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Secretário paulistano de Saúde fala na Fiesp sobre importância das PPPs no SUS

Wilson Pollara defende mudança em modelos de gestão

Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

Como pontapé inicial dos encontros técnicos que serão realizados pela Fiesp este ano, com foco em responsabilidade social, o Secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo, Wilson Pollara, falou em 23 de janeiro sobre como as parcerias público-privadas têm um papel essencial no desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o secretário, os modelos de gestão desta área no Brasil é que estão equivocados, e não o orçamento investido. “É preciso conhecer de perto a demanda dos municípios e Estados. Saúde é dependente de economia de escala, isso deve ser compreendido pelo serviço público, antes de querermos instalar um hospital em cada cidade”, explicou.

Pollara detalhou ainda que a cada 1.000 pessoas, 800 terão algum sintoma. Deste total, 327 pacientes procurarão um médico, 217 delas irão ao consultório, 65 utilizarão uma medicina completar, 25 irão ao hospital, 14 serão atendidas em casa, 13 passarão na emergência, 8 serão hospitalizadas e menos de 1% precisará de um tratamento médico de alto nível.

Além disso, o secretário defendeu que a questão da auditoria do SUS esteja na pauta das gestões públicas.

O encontro foi mediado pelo médico Raul Cutait, professor do Departamento de Cirurgia de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e cirurgião no Hospital Sírio-Libanês; pelo assistente social Grácia Fragalá, consultora nas áreas de Gestão de Pessoas e Negócios, Segurança e Saúde Corporativa; pelo professor Marcos Kisil, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, e pelo professor Carlos Del Nero, da Faculdade de Medicina da Universidade Municipal de São Caetano.