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Para Benjamin Steinbruch, candidatos precisam apresentar propostas práticas

Em artigo na Folha de S.Paulo, 1º vice-presidente da Fiesp afirma: “país não suportará ajustes recessivos, e quem pretende adotá-los precisará ter coragem de assumir”

Nesta terça-feira (20/05), o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, responde em artigo na Folha de S.Paulo ao seu próprio texto, publicado há duas semanas no mesmo jornal (Benjamin Steinbruch: quem tem a pretensão de governar o país precisa dizer quais são seus planos para o futuro).

Steinbruch havia questionado a falta de propostas dos candidatos à Presidência do Brasil e, agora, elabora algumas respostas àquelas indagações recorrentes de vários setores da sociedade.

Para ele, é inconcebível eleger um candidato que não explicite sua meta de crescimento econômico e criação de empregos durante seus quatro anos de governo. “O próximo presidente da República precisa considerar que o investimento no país, necessário para sustentar o crescimento, só será estimulado e atingirá níveis razoáveis se houver uma nova política de juros”, afirma Steinbruch.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (com sistema paywall).