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Iniciativa da Fiesp, Ciesp e Senai-SP, programa Nagi P&G é destacado em caderno de negócios e carreiras da Folha

Parceria com USP vai capacitar e incentivar a inovação da indústria paulista na Cadeia de Petróleo e Gás para oportunidades no pré-sal

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Imagem da reportagem no site.

Agência Indusnet Fiesp

Reportagem do caderno “Negócios e Carreiras”, do jornal Folha de S.Paulo, apresenta alguns dos resultados iniciais do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de Petróleo e Gás (Nagi P&G), programa da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP).

Lançado no primeiro semestre de 2012, o Nagi P&G tem a meta de formar, entre 2012 e 2014, 400 empresas que receberão assessoria para elaborar projetos de inovação e para aprender a requisitar verbas em instituições de fomento. A ação será executada em 4 regiões em 2012 (São Paulo, Vale do Paraíba, Baixada Santista e Sertãozinho) e em 6 regiões em 2013 (Osasco, Guarulhos, ABCD, Campinas, Sorocaba e Piracicaba), contando com o apoio financeiro da Financiadora de Projetos (Finep) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que somam cerca de R$ 2 milhões.

Leia a reportagem no site da Folha de S. Paulo (sujeito ao sistema pay wall) 

A reportagem ouve o diretor-adjunto de infraestrutura do Ciesp, Kalenin Branco. “Do anúncio de um poço até a concretização da operação, são 15 anos de esforços. As pequenas e médias empresas precisam se capacitar logo, acompanhar cada fase da cadeia para aprender a encontrar negócios”, diz Branco.

Também são entrevistados representantes de associadas do Ciesp, como Juliana Pereira, diretora-executiva da Termodin, de São Paulo, pequena indústria que fabrica ventiladores industriais e equipamentos de ar-condicionado, e Cláudio Bruno Franco, da Fast Work Solutions, de Santos, que atua em softwares de gestão empresarial em computação em nuvem, além de treinamento e suporte na área de TI.

Empresários falam sobre o programa

Juliana Pereira relata à Folha que já fez negócios com a cadeia de combustíveis, mas considera que os novos desafios são maiores por causa da competição externa. “Investimos na expansão da capacidade produtiva, em melhorias incrementais e em TI. O preço menor é a principal arma dos competidores externos. Por isso, a necessidade de se capacitar mais”, disse a empresária, citando dificuldades como o preço elevado da matéria-prima local.

Cláudio Bruno Franco conta que, nas reuniões do Nagi PG, aprendeu quais são as opções públicas de financiamento para inovação. “As instituições exigem bons projetos, é preciso aprender a elaborá-los”, comentou ao falar com o jornal.