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Novas regras de licenciamento ambiental vão impulsionar a produção de aquicultura, diz Eduardo San Martin

Na visão do diretor de Meio Ambiente da Fiesp/Ciesp, não se pode focar apenas nas novas empresas do setor, mas também cuidar dos interesses de quem já é produtor

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp 

Ao dar início ao Seminário Licenciamento Ambiental da Aquicultura, realizado na manhã de hoje (06/03), na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), o diretor de Meio Ambiente das instituições, Eduardo San Martin, enfatizou a importância do encontro.

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Eduardo San Martin, diretor de meio ambiente da Fiesp/Ciesp, durante o Seminário Licenciamento Ambiental da Aquicultura. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Com a proposta de discutir os aspectos econômicos, a questão dos investimentos e a tributação do setor da aquicultura, o seminário levantou os aspectos dos novos regulamentos estaduais do setor. Na visão de San Martin,isso proporciona uma contribuição às empresas que querem continuar produzindo e crescer.

“Parte significativa das quase 500 empresas que produzem pesca no nosso território estão presentes nesta reunião, onde pretendemos explicar quais são os procedimentos com relação ao licenciamento ambiental, tanto para os atuais empreendimentos quanto para os novos, que queiram se instalar no nosso Estado”, salientou.

San Martin questionou como se comportarão as empresas existentes antes do licenciamento ambiental. “O licenciamento é importante, mas não deve deixar de lado quem já é produtor”, alertou ao ressaltar que a nova regra permitirá que, num curto prazo, a produção da pesca dê um salto. “Chegaremos a liderar o setor em todo o nosso país”, completou.

O diretor de Meio Ambiente destacou ainda o empenho da Fiesp e do Ciesp em prol dos interesses do empresariado. “Existe nesta casa um setor especifico para cuidar dos interesses de vocês, que pode auxiliá-los e apoiá-los”, afirmou. E concluiu: “O importante não é achar que estamos lutando apenas pelos ganhos do Estado de São Paulo, porque quando fazemos isso, estamos lutando pelos ganhos do Brasil”.