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Profissionais de segurança privada debatem importância de cursos no exterior

Especialistas participaram do “Seminário de Formação em Segurança - Experiência de brasileiros no exterior”, realizado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da entidade nesta segunda-feira (24/03)

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Profissionais de segurança privada se reuniram nesta segunda-feira (24/03) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para participar do “Seminário de Formação em Segurança – Experiência de brasileiros no exterior”, evento realizado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da entidade.

O objetivo do encontro foi, através de exposições e debates entre especialistas do mercado brasileiro de segurança empresarial, promover a troca de experiências profissionais, com dicas e sugestões.

O seminário foi conduzido pelo diretor do Deseg Fernando Só e Silva, que salientou, na abertura do seminário, a importância da vivência profissional no exterior na formação de gestores brasileiros em segurança privada.

Para Roberto Costa, especialista em segurança empresarial e diretor do Deseg, é importante haver “troca de experiências internacionais, seja no âmbito profissional ou pessoal, através de cursos, seminários e missões empresariais”.

Mas, antes de fazer as malas para realizar o curso de interesse, o gestor em segurança privada deve tomar decisões pensando a longo prazo, levando em consideração se o curso realmente se encaixa nas suas expectativas.

O seminário na Fiesp: avaliação criteriosa dos cursos a serem feitos. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O seminário na Fiesp: avaliação criteriosa dos cursos a serem feitos. Foto: Everton Amaro/Fiesp


“Devemos saber se o curso agrega valor e conhecimentos relevantes à carreira”, ponderou o especialista, que ainda ressaltou a existência de bons cursos de formação de gestores no Brasil. “Muitas vezes não é preciso sair do Brasil para realizar bons cursos”, afirmou.

Em seguida, Nelson Ricardo Fernandes, gestor geral de riscos da empresa Elog Brasil, chamou atenção dos participantes do encontro para uma questão fundamental. “A questão do idioma é muito importante. Cursos técnicos não requerem um inglês, por exemplo, desenvolvido. Mas, para cursos em gerência, uma boa fluência na língua estrangeira é de suma importância”, afirmou.

Participaram também do seminário Anderson Silva, gerente de segurança patrimonial portuária da Santos Brasil, e Igor Pipolo, CEO da Núcleo Inc.