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Sondagem da Construção mostra nova queda do nível de atividade do setor

Indicadores de expectativas também caem

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo recuou novamente no mês de junho. Nesta leitura, o indicador passou de 46,5 para 43,6 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e se mantendo em contração. No mesmo mês do ano passado o indicador havia registrado 41,1 pontos.

No que se refere à mensuração da Atividade em Relação ao Usual, o indicador também mostrou queda em comparação ao mês anterior. A pontuação passou de 31,5 para 26,4 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (27 de julho).

O índice de Número de Empregados do setor teve queda na passagem de maio para junho. Nesta leitura o índice caiu de 43,6 pontos para 42,0 pontos, resultado superior ao de junho de 2016 (36,5 pontos).

Já a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) atingiu 54,0% neste mês, mais elevada que a dos três meses anteriores e a mesmo registrada em fevereiro.

Os indicadores das expectativas, assim como a avaliação atual, mostraram relevantes quedas em junho. Todos os cinco componentes registraram queda de pontuação no período. O indicador de Atividade para os próximos seis meses passou de 48,0 para 41,0 pontos, sinalizando a manutenção do pessimismo. As expectativas de Compras de matérias-primas passaram de 47,8 para 40,1 pontos, e as expectativas para Empreendimentos e serviços passaram de 47,5 pontos para 43,3 pontos em junho. Já as expectativas quando ao Número de empregados passaram de 45,5 para 42,4 pontos.

Concluindo, a expectativa quanto aos Investimentos para os próximos seis meses registrou o patamar de 23,1 pontos. No relatório anterior o resultado havia sido de 26,4 pontos.