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Nova escola Sesi-SP atende mais de 700 alunos em Jundiaí

Presidente da instituição oficializou a inauguração da escola no interior de São Paulo

Anne Fadul e Rosangela Gallardo, Agência Indusnet Fiesp

A nova escola do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) em Jundiaí, interior do estado, recebeu investimentos da ordem de R$27,5 milhões para oferecer ensino fundamental e médio a 732 estudantes.

A nova unidade também oferece o ensino fundamental em tempo integral do primeiro ao quinto ano para 565 alunos do total matriculado. Os outros 167 cursam o ensino médio.

“É através da educação que se dá oportunidade iguais, que as pessoas podem ter um futuro garantido, bons empregos, bons salários. A indústria de São Paulo, através do Sesi-SP e do Senai-SP, tem esse objetivo de dar educação de qualidade a milhões de jovens”, afirmou Paulo Skaf, presidente da instituição.

Foram construídas no Sesi-SP de Jundiaí 17 salas de aula, biblioteca escolar com acervo atualizado, dois laboratórios de informática, um laboratório de ciência física, um laboratório de química e biologia, um laboratório de ciência e tecnologia, uma sala de artes cênicas, uma sala de música, duas áreas de convivência, refeitório, cozinha com despensa, salas de coordenação e para atendimento aos pais, além de quadra coberta e vestiários. As novas instalações ocupam um terreno com 16 mil metros quadrados, doado pela prefeitura.

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Escola Sesi-SP de Jundiaí recebeu investimentos de R$27,5 milhões. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Metodologia de ensino Sesi-SP

O foco prioritário da área educacional do Sesi-SP é promover o desenvolvimento econômico e social do país por meio da valorização do capital humano e, consequentemente, ampliar a competitividade da indústria. Por isso, em 2007, foi realizada grande reestruturação na área para fortalecer a educação básica.

As principais mudanças adotadas foram: completa reformulação da educação básica; ampliação da oferta da educação de jovens e adultos; estruturação de processos para ampliar e diversificar a formação continuada; modernização física da rede de escolas, com base em novo conceito arquitetônico; estruturação da metodologia SESI-SP de ensino; e desenvolvimento de material didático próprio.

Terceirização

Durante visita à Jundiaí, Paulo Skaf, voltou a afirmar que o projeto de lei (PL 4330), proposta para regulamentar os contratos de trabalho terceirizado, é bom para as empresas e para os trabalhadores brasileiros.

“Temos mais de um milhão de empresas prestadoras de serviços, e quase 15 milhões de pessoas que trabalham nessas empresas prestadoras.  Como não tem regulamentação, é uma bagunça. Essa aprovação do projeto de lei objetiva dar segurança jurídica as empresas e ao trabalhador também”, disse Skaf.

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Paulo Skaf se reúne com empresários em Jundiaí. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Agenda em Jundiaí

Durante a inauguração da nova escola Sesi-SP, Skaf assinou convênios do Programa Atleta do Futuro (PAF) para estimular a formação esportiva de crianças e jovens, nos municípios da região.

O presidente da Fiesp visitou ainda a CRS Brands, uma das principais fabricantes brasileiras de bebidas, onde conheceu um projeto de uso sustentável da água.

A iniciativa conquistou o 10º Prêmio Fiesp de Conservação e Reuso de Água. O projeto que já economizou, em quatro anos, 30% no consumo de água tratada e 49% no volume de água captada do rio Jundiaí-Mirim.

“Há uma consciência no setor industrial de que há necessidade de economizar energia e água, de produzir de forma mais limpa. E quanto menos energia, quanto menos água utilizar, se produz a um preço mais barato”, disse Skaf.

No início da tarde, o líder empresarial se reúne com empresários da região de Jundiaí e Bragança para debater a regulamentação da terceirização, a situação econômica do país e o baixo desempenho das indústrias.

O encontro será na sede do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Jundiaí.

É um encontro para trocarmos ideias para poder ajudar a minimizar os impactos negativos desse momento que o país passa, com uma crise econômica junto a uma crise política”, completou.