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Seminário traz experiências corporativas em qualidade de vida e sustentabilidade

Evento promoveu também entrega do Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV) 2017

Agência Indusnet Fiesp

Em mais um encontro para compartilhar experiências em responsabilidade corporativa, o Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Fiesp realizou na última quarta-feira (6) seu II Seminário de Qualidade de Vida e Sustentabilidade.

No encontro, que também promoveu a entrega do 20º Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV), a diretora titular do Cores, Gracia Fragalá, o diretor titular adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia (ComSaúde) da Fiesp, Eduardo Perillo, e o presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Edilson Simm, falaram sobre a importância das iniciativas sociais desenvolvidas dentro das empresas brasileiras e seus reflexos no cotidiano de seus colaboradores e das comunidades em que as companhias estão inseridas.

Em um painel totalmente voltado para a discussão dos impactos da hepatite C na saúde das pessoas, com mediação do diretor titular do Cores, Alberto Ogata, o professor de Gastroenterologia e chefe do setor de Doenças Hepáticas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Edison Roberto Parise, detalhou como a doença evoluiu no país e seus principais efeitos. “A grande marca da hepatite é sua piora silenciosa. Ela pode passar de uma cirrose para um câncer de fígado em um período de 25 a 30 anos”, afirmou.

Sobre o cenário da hepatite C no Brasil e as estratégias de enfrentamento da doença utilizadas pelo governo, o representante do Ministério da Saúde, Eduardo Carreiro, contou que o número exato de pessoas infectadas pela doença no país ainda não é conhecido. “Sabemos que a quantidade pode chegar a 2,5 milhões de pessoas e acompanhamos a doença pelo número de pedidos de transplantes solicitados no SUS”, explicou.

De acordo com Carreiro, a ideia é que não se espere até este estágio da doença para tratar do assunto na esfera pública, principalmente porque em mais de 90% dos casos o paciente pode ser curado antes da necessidade de um transplante.

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Seminário de Qualidade de Vida e Sustentabilidade, promovido pelo Cores. Foto: Everton Amaro