do Taubaté, como um ace de Mão que abriu 10/06 e forçou o pedido de tempo do técnico Cézar Douglas. As instruções deram certo, e o time da casa diminuiu para 10/09, quando foi Marcos Pacheco que trocou Alisson por Composto e pediu tempo. O Sesi-SP, porém, não se achou. Mão atacou para fora e Dante parou Theo no bloqueio. O Taubaté virou, mas não conseguia ampliar a vantagem. Os dois times revezavam nos pontos, porém, com o saque de Aracaju para fora, os donos da casa fizeram 16/14, pegando o segundo tempo técnico. Na volta, Theo diminuiu com inteligência e aproveitando sobra, e logo após o Sesi-SP empatou em erro de posicionamento do Taubaté no saque. Pacheco fez a inversão com Lucas Thomaz no lugar de Marcelinho e Thiaguinho no de Theo. O jogo, então, pegou fogo.

Com Serginho fazendo ótimas defesas, o time da Vila Leopoldina ganhou moral, segurando o ataque do experiente Dante duas vezes e passando à frente no placar. Mas a vantagem durou pouco. O mesmo Dante fechou o bloqueio em cima de Lucas. E em erro de Thiaguinho, o Taubaté virou 21/20 e se manteve na frente até fechar em 25/23, com Maurício atacando pelo meio.

No terceiro set, fazendo parte dos testes planejados, Pacheco colocou Rogério no meio, no lugar de Aracajú, e Composto na ponta, tirando Alisson. O Taubaté também fez alterações, tirando Dante e Lorena, mas não diminuiu o ritmo. Pelo contrário, o time da casa jogou mais à vontade, chegando a abrir 11/05. Pacheco pediu tempo e chamou o time ao jogo. Funcionou e a vantagem do Taubaté diminuiu para 13/11. Mas o time da casa soube usar a experiência de Thiago Alves para se acertar novamente e fechar o segundo tempo técnico em 16/12.  Com a confortável vantagem, o Taubaté soube administrar a partida, cometendo poucos erros e aproveitando bem as chances, até fechar a etapa e o jogo em 25/18.

Conforme combinado, um quarto set ainda foi disputado pelas equipes, para que os treinadores pudessem fazer mais experiências dos dois lados.