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Para Benjamin Steinbruch, o Brasil deveria abandonar de vez o complexo de inferioridade

O presidente da Fiesp, mais uma vez, critica os juros abusivos adotados no País, que emperram a economia e inibem os investimentos produtivos

Agencia Indusnet Fiesp

“Sim, nós podemos”. Com a célebre frase do presidente norte-americano Barack Obama, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, expressa seu otimismo sobre as mudanças necessárias para crescimento da economia brasileira.

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (1º/07), ele afirma: “Sim, nós podemos ser um país como outros, financeiramente civilizado, que controla os gastos públicos correntes, privilegia investimentos do governo e oferece crédito ao setor produtivo e às pessoas físicas sem cobrar taxas escorchantes de juros”.

Steinbruch também comenta que, aproveitando o clima de Copa do Mundo, o país precisa melhorar a visão sobre si mesmo bem como adotar mudanças urgentes na condução da política econômica, em aprimoramento da infraestrutura e criar um ambiente que estimule a produção e os investimentos.

“Abandonar o complexo de inferioridade significa acreditar que podemos ter um parque industrial tão eficiente e produtivo como o de outros países industrializados. Além de ambicionar ter um custo do dinheiro semelhante ao dos demais emergentes, temos de trabalhar para cortar custos de energia, insumo importantíssimo para a produção industrial competitiva, reduzir tributação, simplificar a arrecadação dos impostos e eliminar burocracias desnecessárias”, afirma o empresário.

Veja o artigo na íntegra no jornal Folha de S.Paulo também disponibilizado no portal de notícias UOL.