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Nível de atividade da construção paulista volta a ter queda em abril

Dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O Nível de atividade em relação ao mês anterior do setor de construção paulista teve nova baixa em abril, para 44,7 pontos (contra 47), e voltou praticamente para o mesmo nível de fevereiro (44,6 pontos). Apesar da baixa, o indicador apresenta ampla melhora em relação à pontuação de abril de 2017, quando registrou 38,8 pontos.

Da mesma forma, o indicador número de empregados e o de atividade em relação ao usual recuaram em abril. O primeiro passou de 48,5 para 43,4 pontos, e o segundo, de 34,4 para 29,8 pontos (menor pontuação dos últimos cinco meses), ambos se mantendo abaixo do nível de sinalização de expansão (acima dos 50,0 pontos).

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (28 de maio). Clique aqui para ter acesso à íntegra da Sondagem da Construção de maio e de abril e à série histórica da pesquisa.

O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) registrou a terceira queda consecutiva na passagem mensal, desta vez de forma acentuada, para 52,0% ante 58,0%. Após atingir o maior nível em 17 meses na leitura de janeiro, com 60,0%, o índice voltou ao mesmo patamar de abril de 2017.

Todas as variáveis de expectativas da Sondagem tiveram queda em abril. Compras de matérias-primas para os próximos seis meses e novos empreendimentos e serviços são destaque negativos neste mês, tendo recuado para a faixa de sinalização pessimista da pesquisa (caindo de 53,4 para 45,2 pontos e de 54,5 para 49,3 pontos, respectivamente). Mesmo apresentando variação negativa, contudo ainda mantendo otimismo em relação aos próximos seis meses, a variável de Nível de atividade para os próximos seis meses passou de 53,4 pontos para 50,5 (menor nível dos últimos cinco meses), enquanto a variável de evolução de empregados passou de 52,7 para 51,3 pontos. Por fim, investimentos ainda em patamar bem deprimido, registrou queda de 27,5 para 26,0 pontos neste período analisado.